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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Método Pilates com Fisioterapeuta ou Educador Físico? Conheça todas as diferenças

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Muitas duvidas surgem ao escolher o profissional mais adequado para a realização do método Pilates. O blogpilates traz um artigo que esclarece o assunto de uma forma bem didática. Seja qual for a escolha, busque sempre um profissional qualificado no método e aproveite tudo o que o Pilates tem para oferecer a você! (M.M)
 

Tem sido crescente a procura do Método Pilates pela população, principalmente através de orientação médica.

Alguns problemas de saúde, como dores na coluna, alterações na postura e colesterol aumentado são as indicações mais comuns dos médicos ao Método Pilates.

De acordo com a Associação Brasileira de Pilates, Pilates é um Método de condicionamento físico e mental, com exercícios de baixo esforço, de forma geral, usando diferentes aparelhos e equipamentos.
Seu sistema de exercícios associa diferentes conceitos e técnicas, com o objetivo de melhorar a flexibilidade, o condicionamento físico, a consciência corporal, o equilíbrio e a força muscular.


Quem pode ministrar o Método Pilates?

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O Método Pilates ainda não é uma especialidade somente de uma profissão. Profissionais com formação em fisioterapia e educação física estão aptos a trabalharem com o Método desde que sejam capacitados através de cursos.

Aptidões regularizadas pelas resoluções N° 386∕ 2011 favorece o fisioterapeuta e a resolução de N° 201∕ 2010 favorece o profissional de educação física. Esses profissionais detêm de conhecimento de anatomia, cinesiologia e biomecânica, que são disciplinas que considero a base para os exercícios bem planejados e executados no Pilates.

O Conselho de Fisioterapia (Coffito) considera que o método Pilates é um recurso cinesioterapêutico e mecanoterapêutico que promove a educação e reeducação do movimento corporal, composto por exercícios terapêuticos de promoção, prevenção e recuperação da saúde físico funcional.

Deve ser feita a avaliação dos seus clientes/pacientes para eleger o melhor recurso do Método Pilates e propedêutica apropriada e ainda constar de evolução da intervenção fisioterapêutica em prontuário, cuja responsabilidade deverá ser assumida pelo Fisioterapeuta.

O Conselho Federal de Educação Física (Confef) considera o Pilates como modalidade e método de ginástica que deverá ser orientado e dinamizado por profissionais de Educação Física.

Sua prática aplica-se à busca pelo aperfeiçoamento do condicionamento físico geral, da estabilização postural e da melhoria do desempenho nas atividades físico-desportivas e nas atividades típicas da vida diária.

O mesmo profissional também avalia e planeja as atividades do Método Pilates objetivando otimizar, aperfeiçoar e aprimorar o funcionamento fisiológico orgânico, bem como, o condicionamento e o desempenho fisiocorporal orientado para o bem-estar, estilo de vida ativo e promoção da saúde.


Diferenças entre o Fisioterapeuta e o Educador Físico

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Com base nas resoluções que dão direito aos profissionais de fisioterapia e educação física a ministrarem aulas de Pilates podemos dizer que as duas áreas têm em comum a prevenção e melhora do desempenho da saúde física corporal.

Diferentemente o fisioterapeuta utiliza o método como forma também de reabilitação, que por sinal, talvez seja a maior demanda da maioria dos alunos que praticam Pilates com fisioterapeutas.

Alguns estudos mostram que é maior a atuação de fisioterapeutas que trabalham com Pilates em relação aos profissionais de educação física e que boa parte dos alunos que praticam o método fazem por que tiveram orientação médica. (Liposcki, Ribeiro, Schneider, 2016).

É notável também uma preferência dos médicos em indicar pacientes para realizar Pilates com fisioterapeutas devido ao olhar de reabilitação do mesmo.

Sabemos que o método Pilates vem sofrendo adaptações, porém não devendo perder sua essência com seus princípios que são a concentração, respiração, powerhouse, controle, precisão e fluidez. Seja ele instruído por fisioterapeuta ou educador físico esses princípios devem estar sempre presentes.

Adaptações como o New Pilates, Aero Pilates, Pilates Fit, Cross Pilates fazem parte do grupo de exercícios que envolvem o Pilates contemporâneo e se aproximam mais do objetivo do bem-estar e melhora do condicionamento físico, no entanto, também é trabalhada a reabilitação de pacientes com esses métodos.

O Cross e o New foram criados por fisioterapeutas e certamente assim como as outras modalidades contemplam a reabilitação através de uma aula mais dinâmica.

O fisioterapeuta ao avaliar um aluno para trabalhar no método Pilates deve ter uma visão de reabilitação e também de prevenção, pois muitas vezes o aluno ou paciente pode estar sem queixas.

Deve ir além do que ele vê no momento, sempre correlacionando uma determinada alteração com um possível problema futuro, por exemplo:

  1. Uma pronação do pé (pisada para dentro) pode levar a uma rotação interna do joelho e a um aumento da lordose lombar;
  2. Uma protrusão de ombro (ombros em rotação interna) pode aumentar o impacto nas estruturas da articulação do ombro e aumento da tensão no trapézio superior.
  3. Assim, várias outras alterações podem acontecer e se o profissional não estiver atento à essas questões pode levar a problemas futuros para o aluno ou paciente.
  4. Os fisioterapeutas que trabalham com Pilates, muitos seguem uma linha mais tradicional do Método, dando ênfase na respiração associada ao powerhouse, ganho de resistência, flexibilidade e equilíbrio. No entanto, é crescente o número de fisioterapeutas que trabalham com Métodos do Pilates contemporâneo.
O educador físico ao avaliar e prescrever o treino de um aluno deve estar atento às necessidades do mesmo, aos seus anseios e saber se o aluno tem alguma disfunção osteomioarticular para que ele possa respeitar o limite do aluno ou até mesmo encaminha-lo para outro profissional.

O profissional de educação física trabalha com a linha do condicionamento físico e aeróbico com uso de alguns equipamentos como esteira e bicicleta ergométrica dentro do estúdio ou da academia, além de priorizar normalmente o trabalho de ganho de força, flexibilidade e resistência.

Concluindo…

 
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Dessa forma, o aluno pode fazer a escolha do profissional que melhor atenderá sua necessidade.

É muito importante estar atento na formação do profissional e sempre bom ter boas referências do mesmo, buscar ter acesso a pessoas que fazem ou fizeram aula com aquele (a) profissional é sempre bom e até mesmo ter acesso ao seu currículo.


Profissional bom é aquele que está sempre em busca de conhecimento!


Fisioterapia com Você: Muitas lesões podem surgir ou serem desencadeadas quando aulas são ministradas  por um profissional  não qualificado. Atenção!
 

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Benefícios do exercício físico para os diabéticos

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A Diabetes Mellitus é uma doença metabólica caracterizada pela hiperglicemia resultante de defeitos na produção da insulina (tipo 1) ou resistência à ação da insulina (tipo 2).
A insulina é a responsável por transportar a glicemia (açúcar) que está na corrente sanguínea para dentro das células e, assim, gerar energia para o corpo.  Ela é produzida por uma célula chamada Beta, no pâncreas.
Nos casos de Diabetes tipo 1, o sistema imunológico cria anticorpos que atacam essas células, impedindo a produção de insulina. O indivíduo se torna insulino-dependente.  Não se sabe ainda o porquê desse processo. Nos casos de Diabetes tipo 2, o indivíduo produz insulina normalmente pelas células beta, porém, um transportador interno das células, chamado GLUT 4, não permite que a glicose entre.  Nesse caso, além de muita glicose no sangue, há muita insulina (hiperinsulinemia).
O tratamento para a Diabetes envolve exercícios físicos, reeducação alimentar, apoio psicológico e insulina ou antidiabéticos orais.
 
 
Complicações decorrentes da Diabetes
 
A diabetes pode acarretar outros problemas se não for tratada, como por exemplo:
-Síndrome metabólica;
-Doenças Vasculares (Pé diabético);
-Retinopatia;
-Neuropatia Crônica.
 
 
Por que é importante saber se meu cliente tem ou não diabetes para realizar exercícios físicos?
 
O consumo da glicose aumenta muito durante o trabalho muscular. Os dois hormônios pancreáticos (insulina e glucacon) controlam o fornecimento de energia para os músculos que estão trabalhando. De modo geral, a contração muscular cria mais oportunidades para a glicose entrar nas células musculares.
Porém, se o uso da insulina artificial ou a alimentação não estiver adequada ao horário da atividade física, pode-se obter um efeito rebote, gerando hipoglicemia. Dessa forma, não é aconselhado exercitar-se no pico de ação da insulina.
 
 
Recomendações importantes
 
-Realizar exame médico a cada seis meses;
-Ao passar em consulta, o indivíduo deve informar ao médico qual o horário que pretende fazer exercícios para que a insulina seja adequada ao momento;
-Consultar um nutricionista para indicação de alimentação pré e pós-exercício, evitando assim, quedas de insulina após a aula;
-Evitar aplicação de insulina nas musculaturas que serão mais recrutadas na aula;
-Automonitoração da glicemia antes e depois do exercício;
-Iniciar o trabalho de força com cargas moderadas.
 
 
Benefícios do exercício físico para o diabético
 
Dentre os inúmeros benefícios da atividade física, vamos destacar:
-Aumenta a captação da glicose pelos músculos (diminuindo a glicose no sangue), inclusive após o exercício, no período de repouso;
-Melhora a ação da insulina e de antidiabéticos orais;
-Aumenta a tolerância à glicose;
-Pode reduzir a quantidade diária de insulina artificial para os diabéticos bem controlados;
-Reduz fatores de risco cardiovasculares, triglicérides e colesterol;
-Aumenta o fluxo de sangue muscular e a circulação nos membros inferiores, prevenindo os efeitos da aterosclerose;
-Reduz a perda da massa óssea;
-Melhora a disposição geral e a sensação de bem-estar.
 
 
Por que o Pilates pode ser um excelente aliado dos diabéticos?
 
O Diabetes Mellitus é muito difícil de ser tratado quando comparado a outras condições crônicas, como hipertensão por exemplo. Isso acontece porque seu tratamento evolui à medida que se atinge a mudança do estilo de vida. São mudanças de aspectos alimentares, comportamentais e psicológicos.
O método Pilates, além de contemplar um excelente trabalho de fortalecimento muscular e melhora da postura é, acima de tudo, educativo. É uma atividade moderada, que respeita as individualidades e dá liberdade de movimento estimulando a auto superação. O Pilates, em especial, olha minuciosamente para todas as partes do corpo, inclusive os pés, tão importantes para os diabéticos.
O livro ‘’Retorno à vida através da Contrologia’’, de Joseph Pilates, fala muito sobre hábitos saudáveis no âmbito da saúde geral, do bem estar e da qualidade de vida.  Por isso, cabe também ao instrutor de Pilates transmitir esses conceitos e incentivar a mudança de comportamento.
 
 
Viviane Vales
Educadora Física – Especialista em Atividade Física Adaptada e Saúde
Instrutora de Pilates PMA – CPT e Garuda®
 
 

domingo, 12 de julho de 2015

Pilates ou Musculação: qual escolher?

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Musculação e Pilates são atividades físicas distintas, mas que geram, sobretudo, qualidade de vida. Na musculação, as atividades são realizadas com o uso de pesos, há alto gasto físico (objetivando a hipertrofia) e os movimentos são rápidos. Já com o Pilates são realizadas várias séries de um mesmo exercício, com poucas repetições e, dessa forma, o desgaste físico não é intenso como na musculação.
As técnicas do Pilates buscam o reequilíbrio muscular, a melhora da postura e a definição dos músculos, mas não tem como objetivo a hipertrofia, como acontece na musculação, que treina grandes grupos musculares. As aulas de Pilates são diferenciadas com relação às aulas rotineiras das academias, pois contam com um repertório diversificado de exercícios, logo não geram monotonia.
Por trabalhar com o peso do próprio corpo, o Pilates garante a aquisição de grande consciência corporal e, apesar de não ter como principal finalidade a perda calórica, o método não deixa de ser uma atividade física e deve ser praticado por aqueles que buscam uma vida saudável com a garantia de prevenção a diversas patologias. Mas o ideal é o trabalho conjunto entre as duas atividades físicas, pois o que a musculação deixa, por exemplo, de vício postural, o Pilates vem para corrigir e os benefícios de ambos os exercícios podem ser aproveitados.
 

Conheça alguns benefícios do Pilates para manter o seu corpo saudável:

– As aulas são bastante recomendadas para pessoas que sentem dor, principalmente, nas costas. Com exercícios específicos que promovem o realinhamento da coluna e o fortalecimento da musculatura abdominal, o aluno consegue, naturalmente, realizar esforços físicos sem forçar as costas;
 
– Exercícios são responsáveis pela ativação de diversos grupos musculares e um dos grandes diferenciais do Pilates se refere ao fortalecimento que é realizado de forma global e não segmentar;
 
– Um sistema de exercícios de alongamento e flexibilidade produz melhora no desempenho diário, na circulação e na postura, alivia cargas de estresse, além de ajudar na coordenação motora;
 
– O fortalecimento, em especial, dos músculos que sustentam a lombar gera efeitos progressivos ao alinhamento do corpo. O resultado disso é a correção postural, produzindo ótimos resultados à saúde e à estética;
 
– Pilates trabalha o corpo como um todo. O aumento da força, do equilíbrio muscular, do controle e da consciência corporal é viabilizado pela integração entre corpo e mente, ampliando a capacidade de movimentos;
 
– A prática regular dos exercícios de alongamento faz com que os músculos consigam suportar melhor as tensões diárias, o que previne o desenvolvimento de lesões musculares.
 
 
 
 

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Tempo de Prática x Resultados

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Imediatismo é a palavra da vez para a maioria dos iniciantes do Pilates. ‘’Quando vou parar de sentir dores?’’, ‘’Vou emagrecer com Pilates?’’, ‘’Quando vou poder fazer exercícios avançados?’’. Essas são apenas algumas das frases típicas dos alunos, que demonstram a ansiedade em conquistar um novo corpo e evoluir dentro do método.
 
Mas nada se conquista da noite para o dia, já começamos por aí! Ninguém emagrece de forma saudável em dois dias, não define o corpo e nem aprende a controlar o corpo em tão pouco tempo. O trabalho da Contrologia é difícil, e é necessário paciência e perseverança para alcançar os resultados, que são muitos.
 
Embora cada aluno trabalhe com um objetivo específico, o ganho na qualidade de vida é evidente para todos. O tempo de prática, a frequência e o modo que você executa os exercícios são os fatores que mais influenciam nos resultados. E não podemos esquecer de citar a alimentação também. Por isso é muito importante manter o acompanhamento de uma nutricionista ao longo do processo.
 
O Pilates ajuda a perder peso, sim. Mas ele sozinho não pode fazer isso. Se você somar Pilates aos aeróbicos, e combiná-los com uma dieta bem equilibrada, aí sim você pode esperar alguns resultados realmente surpreendentes.
O método oferece muitos benefícios para os praticantes. Entre eles, a boa postura, consciência corporal, alívio de dores e tônus muscular. Mas os benefícios só podem ser sentidos se você manter uma boa frequência nas aulas. Se você for daqueles alunos turistas, que aparecem uma vez no mês, não espere milagres.
Embora algumas melhorias sejam sentidas já nas primeiras aulas, a maior parte delas chega a médio ou longo prazos. Por esse motivo, você deve manter-se comprometido para conquistar os resultados esperados.
 
 
Siga os conselhos e afirmações do mestre Joseph:
 
- ‘’Com 10 sessões você perceberá a diferença, com 20 sessões os outros irão perceber a diferença e com 30 sessões você terá um novo corpo.’’
- “Se aos 30 anos você está sem flexibilidade e fora de forma, você é um velho. Se aos 60 anos você é flexível e forte, você é um jovem.”
- “Respeite seu próprio ritmo.”
- “Não interessa o que você faz e, sim, como você faz.”
 
A melhor maneira de descobrir o que o Pilates pode fazer por você é matricular-se e praticá-lo muito! Estamos entendidos?
 
 

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

PILATES A LONGO PRAZO: CONHEÇA OS BENEFÍCIOS RELATADOS POR VETERANOS

 
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Quando a servidora pública Marilúcia Ningeleski, 40 anos, chegou à sua primeira aula de pilates, procurava por algo que aliviasse a dor e ajudasse na reabilitação de sua então recente cirurgia de hérnia de disco. Foi o próprio médico quem havia lhe indicado a prática. “Fiquei ótima. Eu já tinha tentado outras coisas, como a hidroterapia, mas, no pilates, eu fiquei”, conta. Quase 10 anos depois, ainda é nas aulas de pilates — que mantém religiosamente três vezes por semana — que Marilúcia faz a manutenção da sua coluna. “Tomei gosto pelo pilates e, mesmo me sentindo muito melhor, mantive as sessões”. Em 2012, porém, precisou enfrentar nova cirurgia. “É que inventei de fazer musculação e, como já tenho predisposição a desenvolver hérnia, tive de operar novamente”, lembra.


A segunda cirurgia foi menos invasiva — talvez, segundo os médicos, pelos anos acumulados de prática de pilates. Há dois anos, a servidora decidiu abandonar as aulas de pilates que fazia na academia e procurar uma prática mais completa, orientada por um fisioterapeuta. Hoje, com o pilates definitivamente incorporado à rotina, os benefícios já são mais do que perceptíveis. “Meu alongamento melhorou muito, além da postura. Eu era corcunda. Costumo brincar com o meu instrutor que cresci alguns centímetros desde que comecei. Não me vejo mais sem. Tem uma senhorinha na clínica que faz também e digo que esse é meu futuro. Não paro nunca mais”, ri a servidora.

Para além dos benefícios prometidos por especialistas, são os alunos fiéis, aqueles adeptos há anos, os que melhor podem contar o que de fato o pilates traz de mudanças. Postura, respiração, consciência corporal, alívio de dores e tônus muscular são os primeiros itens a serem lembrados pela maioria. Mas os instrutores avisam: embora algumas melhorias sejam sentidas já nas primeiras aulas — o alívio de dores na coluna ou nas articulações, por exemplo —, a maior parte delas chega a médio ou longo prazos. É preciso paciência e compromisso para que a prática comece a dar os resultados esperados.
“Flexibilidade e postura são os que você vê primeiro. Mas, a curto prazo, é difícil. Se você espera emagrecer, por exemplo, não é esse o exercício. O pilates ajuda no fortalecimento muscular, no equilíbrio e na definição, mas o foco não é o emagrecimento. Por isso, para meus pacientes que esperam emagrecer, eu sempre aconselho conciliar com alguma atividade aeróbia”, explica o fisioterapeuta Daniel Valadão. Segundo o instrutor, mesmo crianças e adolescentes podem se beneficiar do pilates. Marilúcia, por exemplo, vai começar o ano levando a filha para as aulas, para corrigir uma lordose antes que se agrave. “A gente trabalha muito na estabilização do tronco, no fortalecimento abdominal e dos músculos das costas”, continua Valadão.
A atriz e cantora Anna Amélia Carneiro, 29 anos, é adepta do pilates desde 2007, quando procurou a prática para melhorar um problema de joelho causado pelos anos de kung fu. “Eu precisava fortalecer a musculatura do joelho, mas morria de preguiça de academia. Minha mãe praticava pilates e achou que poderia ser bom para mim. E foi mesmo”, conta. Um pouco depois, um acidente de carro acabou lhe deixando com uma hérnia de disco. Mais uma vez, foi o pilates que a salvou. Por causa dele, Anna ainda não precisou enfrentar uma cirurgia. “Já fiz vários tratamentos e, na época, o médico pediu que eu fizesse RPG. Mas, como disse que já fazia pilates, ele me orientou a continuar. Hoje, se sinto dor na coluna, venho fazer uma aula e a dor melhora na mesma hora”, diz. Além do efeito terapêutico, Anna diz que sentiu a postura melhorar e a musculatura do abdome se fortalecer. “O pilates me ajudou muito”, finaliza.

De acordo com o fisioterapeuta e instrutor Irineu Caixeta, a maioria dos pacientes ainda chega ao pilates por indicação médica, para ajudar na reabilitação de um problema de ombro, joelhos ou coluna. Contudo, há aqueles que procuram a atividade pela oportunidade de fazer um exercício físico supervisionado, já que as turmas têm, no máximo, três pessoas. “Tem gente que não gosta de academia e que procura uma coisa mais individualizada. Costumo dizer que não substitui a academia. Auxilia, sim, no emagrecimento, dando disposição e flexibilidade, e previne lesões, mas o foco é outro”, ressalta.

Segundo Irineu, resultados como o alívio de dores, por exemplo, costumam vir logo nas primeiras 10 aulas. Com 30, já é possível notar melhorias na flexibilidade e na postura. Além disso, a prática não tem contraindicação. Os exercícios são adaptados para as necessidades e limitações de cada pessoa — por isso, a importância de uma boa avaliação antes do início das aulas. “Gestantes também têm resultados ótimos, tanto no alívio de dores quanto na recuperação do pós-parto”, complementa.

O advogado Guilherme Barbosa, 49 anos, fez a primeira aula há quatro anos, como uma alternativa às academias. “Eu sempre gostei muito de fazer atividade física. Mas sentia que saía exausto, desgastado da musculação. Como gosto muito de correr, queria algo que me ajudasse na corrida, e me indicaram o pilates”, conta. O advogado nunca teve lesões na corrida e acredita que, em parte, isso se deva ao trabalho de prevenção do pilates. “Além disso, melhorei muito minha respiração e meu alongamento. Tinha um encurtamento que melhorou bastante depois do pilates. Fora que saio daqui me sentindo muito bem. Sinto que malhei, mas com uma grande sensação de bem-estar”, resume.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Disfunção da articulação temporomandibular e o Pilates

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As articulações temporomandibulares (ATM) se encaixam uma de cada lado da cabeça, situadas bem na frente das orelhas.
 
 São compostas por:
 
-Disco cartilaginoso na articulação;
-Músculos da mandíbula, do rosto e do pescoço;
-Ligamentos, vasos sanguíneos e nervos próximos;
-Dentes.
 
Muitos sintomas associados à ATM são causados por efeitos do estresse físico sobre as estruturas ao redor da articulação. Para muitas pessoas com ATM, a causa é desconhecida. Mas, as mais frequentes são:
 
-Dentes mal alinhados (mal oclusão) e uso de aparelhos ortodônticos;
-Estresse e bruxismo (ranger de dentes);
-Problemas posturais como anteriorização da cabeça, retificação cervical, entre outros;
-Dieta inadequada;
-Distúrbios do sono;
-Artrite;
-Sequelas de traumas e fraturas.
 
Muitos desenvolvem “nódulos de tensão” nos músculos da mandíbula, na cabeça e no pescoço, o que é a causa recorrente de dor de cabeça, de ouvido, de dente ou cervicalgia.
 
No Pilates, deve-se ter muita cautela em progredir com os alunos que tenham quadro clinico de disfunção temporomandibular, pois os enrolamentos e flexões cervicais podem agravar a dor.
 
Dr. Joel Steinman
Diretor Tao Pilates Instituto de Medicina do Exercício e do Esporte
Autor do livro Surfingand Health

 www.taopilates.com.br & www.taoeducacao.com.br
 
 

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

A saúde da coluna e o Pilates

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Atualmente, cerca de 80% da população mundial tem ou terá problemas relacionados à coluna. A mídia nos mantém ligados em todas as formas de promoção geral da saúde e prevenção de doenças, como diabetes, hipertensão, DPOC e síndromes metabólicas.
E a nossa coluna? Como cuidar e retardar o processo de envelhecimento? Hoje iniciamos uma série onde abordaremos dicas e exercícios direcionados para a saúde da coluna, juntamente da profissional Viviane Vales.
 
 
Conheça a sua coluna
 
A coluna é formada por 33 vértebras (ossos) que se movem entre si.  Quatro delas são vértebras que sustentam a nossa cabeça. Depois, temos 7 vértebras cervicais, 12 vértebras torácicas, 5 vértebras lombares e 5 vértebras fundidas que formam o nosso sacro.
Entre cada vértebra, temos discos intervertebrais, responsáveis por distribuir o peso por todas as vértebras da coluna e também permitir os movimentos. São formados por fibras, cartilagens e muita água, que trabalham como um sistema hidráulico, absorvendo choques.  Eles funcionam como esponjas molhadas: se comprimimos, diminuem de tamanho e perdem a água, se descomprimimos retornam ao tamanho natural.
Os discos intervertebrais são extremamente importantes quando pensamos na saúde da coluna! Com os discos saudáveis, evitaremos que nervos vizinhos sejam comprimidos, gerando dores irradiadas, por exemplo.
 
 
Como manter a coluna hidratada e saudável
 
A ingestão de líquidos é bastante importante para a hidratação do nosso corpo. Isso não seria diferente com o disco intervertebral, por isso beba bastante água!  Além disso, devemos movimentar a coluna de forma saudável, mantendo nossos ossos bem alinhados, movimentando-se com bastante harmonia.
 
Confira algumas sugestões de exercícios de Pilates que promovem a saúde da coluna:


Gato Ajoelhado
 
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Em posição quadrúpede, alinhe seus braços embaixo da linha dos ombros e joelhos, embaixo da largura do quadril. Tente preservar as curvas naturais da sua coluna.
Inspire e estenda levemente a coluna, pensando em “afastar” a cabeça dos glúteos. Expire e flexione a coluna, arredondando-a para cima, aproximando a cabeça dos glúteos.


Rotação de coluna com bastão
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Sentado sobre uma cadeira, com os pés apoiados no chão e os ísquios (ossos do glúteo) apoiados na cadeira, segure um bastão atrás das costas, sentindo que a cabeça, a coluna torácica (meio das costas) e o sacro (último osso da coluna) se apoiam no bastão. Garanta que a coluna lombar não se apoie.
Inspire e realize uma rotação da coluna, sem perder as áreas de contato com o bastão. Expire e volte para o centro. Repita para o outro lado.

Dica: Imagine sua coluna cheia de ar e não permita que ela perca espaços!


Viviane Vales
Educadora física, especialista em Atividade Física Adaptada e Saúde, instrutora de Pilates PMA- CPT, treinadora Tc Pilates.
 
 

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Pilates e os problemas posturais

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A prática de exercícios deve ser prioridade para evitar futuros problemas posturais.  
 
Pessoas que trabalham horas na frente do computador, em posição de flexão torácica, podem sofrer as consequências por se manterem muito tempo na mesma posição.
 
O Pilates pode ser uma ótima escolha de atividade física. Além de trabalhar força, alongamento, coordenação motora e equilíbrio, irá desenvolver a percepção e a consciência corporal.
Exercícios que trabalham o grupo dos eretores da coluna são fundamentais para fortalecer essa musculatura que, muitas vezes, está fraca e alongada. Além deste objetivo principal, a extensão da coluna promove também o alongamento da musculatura do peitoral e trabalha excentricamente os abdominais.
 
Este é um ponto importantíssimo que deve ser enfatizado durante os movimentos para propiciar maior suporte para a região da coluna lombar.
 
O nado peito e o mergulho do cisne são bons exemplos de exercícios que trabalham o fortalecimento desta musculatura de forma progressiva.
 
O primeiro foca essencialmente na porção superior da torácica e no alinhamento da cervical, segmento este que também fica sobrecarregado com a má postura.
 
Já o segundo exercício tem como objetivo trabalhar a extensão da coluna de forma harmônica e uniforme entre a coluna lombar, torácica e cervical.
 
O exercício mergulho do cisne pode ser feito em vários equipamentos, aumentando ou diminuindo o grau de amplitude de extensão, favorecendo todos os tipos posturais.
 
Tenha certeza que durante a aula de Pilates este trabalho foi englobado para que os alunos tenham o máximo de benefícios que a técnica pode oferecer.
 
Melina CaleffiTreinadora Internacional STOTT Pilates
 
 

quarta-feira, 2 de julho de 2014

O Pilates na cura da fibromialgia

O pilates que cura

A revistapilates conta um exemplo de como superar a fibromialgia através do Pilates.

Que o Pilates proporciona inúmeros benefícios todo mundo sabe. Afinal, não é à toa que ele está cada vez mais ganhando adeptos e fãs, não é mesmo?
A prática desta atividade física super completa melhora a postura, a coordenação motora, a memória, define os músculos de uma forma muito natural e bonita, aumenta a flexibilidade, a força, ativa a circulação e, dentre muitas outras coisas, trata as pessoas dos mais diversos tipos de lesões e problemas.
 
Nadijane Pereira da Costa Duarte, de Mossoró (RN), é um exemplo disso. A moça sofria de fibromialgia – uma síndrome que causa dores por todo o corpo por longos períodos de tempo. E ela já tinha recorrido às mais diversas técnicas para melhorar. Nada adiantou.
“Eu já tinha tentado de tudo: hidroginástica, fisioterapia, hidroterapia, musculação, sem falar na infinidade de medicamentos tarja preta”, conta.
 
Até que um dia, Nadijane conheceu o Pilates. “Não sinto mais dores, agora sou apaixonada pelo Pilates”, diz.
 
O Pilates é tudo de bom, não é mesmo? Ele sempre atua na necessidade específica de cada pessoa.
 

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Pilates para pessoas com sobrepeso

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O Pilates envolve uma série de exercícios que proporcionam desenvolvimento do tônus muscular, equilíbrio, coordenação motora e flexibilidade.
 
Alguns movimentos são realizados em equipamentos, facilitando alguns movimentos e desafiando outros por conta da resistência oferecida pelas molas.
Sendo um trabalho global, o Pilates trabalha o fortalecimento dos músculos  profundos  do CORE, contribuindo para a melhora da postura. O objetivo de trabalhar diferentes capacidades físicas faz com que essa técnica tenha diferentes adeptos, cada um com um objetivo específico.
 
Clientes com sobrepeso encontram nesta técnica um modo eficiente para iniciar um programa de treinamento de modo gradativo, aliado com um acompanhamento nutricional.
O fato das aulas terem como objetivo inicial o desenvolvimento da consciência corporal e o fortalecimento da musculatura profunda, faz com que outras atividades sejam incorporadas no cotidiano sem o risco de lesões, especialmente nas articulações.
 
Já que as aulas não são aeróbias é importante que o profissional tenha em mente que para este público em especial, diferentes estímulos são essenciais para que haja um progresso.
A Educadora Física Fabiana Silva, Treinadora Internacional STOTT PILATES, aliou a eficiência e a segurança do método STOTT com os seus conhecimentos para desenvolver uma aula de Pilates em circuito para os clientes com sobrepeso.
 
A ideia foi inserir na sequência regular da aula de Pilates trabalhos aeróbios na bicicleta, trampolins e steps. O trabalho de grandes grupos musculares aliado ao trabalho de controle neuromuscular favoreceu a perda calórica e, com isso, o emagrecimento.
 
As conquistas em relação a exercícios que necessitam de maior coordenação motora e equilíbrio, por exemplo, estimularam os alunos à fazerem outros exercício e mudarem seu estilo de vida.
 
Melina Caleffi
Treinadora Internacional STOTT Pilates
 
 
 

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Entenda as diferenças entre Pilates e Yoga

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Está em dúvida de qual prática escolher? A Revista Pilates te ajuda! Entenda a origem e as diferenças de cada uma e escolha a que melhor se adaptar a sua realidade.
 
Muitas pessoas confundem as duas práticas porque elas têm em comum o trabalho da consciência corporal, do autocontrole, da concentração e da respiração. Agora vamos entender as diferenças.
Originária da Índia, a Yoga é uma prática muito antiga e há indícios de que existia desde quatro mil anos antes de Cristo. O nome da prática faz referência à busca para alinhar o corpo e a mente. É um conjunto de práticas de movimentos, exercícios respiratórios, meditação e mantras. A visão da Yoga é de que o corpo e a mente são um só e que dadas as ferramentas corretas e o ambiente certo elas encontrarão harmonia e cura. Atualmente os movimentos da Yoga são realizados em pequenos grupos, em uma esteira própria para a prática, com a ajuda de um instrutor. Como resistência, é utilizado o peso do próprio corpo e uma grande quantidade de variações das posições são executadas entre uma postura e outra.
 
Já o Pilates, criado muito tempo depois, foi idealizado pelo alemão Joseph Pilates, que ganhou reconhecimento durante a Primeira Guerra Mundial quando usou a técnica para melhorar a saúde dos internos do campo de concentração de Lancaster, na Inglaterra. A partir daquela época foram desenvolvidos equipamentos específicos para o método. A principal diferença do Pilates é que o trabalho é feito no solo, com exercícios feitos em equipamentos próprios para o exercício. Outra diferença é a função do enfoque que o Pilates dá à musculatura abdominal, melhorando a postura, estabilizando e alongando a coluna, melhorando o equilíbrio e a força total. O Pilates trabalha o corpo todo e por consequência, também a alma.
 
De forma resumida, o Pilates necessita do acompanhamento de aparelhos específicos para a prática, e a Yoga não necessariamente. Enquanto o Pilates prioriza o corpo saudável e a boa forma, o objetivo da Yoga é a conexão do corpo e da mente. A Yoga é mais indicada para quem busca a sensação de bem-estar, o equilíbrio e a redução de estresse.  O Pilates, para quem busca o fortalecimento dos músculos e o trabalho da postura.
 
E aí pilateiros e pilateiras, qual vocês mais gostam? Vale lembrar que, seja qual for a escolha, é preciso fazer uma avaliação médica antes de mais nada. Além disso, escolha sempre profissionais qualificados para a prática.
 

segunda-feira, 19 de maio de 2014

PILATES AJUDANDO PACIENTES COM ESCLEROSE MÚLTIPLA












Utilizado como ferramenta de reabilitação por estimular o recrutamento muscular com controle e em amplitudes que melhoram a flexibilidade global.


Além disso, é um método que visa o alinhamento postural e estimula a percepção corporal. Também trabalha muito o aspecto respiratório (um dos possíveis agravos devido fraqueza), e pode melhorar a expansibilidade pulmonar e da caixa torácica, e a função expiratória que exige mais força. Os atendimentos devem respeitar um ritmo menos intenso e os movimentos selecionados devem atender às necessidades de cada paciente, segundo as limitações motoras que ele apresenta, podendo-se modificar a forma de execução para permitir que o paciente se movimente. Portanto, vale ressaltar que por se tratar de um paciente que exige cuidados especiais, o profissional  precisa ser especializado e conhecer bem as limitações impostas pelo quadro e pela doença para ser capaz de estimular as funções motoras, sem causar fadiga ou outros danos que possivelmente agravariam muito sua condição.
Pilates pode ajudar na reabilitação de esclerose múltipla mesmo em pacientes que estão com sintomas avançados da doença, mostra uma pesquisa realizada na Universidade Queen Margaret, na Escócia. O método Pilates, já utilizado no Brasil em alguns casos de esclerose, foi testado na universidade escocesa para a reabilitação de pessoas que estão em cadeira de rodas devido à doença. A esclerose múltipla afeta, entre outras coisas, a força muscular e o equilíbrio, fazendo com que o doente perca mobilidade. No estudo, a postura e a intensidade das dores e da fadiga (sintomas da doença) foram medidas em 15 cadeirantes antes e depois de começarem seu tratamento com Pilates. Outras oito pessoas com sintomas parecidos também foram acompanhadas durante o período, porém sem participar das aulas.
Ao final de 12 semanas, foi possível observar uma melhora nas dores no ombro e no pescoço das pessoas que tiveram aulas de Pilates. Os resultados foram publicados na revista "Research Matters", editada pela Sociedade de Esclerose Múltipla de Londres. Os pesquisadores lembram que ainda são necessários estudos com maior número de participantes para validar os resultados.
Entre os benefícios da prática, há a melhora da força, da postura e do equilíbrio. Porém, se a pessoa faz exercícios inadequados para sua condição, ela pode sentir uma grande fadiga, própria da doença e mais forte do que um cansaço normal de quem vai a academia.
O Pilates, por ser originalmente um trabalho individual, permite que o instrutor conheça a pessoa e consiga perceber quais os exercícios mais adequados para suas necessidades. O uso dos aparelhos como uma forma de fazer com que seus alunos se sintam mais acolhidos. Uma pessoa que não consegue ficar de pé, por exemplo, pode fazer exercícios na cama que simulem o caminhar em um ambiente seguro.
 
 
 

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Marilyn Monroe e o Pilates

Revista Pilates_Marilyn.png


A eterna diva, Marilyn Monroe era praticante de Pilates e de Ioga também.
Encontramos várias fotos da TOP dos anos 50 realizando alguns exercícios da modalidade.
 
Boat pose
 
 
Marilyn Monroe doing Pilates <3
 
 Até hoje, Marilyn é ícone de beleza e sofisticação.
 
 
Use your shoulders to create a tripod. Turn your core on and scissor kick.
 
Stretching with a bar. Wearing shoes this time. Ballet flats.
 
 
Imagens Pinterest.
 

quinta-feira, 27 de março de 2014

Abdominal & princípio da Coluna Cervical

Revista Pilates_#PilatesEuPratico.png

[Uma dica das meninas da STOTT PILATES ]


Quem já não sentiu ou ouviu alguém relatar, após uma sequência de exercícios abdominais, que a cervical cansou mais do que os oblíquos e o reto abdominal juntos?
 
Alguns critérios anatômicos e biomecânicos ajudarão a determinar a ação muscular requerida.
 
Na STOTT PILATES existe um princípio básico chamado posicionamento da cabeça e da coluna cervical. Ele pode ser aplicado a qualquer exercício do repertório, do básico ao avançado. A cervical, em um cenário ideal, segue o alinhamento da coluna torácica em qualquer plano de movimento.
Parece simples, mas é importante compreender o caminho para que isso aconteça.
A direção do olhar, por exemplo, influencia a curvatura cervical e a ativação dos músculos profundos do pescoço. Ao acordar os estabilizadores locais, evitamos a sobrecarga dos músculos superficiais.
O decúbito dorsal completo como posição inicial, costuma funcionar no ensino do aceno da cabeça, mas assim que ela sai do chão, o peso do crânio mais a gravidade desafiam a coordenação neuromuscular, principalmente se o praticante ainda está começando ou quando já apresenta algum desconforto na região cervical.
Assim, a sugestão de hoje, será usar uma Mini Stability Ball apoiada na torácica para elevar o tronco. Dessa forma, ela fornecerá um suporte, além de diminuir a ação da gravidade sobre a coluna. Claro que existe um outro componente que é a base instável. Nesse caso, também exige um controle abdominal profundo.
 
As Tonning Balls estão apoiadas entre os cotovelos para adicionar uma pequena carga, além de orientar a abertura dos cotovelos e direcionar o movimento de torção a partir da coluna.
 
Respiração: Expirar para subir e torcer e inspirar para descer o tronco.
Foco do exercício: Usar os oblíquos na flexão e torção da coluna, além de estabilizar a pelve contra o movimento unilateral da perna.
Como intensificar: Com a mesma perna flexionada, alongar a perna para a diagonal na descida do tronco ou adicionar uma extensão da coluna entre uma repetição e outra.
Vale lembrar que para corrigirmos o alinhamento cervical não podemos abrir mão do posicionamento da cintura escapular, mas vamos deixar esse assunto para a próxima terça no
#PilatesEuPratico.
 
Jaqueline Rangel
Treinadora Internacional STOTT PILATES.
 
 

sexta-feira, 7 de março de 2014

Uma história de superação com Pilates


RevistaPilates_Uma história de superação.png


Em homenagem ao Dia das Mulheres, que é comemorado amanhã, 8 de março, a Revista traz uma incrível história de superação de uma mulher forte e determinada, exemplo para muita gente.
Ela é catarinense, tem 46 anos e foi no Pilates que encontrou a ajuda que precisava para dar a volta por cima. Ela é Rosane Loss e, em quatro meses, passou de uma pessoa com problemas de hérnia de disco e nervo ciático, que mal conseguia andar, se abaixar ou cruzar as pernas a alguém disposta e feliz.
Quatro meses depois de iniciar o tratamento com Pilates no Live Fit Pilates, de Biguaçu – SC, a empresária, mãe de dois filhos, diz ter tido a sua vida de volta. “Fui melhorando aos poucos e retomando as minhas atividades diárias. Depois de seis meses, também comecei a perceber que meu corpo estava ficando mais definido e tonificado. Foi aí que me apaixonei por Pilates”, diz.
Como Rosane estava totalmente restabelecida, Diego Artur, o instrutor, decidiu acrescentar exercícios de treinamento funcional. Rosane adorou.
Hoje, ela tem uma coluna forte e saudável e um corpo de causar inveja em muita menininha por aí. Diego brinca que o abdome já está até ficando trincado. O segredo? Dedicação e persistência.
Frequentadora assídua do estúdio, Rosane faz aulas três vezes por semana e dificilmente falta. Quando falta sempre repõe. “Sinto prazer em fazer os exercícios, além de mais disposição e energia. Fico renovada após uma aula”, relata.
Para Cristiane Andrade, massoterapeuta e proprietária do Live Fit Pilates, a principal vantagem de se mesclar Pilates e Funcional é que as pessoas ficam mais motivadas, concentradas e com a auto-estima mais elevada. “Os resultados são excelentes e podem ser sentidos em todas as atividades do dia a dia”, diz.
 
Fonte: Revista Pilates

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Prancha: exercício para definir abdome

Prepare-se para o verão!


prancha-revista-pilates


O Pilates é um dos métodos mais eficazes para o fortalecimento do abdome. Ele trabalha todo o centro de força do corpo, que abrange os músculos abdominais, costas, glúteos e coxa. Isso ajuda a dar suporte para o corpo e corrigir a sua postura, além de deixar a barriga firme e desenhar a cintura.
E um dos exercícios mais poderosos para conquistar tudo isso é a prancha. Esse movimento é o que se chama de exercício isométrico, em que você precisa sustentar o seu corpo em contração por algum tempo, sem se mexer. Ufa! Tem que ter muita força no abdome, muita concentração para não relaxar, e equilíbrio.
A prancha do Pilates exige uma respiração correta e controlada, inspirando e expirando devagar. Esse exercício não só trabalha a estabilidade da coluna como também fortalece braços, ombros e é um dos melhores para as costas. Além disso, a prancha aumenta a flexibilidade da parte posterior do corpo, alongando as escápulas, ombros e pernas.
Trabalhando os músculos estabilizadores da coluna e dos quadris, você vai ganhar postura e definição, prevenindo e normalizando desvios como a lordose, por exemplo. Os exercícios de prancha ajudam ainda a combater o estresse e a ansiedade.
Existem algumas variações da prancha no Pilates, mas uma das posições mais comuns é a deitada de barriga para baixo, com os antebraços e pés apoiados no chão. O movimento é o de levantar o corpo como se fosse uma flexão, contraindo o abdome o tempo todo e tentando manter coluna e pelve neutras, com o corpo reto.
Mas a prancha é um exercício complexo, que precisa ser feito sempre com o acompanhamento de um instrutor qualificado, para garantir a sua segurança e a correta execução dos movimentos. O exercício pode ser feito apoiado na Stability Ball, o que aumenta a dificuldade.


revistapilates