Pesquisar este blog

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Atleta paraplégico escala o Monte Kilimanjaro

Monte
Monte Kilimanjaro

O Monte Kilimanjaro tem o poder de intimidar até os alpinistas mais preparados.
Com 5.985 metros de altura, não é incomum que as pessoas apresentem problemas de saúde potencialmente mortais, como edema cerebral ou pulmonar. Mesmo que os alpinistas escapem das graves doenças da montanha, o ar é rarefeito e frio. Respirar é difícil, e o terreno, ainda que não apresente muita dificuldade técnica, é extremamente acidentado.
Segundo algumas estimativas, pelo menos 60% das pessoas que tentam escalar em alta montanha retornam antes de atingir o cume. Mas nenhuma dessas estatísticas impediu Chris Waddell (clique e leia mais sobre ele - em inglês) de tentar chegar ao pico de uma grande montanha, apesar de ser paraplégico da cintura para baixo.
Com a ajuda de 61 carregadores africanos e oito colegas de equipe, Waddell tornou-se a primeira pessoa a escalar o Kilimanjaro em uma handbike, uma bicicleta acionada pelo movimento dos braços.

Ele já era um atleta talentoso antes do acidente de ski que causou sua paralisia em 1988. Um ano depois, Waddell passou a se dedicar ao monoski e se tornou membro da equipe de esqui para deficientes dos Estados Unidos no ano seguinte. Ele foi em frente e venceu 12 medalhas em quatro Jogos Paraolímpicos.

http://blogs.discoverybrasil.uol.com.br/noticias/aventura/

A Dança do Pilates



Pilates é um sistema de baixo impacto. Um exercício que trabalha com fortalecimento e alongamento dos músculos sem adicionar volume ao corpo. Envolve uma série de movimentos, de resistência suave, alguns realizados com a resistência natural do corpo no solo, e outros com a ajuda de máquinas especialmente projetadas, melhorando o controle da resistência, fortalecendo os músculos abdominais internos e melhorando a flexibilidade.
Pilates trabalha com o ritmo da respiração, tornando a mente treinada e o corpo tonificado. Embora qualquer pessoa possa praticar Pilates para a melhoria da saúde global, os bailarinos têm experimentado os benefícios ao longo de décadas.
Joseph Pilates desenvolveu o sistema em 1920. E seis anos depois se mudou para Nova Iorque com sua esposa, e abriu um estúdio quase que específico para artistas e bailarinos. Chamando muito a atenção dos dançarinos, pela capacidade que o método tinha de criar músculos longos, magro e definido.
A dança é a arte de movimentar o corpo em um determinado ritmo, através de uma cadência de movimentos, criando uma harmonia própria. É a arte de mover o corpo segundo uma relação entre tempo e espaço, estabelecida graças a um ritmo e a uma composição coreográfica, onde existem regras para que saia tudo com perfeição e também exige habilidades, compromisso e muita dedicação para todos aqueles que fazem parte de alguma forma da dança.
Pilates é particularmente benéfico para os dançarinos, pois fortalece os músculos abdominais internos, e cria uma forma corporal aerodinâmica. Com o desenvolvimento da musculatura abdominal interna, a tensão na parte posterior do corpo será minimizada e as lesões serão evitadas. A natureza fluída da prática do Pilates promove a economia de movimento, e pode ser facilmente incorporado ao treinamento dos dançarinos, como um conjunto de exercícios usando corpo e mente.
Dançarinos de todos os níveis podem se beneficiar com o Pilates. A prática regular vai garantir força para o corpo todo, músculos e muita flexibilidade para melhorar suas habilidades na dança, bem como, fortalecer o núcleo interno para um melhor controle dos movimentos. Artistas de todas as idades que praticam Pilates se sentem melhor no seu desenvolvimento na dança, além de melhorar a sua saúde em geral.

Fonte: Revista Pilates

sábado, 29 de outubro de 2011

O Dia do Livro

Você sabe por que comemoramos o dia Nacional do Livro no dia 29 de outubro? Por que foi nesse dia, em 1810, que a Real Biblioteca Portuguesa foi transferida para o Brasil, quando então foi fundada a Biblioteca Nacional e esta data escolhida para o DIA NACIONAL DO LIVRO.



O Brasil passou a editar livros a partir de 1808 quando D.João VI fundou a Imprensa Régia e o primeiro livro editado foi "MARÍLIA DE DIRCEU", de Tomás Antônio Gonzaga.
Na antiguidade a escrita surgiu antes dos textos e livros, simbolos eram escritos em tabuletas de pedra e argila. Depois passou a ser usado o papiro, a união destes era o volumen e foi sendo substituído aos poucos pelo pergaminho. A junção dos pergaminhos, formaram o códex, ou códice, um tipo de livro começava a surgir.


O livro passou a ser impresso como o vemos hoje, em 1455, quando Johannes Gutenberg inventa a imprensa com tipos móveis reutilizáveis, o primeiro livro impresso nessa técnica foi a Bíblia em latim. Houve certa resistência por parte dos copistas, pois a impressora punha em causa a sua ocupação. Mas com a impressora de tipos móveis, o livro popularizou-se definitivamente, tornando-se mais acessível pela redução enorme dos custos da produção em série.


Uma página da Bíblia de Gutenberg

A Epopeia de Gilgamesh ou Épico de Gilgamesh é uma das primeiras obras conhecidas da literatura mundial, um antigo poema épico da Mesopotâmia (atual Iraque), que foram reunidos e compilados no século VII a.C. pelo rei Assurbanipal.

Tabuinha de Gilgamesh descrevendo o dilúvio em acádio

Na história dos textos e livros, muitos fatos ocorreram, enúmeras bibliotecas queimaram. Manuscritos antigos como poemas, odes, canções  foram destruídos, fosse pelas guerras, fosse pela ignorância dos tiranos, fosse em nome da fé, o caso é que muito da história se perdeu. Há aqueles que contrariando os sistemas da época esconderam obras valiosas como os Pergaminhos do Mar Morto, verdadeiro tesouro para os dias de hoje.



Alguém, no Google Books, decidiu contar todos os livros diferentes que existem no mundo: 129.864.880 ao todo, quase 130 milhões, pelo menos até o ano passado. O cálculo foi realizado com um algoritmo que combina mais de 150 fontes disponíveis, tais como números de série, catálogos de bibliotecas, editoriais e lojas.

De Mulher para Mulher - a profetisa Hulda

Três Importantes Traços de Caráter - Hulda


"[Eles]foram ter com a profetisa Hulda...e lhe falaram." 2Reis22.14


Se você pretende conhecer a Terra Santa, não deixe de visitar a Cidade Velha de Jerusalém. Um ponto importante para ser visitado por todos que amam a Deus é o Monte do Templo, local onde o rei Salomão construiu o primeiro templo, no ano 950 a.C. Ao caminhar por essa esplêndida região, você verá uma bela entrada com duas portas, no lado sul dos muros da cidade, chamada a "Porta de Hulda".
Quem foi Hulda? Mencionada como mulher de Salum, responsável pelo guarda-roupa real, Hulda pertencia  à um pequeno grupo de mulheres que chegaram a posição de "profetisa". Era raro Deus falar a seu povo por intermédio de uma mulher, mas, quando alguns operários desenterraram o " Livro da Lei" durante a campanha do rei Josias para a purificação e restauração da casa do Senhor, o rei ordenou a eles que consultassem Hulda. Três traços de caráter fizeram dela- e podem fazer de nós também- uma mulher útil para o povo de Deus. Ela era:
Acessível: Hulda morava na parte central da cidade e estava pronta a aconselhar qualquer pessoa que a interrogasse acerca de Deus.
Crente: Hulda acreditava na verdade de Deus de todo o coração. O que a Palavra de Deus dizia, ela acreditava e transmitia ao povo! Agraciada por Deus, Hulda profetizou a destruição do reino de Judá, que ocorreria em pouco tempo, porque o povo desobedecera aos mandamentos de Deus. Pelo fato de ter uma fé genuína e de falar corajosamente a verdade, o povo sensibilizou-se e o reino de Judá teve sua vida espiritual reavivada, reformada e renovada.
Conselheira: Todos aceitaram as palavras de Hulda como vindas do Senhor. Ela transmitiu a verdade de Deus - sua sabedoria, os preceitos de sua Palavra - e exigiu obediência.

Guiemo-nos por esses traços de caráter para ser útil ao Senhor.

 

 Fonte: Elisabeth George

A Doença por trás das Artes

Não é só Michelangelo que escondia atrás da sua arte um contexto real. Muitos artistas através das suas obras demonstravam no que realmente eles acreditavam. Em outros casos eles revelavam a natureza na obra como ela realmente era.
Muitas doenças foram retratadas em quadros mundialmente famosos como é o caso da Mona Lisa, famosa pintura de Leonardo da Vinci.

Em declarações ao jornal britânico The Times, Tito Franco, professor de Anatomia Patológica da Universidade de Palermo, Mona Lisa apresenta em torno de seu olho esquerdo, segundo Franco, sintomas de xantelasma, um conjunto de pequenos tumores benignos. Esses sinais de doença vão desde más-formações ósseas até cálculos renais



- Olho a arte com um olhar diferente do de um especialista em arte, como um matemático escuta a música de modo diferente de um crítico musical, explica Franco, que analisou uma centena de obras, desde esculturas egípcias a produções contemporâneas, afirmou Franco.

Xantelasma é  um conjunto de pequenos tumores benignos ou depósito de gordura situados ao redor das pálpebras e que podem indicar níveis elevados de colesterol.
Nas mãos da Gioconda parece haver, acrescenta o médico, lipomas subcutâneos, ou seja, tumores benignos compostos por tecido adiposo.



Outra obra analisada pela médico, As Meninas, de Velázquez, Franco diz ter descoberto que o personagem principal, a infanta Margarita, parece vítima da chamada síndrome de Albright, doença genética que "inclui puberdade precoce, baixa estatura, doenças ósseas e problemas hormonais".




Em A Escola de Atenas, de Rafael, há uma pessoa identificada como o filósofo Heráclito sentada em escadas com os joelhos muito inchados, o que, segundo Franco, "claramente é consequência de um excesso de ácido úrico típico de quem sofre com cálculos renais".



E a famosa Madonna do Parto, de Piero della Francesca, mostra sintomas de bócio, inchaço da glândula tireoide "típico de pessoas que bebiam água de poço durante a Idade Média e que sofriam carência de iodo", diz Franco.



uol



Se você se interessa por este assunto, o blog abaixo é sobre a medicina e arte. Um blog muito legal sobre as doenças encontradas em obras famosas tanto na pintura como na literatura, obras de modo geral.
 
medicineisart.blogspot.com/


Veja também:
Fisioterapia com Você: Os Segredos de Michelangelo

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Pilates e a Escoliose



Escoliose é a denominação dada a um desvio da coluna vertebral, caracterizado pela inclinação, rotação e extensão das vértebras. Pode se manifestar ainda na infância, na adolescência, ou começar mesmo na idade adulta. As causas são variadas e evoluem em diversos graus. O método Pilates pode oferecer grandes benefícios para os portadores da escoliose, desde que a real causa e o grau dos desvios posturais sejam respeitados, para se ter certeza na indicação ou não dos exercícios do método.
O portador de escoliose pode até não se queixar de sintomas e apenas perceber alteração na sua postura, mas é muito comum mencionar dores localizadas ou acompanhadas de outros sintomas associados, como dormências, queimação, marcha alterada, que podem até evoluir para sintomas mais intensos e mais difíceis de serem tratados. As causas são variadas e classificam a escoliose em dois grupos:
Estrutural: causada por doenças que atingem a coluna ou suas estruturas resultando em deformidades fixas.
Não estrutural: causada por problemas posturais, de raiz nervosa (ciático), discrepância no comprimento dos membros inferiores, contraturas musculares e cicatrizes.


O Pilates tem a capacidade de oferecer fortalecimento, alongamento e equilíbrio corporal, proporcionando melhor alinhamento vertebral, reduzindo as tensões musculares e as compressões discais, devido à flexibilidade que vai sendo adquirida pelo corpo, proporcionando alívio aos pacientes com escoliose e ainda prevenindo o agravamento da doença.
O cuidado está na hora da prática. O Pilates como método de reabilitação para escoliose baseia-se no grau da lesão, na intensidade dos sintomas, nos fatores adicionais a esta lesão e na capacidade de execução dos exercícios pelo paciente. Não deve haver sobrecarga ou dor, nem durante, nem após a execução.

Fonte: Revista Pilates

A TORRE DE BABEL

 

A Torre de Babel, por Pieter Brueghel

  Antes da Torre de Babel


 Os 3000 idiomas falados hoje no mundo podem ter a mesma origem. Na busca dessa língua-mãe, os pesquisadores descobrem semelhanças incríveis, que talvez não sejam coincidências; ainda, quem é quem no superclã das línguas indo-europeias, a origem de alguns termos e as semelhanças de 1 a 10 em quatro idiomas.


Recolhido a seus aposentos numa certa noite do final do século VII a.C., Psamético, um dos últimos faraós do Egito, que reinou de 664 a 610 a.C., refletia sobre as línguas que os homens falavam. Sua riqueza e diversidade, as semelhanças e as diferenças entre as palavras, as pronúncias, as inflexões de voz, tudo o fascinava principalmente a ideia de que essa multiplicidade tinha uma origem comum, uma língua mãe falada por toda a humanidade num tempo muito remoto, como afirmavam as lendas da época. O faraó imaginou então uma experiência engenhosa e cruel. Convencido de que, se ninguém ensinasse os bebês a falar, eles se expressariam naquele idioma original, determinou que dois irmãos gêmeos fossem tirados da mãe logo ao nascer e entregues a um pastor para que os criasse. O pastor recebeu ordens severas, sob pena de morte, de jamais pronunciar qualquer palavra na presença das crianças.
Quando completaram 2 anos, o faraó mandou que se deixasse de alimentá-las, na suposição de que a pressão da fome faria com que pedissem comida em sua "língua natural". Não se sabe bem o que aconteceu, mas tudo indica que o pastor, movido pela compaixão, não fez exatamente o que lhe havia sido ordenado. Pois o inverossímil relato enviado ao faraó informava que um dos meninos, faminto, havia pedido pão em cíntio, idioma falado antigamente na região que viria a ser a Ucrânia, na União Soviética. Assim, satisfeito com o desfecho da impiedosa pesquisa, Psamético decretou que o cíntio era a língua original da humanidade. Por incrível que pareça, a experiência seria repetida dezenove séculos mais tarde. O idealizador foi o rei germânico Frederico II (1194-1250), que pelo visto não se convenceu das conclusões do faraó. Certamente vigiado mais de perto, o experimento resultou no inevitável: os dois gêmeos morreram.
De Psamético I aos dias de hoje, passando por Frederico II, muitos outros homens igualmente curiosos se perguntaram qual teria sido e como seria possível reviver o idioma do qual brotaram todos os demais. Essa indagação se transformou modernamente numa área de pesquisa de ponta em Linguística, a ciência que estuda a evolução das línguas, suas estruturas e possíveis inter-relações no quadro histórico e social. Os estudos viriam confirmar a crença dos antigos. Segundo o linguista Cidmar Teodoro Pais, da Universidade de São Paulo, a comparação entre as várias línguas do planeta, tanto as ainda faladas quanto as já desaparecidas, revela efetivamente algumas características comuns que apontam para a possível existência de uma língua primeira, mãe de todas. Nesse ponto, a Linguísticas parece se afinar com as mitologias que descrevem a dispersão das línguas pelo mundo.
A mais conhecida delas é a história bíblica da Torre de Babel. Segundo o Antigo Testamento, a multiplicação das línguas foi um castigo de Deus à pretensão dos homens de construir uma torre cujo topo penetrasse no céu. As lendas chinesas contam que a divisão da língua original fez com que o universo "se desviasse do caminho certo". Na mitologia persa, Arimã, o espírito do mal, pulverizou a linguagem dos homens em trinta idiomas. E um dos livros sagrados dos maias, o Popol Vuh, lamenta: "Aqui as línguas da tribo mudaram sua fala ficou diferente. (...) Nossa língua era uma quando partimos de Tulán. Ai! Esquecemos nossa fala".
Os atuais 5 bilhões de seres humanos se comunicam recorrendo a um estoque de cerca de 3 mil línguas espalhadas pelos quatro cantos do mundo. Essas, mais outros milhares já esquecidas que deixaram algum tipo de registro escrito, foram agrupadas em doze famílias linguísticas importantes e cinquenta menos importantes.
Essas duas grandes arrumações familiares aparentemente nada têm em comum e eis aí a suprema dificuldade dos pesquisadores: eles farejam semelhanças onde o que salta aos olhos são diferenças. As buscas, contudo, têm o estímulo das barreiras já derrubadas. Quem diria, por exemplo, que há algum parentesco, embora remoto, entre o português e o sânscrito, uma língua falada na Índia há milhares de anos, e ainda a sua versão moderna, o hindi? E, no entanto, o parentesco existe.
Descobriram os linguistas que esses idiomas descendem de um mesmo e único tronco, o indo-europeu, pertencendo portanto à grande família das línguas indo-europeias que inclui também o grego, o armênio, o russo, o alemão, entre muitas outras. Hoje, aproximadamente a metade da população mundial tem como língua nativa um idioma dessa família. Foi justamente a descoberta do parentesco entre o sânscrito e as línguas europeias, no século XVIII, que fez nascer a Linguística histórica, dedicada a investigar essas similaridades.[...]
A partir de análises de grupos sanguíneos de várias populações, a equipe do geneticista Allan C. Wilson, da Universidade da Califórnia. em Berkeley, concluiu que há um grande parentesco genético entre os falantes das línguas indo-europeias, semíticas e dravídicas. Isso quer dizer que, ocupando uma vastíssima porção do planeta, da Ásia às Américas, eles têm mais em comum entre si do que, digamos, com os japoneses ou os esquimós. Essa descoberta coincide de forma espantosa com a teoria da superfamília nostrática. Em outra frente, pesquisas arqueológicas e linguísticas estão finalmente determinando o local de origem do proto-indo-europeu-um dos objetivos dos linguistas desde o século passado.
Até os anos 40, os pesquisadores acreditavam que o berço do indo-europeu estava situado no norte da Alemanha e da Polônia. Essa teoria, sustentada por deduções bastante ingênuas, foi usada nada ingenuamente pelos nazistas para confirmar sua teoria de que a raça tida como pura dos arianos surgira ali mesmo. Os linguistas imaginavam que, se fosse possível estabelecer um pequeno vocabulário comum à maioria da línguas indo-europeias, estariam diante de algumas palavras localizadoras, sobreviventes do proto-indo-europeu, em cuja terra natal seriam ainda faladas. Uma dessas tentativas estabeleceu três palavras localizadoras tartaruga, faia (uma árvore) e salmão. O único lugar onde todas elas podiam ser encontradas era uma área da Europa Central entre os rios Elba, Oder e Reno, na Alemanha, de um lado, e o Vístula, na Polônia, de outro. Ali havia salmões, tartarugas e faias. Não havia tartarugas ao norte da fronteira alemã, faias a leste do Vístula nem salmões a oeste do Reno. O método acabou desacreditado, pois muitas das palavras localizadoras estão sujeitas a mudanças de sentido, não sendo portanto instrumentos confiáveis.
As pesquisas mais recentes afirmam que o proto-indo-europeu era falado há cerca de 6 mil anos na Ásia e não na Europa Central. Dois trabalhos, um do americano Colin Renfrew, outro dos soviéticos Thomas Gamkrelidze e V.V. Ivanov, concordam ao apontar o berço do indo-europeu como o planalto da Anatólia, uma região que vai da Turquia à República da Armênia, que faz parte da União Soviética. Dali, movidos pela busca de terras férteis e de novos campos de caça, os indo-europeus migraram, há uns cinco milênios, seja para a Europa, seja para a Ásia. A corrida à procura da língua-mãe está apenas começando mas desde já nessa aventura científica não faltam algumas descobertas insólitas.
Uma delas é a incrível semelhança de palavras entre as línguas indígenas da América pré-colombiana e idiomas falados pelos povos do Mediterrâneo e Oriente Médio. Por exemplo, os índios araucanos do Chile usam a mesma palavra que os antigos egípcios, anta, para designar o Sol e a mesma palavra que os antigos sumérios, bal, para machado. A palavra araucana para cidade é kar, semelhante a cidade em fenício, que é kart. Há mais: a palavra maia thallac, que designa "o que não é sólido", é semelhante a Thallath, o nome da deusa do caos na antiga Babilônia. Curiosamente, thallac lembra ainda thalassa, mar em grego, e Tlaloc, o deus asteca da chuva. Shapash, o deus-sol dos fenícios, é também o deus-sol dos índios klamath, no Oregon, Estados Unidos. Essas misteriosas semelhanças escapam a qualquer tentativa de classificação. Mas, como disse certa vez Albert Einstein, o mistério é a fonte de toda verdadeira ciência. Desde que, para resolvê-lo, não seja preciso negar comida a crianças, como fizeram um faraó egípcio e um rei germânico.

Fonte: super.abril.com.br

Curiosidade: Em maio deste ano em Buenos Aires na Argentina, foi construída a Torre de Babel de livros.
A torre de 28 metros de altura, em formato de rampa circular, toda feita de aço e dezenas de milhares de livros, foi construída para marcar a gestão da cidade como Capital Mundial do livro de 2011, título designado pela Unesco.


'Torre de Babel' reuniu mais de 30 mil exemplares de livros, de 54 países - Divulgação/Ministério da Cultura de Buenos Aires
A Torre de Babel reuniu mais de 30 mil exemplares de livros de 54 países

Veja também:
Fisioterapia com Você: A Biblioteca de Alexandria

Lesões do Esporte - parte 1





Diversas são as lesões no meio esportivo, as principais envolvem as articulações e músculos mais solicitados, por exemplo, no futebol há uma exposição maior dos músculos da coxa, e articulações do joelho e tornozelo. No tênis as lesões ocorrem mais no ombro e cotovelo, como a epicondilite. Uma bursite pode ocorrer tanto em ombros como em joelhos. As tendinites não só acometem os esportistas como pessoas que trabalham com atividades repetitivas, causando a L.E.R. (lesão por esforço repetitivo). Abaixo uma relação das doenças mais ocorrentes no esporte, foram divididas em mais partes devido à extensão do assunto:


- Câibras musculares: são um pesadelo para muitos corredores: Apesar de existirem muitas causas para cãibras musculares, grandes perdas de sódio e líquidos costumam ser fatores essenciais que predispõem atletas a cãibras musculares.
- Síndrome da faixa iliotibial: Esta forte faixa vai desde o músculo por fora e em frente da pelvis ( músculo tensor facia latae), descendo pela coxa até inserir na tíbia. No local que ela passa pelo joelho, pequenos sacos de fluidos de amortecimento impedem que ela faça atrito contra o osso. Os sacos ou a faixa podem inflamar - tipicamente devido a: correr ladeira abaixo; mudanças no treino ou na superfície de corrida; movimentos excessivos dos pés; correr em superfícies inclinadas; pernas arcadas; super-pronação; tênis de corrida gasto; organismo desgastado (super-treinamento); tensão na faixa iliotibial; força nos quadris desigual; ou diferença no comprimento das pernas podem predispor à síndrome da faixa iliotibial.
- Condromalacia: dor ou sensibilidade perto ou abaixo da rótula na parte frontal ou lateral do joelho. A dor é gradual, geralmente em uma perna, e aumenta gradualmente durante várias semanas. A cartilagem da patela - abaixo da rótula - desgasta-se; fica como uma lixa, geralmente produz um som de rangido já que não mais desliza suavemente sobre o joelho.

- Entorses  do tornozelo:  A maioria das entorses do tornozelo envolvem o complexo ligamentar lateral, comumente associadas a atividades esportivas, especialmente em atletas entre 15 e 35 anos de idade. O paciente geralmente relata uma lesão do tornozelo quando fazia um movimento de mudança de direção e a maioria lembra-se da direção do movimento. As causas comuns são atividades esportivas, como futebol, saltos, corridas, ou traumatismos quando caminhava ou descia uma escada. Entorses podem ocorrer também nos joelhos.
- Paratendinites: a inflamação do paratendão que pode ocorrer com ou sem o envolvimento do tendão. O paratendão pode inflamar por erro de treinamento, calçado inadequado, encurtamento muscular do tríceps sural, aquecimento ou alongamento inadequados; Onde há tendão pode ocorrer as paratendinites, tendinites e bursites. Também está associada às articulações a sinovite que é uma inflamação do líquido sinovial, líquido presente nas articulações.
- Tendinites e Bursites: Tendinite e bursite são condições comuns que envolvem a inflamação do tecido macio ao redor dos músculos e ossos, mais freqüentemente no ombro, cotovelo, punho, quadril, joelho e tornozelo. A bursa é um pequeno saco cheio de fluido que atua como amortecedor entre um osso e outras partes que movem: músculos, tendões ou pele. A bursite ocorre quando a bursa fica inflamada (vermelhidão e aumento de fluido na bursa). O tendão é uma faixa de tecido fibroso que conecta os músculos aos ossos. Tendinite é inflamação de um tendão. Tendões transmitem a tração do músculo ao osso para ocasionar movimento, e podem ser pequenos, como os nas mãos, ou grandes, como o tendão de Aquiles no calcanhar.
- Fraturas por estresse devido à corrida: Fraturas de estresse são a quebra parcial ou fissura em um osso. Nos pés, a fratura de estresse ocorre no segundo, terceiro e quarto metatarsal. Doerá se tocar no topo de pé, caso não doa, você não tem fratura de estresse. Pode acontecer inchaço, mas isso geralmente não ocorre. Causas - Fratura de estresse resultam de um estresse crônico sobre o osso, geralmente devido a um super-treinamento prolongado o à troca da superfície a qual costuma correr de macia para uma mais dura.
Se você sentir dor quando pressiona a tíbia... descanse. Fraturas de estresse não aparecem no Raio-X até que a cicatrização já esteja avançada.
- A pubalgia atlética é descrita primariamente em atletas de alto nível e quase sempre no sexo masculino: O mecanismo de lesão envolve hiperextensão repetitiva do tronco em associação com hiperabdução da coxa, com tração do periósteo na inserção do reto abdominal ou na origem do adutor longo na pelve. Alterações rápidas de direção e o chute são duas atividades que podem desencadear a pubalgia.
Segue em breve lesões do esporte parte 2.
Fonte: copacabanarunner/artigos de fisioterapia/imagens internet

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Lesão medular contornada por estimuladores acionados por luz


Estimulação por luz


 
Cientistas estão testando um minúsculo estimulador acionado por luz, que pode ajudar pessoas paralisadas por lesão medular a recuperarem parte dos movimentos.
Mesut Sahin e seus colegas do Instituto de Tecnologia de Nova Jérsei (EUA) afirmam que seus dispositivos sem fios (wireless) poderão ser úteis para pacientes com lesão na medula espinhal.
A tecnologia foi batizada de FLAMES floating light activated micro-electrical stimulators, estimuladores microelétricos flutuantes ativados por luz, em tradução livre.

 
Microestimuladores medulares
 
Cada microestimulador é feito de um material semicondutor, semelhante ao usado na fabricação de processadores de computador.
Cada microestimulador é implantado em um ponto da medula, logo abaixo da lesão. O termo flutuante no nome da tecnologia refere-se ao fato de que cada um deles fica "solto", ou seja, pode mover-se pelo tecido.
Depois de implantados, os estimuladores são ativados por um feixe de luz infravermelha disparada por um laser através de uma fibra óptica.
Como a ativação é feita por luz, não há fios de interligação, o que torna este um implante wireless.

 
Movimentos computadorizados
 
Controlando a intensidade da luz, os pesquisadores demonstraram que é possível energizar os microestimuladores que, por sua vez, acionam os nervos na medula espinhal exatamente abaixo do ponto da lesão.
Isto permite movimentar os músculos que estavam paralisados - tudo o que um paciente terá que fazer será apertar um botão ou dar um comando de voz para acionar o laser infravermelho e ativar o microestimulador desejado.
Futuramente, esse controle poderá ser computadorizado, para permitir movimentos ritmados, como andar ou mover os braços de forma controlada.

 
Recuperação de movimentos
 
"Nossos testes in vivo sugerem que a tecnologia Flames pode ser usada para estimulação intra-espinhal mesmo nos pontos mais profundos do implante," afirma Sahin.
Os testes in vivo foram feitos em cobaias, o que é a última etapa antes que uma tecnologia possa ser testada em seres humanos.
"Nós esperamos que, assim que a Flames avance para o estágio clínico, os pacientes paralisados por lesão medular possam recuperar funções vitais," afirmou Sahin.

Fonte: diariodasaude

Pesquisa: Banana ajuda a despoluir a água



Pesquisadores brasileiros descobriram uma aliada inesperada no combate à água potável contaminada: a banana.
Em um novo estudo, as cascas trituradas da fruta conseguiram se ligar a vestígios de chumbo e cobre em amostras de água, aumentando em 20 vezes a detecção de metais tóxicos. A descoberta é uma nova esperança para as pessoas de países em desenvolvimento, onde a qualidade da água pode ser precária e as mais avançadas tecnologias de análise de água raramente chegam.
Mas ninguém deve se apressar e colocar cascas de banana na água para torná-la potável, alertam os pesquisadores. Um dia, a técnica pode ser reproduzida em ambientes industriais de forma barata e se tornar uma opção não tóxica para a limpeza de reservatórios de água.
"A supresa está na capacidade de extração, mais alta do que em materiais similares  construídos com reações químicas, como sílica modificada, trióxido de alumínio e celulose”, explica Gustavo Castro, químico do Instituto de Biociências de Botucatu, no estado de São Paulo.
"Todos esses materiais são produzidos no laboratório com o mesmo objetivo: remover os metais da água. No entanto, o custo de produção é alto e o processo gera alguns resíduos tóxicos”.
Metais pesados como o cobre e o chumbo são poluentes comuns em efluentes industriais e agrícolas. Mesmo em concentrações extremamente baixas em água potável, esses metais podem ser prejudiciais à saúde humana, e seus efeitos variam de náuseas a danos ao fígado e ao cérebro. Entretanto, pode ser difícil detectá-los em doses tão baixas.
Em busca de formas mais sustentáveis de detectar e remover os metais da água, grupos de pesquisadores têm trabalhado com cana de açúcar, fibras de coco e cascas de maçã, entre outros materiais. Castro e seus colegas foram os primeiros a fazer experimentos com cascas de banana, que contêm proteínas que se ligam a metais.
Os pesquisadores começaram com frascos de água que continham níveis pré-determinados de íons de cobre e chumbo carregados positivamente. Eles então acrescentaram um pó fino feito de cascas de banana trituradas e agitaram a mistura. Depois de alguns minutos, havia menos metal na água do que no início do experimento, o que demonstra a ligação entre o pó de casca de banana e os metais.
A técnica funcionou até com altos níveis de pH, o que seria útil pra tratar efluentes industriais. Além disso, as cascas de banana conservaram suas propriedades de ligação com metais por mais de 10 ciclos de experimentos.
“As cascas de banana não podem ser usadas para remover metais da água ou descontaminá-la”, alerta Ashok Gadgil, engenheiro ambiental da Universidade da Califórnia em Berkeley. “No entanto, seu valor está na habilidade de aglomerar traços de chumbo e cobre, facilitando sua detecção”.
O nível máximo permitido de chumbo na água, segundo a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, é de apenas 15 partes por bilhão. Níveis tão baixos podem passar despercebidos com facilidade por vários tipos de equipamentos. No novo estudo, o pó de casca de banana aumentou 20 vezes mais a concentração desses metais, facilitando sua detecção mesmo com instrumentos rudimentares.
"Qualquer pessoa munida de um instrumento relativamente sensível encontrará uma concentração 20 vezes maior do (poluente) que estiver procurando”, explicou Gadgil. "A técnica interessa às pessoas que têm acesso limitado a equipamentos altamente sofisticados. Elas poderiam usá-la como um pré-concentrador para detectar minúsculas quantidades de metal, mesmo em equipamentos com altos limites de detecção”.
Entretanto, antes de aplicar a técnica no monitoramento de água no mundo real, Gadgil afirma que é preciso conduzir mais testes com outras variedades de banana e diferentes níveis de maturação. "Queremos saber se uma banana em Bangladesh funciona da mesma forma que uma banana no Brasil. Gostaria de confiar totalmente em um método de análise antes de partir para um plano de ação”, garante Castro.

Fonte: discoverybrasiluol

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Qual a diferença entre os exercícios aeróbios e anaeróbios?



Todo mundo fala sobre exercícios aeróbios e anaeróbios, mas o que significam esses termos? Aeróbio ou anaeróbio está ligado ao tipo de metabolismo energético que está sendo utilizado preferencialmente. Isto não tem relação com os efeitos salutares dos exercícios.

Ambos os tipos de exercícios podem ser de intensidade leve, moderados ou forte.

No exercício aeróbio o oxigênio funciona como fonte de queima dos substratos que produzirão a energia transportada para o músculo em atividade. O exercício aeróbio é um exercício de longa duração, contínuo e de baixa e moderada intensidade. Estimula a função dos sistemas cardiorrespiratório e vascular e também o metabolismo, porque aumenta a capacidade cardíaca e pulmonar para suprir de energia o músculo a partir do consumo do oxigênio (daí o nome aeróbio).
São exemplos de exercícios aeróbios: Caminhar, correr, andar, pedalar, nadar, dançar. Estes exercícios utilizam vários grupos musculares ao mesmo tempo. Nestes exercícios, a duração dos movimentos influencia mais do que a velocidade para caracterizar se a atividade é suave, moderada ou exaustiva.
O exercício anaeróbio utiliza uma forma de energia que independe do uso do oxigênio, daí o termo anaeróbio. É um exercício de alta intensidade e curta duração. Envolve um esforço intenso realizado por um número limitado de músculos e há produção de ácido lático.
São exemplos de exercícios anaeróbios os exercícios de velocidade com ou sem carga, de curta duração e alta intensidade, como a corrida de cem metros rasos, os saltos, o arremesso de peso. Exercícios de força ou exercícios resistidos, com peso como a musculação também é considerada um exercício anaeróbio.
Os movimentos que realizamos no nosso dia-a-dia são um misto de atividades físicas aeróbicas e anaeróbicas.
Sempre citamos que um programa completo de exercícios deve apresentar os dois tipos de atividade física, para melhorar a resistência cardiorrespiratória, fortalecer músculos, desacelerar a perda de massa muscular e evitar a perda de massa óssea, além de muito alongamento para manter e melhorar a flexibilidade muscular.
Para perda de gordura corporal, ambos os exercícios (aeróbios e anaeróbios) produzem efeitos, pois ambos irão acelerar o metabolismo. Mas, o ideal é associar estes dois tipos de exercícios a dieta alimentar.
Os exercícios físicos terão a função de acelerar o metabolismo. A dieta, de produzir um pequeno déficit calórico, obrigando o organismo a metabolizar as reservas de gordura.
Do ponto de vista de substratos energéticos metabolizados durante o exercício, apenas o exercício aeróbio pode metabolizar gorduras para a produção de energia necessária ao esforço físico. Entretanto, esta quantidade é extremamente baixa em vista das quantidades necessárias em um processo de perda de gordura corporal.
Além disso, a maior queima de gorduras ocorre durante o período pós-exercício, fenômeno chamado "after burning", que representa a queima de calorias que temos após o exercício. Tanto o exercício aeróbio, quanto o anaeróbio acarretam o "after burning". Mas este processo tem maior amplitude após sessões anaeróbias.

Fonte: coppacabanarunners

Fisioterapia com Você: O Pilates pode utilizar a fonte  aeróbia ou anaeróbia dependendo da intensidade de como o exercício é  realizado.

Veja também:
Fisioterapia com Você: Pilates Emagrece?

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Pilates com bola: controle sua ansiedade


A aula de Pilates com Bola controla picos de ansiedade e depressão ocasionados pelo estresse do dia a dia. Mais do que um exercício físico, é um exercício mental, que tem como objetivo trabalhar a mente associada ao corpo.
Os benefícios do Pilates, associados aos exercícios com a bola, tornam a aula ainda mais divertida e os resultados são rápidos e aparentes, pois, tonifica e define músculos, melhora a flexibilidade e harmoniza as formas do corpo.
No Pilates com a bola, trabalha-se com as camadas mais profundas da musculatura de maneira muito eficaz. A bola permite que a coluna e os glúteos fiquem apoiados, sem interferir na execução ideal dos exercícios, pois é muito comum que os músculos mais fortes “roubem” o direcionamento da força.
Os exercícios são apresentados de forma bem simples, evitando as séries com infinitas repetições. Esse é o aspecto singular do Pilates: as repetições maçantes não existem. Os movimentos são contínuos (em camadas) e o grau de dificuldade é gradativo. Todos esses exercícios requerem muita precisão e concentração. Por isso, exercitam a capacidade de concentração e relaxamento.
A união dos exercícios do Pilates com a bola faz com que essa aula possa ser praticada por pessoas de diferentes níveis de condicionamento, que se recuperam de lesões ou estão em plena forma. Traz benefícios posturais, uma notável melhora no equilíbrio e coordenação, além da satisfação e diversão proporcionadas pela prática.

Fonte: Revista Pilates

Veja também:
Fisioterapia com Você: Caminhada + Pilates: uma boa

domingo, 23 de outubro de 2011

Dia 23 de Outubro dia do Aviador


Para todos os Pilotos que amam voar, que como pássaros sem as asas  morreriam...


Parabéns ao meu querido esposo que escolheu "andar" nos céus e assim contemplar lá de cima a grandiosa obra de Deus!

Vista aérea da Cordilheira do Andes - foto de arquivo pessoal


O vôo de Santos Dumont
Este gênio criativo nasceu em 20 de julho de 1873, em Palmira, hoje chamada Santos Dumont, em Minas Gerais.
Ele viu pela primeira vez um balão aerostático numa feira, na cidade de São Paulo, em 1888. Ali mesmo sentiu a sensação de subir com um balão às alturas, que somente aos pássaros era possível.
Depois da morte de seu pai, em 30 de agosto de 1892, mudou-se para Paris, na França. Correu atrás dos seus sonhos e conseguiu em 22 de março de 1898, em sua primeira ascensão aerostática.
Decidido a aperfeiçoar seus balões, fez em julho sua primeira ascensão livre com o balão de nome "Brasil", que mandou construir para seu uso pessoal. No mesmo ano, ainda em 18 de setembro, realizou a primeira experiência com o seu balão dirigível nº 01, sendo a primeira vez que um motor à explosão, adaptado a um veículo aéreo, funcionava no ar.
Na primeira tentativa de decolagem, chocou-se contra as árvores, pois decolou a favor do vento, conforme foi convencido pelas pessoas que assistiam.
Dois dias depois, a 20 de setembro de 1898, decolou contra o vento, conforme sua concepção. Para espanto da assistência, pela primeira vez na história da humanidade, um balão evolui no espaço, propulsionado por um motor a petróleo. Após este evento, aperfeiçoou, sua criação nos dirigíveis 2 e 3.
Até o balão dirigível nº 14, houve uma infinidade de experiências diversas que o deixaram famoso. A sua hélice e o motor serviram para as primeiras experiências com o aeroplano nº 14 Bis.



Estava inclinado a crer que a verdadeira função dos veículos aéreos consistiria no transporte rápido de passageiros, correspondências e cargas. Santos Dumont tentou levar o mundo a partilhar de suas idéias em vão.
Os homens mais eminentes não as aceitavam e a imprensa, noticiando os seus desastres, apelidava-o de "Santos Desmonta". Em 1902, entretanto, o Príncipe de Mônaco se ofereceu para construir um hangar, caso Santos Dumont quisesse levar os seus dirigíveis para Monte Carlo, durante o inverno.
Santos Dumont aceitou. O jovem brasileiro, com o seu ar afável e negligente, era visto em jantares com o Príncipe de Mônaco e em ceias com os grandes banqueiros. No mar, as embarcações faziam cortejo em sua honra. Célebres corredores de automóvel aceleravam os seus carros na estrada do litoral, chegando a ultrapassar 60 quilômetros por hora, para acompanhar o seu vôo.
Depois de muitas experiências com aparelhos que eram metade avião, metade balão, Santos Dumont galgou novos êxitos. Em 1906 deu ao mundo a primeira demonstração pública de vôo num aparelho "mais pesado que o ar". (Os irmãos Wright só vieram a voar publicamente em 1908.)
Já em 1909, a aviação começava a escapar das mãos dos inventores para as dos engenheiros e mecânicos. Como ganhador do prêmio Nobel, Santos Dumont acreditava que as suas invenções haviam de tornar tão terrível a guerra, que os homens não pensariam mais nela. Santos Dumont morreu no dia 23 de julho de 1932, no Guarujá.
Seu coração se encontra no salão nobre da Academia da Força Aérea, em Pirassununga, em artístico escrínio de ouro, para que os oficiais que lá se formam possam sentir sua nobreza e seu pulsar indefinidamente, nos corações de todos os brasileiros.

O espirito nobre de Santos Dumont através da sua invenção uniu os povos, aproximou mundos  que pareciam impossiveis de alcançar, somente pela imaginação humana. 

Vista do Vulcão Maipo/Chile- Imagens de Arquivo Pessoal

Para ler toda a matéria sobre Santos Dumont acesse o site:

sábado, 22 de outubro de 2011

Estudo: cirurgia deixa 47% dos epiléticos sem crises por 10 anos



Pacientes com epilepsia que não conseguem controlar as convulsões com remédios, devem ser encaminhados à cirurgia, segundo pesquisadores. Os cientistas da universidade College London descobriram que quase metade das pessoas permanecem por dez anos sem ter crises, se forem submetidas à operação no cérebro. As informações são do Daily Mail. Os cientistas acompanharam 615 pós-operatório por 19 anos. Eles descobriram que 82% deles ficaram livres de crises por um ano, 52% por cinco e 47% não tinha sofrido convulsão uma década depois da cirurgia.
Os especialistas acreditam que a descoberta contribui para uma melhor avaliação pré-operatória e mais agilidade no encaminhamento à cirurgia. Cerca de metade dos casos de epilepsia são focal - onde uma parte específica do cérebro é afetada - e a cirurgia só está disponível para eles no Reino Unido, depois do fracasso no tratamento com medicamentos.

A doença
A epilepsia é uma desordem cerebral que pode causar convulsões recorrentes, em que as células do cérebro enviam sinais com defeito, causando espasmos musculares e perda de consciência. Cerca de 50 milhões de pessoas, em todo o mundo, enfrentam o problema.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, estudos recentes têm mostrado que até 70% das crianças recém-diagnosticados e adultos com epilepsia podem ser tratados, com sucesso, com medicamentos anti-epilépticos.
Depois de entre dois e cinco anos de sucesso do tratamento, os medicamentos podem ser retirados em cerca de 70% das crianças e 60% dos adultos sem provocar novas crises.

Fonte: saudeterra

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Pilates no tom para os Músicos



Músicos profissionais devem pensar em si mesmos como atletas. Os tendões e músculos utilizados no desempenho são colocados sob constante estresse em um ambiente de alta pressão. Para o músico de orquestra de câmara as apresentações consistem em quase duas horas de reprodução contínua. Essas demandas são intensificadas em performances solo.
Além disso, a maioria dos instrumentos requer posturas assimétricas. Pense no violinista, violoncelista, harpista, ou flautista. Todos estes músicos fazem concessões para se adaptarem às dimensões físicas do seu instrumento e tocar.

Para manter um alto nível de desempenho, os músicos precisam de um programa que pode corrigir desequilíbrios musculares, fortalecer o centro, músculos estabilizadores e prevenir as lesões por esforços repetitivos que os afeta com frequência. Pilates é uma ótima ferramenta para os músicos. Um programa de condicionamento baseado no Pilates inclui exercícios para restaurar a estabilidade do tronco e da pelve, flexibilidade, equilíbrio muscular, força, resistência e testes padrões de respiração eficiente.

Benefícios do Pilates para Músicos

  • Melhora o desempenho instrumental
  • Prolonga a carreira tocando
  • Desenvolve a força do núcleo
  • Melhora o controle da respiração
  • Restaura postura natural permitindo uma utilização mais eficiente do tronco e extremidades superiores
  • Aumenta a resistência ao tocar através do tronco e da estabilidade do ombro
  • Alivia a dor e a tensão pela postura e melhora o alinhamento da coluna
  • Reduz o risco de lesões por esforços repetitivos, criando equilíbrio muscular funcional
Fonte: physiopilates/imagem internet

Pesquisadores anunciam grande passo para tratar osteoporose


Uma equipe de pesquisadores da Universidade Cheng Kung, em Taiwan, descobriu que a proteína IL-20 é a chave para o tratamento da osteoporose.
A descoberta, que abre novos tratamentos para a cura da doença, foi publicada no Journal of Experimental Medicine, anunciou o diretor da equipe, Ming-Shi Chang, professor do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular da universidade.
Os pesquisadores descobriram que o sangue dos doentes de osteoporose tem concentração de IL-20 maior que o normal, o que parece assinalar que esta proteína está ligada ao progresso da doença.
Com o uso de um anticorpo para a IL-20, a equipe conseguiu inibir a formação de elementos diretamente ligados à osteoporose, mas até o momento só em cobaias.
Os pesquisadores produziram cobaias com genes que bloqueiam a proteína IL-20 e as protege da osteoporose.
"O desenvolvimento de uma medicina baseada em anticorpos da IL-20 será mais efetiva que todos os tratamentos existentes contra a osteoporose", disse Chang.
A equipe taiuanesa disse que seguirá pesquisando e está disposta a colaborar com empresas farmacêuticas para o desenvolvimento de novos remédios contra a osteoporose.

É UMA BOA NOTÍCIA!

Fonte: discoverybrasiluol/imagem internet

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Jornal é transformado em combustível para carros



A notícia de ontem pode ser o combustível de amanhã.

[Quantas idéias boas por aí pouco divulgadas...]

Cientistas da Universidade de Tulane descobriram uma cepa de bactérias clostridia, denominada TU-103, capaz de devorar jornais velhos e produzir butanol, um substituto da gasolina.
Exemplares antigos do Times Picayune, o jornal diário de New Orleans, foram utilizados com sucesso pelos pesquisadores para produzir o butanol a partir da celulose de papel. A celulose é o material estrutural das plantas.
TU-103 é a primeira cepa de bactérias encontrada na natureza (não modificada geneticamente) a produzir butanol diretamente da celulose. Descoberta em fezes de animais, é também a única cepa que pode crescer na presença de oxigênio, uma grande vantagem, já que a necessidade de manter a fermentação bacteriana em câmaras herméticas encarece a manipulação de outras cepas.
"Essa descoberta poderia reduzir o custo de produção do biobutanol”, afirmou David Mullin, pesquisador do laboratório que realizou a descoberta, em um comunicado à imprensa da universidade.
"Além da possível economia por litro, o biobutanol de celulose reduziria substancialmente as emissões de dióxido de carbono e outros poluentes em comparação com a gasolina, e possui um impacto residual positivo”, acrescentou.
A cepa recém-descoberta pode ser usada para produzir combustível a partir de qualquer fonte de celulose, não só o papel.
"O mais importante nesta descoberta é a capacidade da TU-103 produzir butanol diretamente da celulose”, afirmou Mullin.
Os biocombustíveis de celulose são mais vantajosos que o etanol extraído do milho e da cana de açúcar. Eles não competem por terras cultiváveis, já que as plantas que contêm celulose podem se estabelecer onde outras culturas não crescem.
O butanol também é superior ao etanol em vários aspectos: não exige a modificação dos motores automotivos, é menos corrosivo e de maior octanagem. Como o butanol contém mais energia que o etanol, os carros abastecidos com butanol não consumiriam mais por quilômetro rodado, como ocorre como etanol e misturas como o E85.

Fonte: discoverybrasiluol

Nova chance para os pulmões

 

chamada.jpg

Procedimento aumenta a capacidade respiratória de portadores de enfisema, doença que costuma atingir os fumantes

Mônica Tarantino


Uma nova modalidade de tratamento está chegando ao País para aliviar os sin­tomas dos portadores de enfisema grave, uma doença crônica que progressivamente debilita a capacidade respiratória e prejudica a qualidade de vida. Vinte por cento da po­pulação mundial acima de 65 anos convive com o problema, a maioria fumante (o tabagismo é o mais importante fator de risco).

A enfermidade deteriora os alvéolos, estruturas pulmonares que realizam as trocas gasosas com o sangue. Isso torna mais lenta e difícil a eliminação do ar contido no órgão. Com o tempo, os pulmões ficam cada vez mais dilatados, o que aumenta a falta de ar e o cansaço. A técnica que agora começa a ser usada no Brasil é feita para murchar a parte do pulmão mais atingida pela doença. Dessa maneira, cria-se mais espaço no tórax para o órgão se expandir durante a inspiração.

O método consiste na colocação de pequenas válvulas nos canais que levam o ar até os pulmões, os brônquios. A missão desses dispositivos, feitos de silicone e nitinol (uma liga de níquel e titânio), é desviar o ar inspirado para as áreas do órgão menos atingidas pelo enfisema. “Quando a pessoa inspira, a válvula se fecha e impede que o ar entre nas regiões comprometidas. Quando a pessoa expira, a válvula se abre para permitir também o escape do ar contido nessas áreas”, explica o médico e pesquisador Hugo Goulart de Oliveira, Chefe do Serviço de Cirurgia Torácica do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, onde o dispositivo foi testado e aprimorado por nove anos. O tratamento foi avaliado em outros seis países. Atualmente, a técnica está disponível em mais de 20 países na Ásia e Europa.
Até agora, pacientes em estado grave eram tratados com remédios broncodilatadores, reabilitação respiratória e cilindros de oxigênio para dar mais fôlego àqueles que muitas vezes não conseguem sequer levantar da cama. Nos casos severos, as alternativas eram a internação para ventilação artificial ou o transplante. Havia uma terceira possibilidade, que era a cirurgia de redução de volume pulmonar. “Porém ela tem alto risco de mortalidade”, diz o pneumologista Oliveira. Por essa razão, nos Estados Unidos, menos de 100 operações desse tipo são feitas por ano.
Diante desse quadro, a colocação das válvulas é uma luz no fim do túnel. “Elas não curam o enfisema, mas melhoram imensamente a qualidade de vida de doentes bem selecionados”, diz o cirurgião torácico Luis Carlos Losso, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcellos, de São Paulo, um dos hospitais paulistanos de primeira linha que começam a realizar o procedimento. Uma das condições é que a enfermidade não tenha acometido gravemente todo o pulmão. Bem indicada, a técnica proporciona a recuperação de até 25% da capacidade respiratória.

A nova opção para os pacientes de enfisema por enquanto não está disponível na rede pública e tem custo elevado.

Para ler toda a reportagem acesse o link abaixo:

Parabéns à Ciência!!!

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Disney World completa 40 anos

No mês das Crianças não dá para esquecer da Disney



Quem não teve na sua infância a imaginação povoada pelos desenhos da Disney? Peter Pan, Bela Adormecida, Branca de Neve, o eterno Mickey Mouse... Vá bem que hoje alguns desenhos estão mais parecidos com pessoas da vida real do que com desenhos mesmo. Mas eu me divirto assistindo com meu filho Toy Story, Cars ou Shrek. Pode ser até que alguns não gostem dos desenhos, mas dar uma passeadinha pela Disney  e ver toda aquela tecnologia montada para a diversão é uma aventura pra lá de legal tanto para os "baixinhos" como também para os "altinhos".

Como surgiu o Disney World

Entre 1963 e 1965, os irmãos Walt e Roy O. Disney compraram cerca de 110 km² (o equivalente a duas Manhattans) em uma região da Flórida, nos Estados Unidos. O irmão mais famoso anunciou que os pântanos que eles haviam acabado de comprar seria transformado em duas cidades, uma tradicional e outra futurista, áreas de recreação e parques temáticos, seguindo o sucesso da Disneyland, inaugurada em 1955.
Walt morreu em dezembro de 1966, antes do início da construção do complexo, que ocorreria no ano seguinte, e sem que o mundo soubesse o que realmente planejava. O irmão assumiu o projeto e o primeiro parque inaugurado foi o Magic Kingdom, nos moldes da Disneyland, em 1971. O Epcot (sigla para Protótipo Experimental de Comunidade para o Futuro) - que era o primeiro planejado por Walt - abriu ao público em 1982. O MGM Studios (hoje Hollywood Studios) abriu em 1989. O último parque temático foi o Animal Kingdom, inaugurado em 1998.
Hoje, aquele monte de pântanos que pouca gente entendia por que estavam sendo comprados nos anos 60, foram transformados em um dos maiores complexos turísticos do planeta. Falta saber o que o Disney World nos reserva para os próximos 40 anos.

Algumas atrações da Disney:

Pirates of the Caribbean

Primeiro, a atração inspirou os filmes – agora os filmes inspiraram a atração!
O Capitão Jack juntou-se à tripulação! Prepare-se para içar as velas nesta jornada tempestuosa para descobrir o Capitão Jack e seu castigo merecido, Barbossa, interagindo com alguns de seus bucaneiros de Audio-Animatronics® favoritos e adicionando um toque incrível a esta aventura clássica – juntamente com os novos efeitos especiais.

O Eterno Castelo da Cinderela
Cinderella Castle


Monsters, Inc. Laugh Floor
Inspirada em "Monstros S.A." da Disney·Pixar.

Ajude Mike Wazowski, seu "Monstro de Cerimônias" e seus amigos selvagens e malucos a fornecer energia para a cidade de Monstrópolis – com risada! Mike e sua galera transformaram o Laugh Floor at Monsters, Inc. em um clube de comédia para os visitantes humanos. Você nunca terá a mesma experiência duas vezes, uma vez que Mike convida seus amigos peludos e engraçados para o palco digital para negociar piadas com o pessoal da platéia, como você. E não se esqueça do sarcástico Roz, que não tem certeza se Mike está à altura da tarefa!

A saga continua
Star Tours – The Adventures Continue
Os poderes da Força e da magia da Disney se uniram mais uma vez para criar uma nova e inesquecível experiência Star Wars em Star Tours – The Adventures Continue — em 3-D! Este simulador de vôo espacial de profundidade apresenta uma viagem à velocidade da luz para galáxias, muito, muito distantes.




Entre neste terreno alto e traiçoeiro da Montanha Proibida nesta aventura em um trem em alta velocidade e de grande altitude! Uma curva fechada vira você em direção ao pico e, então, quando você pensa que não poderia haver mais emoção - você voltar de costas! A montanha é cheia de surpresas. Tome cuidado com a fera raivosa que cuida de seus domínios... o Yeti!


Disney é um daqueles lugares para se ir  De Mala e Cuia!!!

Para mais informações sobre o Mundo Disney acesse o site oficial no Brasil:

home.disney

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Você sabia que o umbigo é fundamental para o sucesso esportivo?



Por Karin Zeitvogel, AFP

Os cientistas descobriram por que alguns atletas dominam as pistas de corrida e outros, as raias da piscina. Segundo um estudo publicado esta semana, a culpa é do umbigo.
O que importa não é se o atleta tem a cicatriz de nascença para dentro ou para fora, mas sua posição em relação ao restante do corpo, afirma o estudo publicado no periódico International Journal of Design and Nature and Ecodynamics.
O umbigo é o centro de gravidade do corpo, e tomando-se dois corredores ou nadadores da mesma altura, um negro e outro branco, "o que importa não é a altura total, mas a posição do umbigo, ou do centro de gravidade”, declarou Andre Bejan, professor da Universidade de Duke e principal autor do estudo, à AFP.
"Na arquitetura do corpo humano dos corredores originários da África Ocidental, o centro de gravidade é significativamente mais alto do que o dos corredores de origem europeia, o que lhes confere uma vantagem nas pistas de corrida”, explicou o pesquisador.
“Os indivíduos de origem africana têm pernas mais compridas do que as dos atletas europeus, o que significa que seu umbigo fica três centímetros acima do dos brancos”, disse Bejan. Isso significa que os atletas negros possuem uma “altura oculta” maior do que dos brancos, conferindo-lhes uma vantagem significativa nas competições.
"A locomoção é basicamente um processo contínuo em que caímos para a frente, e a massa que cai de uma altitude maior, cai mais rápido”, explicou Bejan.
Já na piscina, os brancos levam vantagem porque têm troncos mais longos e o umbigo é mais baixo no esquema geral da arquitetura do corpo.
"Nadar é a arte de surfar a onda criada pelo nadador”, filosofa Bejan.
"O nadador que produzir a maior onda é o mais rápido, e um tronco mais longo gera ondas maiores. O tronco dos europeus é 3% mais longo que o dos africanos, o que lhes confere uma velocidade 1,5% maior na piscina”, afirmou.
O tronco dos asiáticos tem o mesmo comprimento do dos europeus, e portanto, este grupo étnico têm o mesmo potencial para quebrar recordes na piscina. No entanto, eles costumam perder para os brancos porque estes são mais altos, explicou Bejan.
Muitos cientistas evitaram realizar estudos para verificar por que os negros são melhores corredores e os brancos, melhores nadadores, devido ao que o estudo chama de “ângulo racial óbvio”.
Contudo, Bejan afirmou que o estudo, do qual também participaram Edward Jones, professor da Universidade de Howard em Washington, e o pesquisador Jordan Charles, concentrou-se nas origens geográficas dos atletas e na biologia, não na raça, o que os autores denominam um "construto social".
Bejan é branco, originário da Romênia, e Jones é um negro da Carolina do Sul.
Eles mapearam e analisaram recordes quebrados ao longo de quase 100 anos por mulheres e homens nas corridas de curta distância e nos torneios de natação de 100 metros, estilo livre.

http://blogs.discoverybrasil.uol.com.br/noticias/2011/10/o-umbigo-%C3%A9-fundamental-para-o-sucesso-esportivo.html

18 de Outubro - Dia do Médico



"Obrigado, Doutor! Pela sua sapiência e pela paciência também. Obrigado pelas palavras de conforto que pronuncia nos momentos de incertezas. Obrigado pela disponibilidade e amabilidade. Pelas vezes que, angustiado, bati à sua porta e ela se abriu para mim, como por milagre. Obrigado por ser atencioso, cortês e realista diante dos fatos. Por cuidar com destreza desta coisa tão frágil que carrego comigo - a vida! Pelas vezes que o despertei no meio da noite, para mitigar um problema inesperado. Obrigado quando dominando o seu cansaço domina também a minha dor e angústia, no desespero por uma ajuda. Pelo seu olhar magnânimo e pela vontade de ajudar e transpor obstáculos. Quando nos últimos recursos encontro suas mãos imantadas pelo calor humano. Obrigado pela sua coragem que contagia minha fraqueza. Obrigado por ontem, por hoje e pelo amanhã. E por sua amizade sincera, sem fronteiras. Deus, Vós que sois o médico dos médicos, dai a todos os médicos e médicas a sabedoria que cura, a dignidade que encoraja e o amor que é a luz da vida. Amém."

Fonte: mensagenscomamor.com

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Pilates para os Profissionais da Educação



De acordo com levantamento publicado na Revista Brasileira de Epidemiologia, dores musculares em membros superiores e inferiores em profissionais da área da educação são comuns e estão relacionadas à esforços físicos e tempo de trabalho.
Às LER (lesões por esforços repetitivos) e DORT (distúrbios osteomoleculares relacionados ao trabalho), ligados aos problemas de postura, estresse e trabalho excessivo, podem ser caracterizados por: tendinite, bursite e outras doenças do gênero.
O trabalho por tempo prolongado, em pé, gera sobrecarga na coluna e fadiga na musculatura. Mesmo sentado em seu escritório/sala para preparar as aulas, o uso inadequado do computador na escola (falta de apoio para os punhos, monitor fora do nível dos olhos, cadeira sem regulagem de altura, etc.), pode causar problemas de natureza ergonômica.
O trabalho do professor também é caracterizado pelo hábito de escrever no quadro em ângulo superior a 90 graus, pela correção de centenas de provas e trabalhos escolares. Contudo não é raro vê-los pelos corredores, carregado de livros e papéis.
O Pilates tem sido procurado por muitos profissionais desta área para a manutenção da boa postura e prevenção de lesões, em busca de um corpo saudável e mais resistente.
A incorporação do método nos exercícios de solo e aparelhos permiti que o praticante desenvolva um padrão postural melhor, aumente a flexibilidade e força de forma global, potencializando a coordenação motora e consciência corporal.
Para os profissionais da educação, é preciso enfatizar os grupos musculares estabilizadores da coluna, cintura escapular, membros superiores e membros inferiores, já que durante as aulas, são realizados movimentos dinâmicos e de grande amplitude. A respiração, a concentração e a fluidez de movimentos são princípios do método que permitem a conexão entre a mente e o corpo, dissipando tensões e stress. O que proporciona mais disposição e um melhor desempenho para o dia-a-dia.
Para isso o Pilates vem trazer alívio para esses profissionais. Baseado nos seus princípios, o metódo equilibra a saúde dos professores através do alongamento, respiração, equilíbrio, força muscular e flexibilidade. O Pilates não busca apenas aliviar a dor de forma imediata, mas sim restabelecer o equilíbrio corporal.