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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Brasil testa polipílula que poderá prevenir doenças cardiovasculares



Uma pílula que reúne quatro remédios para controlar a pressão arterial e o colesterol e prevenir o entupimento de vasos sanguíneos está sendo testada em diferentes países, incluindo o Brasil, para reduzir a incidência de doenças cardiovasculares.
São dois os alvos: pacientes com risco moderado que não têm bons resultados com dieta e exercícios e pessoas com risco elevado, que já tiveram infarto ou derrame.
 
 
O país já participou da primeira fase do primeiro estudo internacional com a chamada polipílula.
Os resultados, publicados em maio passado na revista "PLoS One", mostraram que a pílula pode diminuir em 60% o risco de infarto e derrame em pessoas com risco moderado.
Na pesquisa, esses pacientes tinham idade média de 60 anos, eram obesos e tinham pressão arterial e colesterol pouco elevados, além de outros fatores de risco.
"São pessoas que não necessitariam de medicação, mas, infelizmente, boa parte delas não consegue reduzir o risco com outras medidas", diz Otávio Berwanger, cardiologista do HCor (Hospital do Coração) e coordenador da pesquisa no Brasil.
Ao todo, 378 voluntários participaram do trabalho, que também foi feito na Índia, na Austrália, na Holanda, na Nova Zelândia e nos Estados Unidos.

A NOVA PESQUISA

A segunda fase do estudo começou em novembro, com pacientes que já tiveram infarto ou AVC e tomam os remédios separadamente.
No Brasil, a pesquisa envolverá 22 hospitais, além do HCor, e 2.000 pessoas em todas as regiões do país.
Além disso, em 2012, o país deve participar da terceira fase de uma pesquisa já iniciada na Índia, na China e no Canadá.
Dessa vez, o responsável pela pesquisa brasileira será o Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia.
O objetivo, segundo o cardiologista Álvaro Avezum, diretor da divisão de pesquisa do instituto, é testar a medicação em 2.000 pacientes de São Paulo com risco cardíaco moderado.


MEDICALIZAÇÃO

De acordo com Luiz Antonio Machado César, presidente da Socesp (Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo) e cardiologista do InCor (Instituto do Coração da USP), a ideia é simplificar e baratear o tratamento.
Berwanger lembra que, hoje, no máximo metade dos pacientes de alto risco segue o tratamento corretamente. "Se pudermos facilitar a vida do paciente, mantendo os benefícios dos remédios, com custo menor e maior adesão, será muito interessante."
Ele afirma, no entanto, que a ideia não é "medicalizar" a prevenção de quem tem risco moderado. "A adesão a dieta e exercícios é péssima, apesar de as mudanças serem fundamentais. Essas pessoas não sentem nada, mas a tendência é piorar", afirma.
"Mudar o estilo de vida da população é utopia. Do jeito que a gente montou nossas cidades e a nossa vida nos grandes centros, essa opção não existe", afirma César.
Berwanger recorda, no entanto, que não se trata da "pílula da vida eterna", e que o controle de fatores como tabagismo e obesidade, deverá ser mantido, mesmo para quem tomar a polipílula.

Fonte: folha.uol.com.br/

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Artista francesa 'humaniza' peixes em fotografias

A artista francesa Anne-Christine Becker-Echivard se especializou em retratar imagens da vida cotidiana em seu trabalho fotográfico, mas com um detalhe pouco usual: no lugar de pessoas, os personagens de suas fotos são peixes.



Segundo a artista, sua escolha pelos peixes como objeto de seu trabalho se deve ao fato de que esses animais têm a capacidade de "passar uma mensagem global" e não têm gênero, podendo representar "o homem geral".




Segundo ela, a utilização dos peixes em suas obras é uma maneira "obviamente" leve de expressar "uma grande variedade de emoções", mas também "um método de comunicar minhas opiniões sobre este mundo".



Realmente, a imaginação não tem limites!

Veja também:
Fisioterapia com Você: Cenas famosas de filmes em Legos

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Procuram-se Mulheres

Num mundo com 7 bilhões de habitantes faltam mulheres em alguns países. Na Ásia, a maternidade já é problema. Em 2025, faltarão esposas na China. Talvez os chineses venham procurá-las no Brasil.


Atualmente, 1.370.536.875 pessoas vivem na China, incluindo Hong Kong, Macau e Taiwan. Embora 1 bilhão pareça um número gigantesco, o país começa a se preocupar. Na última década, a população cresceu 5,8%, índice baixo comparado aos outros anos. De acordo com o Bureau Nacional de Estatística da República da China, a população também envelheceu, pois a proporção de jovens abaixo dos 14 anos caiu para 16% em relação ao total de pessoas, ao passo que a proporção de idosos de mais de 60 anos aumentou 3%. A taxa de fecundidade está entre 1,7 e 1,8 filho por mulher - quando 2,1 é o mínimo para recompor a população.
Já em 2025, o crescimento populacional chinês começará a ser negativo, segundo as Nações Unidas. "A China é muito grande e há muitos anos vem mantendo a política do filho único, uma legislação que obriga os casais a ter apenas um filho. Além disso, por razões culturais, os filhos homens são preferidos. Resultado: o país será prejudicado em termos de reprodução da população devido à falta de meninas", afirma Margareth Arilha, pesquisadora de saúde reprodutiva do Núcleo de Estudos de População da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Em boa parte da Ásia, as meninas são vistas como membros que não trazem benefícios à família, do ponto de vista econômico, social e cultural. É o homem que dá procedência à linhagem do nome, assume a chefia da casa e é responsável pelos mais velhos. Embora a desproporção entre nascimentos de homens e mulheres chineses tenha diminuído, ela continua alta: para cada grupo de 100 mulheres, há 105,2 homens. Tanto na China quanto em outros países asiáticos, como a Índia, há muitos casos de aborto e de assassinato de bebês do sexo feminino.
"Os abortos seletivos foram adotados por 'grupos pioneiros', mais ricos, que tinham acesso a tecnologias como ultrassonografia, como solução para reduzir o número de crianças e maximizar a probabilidade de ter pelo menos um filho homem", explica Christophe Z. Guilmoto, no artigo "The Sex Transition in Asia", publicado pelo Centre Population et Développement da Université Paris Descartes, na França.


Europeias individualistas
O casamento ainda é o modo mais popular de criar filhos na Ásia e no mundo, por enquanto. Apenas 2% dos nascimentos acontecem fora do matrimônio no Japão. Já em países europeus, como a Suécia, 55% dos bebês são de mulheres não casadas. Na Islândia, a percentagem atinge 66%. Atualmente, há 83 países com taxas de fecundidade abaixo do nível de reposição. Os casos mais graves são Bósnia, Malta, Hong Kong, Portugal, Áustria, Cingapura, Romênia, Coreia do Sul, Polônia, Ucrânia, China e Japão.


Indonésia: casamento? Sim, por favor.
Como é previsível, onde a desproporção entre o número de homens e o de mulheres é alta, em algum momento, faltarão esposas. Outro fenômeno é o casamento tardio, recorrente na Ásia Oriental. Apesar de ser uma tradição cultural forte, muitas mulheres não têm pressa em se casar e algumas não fazem mais tanta questão de se unir a homens da mesma nacionalidade.
Segundo o Instituto de Pesquisa da Ásia, em Hong Kong e nas cidades mais ricas do Japão e da Coreia do Sul, a idade média do casamento varia entre 29 e 30 anos para mulheres e 31 e 33 anos para os homens. Já no Ocidente, a média abaixa para 26 anos para mulheres e 28 para homens. É cada vez mais comum a jovem asiática optar por não se casar. Vinte por cento dos japoneses entre 20 e 27 anos afirmam que não sabem se querem a união. Dos jovens norte-americanos dessa mesma faixa etária, apenas 5% não desejam o matrimônio e outros 5% não se decidiram.
Um dos fatores decisivos da opção pela vida solteira é que os jovens orientais não veem vantagens no casamento, uma vez que muitos dos casados estão insatisfeitos. Pesquisas do East-West Center (EUA) revelam que os casais norte-americanos apresentam maior satisfação com o matrimônio do que japoneses e sul-coreanos. Acredita-se que isso se justifica pelo fato de os ocidentais terem uma visão pragmática do divórcio: eles se separam com facilidade se são infelizes no casamento.
O número de divórcios subiu nos países da Ásia, mas esse é mais um motivo para os jovens não casarem. Um em cada cinco casamentos no Japão, na Coreia do Sul e na China termina em separação. "Nessas sociedades, o risco de divórcio pode dar mais motivação às mulheres solteiras a investir em boa educação e na carreira em vez de se casar cedo", afirma o estudo do East- West Center. Outra diferença marcante é que, entre os asiáticos, quase não há união sem casamento civil ou religioso. No Japão, apenas 5% das mulheres entre 25 e 29 anos e 8% das com 30 a 34 anos moraram com seus companheiros.

Maridos machistas
Educação, carreira e custo de vida alto são fatores que contribuem para a inserção e permanência da mulher no mercado de trabalho. Na volátil situação econômica atual, elas desempenham papel importante no sustento da casa. Apesar de o homem ganhar mais, algumas despesas já são responsabilidade delas. Nesse cenário, também precisam cuidar da casa, dos filhos e dos idosos - o que as feministas denunciavam como "dupla jornada de trabalho".
Os maridos asiáticos ajudam menos as mulheres do que os americanos. Não por acaso, com todas as tarefas extras, elas preferem não casar. No Japão e na Coreia do Sul, o processo seletivo para instituições de ensino é competitivo desde os primeiros anos. Boas escolas e notas no currículo escolar garantem boas universidades e um futuro promissor. Além disso, as sociedades valorizam o ensino rigoroso e disciplinado. Compete às mães o papel de ajudar os filhos com a lição de casa e, muitas vezes, de pagar cursinhos, que podem ser mais caros do que o colégio.
De acordo com o relatório do East- West Center, a mudança do papel e do comportamento da mulher tem implicações nas áreas de saúde, planejamento familiar, trabalho e sistemas de suporte para os mais velhos. O casamento tardio é um dos fatores da baixa taxa de natalidade no Japão, na Coreia do Sul, em Taiwan e em Cingapura. Os governos asiáticos agora precisam investir em políticas públicas para facilitar a maternidade.
As controvérsias da desigualdade entre gêneros, entretanto, permanecem. Em alguns países asiáticos os homens preferem mulheres que tenham menor grau de instrução que eles. Em Cingapura, o número de mulheres solteiras graduadas é enorme. Um terço das mulheres de 30 a 34 anos que frequentaram universidades não casam.

Brasileiras disponíveis
O Brasil, felizmente, ainda não corre o mesmo risco da Ásia. Há mais mulheres que homens, precisamente 96,9 homens para 100 mulheres. Essa proporção tende a se manter nos próximos 90 anos. Segundo as Nações Unidas, o crescimento da população brasileira só deverá ser negativo a partir de 2035. Mesmo assim, não há o que temer, pois pela projeção, a taxa de fecundidade tende a subir de 1,8 filhos por mulher, em 2010, para 1,96, em 2100.


Japão: casamento? Não, obrigado
Os pesquisadores Paula Ribeiro, da Universidade Federal de Minas Gerais, e Joseph Earl Potter, da Universidade do Texas, em Austin, nos Estados Unidos, argumentam, na Revista Brasileira de Estatística e População, que o Brasil se diferencia dos demais países com taxa de fecundidade abaixo dos 2,1 filhos do nível de reposição. Enquanto que os europeus têm filhos cada vez mais tarde, aqui, a fecundidade entre adolescentes ainda é alta.
Os autores chamam a atenção para a taxa de fecundidade declinante dos últimos anos, em especial entre a população mais pobre. "O fato de estar caindo tão drasticamente entre as mulheres pobres e pouco escolarizadas sugere que os fatores socioeconômicos não são suficientes para entender a fecundidade abaixo do nível de reposição do Brasil", escrevem os pesquisadores.
Paula e Potter sugerem que os ideais femininos e instituições como a igreja e a mídia contribuíram para o padrão de reprodução. A questão de se manter virgem até o casamento já perdeu a força e as jovens iniciam sua vida sexual cada vez mais cedo. Elas encaram a separação com mais naturalidade, caso o marido seja violento, por exemplo. Apesar dessa nova perspectiva, muitas frequentam a igreja e tentam por em prática os valores religiosos, mantendo resquícios da cultura passada.
Mesmo com muitas mães adolescentes, a fecundidade brasileira está mudando. Segundo o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a maternidade entre jovens de 15 a 19 anos e de 20 a 24 anos caiu, respectivamente, de 18,8% e 29,3%, em 2000, para 17,7% e 27%. Já a fecundidade entre mulheres acima dos 30 anos subiu de 27,6% para 31,3%.
O Brasil está se aproximando do padrão reprodutivo dos países desenvolvidos. As jovens atuais, ao contrário das mulheres da geração anterior, já não almejam muitos filhos. As brasileiras urbanizadas preferem ter um ou dois para lhes garantir mais oportunidades na vida. O aumento da fecundidade acima de 30 anos pode ser evidência de que, como as europeias, elas estão adiando a maternidade em prol da carreira.

Fonte: Asia Research Institute; Ebenstein and Sharygin (2009). The Consequence of the 'Missing girls' of China / revistaplaneta/ 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

O método Pilates como mais uma opção no tratamento da Labirintite



O método Pilates é benéfico para o tratamento da labirintite, pois o fortalecimento dos tornozelos e quadris, paralelo ao trabalho de equilíbrio e proprioceptivos podem ajudá-lo a manter-se equilibrado até que sua inflamação do ouvido interno recue.
O componente de conexão mente-corpo com a prática do pilates aumenta o seu bem-estar, especialmente importante se você está lidando com depressão e estresse, bem como os efeitos físicos da doença.Os exercícios de equilíbrio que exigem que você caminhe em linha reta, em uma perna o seu sistema vestibular compensar suas deficiências.
Outros fatores importantes para o equilíbrio. O interior do ouvido não é a única fonte de informações para ajudá-lo equilíbrio. Você também recebe informações:
• Dos olhos – você pode ver o caminho fazer o movimento e escolher em que direção ir.
• As solas de seus pés (se você estiver em pé) ou as pernas (se você estiver sentado). Você pode sentir onde você está.
• Todas as suas articulações e músculos – inclusive as articulações do pescoço, costas, pernas, pés, braços e mãos – têm órgãos dos sentidos neles que enviam sinais dos nervos e da coluna, dizendo ao cérebro que posição está dentro. Você não precisa olhar para ver se seus braços estão estendidos ou ao seu lado – eles dizem onde estão. Esta posição de senso é conhecida como propriocepção. Propriocepção é reduzida em várias condições médicas, incluindo artrite e diabetes.
Se há uma abundância de informações provenientes dos olhos, pele e articulações, você realmente não precisa confiar em informações do ouvido interno para ajudar você a equilibrar.
Se a informação proveniente de outras fontes é reduzida, perdido ou confuso – por exemplo, no escuro, em terreno macio ou irregular – o cérebro precisa confiar mais nas informações provenientes do ouvido interno.
É por isso que o seu saldo será pior no escuro, em terreno macio ou irregular, se você tiver um problema com o ouvido interno.
Então é ai que entra os benefícios do pilates no tratamento da labirintite com:

Exercícios proprioceptivos;
Exercícios de equilíbrio;
Exercícios de coordenação motora;
Exercícios de força e flexibilidade;
Exercícios de relaxamento.

Durante a crise vá para um lugar ventilado e não se deite. Fique sentada, de olhos abertos, olhando para um ponto fixo na parede. Assim que a tontura melhorar, procure um médico. E lembre-se: labirintite não causa desmaios.
A doença é de difícil controle, ainda assim é possível viver sem tontura. Com o tratamento adequado o médico especialista (otorrinolaringologista) tem condições de melhorar muito seus sintomas, obtendo a cura clínica da doença.

Fonte:  Pilates Daniela Costa / Revista Pilates

Veja também:
Fisioterapia com Você: Caminhada + Pilates: uma boa combinação

Valentines'Day - A tradição do dia dos namorados


No Brasil comemoramos o dia dos namorados no dia 12 de junho.
Mas em grande parte do mundo (como EUA, Itália e Canadá), a data escolhida é 14 de fevereiro, dia de São Valentim (São Valentino, para alguns, ou o Valentine's day dos americanos), um santo devotado à idéia do amor.
Na verdade, há dois santos "Valentino". Um deles foi um padre, santo e mártir, que viveu no tempo do império romano, no ano de 269, durante a perseguição aos cristãos.

Segundo a lenda, o imperador Cláudius II estava mais interessado em seu exército e nas guerras do que na vida em família , e ele estava convencido de que os solteiros, sem esposas nem filhos, eram melhores soldados do que os casados e não teriam medo no campo de batalha.
Tanto era verdade, que o imperador foi tão longe a ponto de ditar uma lei proibindo o casamento. São Valentino, contudo, desafiou o imperador e continuou a celebrar matrimônios em segredo, até ser descoberto, preso e executado.

O outro São Valentino também viveu sob o império romano. Ele levava uma vida simples e era especialmente bondoso com as criancinhas. Um dia, Valentino foi jogado na prisão pelos romanos por ter se recusado a adorar os deuses deles. Dizia-se que as crianças escreviam mensagens de amor para ele e as lançavam pela janela da cela. Estes foram os primeiros cartões do "dia dos namorados". Mas não existe nenhum registro histórico disso.
Os cartões que conhecemos hoje foram feitos pela primeira vez por volta de 1800 e alguns eram bem enfeitados e decorados com pássaros e flores. Hoje, alguns dos cartões mais populares são os de humor.
No Brasil, apesar de ser comemorado às vésperas do dia de Santo Antônio, o famoso santo casamenteiro, tudo começou com uma campanha realizada em 1949 pelo publicitário João Dória - na época na Agência Standard Propaganda - sob encomenda da extinta loja Clipper.
Para melhorar as vendas de junho, então o mês mais fraco para o comércio, e com o apoio da confederação de Comércio de São Paulo, instituiu a data com o slogan:
"Não é só de beijos que se prova o amor".
A Standard ganhou o título de agência do ano e a moda pegou, para a alegria dos comerciantes. Desde então, 12 de junho se tornou uma data especial, unindo ainda mais os casais apaixonados, com direito a troca de presentes, cartões, bilhetes, flores, bombons....uma infinidade de opções para se dizer "Eu Te Amo!".

Nem todos os países comemoram o dia dos namorados como nós fazemos. Na Itália, as pessoas fazem um grande banquete no dia 14 de Fevereiro. Na Inglaterra, as crianças cantam canções a recebem doces e balas de frutas de seus pais. E na Dinamarca, as pessoas mandam flores prensadas umas às outras, chamadas "flocos de neve".
No Japão a data foi introduzida em 1936 e o costume neste dia é as mulheres presentearem os seus amados com caixas de chocolates. Embora a data represente uma oportunidade para as mulheres declararem o seu amor, nos últimos anos o giri choco (chocolate de cortesia ou “obrigação”) também se encontra presente na cesta de compra de grande parcela da população feminina. Mas, muita gente ainda reluta em adotar a data, alegando que se trata de uma jogada comercial, no que não deixam de ter razão, uma vez que o Valentine’s Day representa cerca de 20% do volume anual de vendas das fábricas de chocolate do arquipélago. Mas, o que vale mesmo é a intenção e não há como negar que a vida fica um pouquinho mais doce com estas declarações de amor e com estes chocolates.
Nos Estados Unidos nos dias que antecedem 14 de fevereiro, lojas de cartões, livrarias, lojas de departamentos e drogarias oferecem uma grande variedade de cartões comemorativos chamados Valentines.
Os adultos costumam comprar cartões para acompanhar presentes mais elaborados como doces, flores ou perfumes. Nas escolas as crianças apreciam comprar ou fazer cartões para seus amigos e professores.

portaldafamilia

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

A Juventude e as Drogas



Esportes, boa alimentação, contato com a natureza, entre outros, podem ajudar a prevenir o uso de drogas.

A revista do Conselho Federal de Medicina, n.168, Janeiro 2008, publicou um artigo excelente da Dra. Sigrid Terezinha C. Calazans, médica pediatra e voluntária na Comunidade Terapêutica Associação Rios de Água Viva em Ipatinga, MG, especializada em jovens dependentes químicos. Aqui algumas idéias do artigo dela.

Em Setembro 2007 um estudo feito pelo Escritório das Nações Unidas para Drogas e Crimes revelou que cresce o consumo de drogas na América do Sul. No Brasil aumenta cerca de 10% ao ano o número de usuários. Nos Estados Unidos (EUA) e Europa este número estabilizou pela primeira vez, apesar de que os EUA têm o título de campeão mundial de uso de drogas ilícitas entre jovens e, também, paradoxalmente, o de campeão em destinação de recursos ao combate às drogas.
Segundo a Dra. Sigrid, os EUA detêm esta posição devido ao fato de oferecer poderosamente a venda de falsos valores impostos pela sociedade consumista. E isto vem atingindo o Brasil também. Estudos atuais revelam que 3,4% dos adolescentes em nosso país são dependentes de álcool. Isto pode provocar a escalada para outras drogas. O prazer pelo uso da droga incentiva o jovem a experimentá-la novamente.

No mundo consumista a família se desestrutura, pois os pais ficam ausentes na educação dos filhos devido ao desejo de crescimento material, sucesso, status, caindo na armadilha de que o valor de uma pessoa é medido pelo que ela tem. A dignidade do da pessoa humana é trocada pela falsa dignidade do acúmulo de bens e capital.
Talvez pais culpados por trabalharem fora demasiadamente, e com isso deixando os filhos sem assistência afetiva, tentam compensar esta ausência dando coisas demais, não colocando limites, o que facilita para os filhos não terem tolerância à frustração e querer gratificação imediata. Muitas vezes os pais se preocupam em dar o melhor para os filhos, do ponto de vista material, que se esquecem da relevante importância de transmitir valores morais, éticos e espirituais. Esquecem-se de mostrar que o sofrimento é redentor e o amor é exigente. Eles deixam heranças vultuosas para os filhos, mas nada na área de princípios espirituais.

A Dra. Sigrid afirma que o jovem tem maior possibilidade de usar drogas quando perde a estabilidade do ambiente social e familiar; quando seus vínculos com os pais são frágeis; quando falta disciplina e monitoramento por parte desses; quando não possui vínculos com instituições sociais que possibilitam o desenvolvimento de seus desejos de transcendência como igreja, grupo de jovens, etc. e quando seus pais e amigos abusam de drogas, ainda que lícitas, como o álcool. São aqueles pais e mães que chegam em casa estressados e dizem que vão tomar um trago ou um calmante para relaxar. Os jovens estão vendo este modelo o tempo todo. E copiam o mesmo.
Um fator de risco principal para a dependência química é a ausência da mãe em quantidade de tempo e a do pai em qualidade.
Pais devem incentivar a prática de esportes para ajudar a prevenir o uso de drogas, especialmente esportes não competitivos. Também alimentação vegetariana, sem estimulantes e vida mais em contato com a Natureza e menos em shoppings.

O governo deve ser mais eficiente na restrição da propaganda de bebidas, no controle dos pontos de venda e talvez aumentando a idade legal para o consumo do álcool (fiscalizando) e restringindo o horário de funcionamento dos bares (na cidade de Diadema está dando certo há 5 anos). Você acha que a frase beba com moderação resolve o alcoolismo (10% da população)? Você acha que a frase use camisinha resolve a gravidez precoce e as doenças sexualmente transmissíveis? Não e não.
O governo diz: Sonegar é crime. E roubar ou mal utilizar o dinheiro arrecadado dos impostos, é o que?

As campanhas antidrogas devem ser mais permanentes. Elas devem orientar a população com dados sérios e diretos, tais como o fato de que o consumo de maconha (tida como droga leve) aumenta os riscos de transtornos mentais, especialmente a esquizofrenia. Cerca de 12% dos casos desta enfermidade mental grave na Inglaterra foram desencadeados pelo uso da maconha. Ela produz um desempenho ruim na escola, diminui a motivação do jovem para agir e leva a pessoa a adiar sempre as coisas, diminui o número de espermatozóides, etc.

A polícia deve atuar para prender também os traficantes que moram em condomínios de luxo e financiam o tráfico de drogas e armas e prostituição.
A mídia poderia fazer muito mais para prevenir a dependência química. Mas ela é dúbia, paradoxal, perversa muitas vezes, porque por um lado faz campanhas sociais de arrecadação de alimentos, ou bens para crianças carentes, por exemplo, e por outro lado veiculam diariamente, o ano todo, várias novelas, filmes e outros programas destruidores de valores sérios e éticos para a família e a vida.

Favorece muito uma pessoa emocionalmente desestruturada usar drogas para tentar aliviar a dor da confusão interior de sua alma. Ela se desestrutura porque a família pode estar desestruturada. Mas a família está desestruturada porque a sociedade está também assim. E a sociedade está assim porque seus valores e padrões de sucesso e felicidade são mesquinhos e vazios, enfatizando somente o ter e acumular bens e o prazer físico e já. O mundo está drogado tanto pelas drogas lícitas ou ilícitas quanto pelas trevas do materialismo, abuso sexual e corrupção.
Saída? Não há saída humana. Mas a responsabilidade é de todos nós.


Fonte: www.portalnatural.com.br/

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Bethany Hamilton, uma linda história de superação!


Bethany Hamilton tornou-se uma fonte de inspiração para milhões de pessoas através de sua história de fé, determinação e esperança.
Nascida em uma família de surfistas em 08 de fevereiro de 1990, na ilha de Kauai, no Havaí, Bethany começou a surfar muito jovem. Na idade de oito anos, Bethany entrou em sua primeira competição de surf, o evento Rell dom Menehune em Oahu, onde ela venceu as duas divisões da placa de curto e longo prazo. Isto despertou um amor para a competição de surf dentro de seu espírito.
Com treze anos, em 31 de outubro de 2003, Bethany foi atacada por um tubarão tigre de 14 metros enquanto navegava ao largo da costa Norte de Kauai. O ataque deixou Bethany sem o braço esquerdo.


Depois de perder mais de 60% de seu sangue, e passar por várias cirurgias, Bethany recuperava-se com uma atitude incrivelmente positiva. Salva-vidas e os médicos acreditam que seu senso de água forte e fé em Deus ajudou a levá-la através do calvário traumático.
Milagrosamente, apenas um mês depois do ataque, Bethany voltou para a água para continuar perseguindo seu objetivo de se tornar uma surfista profissional.
Em janeiro de 2004, Bethany regressou à competição de surf; quinta colocação na divisão da Mulher Open desse concurso e continuou a participar de campeonatos e a destacar-se nas competições.
Pouco mais de um ano depois do atentado, levou o 1 º lugar na divisão da Mulher Explorer de 2005 NSSA Campeonatos Nacionais ganhando seu primeiro título nacional.
Em 2007, Bethany realizou seu sonho e se tornou profissional.Bethany desde então tem participado frequentemente pela ASP Tour Mundial como destaque conseguindo o segundo lugar na edição de 2009 do ASP World Junior Championships.
Desde que perdeu seu braço, a história de Bethany foi contada em centenas de meios de comunicação e ela tem sido reconhecida com numerosos prêmios, aparições em público e palestras diversas.


Em outubro de 2004, Bethany compartilhou sua história de vida em sua autobiografia intitulada Soul Surfer. O livro foi transformado em filme com o mesmo título (lançado em abril de 2011).
Para assistir ao trailer do vídeo:

Através da plataforma de desporto profissional, Bethany tem sido capaz de tocar em um grande número de pessoas com a sua mensagem e acaba de lançar sua própria fundação, Amigos de Bethany , que atende aos sobreviventes de ataque de tubarão, amputações traumáticas, e serve para inspirar os outros através de sua história de vida, além de estar envolvida em várias outras campanhas de caridade.
Fonte de pesquisa e fotos: bethanyhamilton.com / www.esportemulher.com.br

Hamilton é cristã, e acredita que perder o braço, mostrar que tem chances de competir como qualquer outra atleta e passar o exemplo para muitas pessoas fazem parte de sua missão. Por isso, a jovem surfista agradece todos os dias por estar viva e poder passar para frente sua história de superação. “É meu amor ao surf e à vida que me faz querer ajudar as pessoas e mostrá-las de que tudo é possível”, completa a surfista.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Sem liberdade de escolha: PRODUTOS TESTADOS EM ANIMAIS



[A crueldade contra os animais reflete a indiferença do ser humano aos mais fracos.
Não sou contra a beleza estética, nem contra o uso de uma bela roupa, mas tudo que ultrapassa o limite da razão e coloca outros seres em total humilhação, sejam pessoas ou animais me fazem repensar a necessidade do uso de certas coisas. Se tenho acesso à informação, vou fazer uso dela e então a escolha será minha. Não posso falar pelos outros, se ainda como carne e uso uma bolsa de couro, seria hipocresia.  Vou é tentar fazer a minha parte, e aos poucos mudar "o meu mundo" a minha volta].

Palmolive, Johnson&Johnson, Nestlè, abra o link abaixo e veja as marcas que usam animais para testar seus produtos.

www.animanaturalis.org/p/922

Marcas como O Boticário, Chanel, Dior, M.A.C., Revlon,  não testam seus produtos em animais. Acesse o link veja a relação de todas as marcas de produtos que não fazem testes.

downloads.animanaturalis.org/files/ListaNoProbadosEnAnimales.pdf

Algumas marcas já estão usando tecidos sintéticos de alta qualidade como a Nike, mas ainda utilizam o couro para a fabricação de seu produtos.

Veja nestes sites  como são tratado os animais para o "consumo humano":

www.pea.org.br/crueldade/peles/index.htm

http://www.sinpiel.org/ em espanhol


"Haverá um tempo em que os seres humanos se contentarão com uma alimentação vegetariana e julgarão a matança de um animal inocente da mesma forma como hoje se julga o assassino de um homem."

Leonardo da Vinci

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Pilates ajuda pessoas com sintomas avançados de esclerose múltipla




Pilates pode ajudar na reabilitação de esclerose múltipla mesmo em pacientes que estão com sintomas avançados da doença, mostra uma pesquisa realizada na Universidade Queen Margaret, na Escócia.

O método pilates, já utilizado no Brasil em alguns casos de esclerose, foi testado na universidade escocesa para a reabilitação de pessoas que estão em cadeira de rodas devido à doença. A esclerose multipla afeta, entre outras coisas, a força muscular e o equilíbrio, fazendo com que o doente perca mobilidade.

No estudo, a postura e a intensidade das dores e da fadiga (sintomas da doença) foram medidas em 15 cadeirantes antes e depois de começarem seu tratamento com pilates. Outras oito pessoas com sintomas parecidos também foram acompanhadas durante o período, porém sem participar das aulas.

Ao final de 12 semanas, foi possível observar uma melhora nas dores no ombro e no pescoço das pessoas que tiveram aulas de pilates.

Os resultados foram publicados na revista "Research Matters", editada pela Sociedade de Esclerose Múltipla de Londres. Os pesquisadores lembram que ainda são necessários estudos com maior número de participantes para validar os resultados.

NO BRASIL

Entre os benefícios da prática, a fisioterapeuta Andrea Lotufo, do centro de reabilitação do Hospital Albert Einstein cita a melhora da força, da postura e do equilíbrio.

Porém ela lembra que, se a pessoa faz exercícios inadequados para sua condição, ela pode sentir uma grande fadiga, própria da doença e mais forte do que um cansaço normal de quem vai a academia.

A instrutora de pilates Régia Guimarães, 47, atende alunos com esclerose múltipla há cinco anos. Ela diz que o pilates, por ser originalmente um trabalho individual, permite que o instrutor conheça a pessoa e consiga perceber quais os exercícios mais adequados para suas necessidades.

Ela também destaca o uso dos aparelhos como uma forma de fazer com que seus alunos se sintam mais acolhidos: "Uma pessoa que não consegue ficar de pé, por exemplo, pode fazer exercícios na cama que simulem o caminhar em um ambiente seguro".

Uma de suas alunas, Wilma Vieira, 52, descobriu que tinha esclerose múltipla há sete anos. Tudo começou com um formigamento no rosto e nos pés que parecia não ter grande importância. Teve dificuldade para acreditar que sofria da doença quando a médica deu o diagnóstico: "Esclerosada, eu? Mas como, se minha memória é boa?".

A razão do estranhamento foi em parte pelo nome da doença, que leva muitas pessoas a relacionar esclerose múltipla e velhice. Entrou em depressão quando soube que a doença não tinha cura e sua possível piora não podia ser totalmente descartada.

Wilma passou a tomar medicamentos intravenosos três vezes por semana. Ela conta que esses medicamentos têm efeitos colaterais, entre eles deixar a musculatura rígida e provocar dor nas articulações. Mas são fundamentais para controlar os surtos e a piora de sua saúde.

Antes de praticar pilates, ela tentou outras atividades físicas, como fisioterapia e ioga, sem o mesmo resultado positivo.

Encontrar uma professora que já havia trabalhado com pessoas com esclerose múltipla foi o que a motivou a começar. Praticante há dois anos, diz que o maior benefício é a diminuição das dores nas articulações que os alongamentos proporcionam.

O que ela mais gosta é de estar deitada e ser alongada por elásticos. Dessa forma, consegue sentir sua flexibilidade aumentando.

A ESCLEROSE MÚLTIPLA

A esclerose múltipla é uma doença crônica autoimune do sistema nervoso. Acontece quando o sistema imunológico começa a agredir a bainha de mielina, capa que cobre os neurônios, comprometendo a transmissão de impulsos elétricos.

As principais dificuldades ocasionadas pela doença são a perda parcial da visão, da sensibilidade, da força e do equilíbrio. A doença se manifesta a partir de crises, chamadas surtos, em que os sintomas da doença ficam mais agudos e deixam sequelas.

É importante que a pessoa que tem esclerose múltipla realize exercícios físicos. Como cada pessoa desenvolve esses sintomas de maneira única, em velocidades e ocorrência de surtos diferentes, é preciso consultar um especialista, como um fisiatra, para indicar qual a prática mais adequada para cada um.

O neurologista Charles Pulbery, membro da Academia Brasileira de Neurologia, diz que a técnica não atua na doença propriamente dita. "Ela é muito útil, mas como um tratamento reabilitador e conservador. Não trará cura para a doença."

FILIPE OLIVEIRA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA


Fonte: noticias.bol.uol.com.br/

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Técnica não-cirúrgica pode resolver de 80 a 90% das hérnias de disco



[Muitos são os métodos empregados para o tratamento conservador da Hérnia de Disco. Tenho como boa referência a aplicação da R.P.G (Reeducação Postural Global). Os exercícios são aliados da boa postura e quando bem direcionados e aos cuidados de um bom profissional, podem evitar e até mesmo tratar lesões graves da coluna].

A maior parte das dores nas costas some com o tempo ou costuma ser resolvida com cuidados básicos. Exceção à regra costuma ser a hérnia de disco, que chega a ser capaz até de impedir as tarefas rotineiras. Vários fatores contribuem para o surgimento da hérnia de disco, entre eles: sedentarismo, genética, obesidade e até envelhecimento. Até pouco tempo atrás, a saída era recorrer a cirurgias convencionais. No entanto, diversas pesquisas têm afirmado que entre 80 e 90% das hérnias de disco podem ser tratadas com fisioterapia, medicamentos e exercícios.
" Muitos médicos ainda insistem apenas na cirurgia como opção para o tratamento das hérnias de disco, sem avaliar se outros métodos poderiam ser eficazes. Embora, haja novas técnicas cirúrgicas menos invasivas, se o paciente não cuidar da coluna pós-cirurgia poderá sofrer novamente com a hérnia. O que temos visto atualmente são diversas pesquisas mostrando a eficácia de tratamentos convencionais combinados com exercícios como pilates e musculação e, em alguns casos, medicamentos sempre receitados por um médico" , afirma o fisioterapeuta osteopata Helder Montenegro, fundador do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral.
Um estudo publicado no Arch Phys Med Rehabil, avaliou 581 pacientes e os dividiu em 3 grupos: Grupo A: Pacientes que foram recomendados para cirurgia (N=62); Grupo B: Pacientes que foram recomendados para cirurgia, desde que os sintomas persistissem (N=74); e Grupo C: Pacientes com lesões estruturais sugestivas de cirurgia (N=445). Após 1 ano do programa de exercícios, a cirurgia foi evitada nas seguintes porcentagens: Grupo A: 92 %, Grupo B: 83% e Grupo C: 93 %.
" O resultado do estudo é um indicativo importante para o investimento em tratamento tradicionais e continuados. No ITC Vertebral, temos conseguido resultados equivalentes a 87% dos casos resolvidos por meio da Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral" , explica Helder Montenegro. " Por isso, temos insistido na conscientização do dos pacientes: ao invés de optarem logo no primeiro momento pela cirurgia dependendo do caso, claro eles deveriam investir no tratamento convencional aliado a exercícios como musculação e pilates, sempre com orientação de um profissional."
A técnica da RMA da Coluna Vertebral une o trabalho da fisioterapia manual com a tecnologia das mesas de tração e descompressão e do Stabilizer - equipamento que condiciona o paciente a usar o músculo transverso do abdômen, e exercícios de musculação. A união de todos esses fatores permite que o paciente não tenha mais dor e inicie um trabalho focado no fortalecimento dos músculos posturais.