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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Confira a lista dos 10 principais animais ameaçados de extinção

1 - Tigre
Ecologia - Tigre<br>Foto: Instituto Aqualung

Há menos de 3,2 mil tigres na natureza. A perda de habitat é a principal causa do desaparecimento desse animal, aliada à crença, na Ásia, de que partes do seu corpo seriam medicinais.

2 - Urso Polar
Ecologia - Urso polar<br>Foto: Instituto Aqualung

O urso polar é o maior ícone da extinção de animais em todo o mundo. Ele está desaparecendo por causa do aquecimento global que derrete as geleiras no Ártico. Além disso, petroleiros e derramamentos de óleo são também ameaças ao urso polar.

3 - Morsa
Ecologia - Morsa<br>Foto: Instituto Aqualung

A morsa entrou recentemente para a lista de animais ameaçados de extinção. Ela está sendo diretamente afetada pelo aquecimento global. As geleiras desaparecem por causa das altas temperaturas e as morsas ficam sem alimento.

4 - Pinguim de Magalhães
Ecologia - Pinguim de Magalhães<br>Foto: Instituto Aqualung

Os pinguins estão tendo de nadar cada vez distâncias maiores para achar comida e estão morrendo na praia, literalmente. Das 17 espécies de pinguins, 12 estão em risco de extinção por causa do aquecimento global.

5 - Tartaruga-gigante
Ecologia - Tartaruga-gigante<br>Foto: Instituto Aqualung

A tartaruga-gigante é também conhecida como tartaruga-de-couro, sendo a maior do mundo e a mais ameaçada. Há um número reduzido de fêmeas - cerca de 2,3 mil - em seu habitat natural, no Oceano Pacífico. O aumento da temperatura, a pesca e a poluição são ameaças à procriação desse animal.

6 - Atum-azul
Ecologia - Atum-azul<br>Foto: Greenpeace

O atum-azul é um ingrediente importante do sushi e portanto bastante consumido em todo o mundo, especialmente no Oriente. No Oceano Atlântico e Mediterrâneo, ele está sendo extinto por causa da pesca predatória.
Seria necessário diminuir o seu consumo para salvá-lo da extinção e proibir a sua pesca. Com o tempo a sua população voltaria ao equilíbrio.

7 - Gorila das Montanhas
Ecologia - Gorila das Montanhas<br>Foto: Instituto Aqualung

Os gorilas podem desaparecer na próxima década. Nas florestas africanas há aproximadamente 720 desses animais, e 200 no Parque Nacional de Virunga. Eles são até hoje caçados porque acredita-se que partes do seu corpo tenham propriedades medicinais.

8 - Borboleta Monarca
Ecologia - Borboleta Monarca<br>Foto: Instituto Aqualung
As temperaturas extremas são a principal ameaça à borboleta monarca, mesmo que ela adore calor e, por isso, cruzam os Estados Unidos em direção ao México todos os anos.
A borboleta monarca vive em florestas de pinheiros, ambiente cada vez mais destruído pela urbanização.

9 - Rinoceronte de Java
Ecologia - Rinoceronte de Java<br>Foto: Instituto Aqualung

Há apenas 60 rinocerontes de java em seu habitat. A caça predatória é a principal ameaça a esse animal, porque o seu chifre é usado na medicina tradicional asiática.
O avanço das plantações tem ajudado a devastar as florestas que abrigam a espécie.
O Vietnã já chegou a abrigar o maior número desses animais, mas hoje conta com pouco mais de uma dezena de rinocerontes.

10 - Panda
Ecologia - Panda<br>Foto: Instituto Aqualung

Segundo o WWF, há 1,6 mil pandas na natureza. Eles vivem nas florestas da China, cada vez mais ameaçadas pela expansão das cidades desse país. Para ainda existirem pandas, metade deles vive em áreas protegidas ou zoológicos.

*Com informações do Instituto Aqualung

Fonte: 360graus
Vamos ter mais "consciência ecológica", onde cada um puder ajudar, a natureza (e um dia a gente também) agradece!

"Creio que os animais vêem no homem um ser igual a eles que perdeu de forma extraordinariamente perigosa o são intelecto animal, isto é, que vêem nele um animal irracional, um animal que ri, um animal que chora, um animal infeliz"   Friedrich Nietzsche

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Regras Básicas para perder Gordura



A energia é necessária para que o organismo mantenha suas funções físicas ativas, seja para trabalhar, estudar ou até mesmo para respirar, e para realizarmos todas as funções necessárias para a manutenção da vida, precisamos da energia que vêm da alimentação diária.
Quando você não está comendo, ou você está se exercitando, seu corpo deve usar os armazenamentos internos de energia dos carboidratos complexos, gorduras e proteínas.
Para perder peso, saber como o corpo usa as calorias de combustível pode fazer a diferença na forma como você se aproxima de seu programa de perda de peso. Nós começamos a nossa energia a partir de gorduras, carboidratos e proteínas.
Definir a melhor forma de queimar gordura começa com alguns fatores básicos sobre como seu corpo obtém energia. Saiba como elas são classificadas:
  • Gorduras saturadas, que vêm dos alimentos de origem animal, como por exemplo, nas carnes, queijos e na manteiga;
  • Gorduras hidrogenadas, que são usadas na produção da maioria das comidas industrializadas;
  • Gorduras monoinsaturadas, que são muito boas para o organismo, protegem as artérias e estimulam a produção do bom colesterol e estão presentes no abacate, linhaça, nozes e castanhas, entre outros alimentos;
  • Gorduras poliinsaturadas, que tem ação parecida com a monoinsaturada e está presente especialmente nos óleos vegetais.

O corpo utiliza principalmente a gordura e carboidratos para o combustível. Uma pequena quantidade de proteína é usada durante o exercício, mas é principalmente utilizado para reparar os músculos após o exercício. A proporção desses combustíveis irá mudar dependendo da atividade que está fazendo.
Para o exercício de maior intensidade, como corrida, além de metabolizarem mais calorias no total, utilizam mais calorias absolutas advindas da metabolização de gorduras. Isso porque as vias metabólicas disponível para quebrar carboidratos para a energia são mais eficientes do que os caminhos disponíveis para a quebra de gordura. Embora mais eficazes, os mesmo não podem ser feitos por qualquer pessoa, recomendados apenas, para indivíduos já fisicamente ativos e, principlamente, sem fatores de riscos cardiovasculares.
Para o exercício mais lento ou de media a baixa intensidade, que é o caso do Pilates, a gordura é usada mais por energia do que carboidratos. Quando se trata de perda de peso, não importa que tipo de combustível que você usa. O que importa é quantas calorias você queima em vez de quantas calorias você absorve.
A verdade é que o percentual de utilização de gorduras para o fornecimento da energia necessária ao exercício é maior nas baixas intensidades de esforço, ficando em média de 60% da energia utilizada, contra 35% de utilização nos exercícios de alta intensidade. Esta premissa básica é que começou a teoria da “zona de queima de gordura”, ou a idéia de que trabalhar em uma determinada zona da freqüência cardíaca (em torno de 55 a 65 do seu ritmo cardíaco máximo ) permitirá que o seu corpo a queimar mais gordura.
Há algumas métodos específicos para queimar mais gordura e tudo começa com a forma como e quanto você se exercita. Na prática, o aumento da intensidade na execução dos exercícios, optar por treinamento de força, fazendo com que o corpo queime calorias mesmo nos períodos de descanso são as melhores soluções para aumentar a sua queima de calorias em exercícios lentos a moderados. São indicados para qualquer pessoa, principalmente, para os sedentárias ou iniciantes.
Por ser uma atividade anaeróbica, que utiliza uma energia que independe do uso do oxigênio, assim como a musculação – e não aeróbica (que envia energia ao músculo a partir do consumo do oxigênio, como a corrida) o Pilates não está no topo da lista de exercícios físicos que queimam mais calorias, no entanto, o método promove uma transformação no condicionamento físico, na consciência corporal e até mesmo no estilo de vida do praticante e, por isso, é sim um aliado poderoso na busca por um corpo mais saudável e, portanto, muito mais leve.
O método Pilates ajuda a fazer as pazes com a balança porque substitui a gordura por massa corporal magra, tonifica e modela o corpo, acelera o metabolismo, corrige a postura alongando a silhueta e ainda ajuda a elevar a autoestima, o que diminui a ansiedade e a vontade de comer fora de hora. A soma de todos esses fatores transforma o praticante por inteiro.

Fonte: revistapilates

terça-feira, 31 de julho de 2012

Incontinência urinária - Perda de controle da bexiga




Muitas pessoas com problema de perda de controle da bexiga, o órgão que retém a urina, escondem isso de todos, inclusive do médico. Não há necessidade para isso. Na maioria dos casos, a incontinência urinária pode ser tratada e até curada. Se você tem problema de incontinência urinária não sofra em silêncio.

  Quais são os tipos de problemas de incontinência urinária?
* Estresse físico. Pode-se perder o controle da bexiga ao praticar exercício físico, rir, tossir, espirrar ou suspender objeto pesado.
* Urgência de urinar exagerada. Isso acontece quando a pessoa não segura a urina por muito tempo e não consegue chegar ao banheiro.
* Transbordamento. A bexiga está sempre cheia e pequenas quantidades de urina vazam dela.
* Misto. Algumas pessoas têm mais de um tipo de incontinência urinária.

 
O que pode causar problema de perda de controle da bexiga?
O envelhecimento não causa esse problema, mas muitos tipos de doenças ocasionam perda de controle da bexiga:
* Infecções no trato urinário ou vagina podem causar incontinência urinária.
* Alguns medicamentos ocasionam problemas na bexiga.
* Tumores no cérebro, corda espinhal ou bexiga podem fazer a pessoa perder o controle da bexiga.
* Músculos da bexiga podem estar fracos ou com reação exagerada.
* Os nervos que controlam a bexiga podem estar danificados.

Que outros problemas a incontinência urinária pode causar?
Problema na bexiga pode persistir por um longo tempo antes da pessoa procurar ajuda. Isso pode ocasionar outros problemas como:
* Erupções, infecções e feridas na pele.
* Infecções no trato urinário.
* Problemas de sono.
* Menor atividade social e sexual.
* Perda de auto-estima.
* Depressão.

 
O que o médico faz se você tiver incontinência urinária?
* O médico perguntará sobre seu histórico de saúde.
* Fará exame físico.
* Poderá pedir alguns exames de urina ou sangue, e outros testes para verificar o quão bem você pode esvaziar a bexiga.
* Pode pedir para você manter um diário de quando urina e quando tem incontinência urinária.

Como é o tratamento para incontinência urinária?
O tratamento depende do tipo de incontinência urinária e sua causa. Alguns tratamentos possíveis são:
* Treinamento para controle da bexiga.
* Exercícios para tornar os músculos pélvicos mais fortes (exercícios Kegel).
* Medicamentos.
* Cirurgia.
* Aparelhos como implante, tampão ou emplastro.
* Roupas íntimas especiais que podem reter bastante urina.

Lesões de academia




Em uma sociedade que cultua tanto o corpo, não há quem não se incomode com alguns quilinhos extras. Como resultado disso, chovem matrículas em academias. Segundo dados da Associação Brasileira de Academias (Acad) cerca de 1,7% da população freqüenta a academia e esse número tem potencial para dobrar, elevando o número de adeptos de três para seis milhões. Mas, especialistas alertam que a empolgação pela conquista de um corpo perfeito, em um curto espaço de tempo, pode levar o aluno a exagerar nos exercícios, causando lesões nos músculos e articulações.


 O ortopedista especializado em traumatologia esportiva, Dr. Sidney Schapiro, argumenta que a melhor maneira de evitar lesões é começar a praticar exercícios de maneira lenta e gradual. “Quando o aluno começa com a corda toda, querendo resolver todo o sedentarismo no primeiro dia, provavelmente terá dor”, diz.

Uma pesquisa realizada, pelo Centro Traumato-Ortopedia do Esporte (Cete), com 408 alunos de 18 grandes academias da cidade de São Paulo, incluindo filiais, além de 17 outras capitais, revelou alguns números preocupantes. Aproximadamente 28,5% dos 97 praticantes de body bump (mistura de ginástica e musculação) sofrem de dores nas costas. E, um dos vilões do joelho é o Spinning (exercícios feitos na bicicleta ergométrica), 17,6% dos 88 praticantes têm algum tipo de lesão no joelho.

Exercícios com carga leve e alongamentos são muito importantes para começar a restabelecer o equilíbrio de forças capazes de evitar a dor anterior do joelho. Na verdade, a maior incidência de problemas nessa articulação é causada pelo impacto sobre a patela (rótula). Esse impacto desencadeia um amolecimento da superfície articular. “Nessa primeira fase, o aparelho de leg press deve ser evitado, assim como exercícios em step. Exercícios aeróbicos em esteira ou bicicleta devem ser introduzidos lentamente para quem tem dor no joelho”, diz o doutor Sidney Schapiro. 

O ortopedista, diretor médico da Macabíada, mega evento esportivo que acontece em Israel no mês de julho, alerta para o fato de que o aluno deve ser acompanhado por instrutores capacitados e deve fazer uma avaliação médica para dar inicio às atividades físicas, tomando consciência de seus limites.  

Fonte: saudeesportiva


Fisioterapia com Você: Procure atividades que modelem o corpo sem prejudicar a saúde das articulações e músculos. O Pilates é uma boa dica, pois  trabalha o seu corpo, definindo os seus músculos, com ganho de flexibilidade e melhora da postura. 

sexta-feira, 27 de julho de 2012

OS BENEFÍCIOS DA EQUITAÇÃO


Fisioterapeuta revela benefícios da equitação na saúde



Se a terapia com cavalos é fundamental para a recuperação de portadores de doenças como Síndrome de Down, paralisia cerebral, distúrbios visuais, auditivos, articulares ou psicológicos, amputações, doenças reumáticas, dor e desequilíbrios, entre outros, a equitação também tem sido utilizada para trabalhar a tonificação da musculatura e favorecer o preparo físico, através de exercícios potencializados pela movimentação do animal.
A equitação é uma alternativa para quem deseja fortalecer a musculatura do corpo e melhorar a postura em um ambiente diferente das academias ou aulas de ginástica. Os exercícios são realizados com a orientação de um especialista para que sejam feitos de forma segura e aproveitando os movimentos do animal, que se assemelha aos movimentos da pelve durante a marcha humana. Durante a equitação, diferentes músculos são estimulados, entre eles os bíceps, tríceps, toda a musculatura do ombro, peitoral, abdominal, assim como os músculos da coxa e da panturrilha. Ou seja, o cavalo proporciona ao corpo movimentos rítmicos e naturais, de uma forma semelhante à marcha humana, melhorando o equilíbrio, a postura, o controle motor, a mobilidade e as atividades funcionais.
Além dos exercícios de fortalecimento, nas sessões também podem ser trabalhadas posições de relaxamento que, feitas ao ar livre, possibilitam a diminuição do estresse e aumento do bem-estar. Segundo a fisioterapeuta Letícia Junqueira, com a movimentação em cima do cavalo, associada a exercícios específicos de alongamento e enrijecimento, o praticante passa a identificar possíveis posturas erradas e corrigi-las, enquanto fortalece a musculatura do corpo. A atividade pode ser feita de uma a três vezes por semana.

CÃES TERAPEUTAS: VEJA COMO ELES AUXILIAM NA SAÚDE E NO BEM-ESTAR


Companheiros e dispostos a dar afeto a quem quer que seja, os cães terapeutas ajudam a melhorar o bem-estar dos pacientes.






















Alegres, inteligentes, companheiros e, acima de tudo, dotados de uma qualidade que nós, humanos, ainda não fomos capazes de desenvolver: dispostos a amar incondicionalmente a qualquer um, independente da aparência física, estado psicológico ou humor. Os cachorros são assim mesmo - vão chegando e distribuindo afeto ao menor sinal de interação. E é com base neste comportamento que a Terapia Assistida por Cães auxilia na recuperação de diversos públicos, como crianças internadas, com distúrbios psicológicos ou cognitivos, idosos em asilos e dependentes químicos em reabilitação.

O diretor técnico da TAC (Terapia Assistida por Cães), Vinicius Ribeiro, explica que a técnica é muito difundida em outros países, especialmente nos Estados Unidos e Europa, em países como Itália, Bélgica, Alemanha e Espanha. No Brasil, ele observa que o trabalho vem crescendo, especialmente nas regiões Sul e Sudeste. Vinicius afirma também que o cão é o animal mais utilizado para este tipo de trabalho por ser mais adaptável. “Ele é o animal mais próximo do ser humano, é fácil de adestrar e transportar. Ele entra como motivador para as praticas terapêuticas”, afirma.

O profissional reforça que já existem estudos que comprovam benefícios fisiológicos no ser humano quando em contato com os animais. Na TAC, os bichinhos atuam com uma equipe multidisciplinar, com fisioterapeutas, psicólogos, adestradores e outros profissionais, com o objetivo de trabalhar as relações afetivas entre paciente e animal, visando a melhoria do bem-estar. Entenda um pouco mais do trabalho e os benefícios para alguns tipos de público.

Crianças

Vinicius conta que o trabalho na TAC com crianças pode ser feito de duas formas – ou como visitas, ou como parte de uma terapia. O ato de brincar com os animais facilita o desenvolvimento de questões psicológicas e a estimulação cognitiva. “Ele é o motivador, vai transformar uma sessão em algo mais lúdico, quebrando o gelo entre o paciente e o terapeuta”, explica.

Ele ressalta que no caso das crianças internadas, o grande benefício é a quebra do ambiente frio, hospitalar e pouco acolhedor. “As crianças com câncer podem melhorar a imunidade, e as questões emocionais; as cardíacas, acabam tendo uma redução da pressão arterial; crianças com distúrbios psiquiátricos têm uma aproximação ao nosso mundo real e melhoras do quadro de depressão; as autistas melhoram a sociabilização, a partir da interação com os cães", analisa.

Tatiane Ichitani, coordenadora do Projeto Cão Terapeuta da ONG Cão Cidadão, também vê na prática a melhora de crianças em situação de vulnerabilidade social, que na maioria das vezes desenvolvem problemas psicológicos decorrentes de traumas experienciados nos primeiros anos de vida. “O foco principal é trabalhar a inclusão. O maior papel do cachorro é o vínculo que se cria, porque é muito difícil ter uma criança que não goste de bicho e os cães gostam da pessoa independente do que ela é.”

Ela relembra a história de uma criança que, por ter um grave problema de descamação na pele, se tornou tímida e não conversava com ninguém. “Quando ele cumprimentava as pessoas, não olhava na cara. Até que ele percebeu que o cachorro lambia a cara dele mesmo assim. Três ou quatro visitas depois, começamos a ser recebidas por ele com abraço e beijo”, ressaltou, acrescentando que o tratamento auxilia também na recuperação da autoestima.

Idosos

Muitos dos idosos que são institucionalizados têm muitas perdas de uma só vez, como a capacidade física, cognitiva, de amigos da mesma idade e da sociedade, conforme observa Vinicius. “Com essas perdas, eles têm um isolamento afetivo. Afinal, ‘para que vou me ligar emocionalmente à pessoa que esta do meu lado se ela pode falecer?’. O cachorro consegue trazer um ganho afetivo sem nenhuma perda”, observa.

Com isso, o benefício mais visível é a motivação. “Por meio desse afeto conseguimos fazer intervenções terapêuticas como fisioterapia, a pedagogia para trabalhar a memória, e a psicologia para lidar com a questão das perdas. O cachorro resgata a motivação de viver”, pontua.

Tatiane concorda que os ganhos para a faixa etária da melhor idade são muitos. “Eles decoram os nomes de todos os animais e sentem falta quando algum não vem. Até o relacionamento deles melhora, quem nunca conversava acaba interagindo por causa do cachorro”, conta. 

Pré-requisitos

De acordo com os entrevistados, não existem raças mais propensas ao trabalho de cão terapeuta, no entanto, todos precisam preencher alguns pré-requisitos. Tatiana explica que o ideal é que sejam adultos, castrados, dóceis e sociáveis. Vinicius lembra também que além de uma pré-avaliação para análise comportamental, eles passam por um treinamento para não agir agressivamente em hipótese nenhuma e não ter nenhum tipo de medo excessivo, pois isso aumentaria o estresse do animal.

Na Cão Cidadão, existem cerca de 50 cães terapeutas atuantes. Donos de cachorros interessados em participar podem mandar um e-mail para caoterapeuta@caocidadao.com.br. “O voluntário também participa ativamente dos projetos e de reuniões para entender o público e como se comportar”, enfatiza. 

Histórias felizes

Vinicius se lembra de uma história vivenciada em projeto em parceria com o Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas. “Temos uma criança autista que hoje está bem mais sociável, consegue brincar com as outras crianças, interagir e entender a dinâmica familiar melhor”.

Já no Projeto Equilíbrio, a história de sucesso é a do comerciante Gastão Cervi Machado, 37, que está internado na Casa Ágape há cerca de três meses para se livrar do vício do crack. Ele conta que quando a cadelinha Ester chegou à instituição, alguns profissionais disseram que ela não tinha o perfil para cão terapeuta. “Só que eu já tinha criado um vínculo com ela em apenas dez minutos de conversa. Senti que estava acontecendo com ela o que aconteceu comigo várias vezes, pessoas me dizendo que eu não era capaz”.

Hoje, ele acredita que a amizade com a cachorrinha e o trabalho de educação que está ajudando a desenvolver são a válvula de escape para a reinserção na sociedade, para ambos. “Ela também está lutando para voltar para a sociedade. O que procuramos na droga é o prazer, que hoje, consigo encontrar através dos animais”, comemora. 



Fonte: Fisioterapia.com / Terra


quinta-feira, 26 de julho de 2012

Histórias para Aquecer o Coração - Não há amor maior


Qualquer que fosse seu alvo inicial, os tiros de morteiros caíram em um orfanato dirigido  por um grupo missionário na pequena aldeia vietnamita. Os missionários e uma ou duas crianças morreram imediatamente e várias outras crianças ficaram feridas, incluindo uma menininha de uns oito anos de idade.
As pessoas da aldeia pediram ajuda médica de uma cidade vizinha que possuía contato por rádio com as forças americanas. Finalmente, um médico e uma enfermeira da Marinha americana chegaram em um jipe apenas com sua maleta médica. Determinaram que a menina era a que estava mais gravemente ferida. Sem uma ação rápida, ela morreria por causa do choque e da perda de sangue.
Uma transfusão era imprescindível e era necessário um doador com o mesmo tipo sanguíneo. Um teste rápido revelou que nenhum dos americanos possuía o tipo sanguíneo correto, mas vários dos órfãos que não haviam sido atingidos tinham.
O médico falava um pouco de vietnamita simplificado e a enfermeira possuía uma leve noção de francês aprendido no colégio. Usando essa combinação, juntos e com muita linguagem de sinais improvisada, eles tentaram explicar para á jovem e assustada platéia que, a não ser que pudessem repor uma parte do sangue perdido da menina, ela com certeza morreria. Então perguntaram se alguém estaria disposto a doar um pouco de sangue para ajudar.
Seu pedido encontrou um silêncio estupefato. Após longos momentos, uma mãozinha lenta e hesitantemente levantou-se, abaixou-se e levantou-se novamente.
- Oh, obrigada - disse a enfermeira em francês.
- Qual é o seu nome?
- Heng - veio a resposta.
Heng foi rapidamente colocado em um catre, os braços limpos com álcool e uma agulha inserida em sua veia. Durante toda a penosa experiência, Heng permaneceu tenso e em silêncio.
Depois de algum tempo, ele soltou um soluço trêmulo, cobrindo rapidamente o seu rosto com a mão livre.
- Está doendo, Heng? - perguntou o médico.
Heng balançou a cabeça, mas, após alguns instantes, outro soluço escapou e mais uma vez ele tentou esconder o choro. Novamente o médico perguntou se a agulha o estava machucando e novamente Heng balançou  a cabeça.
Porém agora seus soluços ocasionais haviam dado lugar a um choro constante e silencioso, seus olhos apertados, o punho na boca para abafar seus soluços.
A equipe médica estava preocupada. Algo obviamente estava muito errado. Nesse momento, uma enfermeira vietnamita chegou para ajudar. Vendo o sofrimento do pequeno, ela falou rapidamente com ele em vietnamita, escutou sua resposta e respondeu com a voz reconfortante. Após um instante, o paciente parou de chorar e olhou interrogativamente para a enfermeira vietnamita. Quando ela assentiu, um ar de grande alívio se espalhou pelo rosto do menino.
Olhando para cima, a enfermeira contou calmamente para os americanos:
- Ele achou que estava morrendo. Entendeu errado. Achou que vocês haviam pedido que ele desse todo o seu sangue para que a menina pudesse viver.
- Mas por que ele estaria disposto a fazer isso? - perguntou a enfermeira da Marinha.
A enfermeira vietnamita repetiu a pergunta para o menino, que respondeu simplesmente:
- Ela é minha amiga.

Extraído do livro Histórias para Aquecer o Coração 

Profissões de alto risco para a sua Coluna Vertebral



Muitos estudos feitos em empresas investigam os problemas nas costas de todo o pessoal, incluindo os trabalhadores com tarefas diferentes e específicas. Na indústria de construção, o manobrador da grua, o condutor da escavadora e os trabalhadores não especializados pertencem todos à mesma área profissional mas suportam cargas muito diferentes na coluna. Os trabalhadores que têm de carregar grandes pesos manualmente correm um risco maior de sofrer problemas nas costas. Os trabalhadores não especializados e mais velhos correm um risco maior — todos os anos, cerca de 22% dos trabalhadores da construção civil referem problemas nas costas e são seguidos por profissionais de saúde em 17% dos casos.
As pessoas que trabalham em escritórios, que têm empregos sedentários, correm riscos, especialmente se o trabalho implicar conduzir durante longos períodos. Os condutores de caminhões, de autocarros, de tratores e os pilotos de aviões têm tendência para adquirir dores lombares numa idade mais jovem e têm maiores evidências radiográficas de doença degenerativa da coluna. A vibração dos veículos que eles conduzem pode ser um fator.




Atividades perigosas

Os fatores que se seguem aumentam as probabilidades de problemas nas costas. Com frequência, os riscos podem ser minimizados aprendendo a levantar pesos e a transportá-los corretamente, utilizando o equipamento adequado.
  • Levantar pesos manualmente.
  • Levantar objetos pesados de forma repentina.
  • Levantar um objeto inesperadamente leve.
  • Fletir-se, torcer-se e alcançar um objeto.
  • Inclinação e flexão prolongada.
  • Trabalho repetitivo com cargas mais leves.
  • Posições de trabalho estáticas — por exemplo, conduzir, montar peças de eletrônica, coser, fiar.
  • Vibração — como conduzir um trator.
  • Monotonia e insatisfação com o trabalho.
  • Carga de trabalho inaceitavelmente elevada (um máximo de metade do peso do corpo para manuseamento ocasional e 40% do peso do corpo para carga contínua eram já recomendados em 1927).
  • Tarefas de manuseamento rápido e repetitivo.
  • Alturas de trabalho inadequadas.
  • Sentar-se em cadeiras sem apoio para as costas, suporte para os braços ou que não giram.
  • Espaço inadequado para se movimentar ou voltar.
  • Má distância de visão para trabalhadores sedentários.
  • Ferramentas/controles fora de alcance fácil.
www.coluna.com / imagens internet

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Artista francesa cria origamis como arte de rua


As obras de Mademoiselle Maurice foram parar na Ásia, em Hong Kong e no Vietnã. Confira as obras da artista pelas ruas de Paris.


origami-1





comunicadores Mademoiselle Maurice Street Art Origami 16 arte  street art origami Mademoiselle Maurice frança Arte

A artista francesa trabalha com origamis, mas sua arte não consiste em apenas dobrar habilidosamente os papeizinhos da tradição japonesa. Inspirada nos anos em que passou no Japão e nos acontecimentos de 11 de março de 2011: a explosão de outra planta de Fukushima, enquanto ainda estava lá., e na linda história de Sadako Sasaki (veja no blog a postagem: a Rosa de Hiroshima), a  artista, ao seu ver, vê em seus origamis um símbolo da paz, uma maneira de revisitar esse episódio na história e em sua vida, uma homenagem a todas as vítimas desses acidentes. Ela enxerga em cada uma das formas geométricas utilizadas a representação de sentimentos como harmonia, espiritualidade, equilíbrio.
“Rainbow”, são pequenos arco-iris que torna a cidade de Paris mais linda ainda nas mãos desta artista francesa.



comunicadores Mademoiselle Maurice Street Art Origami 18 arte  street art origami Mademoiselle Maurice frança Arte


comunicadores Mademoiselle Maurice Street Art Origami 1 arte  street art origami Mademoiselle Maurice frança Arte

comunicadores Mademoiselle Maurice Street Art Origami 15 arte  street art origami Mademoiselle Maurice frança Arte


Lindas não? As cidades ficariam  bem mais alegres com este tipo de arte. 

Vida longa aos joelhos


Ninguém está imune aos males nessa articulação. Os traumas ocorrem em homens, mulheres, jovens e idosos, sedentários e atletas. Entenda quais são as melhores estratégias para poupá-los nas situações cotidianas.






O joelho é a maior e uma das principais articulações do corpo humano. É dividido em duas articulações distintas: uma entre o fêmur e a tíbia, chamada de femorotibial e outra entre o fêmur e a patela, denominada femoropatelar. É uma articulação das mais complexas, estando sempre sujeita a lesões, tanto traumáticas como em acidentes e quedas, quanto degenerativas, como desgaste e envelhecimento.
Essa articulação é formada na sua parte superior pelo fêmur, que é o osso da coxa, que roda sobre a tíbia, o osso da perna. Na parte anterior existe um osso arredondado, palpável, chamado patela (nova denominação para rótula). É formado por ossos e articulações, ligamentos e tendões, músculos, nervos e vasos sanguíneos. São responsáveis pela absorção de impactos, realização e controle de movimentos, suporte do peso corporal e dissipação da força da gravidade. "Apesar de tantos desempenhos e complexidades, os joelhos são mais vulneráveis a traumas, não só pelas suas funções mas pela localização anatômica", explica o ortopedista Maurício Póvoa Barbosa, especialista em Medicina do Esporte da Clínica Orthobone (SP).
"Um em cada três indivíduos com mais de 40 anos pode vir a ter dor articular em algum momento da vida", afirma a reumatologista Fernanda Rodrigues Lima, do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HCFMUSP). Um dos principais motivos é o sedentarismo, especialmente quando as pessoas querem deixar de ser sedentárias e começam a fazer algum esporte sem acompanhamento médico. Há ainda as causas relacionadas a doenças.
As lesões de joelhos acometem homens e mulheres. O que muda é o tipo de lesão. Os homens, por exemplo, são mais suscetíveis a lesões meniscais, pois se envolvem mais em atividades com mais explosão e movimentos bruscos, como o futebol. Já as mulheres costumam ter mais sintomas relacionados à síndrome femuropatelar, pois a mecânica óssea do esqueleto feminino e a relação de força dos músculos favorecem mais esse tipo de lesão. Por outro lado, ambos os gêneros podem ser afetados por doenças reumatológicas como osteoartrite, artrite reumatoide e espondilite anquilosante, que podem dar artrite no joelho.


Tipos de dores e lesões 
Os traumas que atingem os joelhos podem ser classificados em diretos, quando são na articulação, e os indiretos, quando provocam entorses, que são uma excessiva distensão dos ligamentos e das restantes estruturas que garantem a estabilidade da articulação.

O problema mais comum é a artralgia, nome dado para dor articular. Na maioria das vezes ela é causada por uma sobrecarga mecânica na articulação, ou seja, excesso de peso, uso inadequado do joelho, musculatura da coxa fraca ou pouco alongada. Outras situações comuns dependem da idade. Nos idosos, por exemplo, temos a osteoartrite, que é o processo de desgaste da cartilagem do joelho, e nos jovens temos as tendinopatias dos tendões, que se situam na articulação dos joelhos, causada geralmente pela prática de esportes.
Também podem acontecer lesões isoladas ou combinadas. As mais comuns são a lesão cruzado anterior (LCA), que afeta o ligamento responsável pela estabilidade do joelho anteriormente, não permitindo o movimento para a frente. E a lesão no menisco medial (LMM). "As mais graves, porém, são as combinadas entre LCA e lesão cruzado posterior (LCP), que afeta o ligamento posterior, responsável pela estabilidade do joelho posteriormente, não permitindo o movimento para trás, somada às lesões de ligamentos colaterais, localizados nas laterais do joelho, responsáveis pela estabilidade lateral e medial da articulação", explica Barbosa.
Outra causa de problemas nos joelhos são as congênitas, ou seja, que surgem antes do nascimento ou nos primeiros anos de vida. Costumam se manifestar por volta dos 3 ou 4 anos de idade e são as chamadas deformidades dos joelhos varos, quando o joelho é voltado para fora e a perna para dentro, e dos joelhos valgos, quando o joelho é voltado para dentro e perna para fora, conhecido também como joelho em X. Vale salientar que o joelho varo pode ser causado também pelo raquitismo - deficiência de vitamina D.


Atividades físicas sem risco
Segundo a reumatologista Fernanda, estudos mostram que, em termos esportivos, o que conta mesmo para lesionar o joelho não é tanto o esporte, mas a condição prévia do joelho do esportista. Praticar esporte com um joelho previamente lesionado que não foi bem cicatrizado, com sobrepeso, com pouca força muscular, com pouco alongamento, aumenta a predisposição para uma osteoartrite, que é uma lesão definitiva nessa articulação. "Os esportistas profissionais são os que estão entre os com maior risco, pois a carga na articulação é muito alta. Os esportes com muito salto e muita rotação também aumentam a chance de maior lesão aguda, como o vôlei e o futebol", diz.




Como prevenir e tratar 

Os esportes repetitivos, de alto impacto e de alto contato são os que mais prejudicam os joelhos pois exigem muita força. Para fortalecer essas articulações, a natação e a bicicleta são as atividades mais indicadas, uma vez que são mais suaves.


As lesões que são mais comuns nos homens ...

A lesão no menisco costuma ser as mais comum quando o assunto é atividade física. Entenda como ela acontece:
- Os meniscos são duas estruturas cartilaginosas, que ficam dentro da articulação do joelho. São chamadas menisco medial e menisco lateral.
- Eles funcionam para amortecer e estabilizar a articulação em determinados movimentos. A lesão em geral ocorre durante um movimento rotacional abrupto da perna.
- Os sintomas são dor intensa, inchaço da articulação e pode acontecer também e sensação de bloqueio ou falseio da articulação.
- O tratamento vai depender do tipo e da extensão da ruptura. É provável que haja necessidade de algum reparo feito de forma cirúrgica.
- Algumas lesões são degenerativas e são achadas na ressonância. Nesses casos o tratamento é fisioterápico, pois estão relacionados com outras alterações na articulação do joelho.

... e nas mulheres



A articulação femoropatelar, também chamada de condromalácea, é uma condição que afeta mais o sexo feminino.

- A dor é na frente do joelho, piora quando a pessoa fica muito tempo sentada ou com o joelho muito flexionado, e pode ser acompanhada da sensação de joelho rígido.
- Na maioria das vezes, decorre de um desbalanço de forças entre os músculos que estabilizam e alinham a patela na articulação do joelho, provocado por fraqueza ou falta de alongamento dos mesmos.
- Em alguns casos, a articulação é excessivamente elástica ou tem algum problema congênito de "encaixe". Isso pode ser detectado no exame físico e com exames de imagem.
- O tratamento, na maioria das vezes, é clínico e deverá incluir exercícios de reabilitação.


O diagnóstico começa na interpretação da história que o paciente conta sobre a dor e os sintomas relacionados ao quadro junto com o exame físico, que é muito importante para definir qual ou quais componentes da articulação estão envolvidos na lesão. "Quando se suspeita de patologias reumatológicas, é importante examinar não só o joelho afetado, como também as demais articulações, pois o envolvimento pode ser do corpo todo", explica Fernanda. Mas, de maneira geral, o diagnóstico é feito pelo ortopedista mediante manobras para testar a estabilidade do joelho, podendo ser auxiliado por exames de imagem como radiografias e ressonâncias magnéticas.
Embora muita gente tema as cirurgias no joelho por acreditar que elas sejam incapacitantes, Barbosa afirma que "na verdade isso é um mito, pois atualmente há diversas técnicas com excelentes resultados. A tecnologia e o avanço da ciência fizeram com que os riscos diminuíssem quase a 0%". Barbosa concorda e afirma que "o preparo físico e muscular é importantíssimo, tanto para atletas como não atletas. Alongar, caminhar, fazer teste ergométrico periodicamente e manter o peso, através de uma alimentação balanceada, são alguns dos procedimentos que devem fazer parte da rotina de todos. É a melhor forma de manter uma vida saudável e livre de lesões".
O ortopedista e reumatologista são especialistas que cuidam do aparelho locomotor. Se a lesão é traumática, a melhor indicação é procurar um ortopedista. As demais dores de joelho, que surgiram sem relação aparente com um trauma específico, podem ser investigadas por qualquer um dos dois profissionais. Vale ressaltar que, se a dor aparece em mais de uma articulação e vem acompanhada de algum outro sintoma geral como febre, fadiga ou dor muscular, há uma chance de ser uma doença reumatológica. Nesse caso, é melhor já procurar um reumatologista.


Fonte: revistavivasaude.uol.com.br