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sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Lego Stormtrooper



Em homenagem ao sétimo filme do Star Wars que estará nos cinemas a partir do dia 17, fiz uma seleção dos Stormtrooper em lego, assim eles são bem bonitinhos né? rsrs

















got milk? -2- | por storm TK431

got milk? | por storm TK431



bamboodesenhos


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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Falar mais de uma língua pode evitar sequelas de AVC, sugere estudo



Falar mais de uma língua não traz apenas benefícios culturais. Segundo um estudo recente feito na Universidade de Edimburgo, na Escócia, ser bilíngue pode ajudar pacientes a se recuperarem melhor de um AVC (acidente vascular cerebral).
A pesquisa foi feita com 600 pessoas que foram vítimas de AVC – o resultado mostrou que 40,5% das que falavam mais de uma língua ficaram sem sequelas mentais; entre as que falavam apenas uma língua, só 19,6% ficaram sem sequelas.
 
Os pesquisadores acreditam que o estudo, que foi financiado pelo Conselho Indiano de Pesquisa Médica, sugere que o desafio mental de falar vários idiomas pode aumentar nossa reserva cognitiva – habilidade que o cérebro tem para lidar com influências prejudiciais, como AVC ou demência.
O estudo – divulgado na publicação científica American Heart Association - também levou em consideração idade dos pacientes, se eles eram fumantes ou não, se tinham pressão alta e se eram diabéticos.

Resultados

De acordo com os resultados da pesquisa, a habilidade bilíngue teria um papel "protetor" no desenvolvimento de qualquer disfunção cognitiva após um AVC.
É a primeira vez que se faz um estudo estabelecendo uma relação entre o número de línguas que um paciente fala e as consequências de um AVC para as funções cognitivas.
"A porcentagem de pacientes com funções cognitivas intactas depois de um AVC representava mais que o dobro em pessoas bilíngues em comparação com aquelas que só falam uma língua", diz a pesquisa.

"Em contraste, pacientes com disfunções cognitivas eram muito mais comuns entre os que só falavam uma língua."
 
Aprender outras línguas é algo que exige uma "ginástica" do cérebro, e vários estudos científicos já mostraram que falar muitos idiomas pode melhorar a atenção e a memória, formando uma "reserva cognitiva" que atrasa o desenvolvimento da demência, por exemplo.
 
"O bilinguismo faz com que as pessoas mudem de uma língua para outra, então quando eles inativam uma língua, eles precisam ativar a outra para poderem se comunicar", explicou Thomas Bak, um dos autores do estudo na Universidade de Edimburgo.
 
"Essa troca oferece um treinamento cerebral praticamente constante , o que pode ser um fator relevante para ajudar na recuperação de um paciente que teve um AVC", finalizou.
 

terça-feira, 24 de novembro de 2015

A origem do mito Sexta-Feira 13

 
friday 13th
 
Depois dos últimos acontecimentos em Paris, a sexta-feira treze voltou a ficar em evidência.
 
 A título de curiosidade, pesquisei sobre o assunto e compartilho com vocês.
 
A Sexta-feira no dia 13 de qualquer mês é considerada popularmente como um dia de azar.
O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o número 12 é considerado de algo completo, como por exemplo: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 constelações do Zodíaco. Já o 13 é considerado um número irregular, sinal de infortúnio. A sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerado um dia de azar. Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) tem-se o mais azarado dos dias.
 

História

A superstição foi relatada em diversas culturas remontadas muito antes de Cristo.
 
Em algumas culturas ele pode ter sido considerado número de sorte. Para os egípcios, a vida era composta por 12 diferentes estágios para que o ser humano alcance o 13º, que era a vida eterna. Dessa forma, o número 13 foi assimilado com a morte, mas não com uma conotação negativa, mas como uma gloriosa transformação. Essa ligação com a morte permaneceu e foi distorcida por outras culturas que nutriam o medo da morte e não a viam como algo presente no destino de qualquer vida. A sexta-feira recebeu seu nome em inglês em homenagem a Frigga, a deusa nórdica do amor e do sexo.  Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Frigga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio, os 13 ficavam rogando pragas aos humanos. Da Escandinava a superstição espalhou-se pela Europa.
 
O calendário antigo representava o calendário lunar, possuindo 13 meses de 28 dias. Mas este número foi completamente renegado pelos sacerdotes das primeiras religiões patriarcais por representar o feminino nas culturas pré-históricas, já que refletia o ciclo menstrual das mulheres. Foi, então, alterado pelo Papa Gregório XIII para 12 meses, evitando que se continuasse cultuando a mulher como sagrada.
 
Resultado de imagem para sexta-feira 13
 
Existem histórias remontadas também pela mitologia nórdica.  Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Há também quem acredite que convidar 13 pessoas para um jantar é uma desgraça, simplesmente porque os conjuntos de mesa são constituídos, regra geral, por 12 copos, 12 talheres e 12 pratos.
 
Com relação à sexta-feira, diversas culturas a consideram como dia de mau agouro:
  1. Alguns pesquisadores relatam que o grande dilúvio aconteceu na sexta-feira.
  2. A morte de Cristo aconteceu numa sexta-feira conhecida como Sexta-Feira da Paixão.
  3. Marinheiros ingleses não gostam de zarpar seus navios à sexta-feira.
No cristianismo é relatado um evento de má sorte em 13 de Outubro de 1307, sexta-feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França. Os seus membros foram presos simultaneamente em todo o país e alguns torturados e, mais tarde, executados por heresia.
 
Outra possibilidade para esta crença está no fato de que Jesus Cristo provavelmente foi morto numa sexta-feira 13, uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, no calendário hebraico.
Recorde-se ainda que na Santa Ceia sentaram-se à mesa treze pessoas, sendo que duas delas, Jesus e Judas Iscariotes, morreram em seguida, por mortes trágicas, Jesus por crucificação e Judas provavelmente por suicídio. O número 13 costumava ser considerado uma ligação com Deus, daí a quantidade de membros presentes na Santa Ceia.
 
Curiosamente, na tradição da Itália, a sexta-feira 13 não é considerada um dia de azar. Na verdade, o 13 era muitas vezes visto como um número de sorte por lá até muito recentemente, quando a influência da Europa Ocidental e dos EUA começou a mudar isso.
 
Para os italianos, classicamente, 17 é o número de azar; portanto, sexta-feira 17 tornou-se a versão italiana da sexta-feira 13. Henry Sutherland Edwards era britânico; embora escrevesse sobre um compositor italiano, ele aplicou sua própria superstição em Gioachino Rossini.
 
A noção de sexta-feira 13 ser o mais azarado dos dias ganhou fôlego a partir dessa ideia de combinar dois símbolos de azar. No início do século XX, surgiram inúmeros casos documentados de pessoas referenciando-o desta forma. Por exemplo, há o romance de 1907 escrito pelo corretor de ações Thomas W. Lawson chamado Sexta-Feira 13, sobre os esforços de um corretor para destruir o mercado de ações naquela data sinistra.
 
Mas, além da popular franquia de filmes “Sexta-Feira 13″, o que faz com que essa superstição continue teimosamente em nossa consciência coletiva? Psicólogos apontam para o fato de que, se algo negativo acontece na sexta-feira 13, as pessoas fazem uma associação permanente entre o evento e a data em suas mentes. No entanto, se uma sexta-feira 13 passar sem problemas, as pessoas esquecem. Em suma, é um exemplo clássico de viés de confirmação.
 
Em muitos países onde a influência espanhola é predominante, ao invés de sexta-feira 13 ser azarada, é a terça-feira 13 que mantém essa honra.
 
 

Pilates com Humor! Foca

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Como é que o Dia da Criança é celebrado à volta do mundo

Crianças contentes e sorridentes
 
 
Embora o Dia da Criança seja assinalado em datas diferentes, dependendo do país em questão, a verdade é que, independentemente disso, esta é uma celebração com princípios comuns: os direitos universais das crianças e, claro, trazer-lhes um sorriso aos lábios com as inúmeras atividades e miminhos que marcam esta data um pouco por todo o mundo.
 

Portugal

Em Portugal, o Dia da Criança é assinalado no dia 1 de Junho e é muito comum as escolas (e até os municípios) organizaram atividades lúdicas, especialmente dedicadas às crianças.
 

Brasil

No Brasil, o Dia da Criança é celebrado no dia 12 de Outubro, um feriado nacional que coincide com o Dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. É comum as crianças receberem presentes nesta data!
 

Estados Unidos da América

Sem data fixa, o Dia da Criança nos Estados Unidos é celebrado anualmente no primeiro ou segundo domingo de Junho, com cerimónias e atividades apropriadas. Para além disso, esta é uma celebração enquadrada na Semana da Família.
 

Canadá

No Canadá, o Dia da Criança acontece a 20 de Novembro, respeitando assim a data da adoção da Declaração Universal dos Direitos da Criança pelas Nações Unidas em 1959. Embora não aconteça nenhuma programação especial pretende-se, acima de tudo, homenagear as crianças.
 

Austrália

Os australianos celebram o Dia da Criança na quarta quarta-feira de Outubro, mas o dia está enquadrado na Semana da Criança que, dedicada a um tema diferente todos os anos, tem como principal missão fazer com que as crianças possam desfrutar da sua infância em pleno. Existem atividades para todos os gostos, organizadas pelas mais diversas instituições e entidades – neste país, ninguém é indiferente ao Dia da Criança!
 

Noruega

O Dia da Criança na Noruega assinala-se a 17 de Maio e coincide com o Dia da Noruega, um feriado nacional onde as crianças têm grande protagonismo, como cidadãos de hoje e de amanhã, participando ativamente em desfiles onde também é costume levarem pequenas bandeiras da Noruega nas mãos.
 

Nova Zelândia

O Dia da Criança assinala-se sempre no primeiro domingo de Março na Nova Zelândia, onde as crianças são honradas como sendo “taonga” (em Maori significa “tesouro”) e o dia é passado em família. É costume o Dia da Criança na Nova Zelândia ser subordinado a um tema distinto todos os anos.
 

México

30 de Abril é o Dia da Criança no México, onde as aulas habituais são substituídas por jogos e canções, sendo que as crianças também levam as suas comidas preferidas para a escolha, onde partilham com os colegas. Existem comemorações especiais um pouco por toda a parte e não é raro ver famílias inteiras a celebrar a data em conjunto.

 
Colômbia

No dia 4 de Julho celebra-se o Dia da Criança na Colômbia, onde as escolas organizam atividades alusivas à data e é tradição as crianças usaram máscaras de palhaços.
 

Peru

No Peru, o Dia da Criança é comemorado no terceiro domingo de Agosto, num dia em que as crianças são celebradas pelos pais, que lhes oferecem um presente. As atividades escolares em torno do Dia da Criança decorrem na sexta-feira anterior e, durante vários dias, as lojas oferecem descontos numa grande variedade de produtos (nomeadamente roupa, brinquedos, eletrodomésticos e artigos eletrónicos) em honra da data.
 

China

Na China, celebra-se o Dia da Criança a 1 de Junho e há muitos anos que, nessa dia, as crianças são dispensadas da escola, podendo assim participar em atividades divertidas como cinema ou campismo. Também é comum os filhos de funcionários públicos receberem um presente por parte do próprio governo.
 

Japão

No Japão, o Dia da Criança é comemorado no dia 5 de Maio, um feriado nacional que é celebrado com pompa, circunstância e muita tradição – nomeadamente em termos de decoração, alimentação e do cumprimento de alguns costumes antigos.
 

Coreia do Sul

5 de Maio também é a data em que se celebra o Dia da Criança na Coreia do Sul onde, para além de serem dispensadas das aulas, as crianças festejam vestidas com trajes tradicionais, recebendo ainda presentes por parte dos pais.
 

Tailândia

A Tailândia elegeu o segundo sábado de Janeiro como o seu Dia da Criança e é costume o primeiro-ministro batizar a data com um tema específico todos os anos. Há lugar para diversão e alegria, mas também para responsabilidade e educação, pois, as crianças são o futuro de qualquer país!
 

África

Na África do Sul, o Dia da Criança coincide com o Dia da Natal, por isso, passa um pouco despercebido. Na África Central, a data é assinalada todos os anos no primeiro sábado de Novembro.
 

Índia

Na India, o dia 14 de Novembro foi escolhido como o Dia da Criança pois é a data de nascimento de Pandit Jawaharlal Nehru, o primeiro primeiro-ministro da Índia independente. Pandit adorava crianças e as crianças adoravam Pandit, a quem tratavam carinhosamente por tio. Esta é, acima de tudo, uma data de grande festa e alegria para as crianças que na escola dispõem de inúmeros eventos organizados para si (os professores cantam e dançam para elas, o diretor da escola oferece uma rosa a cada criança), sendo igualmente habitual receberem presentes e miminhos extra por parte dos pais!
 

Egito

Em conformidade com a data em que as Nações Unidas adotaram a Declaração Universal dos Direitos da Criança, também o Egipto celebra o Dia da Criança a 20 de Novembro, geralmente em clima de alegria, com festas e jogos especificamente organizados para as crianças.
 

Turquia

Na Turquia, o Dia da Criança é celebrado a 23 de Abril, data em que as escolas são decoradas a preceito e as crianças envergam trajes festivos para comemorar o dia que lhes é dedicado. Mais tarde, as crianças saem às ruas para, não só desfilarem nas suas roupas tradicionais, como protagonizar algumas danças nativas.
 
 

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Amor de madrasta: a carta de despedida de D. Amélia ao enteado D. Pedro II

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
Uma coroa, um trono e um berço!



De Amélia de Leuchtenberg Para: D. Pedro II



Em 1831, em meio a forte crise política, dom Pedro I abdicou em favor de Pedro de Alcântara, então com seis anos de idade, filho de seu primeiro casamento com dona Leopoldina. Foi obrigado a deixar o Brasil com a segunda mulher, dona Amélia de Leuchtenberg, e, na madrugada de 7 de abril daquele ano, noite da partida, ela, que estava com 19 anos e amava os enteados, deixou esta carta ao menino e futuro imperador dom Pedro II.





Rio de Janeiro, [abril de 1831]

Meu filho do coração e meu imperador,

Adeus, menino querido, delícias de minha alma, alegria de meus olhos, filho que meu coração tinha adotado. Adeus para sempre.

Quanto és formoso nesse teu repouso! Meus olhos choro­sos não se puderam furtar de te contemplar! A majestade de uma coroa, a debilidade da infância, a inocência dos anjos cingem tua fronte de um resplendor misterioso que fascina.

És o espetáculo mais tocante que a terra pode oferecer! Quanta grandeza e quanta fraqueza a humanidade encerra, representadas por ti, criança idolatrada: uma coroa, um trono e um berço!

A púrpura ainda não serve senão para estofo, e tu, que comandas exércitos e reges um Império, ainda careces de todos os desvelos e carinhos de mãe.

Ah! querido menino, se eu fosse tua verdadeira mãe, se meu ventre te tivesse concebido, nenhuma força te arran­caria dos meus braços!

Mas tu, anjo de inocência e de formosura, não me perten­ces senão pelo amor que dediquei a teu augusto pai. Ape­nas sou tua madrasta, embora te queira como se fosses o sangue do meu sangue. Um dever sagrado me obriga a acompanhar o ex-imperador no seu exílio, através os mares, em terras estranhas… Adeus, pois, para sempre! Mães brasileiras, vós que sois meigas e carinhosas para com vossos filhinhos, supri minhas vezes: adotai o órfão coroado, dai-lhe, todas vós, um lugar na vossa família e no vosso coração.

Mães brasileiras, eu vos confio este preciosíssimo penhor da felicidade de vosso país e de vosso povo: ei-lo tão belo e puro como o primogênito de Eva no Paraíso. Eu vo-lo entrego: agora sinto minhas lágrimas correrem com menor amargura.

Dorme criança querida, enquanto nós, teu pai e tua mãe de adoção, partimos para o exílio, sem esperança de nunca mais te vermos… senão em sonhos.

Brasileiros! Eu vos conjuro que o não acordeis antes que me retire.

Adeus, órfão-imperador, vítima de tua grandeza antes que a saibas conhecer. Adeus…



ocontornodasombra





 

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Artesanato: Escritores em Pelúcia


Olha que fofuras estas miniaturas de escritores famosos. A Etsy é uma loja virtual em que todos podem vender suas peças de arte e artesanato. No catálogo, há uma coleção de bonecos que homenageiam grandes nomes da literatura ocidental. Visite o site e confira se o seu autor preferido está lá!
 
 
 
Edgar Allan Poe
 
 
 
Shakespeare
 
 
 
A poetisa grega Safo
 
 
 
Oscar Wilde
 
 
Bram Stoker Doll Author of Dracula Wooden Art Miniature Collectible
 
Bram Stoker
 
 
Pablo Neruda Author and Writer Doll Art Miniature by Uneek Doll Designs

Pablo Neruda


Ernest Hemingway Doll Art Miniature Farewell to Arms

Ernest Hemingway


Uma coleção de peso bem fofinha!

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Osteófitos ou 'bicos de papagaio"


Bico de Papagaio


O que são osteófitos?

Osteófitos conhecidos popularmente como bicos de papagaio, são formações ósseas em forma de gancho que se desenvolvem em torno dos discos da coluna vertebral nos seres humanos e animais em certos casos de afecções reumáticas, como a osteoartrose lombar e cervical.




A adoção de posturas erradas leva, ao longo do tempo, a lesões das articulações vertebrais. Os bicos-de-papagaio são decorrentes da protrusão progressiva do anel fibroso do disco intervertebral, dando origem à formação de formações óssea cujos efeitos são agravados pela desidratação gradual do disco intervertebral, causando a aproximação das vértebras, comprimindo a raiz nervosa e causando dores e fenômenos reflexos.

Após uma lesão ou devido a um desgaste produzido pela idade, os nossos ossos e ligamentos podem se degenerar. Como mecanismo de defesa o nosso corpo cria osteófitos, nódulos redondos de osso extra que se criam em volta da lesão para tentar melhorar o dano causado. Esta ação do nosso corpo não cumpre o seu efeito e em algumas ocasiões gera mais problemas que soluções. 

 
O lugar onde normalmente se apresenta a osteofitose é na coluna vertebral, embora possamos encontrá-la noutros ossos e articulações. Está muito associada com a osteoartrite.
 
 
Possíveis causas do bico de papagaio
  • Espondilose (envelhecimento da coluna)
  • Artrose (desgaste da cartilagem)
  • Falta de cuidados com a postura
  • Fatores genéticos
  • Má postura
  • Sedentarismo
  • Sobrepeso ou sobrecarga articular
  • Esforços Repetitivos
  • Traumas

Os osteófitos por si só não geram nenhum tipo de dor, mas ao cresceram pode pressionar algum nervo o que pode causar desconfortos, dependendo do lugar onde estiverem localizados a dor pode ser maior ou menor. 

Se se encontram localizados próximos da zona cervical podem desencadear dores de cabeça, tonturas e fraqueza ao pressionarem os nervos. Ao longo da coluna vertebral podem fazer com que os nossos membros fiquem dormentes e em casos mais graves podem inclusivamente provocar paralisia.

Por outro lado existem pacientes com osteofitose que podem levar uma vida normal sem apresentarem nenhum sintoma.

O tratamento para esta osteofitose consiste basicamente em analgésicos para a dor, anti-inflamatórios, repouso e fisioterapia. Só em casos mais graves se recorre à cirurgia. Esta condição deve ser diagnosticada por um médico, que avaliará os sintomas, e segundo a idade, a atividade do paciente, um estudo dos raios x, ressonância magnética ou tomografias irá realizar o diagnóstico.


Prevenção:

  • Evite ficar muito acima do seu peso ideal
  • Exercite-se
  • Mantenha uma postura adequada

  • saude.umcomo.com.br



    A Prevenção é o melhor remédio!

     

    segunda-feira, 3 de agosto de 2015

    LUXAÇÃO CONGÊNITA DO QUADRIL NÃO TRATADA. UMA TRISTE REALIDADE

    Apesar de todos os esforços na divulgação dos métodos de diagnóstico precoce que permitam o tratamento adequado desta patologia, ainda nos deparamos com situações de crianças, já na fase de marcha e ainda com seus quadris sem tratamento.
     
     
     
     
    Os motivos pelos quais isso ainda ocorre no Brasil, são diversos e vão desde a ineficiência da saúde pública em oferecer centros com profissionais capacitados para o tratamento da luxação congênita do quadril, dificuldade de acesso da população ao sistema público de saúde e, até mesmo, negligência e abandono da criança pelos próprios cuidadores. Uma triste realidade social da nossa população.
     
    O diagnóstico tardio desta patologia implica em maior complexidade para o tratamento, com maiores riscos e tempo prolongado de imobilização para a correção do quadril.

    Quando falamos de crianças já caminhando com seus quadris deslocados, estamos nos referindo a marcha extremamente ineficiente, mancando grosseiramente e com importante limitação nos movimentos do quadril luxado.
     
     

     
     
    Estamos falando também de correção cirúrgica de grande porte para uma criança, com possibilidade de maiores perdas sanguíneas, acesso cirúrgicos amplos, muitas vezes, necessitando de cirurgias ósseas associadas para a obtenção do resultado esperado.

    Os custos para o tratamento são altos, tempo de internação prolongado e a ocupação de leito hospitalar longa.
     
    Tudo isso aumenta a morbidade do procedimento e os riscos de complicações também.


     
     
    O objetivo do tratamento é posicionar a cabeça femoral no seu local anatômico, conhecido como acetábulo.

    É preciso que, uma vez posicionado adequadamente, fique estável e sem a possibilidade de sair novamente da sua posição.
    Além disso, o quadril precisa preservar sua mobilidade e as estruturas ósseas precisam ter desenvolvimento adequado que garanta a sobrevida articular em longo prazo.

    A marcha precisa ser melhorada e os quadris não apresentarem dor.
     
     
     
     
    É feito com aparelho gessado imobilizando toda a região operada, ou seja, vai desde a região acima do quadril até o pé, conhecido com gesso pelvepodálico.

    Tem uma abertura no períneo que permita evacuação e micção.

    As pernas são imobilizadas e mantidas afastadas através de uma barra unindo o gesso.

    É fundamental o entendimento por parte dos cuidadores com a manutenção da higiene do períneo, as trocas de fraldas a intervalos regulares que impeçam a contaminação das feridas operatórias além de manter a integridade do gesso, durante todo o período do tratamento.
     
     
     
    Comunicação frequente entre os cuidadores e a equipe cirúrgica responsável também é fundamental para a boa evolução.

    Acompanhamento de perto, com consultas regulares para inspeção do gesso, feridas operatórias e exames de imagem analisando a manutenção da correção articular.
     
     
    A segunda etapa pós-operatória:
     
    Após o período inicial com o gesso pelvepodálico, a criança precisa ser examinada sob anestesia e no centro cirúrgico, para que sejam feitos exames radiológicos confirmando a manutenção da posição articular e a troca do gesso que, passa a ser em dupla abdução, ou seja, só imobiliza as pernas (da coxa até os pés), mantendo a barra de união entre os gessos mas, permitindo a criança os movimentos de sentar e deitar (flexão e extensão), sem o risco do quadril perder a posição.
     

     
    As possíveis complicações :

     
    Devem ser reconhecidas e tratadas imediatamente:

    - Infecção da ferida operatória deve ser drenado no centro cirúrgico e terapia antibiótica endovenosa instituída;
     
    - Perda da posição do quadril deve ser tratado com manipulação e troca do aparelho gessado ou até mesmo nova cirurgia se for necessário;
     
    - Necrose da cabeça do fêmur é um problema desafiador, de difícil solução e que, geralmente, cursa com encurtamento do membro inferior, rigidez articular e dor;
     
    - Displasia do acetábulo, ou seja, a incapacidade do osso que cobre a cabeça femoral em desenvolver-se adequadamente é um problema que exige cirurgia complementar pois, a persistência levará a artrose do quadril.
     
     
     
    Conclusão; Luxação congênita do quadril deve ser diagnosticada na criança recém-nascida.

     

     
     

    quarta-feira, 29 de julho de 2015

    Analfabeto até os 18, ele sobreviveu à tuberculose e se tornou médico

    Com 80 anos, José da Luz costuma dizer que a tuberculose foi a sua grande chance na vida

    José Alves da Luz, 80 anos, aprendeu a ler e escrever no hospital, enquanto se recuperava de uma tuberculose. Para ele, a doença abriu as portas da educação e mudou a sua vida.
     
     
    Por mais inusitado que pareça. José Alves da Luz, 80 anos, costuma dizer que uma tuberculose grave foi a sua maior chance. Aos 18 anos e ainda analfabeto, o diagnóstico da doença era como uma sentença de morte naquela época. Dois tios dele já tinham morrido da doença infecto-contagiosa. Ele inclusive foi enviado a um sanatório em Teresina (PI) com uma receita médica e a extrema unção, o sacramento católico dedicado aos enfermos graves. Mas José da Luz não só sobreviveu, como aprendeu a ler, escrever e já aos 35 anos estava formado como médico radiologista. 
     
     Ele seguiu a velha estratégia de traçar uma meta e segui-la. “Tem sempre um ponto no horizonte que a gente olha”, teoriza. No caso de José da Luz, ele sempre quis estudar. Quando criança na região de Abóboras, em Picos, a 307 km de Teresina, só a mãe – que morreu quando ele tinha apenas 12 anos – e um tio paterno sabiam ler. “Eu achava aquilo tão bonito, tão bom, que ficava com vontade de estudar também”.

    Mas a realidade era a da lida na roça e da pobreza no sertão nordestino da década de 1940. Na área em que morava, nem escola tinha. Quando chegou ao sanatório em Teresina, as religiosas que administravam o lugar “acharam um completo absurdo alguém naquela idade ainda não ter sido alfabetizado” e então ele passou a ter aulas no hospital mesmo com as freiras.
     
    “Se tem uma pessoa que eu gostaria de ter encontrado novamente na vida para contar tudo o que aconteceu era a irmã Tereza, que me ensinou a ler e escrever. Mas nunca mais eu vi”, lamenta.
    A identificação com as letras foi rápida e extrema. Ele não parou mais de estudar. “
     
    “Eu fui alfabetizado no mesmo ano que o Getúlio Vargas se suicidou, para você ter uma ideia”, relata. De acordo com dados do censo demográfico daquela época, a população brasileira era formada por cerca de 52 milhões e a taxa de analfabetismo era da ordem de 52%. José da Luz não era mais um deles, mas tinha muito ainda que estudar na vida. 
     
     
     José Alves, gente que faz a diferença!
     
     
     
    ultimosegundo.

    domingo, 19 de julho de 2015

    Grandes Pensadores: Carlos Drummond de Andrade

     

     

     

    Poeta, cronista, contista e tradutor brasileiro. Sua obra traduz a visão de um individualista comprometido com a realidade social.
     
    Na poética de Carlos Drummond de Andrade, a expressão pessoal evolui numa linha em que a originalidade e a unidade do projeto se confirmam a cada passo. Ao mesmo tempo, também se assiste à construção de uma obra fiel à tradição literária que reúne a paisagem brasileira à poesia culta ibérica e europeia.
     
    Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade natal, em Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.
     
    Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Excelente funcionário, passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.
     
    Predomínio da individualidade. O modernismo não chega a ser dominante nem mesmo nos primeiros livros de Drummond, Alguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934), em que o poema-piada e a descontração sintática pareceriam revelar o contrário. A dominante é a individualidade do autor, poeta da ordem e da consolidação, ainda que sempre, e fecundamente, contraditórias. Torturado pelo passado, assombrado com o futuro, ele se detém num presente dilacerado por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólico e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.
     
    Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo, no que desmonta, dispersa, desarruma, do berço ao túmulo -- do indivíduo ou de uma cultura.
     
    Em Sentimento do mundo (1940), em José (1942) e sobretudo em A rosa do povo (1945), Drummond lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.
     
    Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.
     
     
    "Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade."
     
    "O amor é grande e cabe nesta janela sobre o mar. O mar é grande e cabe na cama e no colchão de amar. O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar."
     
    "Se você sabe explicar o que sente, não ama, pois o amor foge de todas as explicações possíveis."
     
    "A minha vontade é forte, mas a minha disposição de obedecer-lhe é fraca."
     
     
     
     
     

    A Medicina na Arte

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    A peste - Anônimo do século XV


    2

    Baco Doente (1593-1594), Caravaggio, óleo sobre tela. Galeria Borghese, Roma. 
     
     
    Baco Doente: O pintor era jovem quando realizou esta pintura, que muitos acreditam tratar-se de um auto-retrato. No quadro, podemos observar um aparentemente saudável, mas ictérico e com lábios descorados. Provavelmente, trata-se do período que ele esteve internado por Malária.
     
     
     
    3
     
     S. Francisco e um leproso. Giovanni Crespi, 1630 
Pinacoteca de Brera, Milão
     
     
     
    4
     

    Lição de anatomia do Dr. van der Meer 
Quadro de van Mierevelt, 1617. Museu de Delft



    5

    Lição de Anatomia do Dr. Nicolas Tulp 
Rembrandt van Rijn, 1632. Mauritshuis, Holanda



    6

     Criança enferma. Gabriel Mitsu, 1660 
Rijksmuseum, Amsterdam



    7

    Consulta médica de uma gestante 
Jan Steen, século XVII. Galeria Nacional, Praga



    12

    Ciência e caridade. Pablo Picasso, 1897 
Museu Picasso, Barcelona



    18

    Primeira operação com anestesia pelo éter - 16.10.1846 
Robert C. Hincley, 1893 - Boston Medical Library




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