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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Novo índice avalia países mais alegres do mundo

Paraguaia vende frutas na rua (Foto: Flickr/ Creative Commons)

Eles não são os países mais ricos do mundo. Ou os mais pacíficos. Mas, de acordo com um novo índice de positividade, pessoas de países da América Latina, com destaque para o Paraguai, são aquelas com maior probabilidade de darem uma boa risada nas próximas horas, mais do que em qualquer outro lugar do mundo.
 
No índice anual Positive Experience, realizado pela consultoria Gallup, apenas um dos dez principais países não faz parte da América Latina. E, pelo terceiro ano consecutivo, o Paraguai ocupa o topo do lista.
Para o relatório, os autores questionaram pessoas em 138 países sobre as experiências positivas que tiveram no dia anterior.
Os entrevistados deveriam marcar ‘sim ou não' para experiências como risadas, alegria e o fato de sentirem-se descansados e tratados com respeito. Todas as respostas positivas foram compiladas no ranking Positive Experience.
 
O Paraguai é seguido por Panamá, Guatemala, Nicarágua e Equador. O único país não pertencente à América Latina a fazer parte da lista foi a Dinamarca, que já apareceu no topo de muitos rankings de felicidade.
 
O Brasil ficou em 49.o lugar, depois de países como França e Estados Unidos.
 
O barômetro da positividade descobriu ainda que, em geral, sete entre dez adultos experimentam sentimentos positivos. Dependendo de seu ponto de vista, metade dos entrevistados afirmou ter feito ou aprendido algo interessante no dia anterior.
Ou, se for o caso, metade dos entrevistados disse que não fez nada particularmente interessante.
Não surpreende muito que a Síria esteja na última posição, com um índice de 36 - o menor já obtido em qualquer país pesquisado pela Guallup.
 
Índices de bem-estar proporcionam uma imagem mais profunda da mentalidade de um país do que as oferecidas pelos tradicionais índices econômicos. Além disso, eles podem ser usados como um indicador tanto de intranquilidade social quanto de prosperidade.
 
Para a pesquisa, cerca de mil adultos de 138 países foram entrevistados por telefone ou pessoalmente.
Abaixo, os países com melhor desempenho no índice de positividade:
 
1. Paraguai
2. Panamá
3. Guatemala
4. Nicarágua
5. Equador
6. Costa Rica
7. Colômbia
8. Dinamarca
9. Honduras
10. Venezuela
 
 

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Entenda as diferenças entre Pilates e Yoga

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Está em dúvida de qual prática escolher? A Revista Pilates te ajuda! Entenda a origem e as diferenças de cada uma e escolha a que melhor se adaptar a sua realidade.
 
Muitas pessoas confundem as duas práticas porque elas têm em comum o trabalho da consciência corporal, do autocontrole, da concentração e da respiração. Agora vamos entender as diferenças.
Originária da Índia, a Yoga é uma prática muito antiga e há indícios de que existia desde quatro mil anos antes de Cristo. O nome da prática faz referência à busca para alinhar o corpo e a mente. É um conjunto de práticas de movimentos, exercícios respiratórios, meditação e mantras. A visão da Yoga é de que o corpo e a mente são um só e que dadas as ferramentas corretas e o ambiente certo elas encontrarão harmonia e cura. Atualmente os movimentos da Yoga são realizados em pequenos grupos, em uma esteira própria para a prática, com a ajuda de um instrutor. Como resistência, é utilizado o peso do próprio corpo e uma grande quantidade de variações das posições são executadas entre uma postura e outra.
 
Já o Pilates, criado muito tempo depois, foi idealizado pelo alemão Joseph Pilates, que ganhou reconhecimento durante a Primeira Guerra Mundial quando usou a técnica para melhorar a saúde dos internos do campo de concentração de Lancaster, na Inglaterra. A partir daquela época foram desenvolvidos equipamentos específicos para o método. A principal diferença do Pilates é que o trabalho é feito no solo, com exercícios feitos em equipamentos próprios para o exercício. Outra diferença é a função do enfoque que o Pilates dá à musculatura abdominal, melhorando a postura, estabilizando e alongando a coluna, melhorando o equilíbrio e a força total. O Pilates trabalha o corpo todo e por consequência, também a alma.
 
De forma resumida, o Pilates necessita do acompanhamento de aparelhos específicos para a prática, e a Yoga não necessariamente. Enquanto o Pilates prioriza o corpo saudável e a boa forma, o objetivo da Yoga é a conexão do corpo e da mente. A Yoga é mais indicada para quem busca a sensação de bem-estar, o equilíbrio e a redução de estresse.  O Pilates, para quem busca o fortalecimento dos músculos e o trabalho da postura.
 
E aí pilateiros e pilateiras, qual vocês mais gostam? Vale lembrar que, seja qual for a escolha, é preciso fazer uma avaliação médica antes de mais nada. Além disso, escolha sempre profissionais qualificados para a prática.
 

terça-feira, 3 de junho de 2014

Museu do Futebol tem exposição interativa sobre o Brasil nas Copas do Mundo

Brasil 20 Copas exposição Museu do Futebol São Paulo


Ainda não entrou no clima de Copa do Mundo? A exposição Brasil 20 Copas, em cartaz no Museu do Futebol de São Paulo (SP) desde terça-feira (27), pode te ajudar. Através de objetos históricos, textos e vídeos bem humorados, a mostra pretende recontar, de maneira irreverente, a participação brasileira em todas as Copas do Mundo.
 
Objetos que podem ser considerados relíquias por apaixonados por futebol, como a camisa que Didi usou em 1958 e as bolas das finais de 1958 e 1962, fazem parte do acervo. Mesmo com essas relíquias dispostas em (quase) sóbrios pedestais, a principal característica da exposição é promover uma interação bem humorada com o visitante.
 
Logo na entrada, travessões que imitam gols contam histórias engraçadas sobre como o Brasil ganhou ou perdeu cada uma das Copas. Em seguida, o visitante se depara com um chuveiro de vestiário - e é possível ouvir jogadores cantando como se estivessem tomando um banho depois de uma partida vitoriosa.
 
Um cinema com uma tela de 14 metros foi montado para exibir o curta "Brasil, Eternamente Campeão”, com 12 minutos de depoimentos de jogadores, escritores e jornalistas sobre os jogos da canarinho. No fim da exposição, é possível gravar um depoimento em vídeo, defendendo (ou não!) o tema proposto pelo Museu: "por que o Brasil é o maior campeão de todas as Copas?"
 
A exposição fica em cartaz até o dia 7 de setembro deste ano, e funcionará em horário estendido durante a Copa do Mundo.
 
 
Brasil 20 Copas
 
Onde: Museu do Futebol (estádio do Pacaembu - Praça Charles Miller, s/n).
Quando: de 27 de maio a 7 de setembro. Até 13 de julho, o museu funcionará até as 21h (bilheteria), com permanência até as 22h.

O Museu do Futebol é uma das atrações cinco estrelas de São Paulo (SP) no Guia Brasil 2014.


Fonte: viajeaqui
 

Seis sugestões para viajar com as crianças nas férias de julho

As férias estão chegando e é o melhor momento para ter aquela viagem em família. Aqui estão seis lugares para uma jornada com muito lazer e atividades temáticas para todos.

Piscina do Hotel Tropical, que tem até zoológico, em Manaus (AM)
 AMAZÔNIA

Construído na altura da copa das árvores, o Ariaú Towers coloca os hóspedes em contato direto com a floresta.


Madagascar no Beto Carrero World
 Beto Carrero

Radical na montanha-russa Fire Whip, espetacular no motor show Velozes & Furiosos, inovador na área temática Madagascar, o maior parque de diversões da América Latina arrebata.



Vision of the Seas

Caribe
Para as famílias hospedadas no eixo Miami–Orlando, o minicruzeiro do Vision of the Seas é um tempero a mais nas férias na Flórida.
 
 
 
Kid's Club do Mabu Thermas & Resorts, em Foz do Iguaçu, no Paraná
FOZ DO IGUAÇU
 
Mabu Thermas Grand Resort



Woody, personagem do desenho animado Toy Story, na parada Celebrate Today Parade, do parque temático Magic Kingdom
Orlando
 
Não há lugar que hipnotize mais os pequenos do que o mundo mágico da Disney.
 
 
 
Família na Praia do Cerrado, do Hot Park, no complexo Rio Quente Resorts 
Rio Quente
 
 
 
Consulte o link abaixo para ver as informações:
 
 
 
 

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Os Mascotes das Copas do Mundo


À título de curiosidade, pesquisei os mascotes de todas as copas.

Fuleco

As Copas do Mundo de Futebol organizadas pela FIFA passaram a ter mascotes em 1966, quando a disputa ocorreu na Inglaterra.

Desde então, teve os seguintes mascotes:
  • Willie, um leão - Inglaterra (Copa de 1966)
  • Juanito, um garoto com o uniforme mexicano e sombreiro (Copa de 1970)
  • Tip e Tap, dois jovens - Alemanha Ocidental (Copa de 1974)
  • Gauchito, um menino - Argentina (Copa de 1978)
  • Naranjito, uma laranja - Espanha (Copa de 1982)
  • Pique, uma pimenta - México (Copa de 1986)
  • Cião, um boneco - Itália (Copa de 1990)
  • Striker, um cachorro - Estados Unidos (Copa de 1994)
  • Footix, um galo - França (Copa de 1998)
  • Ato, Kaz e Nik, criaturas do futuro - Coréia do Sul e Japão (Copa de 2002)
  • Goleo VI e Pille, um leão e uma bola falante - Alemanha (Copa de 2006)
  • Zakumi, um leopardo - África do Sul (Copa de 2010)
  • Fuleco, um Tatu Bola - Brasil (Copa de 2014)




imagens internet

sábado, 31 de maio de 2014

5 coisas que os gregos podem nos ensinar sobre envelhecer bem

lições gregos envelhecer bem


Sem dúvida, podemos aprender muito com a cultura grega. Alguns dos maiores (e mais sábios) pensadores que já existiram eram gregos… como Sócrates, Platão e Aristóteles, só para mencionar alguns. Devemos a eles a existência da democracia, as Olimpíadas e do Teorema de Pitágoras. Ah, e não vamos esquecer das delícias culinárias, como o moussaká.
E o país em si, com suas ilhas ensolaradas, rodeadas pelas límpidas águas azuis do Mediterrâneo, onde se fazem algumas das comidas mais deliciosas do mundo – nos levam a conclusão de que é bom ser grego. Mas os gregos não estão apenas vivendo bem, eles também estão vivendo mais.
Ikaria, uma pequena ilha grega, é considerada uma "zona azul" , um dos poucos lugares no mundo onde as pessoas vivem de forma saudável e continuam ativas além dos 100 anos de idade. A porcentagem de pessoas que vivem mais do que 90 anos em Ikaria é muito maior do que a média da Europa inteira.
Uma pesquisa revelou que as pessoas que vivem nessa ilha chegam aos 90 anos três vezes mais do que os americanos, e têm a probabilidade bem menor de desenvolver o mal de Alzheimer ou depressão. Para os pesquisadores, isso não é uma mera coincidência.
O estilo de vida com pouco estresse, o nível de atividade física da população e alguns outros hábitos peculiares à cultura da ilha podem ser o segredo da longevidade dessas pessoas.
 
Veja cinco coisas que os gregos podem nos ensinar sobre envelhecer com sucesso:
 
1. Eles sabem dar uma pausa no estresse da rotina diária
nap greek
 
Como é o costume em muitos países com climas mais quentes, as pessoas na Grécia pausam no meio do dia para tirar um rápido cochilo para recarregar as energias. Em algumas regiões do país, até as lojas e estabelecimentos comerciais fecham nesse período para que os funcionários possam descansar. O pesquisador da universidade de Harvard, Dimitrios Trichopoulos, diz que apesar do cochilo aparentemente interromper o fluxo do seu dia, ele pode até duplicar a sua produtividade, provendo a energia e aquele pique renovado para a segunda metade do seu dia. É algo que poderia trazer um enorme benefício, especialmente para o ritmo de vida frenético que a maioria de nós enfrenta.
"A maneira em que a vida está organizada na nossa realidade, começamos o dia com o estresse de chegar até o trabalho e terminamos com o estresse de voltar para casa. Então, poder desfrutar de um momento no meio do seu dia em que você pode relaxar, só pode fazer bem – mal certamente não vai fazer”, disse o pesquisador em entrevista à radio NPR.
Em sua pesquisa, Trichopoulos descobriu que os homens gregos que cochilavam apenas meia hora por dia apresentavam um risco menor de ataque cardíaco, provavelmente devido à interrupção do estresse graças à “siesta” vespertina. Opa!

2. Eles brindam à saúde
greek coffee
 
Até o café dos gregos é melhor que o nosso. O café grego fervido não falta em Ikaria e ele não serve apenas para ajudar a acordar. Pesquisadores descobriram que o café grego contém grande quantidade de polifenóis e anti-oxidantes que combatem o envelhecimento e várias doenças crônicas. Descobriram também que as pessoas que bebem sempre esse ‘ouro líquido’ têm melhor função endotelial – que protege seu sistema circulatório – comparado com pessoas que bebem outros tipos de café.
E o que eles bebem no fim do dia? Um chá das montanhas, feito de ervas nativas incluindo sálvia, hortelã e alecrim.


3. Eles foram abençoados por Afrodite
greek aphrodite statue

Não se engane achando que sexo é coisa só de gente jovem. Uma boa transa pode continuar sendo divertida e trazer muitos benefícios em qualquer idade, algo que os nativos de Ikaria já sabem. Em uma pesquisa realizada com homens de Ikaria com 65 a 100 anos, quatro de cada cinco homens entrevistados afirmaram que ainda faziam sexo com frequência. E mais de 25% desses homens disseram que a qualidade de seu desempenho sexual era boa, e que relação tinha uma duração considerável. Com os benefícios que o sexo oferece, como o aumento da imunidade, alívio do estresse e combate do envelhecimento, não é de se admirar que eles vivam tanto tempo.


4. Eles têm uma dieta que faz bem ao coração
greek diet

Quando se fala em culinária grega, talvez você só consiga pensar no famoso churrasco grego super gorduroso, ou para quem conhece melhor as iguarias das ilhas, spanakopita ou um pedaço super doce de baklava. Mas na verdade, os gregos comem de forma bem mais saudável. A dieta deles inclui azeite de oliva bem fresquinho, uma grande variedade de verduras, muitas lentilhas e feijão e pouca carne. No café da manhã, nada de lanches tipo fast food. Eles preferem algo com alto teor de proteína, como o iogurte grego com um pouco de mel. No almoço e no jantar, a refeição sempre inclui muitas verduras, frutas e legumes frescos.
A “dieta” deles é basicamente a famosa “Dieta Mediterrânea”. Essa dieta pode ajudar a reduzir o risco de desenvolver doenças cardíacas e câncer e até mesmo o mal de Alzheimer.
 
 
5. A família é tudo
elderly greece

Se tudo que você conhece da cultura grega se resume ao filme "Casamento Grego"… você já tem uma boa ideia, pelo menos no que diz respeito à família. Um forte senso de vida em comunidade e fortes laços familiares são muito importantes para os gregos. É muito comum as famílias viverem juntas na Grécia, bem mais do que em outros países ocidentais.
A nossa própria Arianna Huffington lembra da sua criação em uma família muito próxima. “Eu tinha um vínculo muito forte com a minha família – a minha mãe morou comigo quando eu me casei e me ajudou a criar os meus filhos. Ela era como uma segunda mãe”, disse Huffington em uma entrevista para Into the Gloss.
Em Ikaria, a rotina comum às noites inclui visitar os vizinhos. É praticamente impossível ficar sozinho, o que é muito importante à medida que envelhecemos. “Os mais velhos ficam conosco. Existem lares para idosos, mas eles são apenas para pessoas que perderam a família. Para nós seria uma vergonha colocar uma pessoa idosa em um asilo. É por isso que vivemos tanto aqui”, disse Eleni Mazari, uma corretora de imóveis de Ikaria, ao jornal inglês The Guardian.
Estudos mostram que os idosos não só tendem a ter uma alimentação pior quando estão sozinhos, mas que a solidão na velhice pode resultar em uma saúde debilitada e uma morte antecipada.
 
 
brasilpost


Leia aqui sobre o café grego:

bbc

coffeebreak

quarta-feira, 28 de maio de 2014

As incríveis pinturas corporais da artista Trina Merry


Artista Trina Merry apresenta incríveis pinturas corporais

Estas incríveis pinturas de corpo são obras da antiga executiva de Hollywood, Trina Merry, que utilizou inúmeras pessoas para fazer estas belas criações.
 
 
Artista Trina Merry apresenta incríveis pinturas corporais
 
 A mulher de 34 anos utilizou marcas, culturas e naturezas para colocar nos corpos pintados.
 
Artista Trina Merry apresenta incríveis pinturas corporais
 
 
 Ela demora até 18 horas para completar a pintura nos corpos.

 
Artista Trina Merry apresenta incríveis pinturas corporais
 

Apesar do trabalho de paciência, o resultado é único, incrível e viraram grandes obras de arte.


Trina Merry Bodypainter


Body Art San Jose Museum of Art Gala


Great!


Veja mais em:

www.trinamerryartist.com

 

terça-feira, 27 de maio de 2014

Mulher que fuma e toma pílula pode ter um risco maior de sofrer um AVC



O acidente vascular cerebral é mais comuns nos homens, mas nas mulheres, costuma ser mais grave - no Brasil, inclusive, o AVC é a maior causa de morte feminina. Fatores como hipertensão, diabetes, colesterol alto, alimentação ruim, sedentarismo e estresse, por exemplo, podem aumentar muito o risco em ambos os sexos. No entanto, existem fatores que podem ser ainda mais perigosos especialmente para as mulheres, como alertaram o cardiologista Roberto Kalil e o neurologista vascular Alexandre Pieri no Bem Estar de terça-feira (27/05/2014).

Se a mulher fuma e toma pílula anticoncepcional, por exemplo, o risco pode ser ainda maior – a fumaça do cigarro provoca danos nas artérias do cérebro; e o estrogênio, um dos hormônios da pílula, pode levar à formação de placas nas paredes dos vasos sanguíneos, como mostrou a reportagem da Renata Cafardo.

O neurologista vascular Alexandre Pieri alerta, porém, que o uso do anticoncepcional isolado sem outros fatores de risco associados não leva a um risco alto de AVC. Por isso, quem precisa tomar pílula deve se preocupar em controlar os outros fatores e cuidar da prevenção, ou seja, não fumar, comer bem e evitar a obesidade. Há ainda algumas fases da vida feminina que podem contribuir, como a gravidez, o pós-parto e a menopausa, como explicaram os médicos.




Arte Bem Estar AVC (Foto: Arte/G1)



 Na gravidez, um dos principais fatores que aumenta o risco de AVC é a pré-eclâmpsia, doença vascular que atinge o corpo todo. Ao longo do tempo, a doença pode levar a obstruções de vasos sanguíneos e ao enfraquecimento das paredes das artérias, que podem até se romper. Por isso, a mulher que teve esse problema na gestação deve ser acompanhada sempre por um médico. Se ela teve hipertensão durante a gravidez, o risco de hipertensão arterial no futuro também é muito maior. Além dessas fases da vida, há ainda a depressão, mais comum nas mulheres do que nos homens, que tem sido um grande fator de risco para doenças cardiovasculares e também para um AVC.
Os médicos alertaram ainda que é fundamental saber reconhecer os sintomas de um AVC para levar o paciente imediatamente ao médico, se for o caso. A dica é pedir para a pessoa sorrir - se um lado da boca estiver torto, pode ser um sinal. Depois, ela precisa estender os dois braços - se um deles cair, também é outro indício. Por último, é preciso pedir para a pessoa falar uma frase simples, como "o céu é azul" - se ela não conseguir completar, é mais um sinal. Nesse caso, é importante levá-la o quanto antes para um hospital.


Assista todos os vídeos da reportagem em g1

 

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Medicina Hiperbárica

Você já ouviu falar na câmera hiperbárica?


 


Medicina hiperbárica: o que é?
 
 
A Medicina Hiperbárica é o ramo da medicina responsável pelo estudo e implementação das normas técnicas e de segurança em ambientes pressurizados, aplicados para o tratamento das patologias causadas pelas variações de pressão sobre o organismo humano. É também responsável pelo estudo e estabelecimento de protocolos de tratamento para todas aquelas patologias para as quais o oxigênio sob pressão tem a função de potente ferramenta auxiliar de tratamento.
 
Para tanto, utilizamos as chamadas câmaras hiperbáricas.
 
Câmara Hiperbárica:
 
São equipamentos de paredes sólidas, com janelas que permitem a visualização do que está acontecendo dentro e  fora do equipamento, no qual o paciente entra para se tratar respirando oxigênio puro (a 100%), sob uma pressão correspondente a aproximadamente 10 a 20 metros de profundidade no mar. Dentro desse equipamento o paciente está em constante contato com a equipem médica, podendo assistir televisão e se movimentar dentro dos limites físicos do mesmo.
 
Normas de Segurança:
 
Há diversas normas de segurança que devem ser respeitadas. Dentre elas, uma das principais é não levar objeto algum para dentro da câmara. Todas essas normas são oportuna e detalhadamente explicadas para os pacientes e seus acompanhantes antes da primeira sessão.
 
Oxigenioterapia:
 
O oxigênio, quando administrado sob pressão, funciona como um medicamento. A elevada pressão desse gás no ar, quando ingerido, corresponde a um grande aumento da fração de oxigênio dissolvido no plasma. Esse aumento faz com que o gás se difunda a uma distância até quatro vezes maior, atingindo pontos que se encontram pouco oxigenados. Uma vez melhor oxigenadas, as células chamadas fibroblastos voltam a ter a sua função normalizada, com consequente estímulo na formação de novos capilares sanguíneos, aumento da ação bactericida e bacteriostática dos antibióticos, e formação de células responsáveis pela estrutura da pele.
 
Inúmeros trabalhos publicados em todo o mundo nos últimos 40 anos comprovam a eficácia da Oxigenioterapia Hiperbárica como excepcional ferramenta do tratamento médico, promovendo, entre outros efeitos, o retorno dos fibroblastos a suas funções normais. Isso culmina com a  aceleração de cicatrizações, melhora a qualidade da osteogênese e dos tecidos de granulação e um combate mais eficaz de infecções. Atua também de maneira sinérgica com determinados antibióticos, ou seja, aumenta a eficácia dos mesmos. Desta forma, pode auxiliar a reduzir ou até mesmo evitar procedimentos cirúrgicos mutilantes e excessivos, proporcionando uma recuperação mais rápida e com melhores resultados clínicos.
 
Propicia também um efeito mecânico de compressão de todas as bolhas gasosas (cuja maior utilidade é tratar patologias relacionadas ao mergulho), e uma ação sobre a formação de radicais livres (com função nos casos de lesões por isquemia-reperfusão). Todos os mecanismos anteriormente descritos estão envolvidos quando da utilização dessa modalidade terapêutica para queimaduras.
 
Utilidades:
 
Resumidamente, há indicação de se utilizar a oxigenioterapia hiperbárica para tratar de doenças descompressivas (relacionadas ao mergulho); embolia arterial gasosa (por mergulho, iatrogênica ou idiopática); deiscências e complicações de cirurgias, pancreatites e isquemias pós-transplantes; traumas com lesões por isquemia-reperfusão, com infecção secundária ou com abrasões; infecções de partes moles, como erisipelas, celulites e fasciites necrosantes, feridas refratárias (de difícil cicatrização); enxertos ou retalhos comprometidos; doenças arteriais obstrutivas e vasculites, doenças venosas e linfáticas, osteomielites e infecções em próteses, necrose asséptica de fêmur; queimaduras; lesões actínicas (originadas pela exposição à radiação ionizantes); e infecções odontológicas.

hiperbárica






As câmaras Hiperbárica podem ser de dois tipos.
 
As chamadas multipacientes (multiplaces) são pressurizadas com ar comprimido e comportam simultaneamente vários pacientes acomodados sentados, em poltronas ou macas, que fazem a inalação de oxigênio 100% puro através de máscaras ou capuzes. São acompanhados dentro da câmara, durante as sessões, por um enfermeiro treinado para orientá-los e atendê-los se necessário, que está em comunicação direta com o médico que assiste às sessões e intervém entrando na câmara através de uma antecâmara existente nas multiplaces; proporcionando assim mais segurança e conforto aos pacientes, conforto este também notado nas dimensões da câmara que mede 2 metros de diâmetro, o que minimiza às sensações claustrofóbicas que possam ocorrer.
 
Existem também as câmaras Hiperbárica monopacientes (monoplace), que permitem acomodar apenas o próprio paciente, deitado em maca, com pressurização direta com oxigênio puro. É importante salientar que não se caracteriza como Oxigenoterapia Hiperbárica a inalação de oxigênio 100% em respiração espontânea ou através de respiradores mecânicos em pressão ambiente, ou a exposição de membros ao oxigênio através de bolsas ou tendas, mesmo que pressurizadas, estando a pessoa em pressão ambiente.
 
 
Indicação e contraindicação:
 
Atualmente, a Oxigenoterapia Hiperbárica é aplicada em todo o mundo, tendo regulamentado protocolos nos EUA, Europa, Japão, China e Rússia, países que contam com centenas de câmaras instaladas em seus hospitais.
No Brasil é regulamentada oficialmente através de resolução do Conselho Federal de Medicina para sua utilização em todo território nacional.
 
A indicação e aplicação da Oxigenoterapia Hiperbárica são de exclusiva competência médica. Quando o médico prescreve o tratamento, o paciente é encaminhado ao centro Hiperbárica, onde será avaliado o caso para se determinar a duração e o número de sessões a serem realizadas. O paciente é fotografado para documentação da evolução e serão enviados relatórios periódicos documentados em fotos para o médico do paciente. Caso haja interesse do médico, ele poderá acompanhar pessoalmente ou através de relatórios. Ao final do tratamento, o paciente é reencaminhado ao seu médico de origem.
 
De acordo com a Resolução 1457/95 do CFM, as indicações para tratamento com Oxigenoterapia Hiperbárica são as seguintes:
  • Embolias gasosas;
  • Doença descompressiva;
  • Embolia traumática pelo ar;
  • Envenenamento por CO² ou inalação de fumaça;
  • Envenenamento por cianeto ou derivados cianídricos;
  • Gangrena gasosa;
  • Síndrome de Fournier;
  • Outras infecções necrotizantes de tecidos moles: celulites, fasciítes e miosites;
  • Isquemias agudas traumáticas: lesão por esmagamento, síndrome compartimental, reimplantação de extremidades amputadas e outras;
  • Vasculites agudas de etiologia alérgica, medicamentosa ou por toxinas biológicas (aracnídeos, ofídios e insetos);
  • Queimaduras térmicas e elétricas;
  • Lesão refrataria: ulceras de pele, pés diabéticos, escaras de decúbito, ulcera por Vasculites auto-imunes, deiscência de suturas;
  • Lesões por radiação: radiodermite, osteorradionecrose e lesões actínicas de mucosas;
  • Retalhos ou enxertos comprometidos ou de risco;
  • Osteomielites;
  • Anemia aguda, nos casos de impossibilidade de transfusão sanguínea;
Essa resolução, de 1995 aponta grupos de patologias para cujo tratamento pode ser indicado OHB adjuvante às demais medidas terapêutica ou eventualmente exclusivas.
 
 
Contraindicações:
 
Assim como qualquer medicamento, a OHB tem suas contra- indicações e seus efeitos.
A presença do dreno de tórax não é contra- indicação para a OHB; portanto, o paciente com pneumotórax drenado pode receber a OHB em câmara multiplace.
Os medicamentos antineoplásticos têm seu efeito citotóxico potencializado pela OHB. O sulfamilon inibe a anidrase carbônica que tem por efeito promover retenção de CO2 e vasodilatação, por isso deve ser removida da pele do paciente antes de receber OHB.
As contra- indicações relativas, uma vez tratadas ou reavaliadas quanto aos fatores de risco e benefício, podem ser encaminhadas para a OHB. Infecções das vias áreas superiores levam ao risco de o paciente vir a ter barotrauma da orelha média ou dos seios da face. Esses riscos podem ser tratados com descongestionantes nasais tópicos e, se houver necessidade, pode-se indicar a meringotomia profilática. Pacientes em estado de inconsciência são propensos a desenvolver barotrauma da orelha média, devido à incapacidade de equalizar as pressões, por isso devem ser submetidos à meringotomia bilateral.
 
Os pacientes com enfisema pulmonar podem sofrer ruptura de uma bolha e desenvolver um pneumotórax hipertensivo durante a descompressão da câmara hiperbárica. Nessa situação, a descompressão deve ser suspensa e o médico precisa realizar uma toracocentese com a colocação de um dreno de tórax no paciente dentro da câmara.
Há evidências, por meio de estudos experimentais em animais, de que a OHB pode aumentar a incidência de malformações congênitas quando aplicada no início da gravidez. Casos relatados de mulheres grávidas com mais de 12 semanas de gestão que necessitaram do tratamento por OHB, durante a gestação, tiveram seus filhos saudáveis e sem anormalidade.
 
Paciente com febre incontrolável está predisposto a ter convulsões. Nesses casos, a temperatura deve ser diminuída antes de o paciente entrar na câmara hiperbárica. Pacientes com história de convulsões, ou em tratamento por doença convulsiva devem manter a medicação. Caso ocorra uma crise convulsiva, durante o tratamento de OHB, se esse fato ocorrer dentro de uma câmara multiplace, é suficiente a retirada da máscara, mas se não aliviar pode ser necessária a administração de fenobarbital. A crise convulsiva ocorre devido aos efeitos tóxicos do O2 e tem uma incidência de 0.01% em 28.700 tratamentos sob 2,4 ATA 82.O uso de vitamina e diariamente pode auxiliar na profilaxia desses efeitos.
 
A miopia é um efeito colateral frequente relatado pelos pacientes que são submetidos ao tratamento de OHB. Esse efeito é reversível e desaparece gradualmente após o término do tratamento com OHB. Quanto à catarata, a teoria mais aceita é explicada pelos danos provocados nas proteínas do cristalino pelos radicais livres de O2. Em geral essa lesão raramente ocorre em pacientes que receberam menos de 200 sessões de OHB. Os pacientes de maior risco são os idosos. A ingestão diária de vitamina C e E age com agente profilático contra essa complicação.
 
Paciente submetido à cirurgia de otoesclerose tem risco de sofrer ruptura da janela redonda, assim como o paciente com história de cirurgia torácica recente deve ser avaliado pelo especialista da área antes de iniciar o tratamento com OHB.
Em paciente portador de esferocitose, a OHB aumenta a hemólise. A claustrofobia pode ser um problema sério para os pacientes que necessitam OHB, devido ao confinamento em espaço fechado, que melhoram com o uso de ansiolíticos. Outros podem necessitar de tratamento psicológico ou psiquiátrico.
  • ABSOLUTAS
  • Pneumotórax não tratado
  • Uso de BLEOMICINA no passado
  • Uso atual de Sulfamilon, Adriamicina, Dissulfiram e Cisplatina
  • RELATIVAS
  • Infecções das vias aéreas superiores
  • História de convulsões
  • Enfisema pulmonar com retenção de CO2
  • Febre alta
  • Cirurgia torácica recente não drenada
  • Cirurgia para otoesclerose
  • Esferocitose congênita
  • Miopia e catarata
  • Claustrofobia
  • Gravidez
 
Leia mais sobre o assunto em:
 

segunda-feira, 19 de maio de 2014

PILATES AJUDANDO PACIENTES COM ESCLEROSE MÚLTIPLA












Utilizado como ferramenta de reabilitação por estimular o recrutamento muscular com controle e em amplitudes que melhoram a flexibilidade global.


Além disso, é um método que visa o alinhamento postural e estimula a percepção corporal. Também trabalha muito o aspecto respiratório (um dos possíveis agravos devido fraqueza), e pode melhorar a expansibilidade pulmonar e da caixa torácica, e a função expiratória que exige mais força. Os atendimentos devem respeitar um ritmo menos intenso e os movimentos selecionados devem atender às necessidades de cada paciente, segundo as limitações motoras que ele apresenta, podendo-se modificar a forma de execução para permitir que o paciente se movimente. Portanto, vale ressaltar que por se tratar de um paciente que exige cuidados especiais, o profissional  precisa ser especializado e conhecer bem as limitações impostas pelo quadro e pela doença para ser capaz de estimular as funções motoras, sem causar fadiga ou outros danos que possivelmente agravariam muito sua condição.
Pilates pode ajudar na reabilitação de esclerose múltipla mesmo em pacientes que estão com sintomas avançados da doença, mostra uma pesquisa realizada na Universidade Queen Margaret, na Escócia. O método Pilates, já utilizado no Brasil em alguns casos de esclerose, foi testado na universidade escocesa para a reabilitação de pessoas que estão em cadeira de rodas devido à doença. A esclerose múltipla afeta, entre outras coisas, a força muscular e o equilíbrio, fazendo com que o doente perca mobilidade. No estudo, a postura e a intensidade das dores e da fadiga (sintomas da doença) foram medidas em 15 cadeirantes antes e depois de começarem seu tratamento com Pilates. Outras oito pessoas com sintomas parecidos também foram acompanhadas durante o período, porém sem participar das aulas.
Ao final de 12 semanas, foi possível observar uma melhora nas dores no ombro e no pescoço das pessoas que tiveram aulas de Pilates. Os resultados foram publicados na revista "Research Matters", editada pela Sociedade de Esclerose Múltipla de Londres. Os pesquisadores lembram que ainda são necessários estudos com maior número de participantes para validar os resultados.
Entre os benefícios da prática, há a melhora da força, da postura e do equilíbrio. Porém, se a pessoa faz exercícios inadequados para sua condição, ela pode sentir uma grande fadiga, própria da doença e mais forte do que um cansaço normal de quem vai a academia.
O Pilates, por ser originalmente um trabalho individual, permite que o instrutor conheça a pessoa e consiga perceber quais os exercícios mais adequados para suas necessidades. O uso dos aparelhos como uma forma de fazer com que seus alunos se sintam mais acolhidos. Uma pessoa que não consegue ficar de pé, por exemplo, pode fazer exercícios na cama que simulem o caminhar em um ambiente seguro.