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quarta-feira, 10 de julho de 2013

Andiamo Mangiare! Hoje é o dia da Pizza



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O Dia da Pizza é comemorado desde 1985 em São Paulo. A data foi instituída pelo então secretário de turismo,Caio Luís de Carvalho, por ocasião de um concurso estadual que elegeria as 10 melhores receitas de mussarela e margherita. Empolgado com o sucesso do evento, ele escolheu a data de seu encerramento, 10 de julho, como data oficial de comemoração da redonda.
 
 

A história da pizza começou com os egípcios. Acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com água. Outros afirmam que os pioneiros são os gregos, que faziam massas a base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes. A novidade foi parar na Etrúria, na Itália.
Ao contrário do conhecimento popular, apesar de tipicamente italiana, os babilônios, hebreus e egípcios já misturavam o trigo e amido e a água para assar em fornos rústicos há mais de 5000 anos. A massa era chamada de "pão de Abraão", muito parecida com os pães árabes atuais, e recebia o nome de piscea.
Os fenícios, três séculos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola ao pão; os turcos muçulmanos adotavam esse costume durante a Idade Média e por causa das cruzadas essa prática chegou à Itália pelo porto de Nápoles, sendo em seguida incrementada dando origem à pizza que conhecemos hoje.
No início de sua existência, somente as ervas regionais e o azeite de oliva eram os ingredientes típicos da pizza, comuns no cotidiano da região. Os italianos foram os que acrescentaram o tomate, descoberto na América e levado a Europa pelos conquistadores espanhóis. Porém, nessa época a pizza ainda não tinha a sua forma característica, redonda, como a conhecemos hoje, mas sim dobrada ao meio, feito um sanduíche ou um calzone.
A pizza era um alimento de pessoas humildes do sul da Itália, quando, próximo do início do primeiro milênio, surge o termo "picea", na cidade de Nápoles, considerada o berço da pizza. "Picea", indicava um disco de massa assada com ingredientes por cima.
A fama da receita correu o mundo e fez surgir a primeira pizzaria que se tem notícia, a Port'Alba, ponto de encontro de artistas famosos da época.
Chegou ao Brasil da mesma forma, por meio dos imigrantes italianos, e hoje pode ser encontrada facilmente na maioria das cidades brasileiras. Até os anos 1950, era muito mais comum ser encontrada em meio à colônia italiana, tornando-se logo em seguida parte da cultura deste país.
Foi no Brás, bairro paulistano dos imigrantes italianos, que as primeiras pizzas começaram a ser comercializadas no Brasil.

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A verdadeira pizza napolitana





Em 1982 foi fundada, em Nápoles, na Itália,  por Antonio Pace, a Associação da Verdadeira Pizza Napolitana, (Associazione Verace Pizza Napoletana) com a missão de promover a culinária e a tradição da pizza napolitana, defendendo, até com certo purismo, a sua cultura, resguardando-a contra a "miscigenação" cultural que sofre a sua receita. Com estatuto preciso, normatiza as suas principais características.
A associação age fortemente na Itália para que a pizza napolitana seja reconhecida pelo governo como "DOC" (di origine controllata, Denominação de Origem Controlada). Em 2004, um projecto de lei foi enviado ao parlamento, com o intuito de regulamentar por lei as verdadeiras características da pizza napolitana. O "DOC" é uma designação que regulamenta produtos regionais tais como os famosos vinhos portugueses.
Além disso, A Pizza Napolitana está, desde Dezembro de 2009, protegida pela Comissão Europeia, junto com mais 44 produtos que têm o selo de “Especialidade Tradicional Garantida” ‘’(Specialità Tradizionale Garantita – STG)’.






"A pizza napolitana não tem inventores, não tem pais, não tem donos; é fruto da genialidade do povo napolitano" - Associazione Verace Pizza Napoletana. 


Acesse o link abaixo e confira a receita da verdadeira Pizza Napolitana:


Fisioterapia com Você: Os Sabores do Mundo - Itália

Atenção! Alimentos altamente cancerígenos

A notícia abaixo foi retirada do site Portal Natural.


10 Alimentos Não Saudáveis e Causadores de Câncer – não os coma mais!


Pipoca de Microondas


A declaração “tudo provoca câncer” tornou-se uma frase popular que algumas pessoas usam para justificar a sua própria dieta e as falhas de estilo de vida, especialmente no que se refere ao risco de câncer. Mas a verdade é que muitos alimentos comuns têm, de fato, sido cientificamente demonstrados como alimentos que aumentam o risco de câncer, e alguns deles substancialmente.
Aqui estão 10 alimentos que estão entre os menos saudáveis e maiores causadores de câncer, e que você nunca deveria comer novamente:

1) Alimentos Geneticamente Modificados (OGM)

Estes alimentos não devem ter lugar em nenhuma dieta livre-de-câncer, especialmente agora que foi mostrado que ambos os OGM e os produtos químicos utilizados para cultivá-los causam um crescimento rápido dos tumores. Mas os Alimentos Geneticamente Modificados estão em toda parte, inclusive na maioria dos derivados alimentares feitos a partir do milho convencional, soja e canola. No entanto, você pode evitá-los comprando produtos certificados como orgânicos e alimentos produzidos localmente e naturalmente sem biotecnologia.
 
Nossa dica: que tal começar sua própria horta?


2) Carnes Processadas


 

A maioria dos produtos cárneos processados, incluindo carnes usadas em fast-food, bacon, salsichas e cachorros-quentes, contêm conservantes químicos que fazem com que pareçam frescos e atraentes, mas que também pode causar câncer. O nitrito de sódio e o nitrato de sódio têm sido associados a um aumento significativo do risco de câncer de cólon e outras formas de câncer, por isso a recomendação é que a carne seja eliminada de suas refeições. Caso você ainda insista em comer carne, certifique-se de escolher apenas carnes feitas sem nitratos, e de preferência a partir de animais alimentados com capim.
 

3) Pipoca de Microondas

Elas podem ser convenientes, mas os sacos de pipoca de microondas são revestidos com produtos químicos que estão ligados não só a infertilidade mas também ao câncer de fígado, testículo e pâncreas. A Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) reconhece o ácido perfluorooctanoico (PFOA), que são encontrados em forros de saco de pipoca de microondas, como possível item cancerígeno, e vários estudos independentes têm ligado este ácido com a causa de tumores. Do mesmo modo, o produto químico diacetil usado na própria pipoca está ligado a problemas nos pulmões e câncer.
 

4) Refrigerantes

Assim como carnes processadas, foi mostrado que refrigerantes podem causar câncer também. Cheios de açúcar, produtos químicos e corantes, refrigerantes acidificam o corpo, e literalmente alimentam as células do câncer. Produtos químicos comuns nos refrigerantes como a cor caramelo e seus derivados 4-metilimidazol (4-MI) também têm sido associados ao câncer.
 

5) Bebidas Diet

 
 
 
Pior do que o refrigerante açucarado convencional é o refrigerante Diet, além de várias outras bebidas e alimentos dietéticos. Uma revisão científica recente, realizado pela Autoridade de Segurança Alimentar Europeia (EFSA), com mais de 20 estudos diferentes, descobriu que o aspartame, um dos adoçantes artificiais mais comuns, provoca uma série de doenças, incluindo defeitos de nascença e câncer. A sucralose (splenda), sacarina e outros adoçantes artificiais, têm também sido associados ao câncer.
 

6) Farinhas “Brancas” Refinadas

Farinha refinada é um ingrediente comum em alimentos processados, mas o seu conteúdo de carboidratos em excesso é um sério motivo de preocupação. Um estudo publicado na revista “Cancer Epidemiology, Mile Markers, and Prevention” descobriu que o consumo regular de carboidratos refinados foi associado a um aumento de 220% no câncer de mama entre as mulheres. Os alimentos com altos índices glicêmicos em geral também têm demonstrado aumentar rapidamente os níveis de açúcar no sangue, que afeta diretamente o crescimento e disseminação de células cancerígenas.
 

7) Açúcares Refinados

O mesmo vale para os açúcares refinados, que tendem a elevar os níveis de insulina rapidamente e alimentar o crescimento das células do câncer. Adoçantes ricos em frutose, como o xarope de milho com alto teor de frutose (HFCS), são particularmente ofensivos, pois foi mostrado que as células cancerígenas facilmente e rapidamente os metabolizam para que se proliferem. E uma vez que biscoitos, bolos, tortas, refrigerantes, sucos, molhos, cereais e muitos outros itens processados, principalmente os alimentos mais populares, são carregados de HFCS e outros açúcares refinados, isso ajuda a explicar por que as taxas de câncer estão em ascensão nos dias de hoje.

 

8) Maçãs, Uvas e Outras Frutas “Sujas” Convencionais

 
 
Muitas pessoas pensam que estão comendo algo saudável quando compram maçãs, uvas ou morangos na loja. Mas a menos que essas frutas sejam orgânicas ou certificadas como livre de pesticidas, elas podem aumentar o risco de câncer. O grupo “Environmental Working Group” (EWG) descobriu que até 98 por cento de todos os produtos convencionais, e, particularmente, os tipos provavelmente encontrados na sua lista de frutas, está contaminado com pesticidas cancerígenos.

 

9) Salmão de Viveiro

De acordo com Dr. David Carpenter, diretor do Instituto de Saúde e Meio Ambiente na Universidade de Albany, Salmão de viveiro é outro alimento de alto risco causador de câncer. De acordo com sua avaliação, o salmão de viveiro não só carece de vitamina D, mas muitas vezes é contaminado com substâncias químicas cancerígenas, PCBs (bifenilas policloradas), pesticidas e antibióticos.

 

10) Óleos Hidrogenados

Eles são comumente usados ​​para preservar os alimentos processados e fazer com que estes alimentos possam permanecer mais tempo nas prateleiras dos supermercados. Mas os óleos hidrogenados alteram a estrutura e flexibilidade das membranas celulares no corpo, o que pode levar a uma série de doenças debilitantes como o câncer. Alguns fabricantes estão parando de usar óleos hidrogenados e estão os substituindo por óleo de palma e de outras alternativas mais seguras, mas as gorduras trans ainda são amplamente utilizados em alimentos processados​​.


 portalnatural

terça-feira, 9 de julho de 2013

Vem aí uma vacina contra a diabetes

Cientistas anunciam a eficácia, em humanos, de um imunizante para o controle do tipo 1 da doença. Além disso, a ciência apresenta novos remédios e até a criação de pâncreas artificial

Monique Oliveira, de Chicago (EUA)


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Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, anunciaram na última semana um passo importante em direção à primeira vacina contra a diabetes. Os cientistas criaram um imunizante que se mostrou eficaz para controlar, em humanos, o tipo 1 da doença, que ocorre porque o sistema imunológico do próprio corpo passa a atacar as células beta, situadas no pâncreas, que fabricam a insulina. O hormônio permite a entrada, nas células, da glicose circulante na corrente sanguínea. Com menos insulina, há um acúmulo de açúcar no sangue, o que caracteriza a diabetes. O outro tipo, o 2, é resultado de alterações promovidas principalmente pela obesidade.
 
 
A vacina impediu o ataque de um tipo de célula CD8 – integrantes do sistema imunológico – às células beta (leia mais no quadro). “Estamos muito excitados com o resultado. Sugere que o sonho de interromper o ataque do sistema imunológico a células específicas pode ser realizado”, afirmou Lawrence Steinman, um dos líderes da pesquisa realizada com 80 pacientes. Os cientistas planejam expandir os experimentos para investigar a eficácia do remédio em mais indivíduos.
Interromper a destruição comandada pelo corpo é um dos objetivos perseguidos por cientistas em todo o mundo. Recentemente, a Diabetes UK, entidade inglesa de combate à doença, anunciou um ambicioso projeto de pesquisa em busca de uma vacina com esse propósito. Por essa razão, o feito dos americanos foi saudado. “Pela primeira vez temos evidência da eficácia de uma vacina em humanos. É um passo significativo em direção a um mundo sem diabete tipo 1”, afirmou Karen Addington, especialista inglesa.
 
 
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CARDÁPIO
Teixeira cuida da alimentação para evitar crises de hipoglicemia


A notícia da vacina somou-se a outras boas novidades divulgadas na semana passada. Nos Eua, onde ocorreu o congresso da Associação Americana de Diabetes, anunciou-se entre os avanços (leia no quadro) a chegada de um pâncreas artificial, capaz de equilibrar os níveis de insulina no organismo. Produzido pela Medtronic, o aparelho está sob avaliação do Food and Drug Administration, órgão americano responsável pela liberação de aparelhos de saúde. “Essa tecnologia é um passo importante para a criação de um sistema de entrega de insulina mais inteligente”, disse Rich Bergenstal, investigador principal da pesquisa apresentada para a aprovação do dispositivo.
O pâncreas artificial é dotado de um sensor e um software acoplados a uma bomba de insulina e promove a liberação do hormônio de acordo com a necessidade. Dessa forma, diminui o risco de crises de hipoglicemia, um dos reveses mais comuns no controle da doença. “Alguns médicos até demoram a receitar a insulina, de tão complicado que pode ser sua aplicação”, diz o médico Freddy Eliaschewitz, de São Paulo, presente no encontro americano. O administrador de empresas Luiz Carlos Teixeira, 63 anos, de São Paulo, toma cuidado para não sofrer com o problema. “Procuro me alimentar bem”, diz.
 
 
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Que tal conhecer os castelos mais bonitos do mundo?

 
Os castelos que foram exemplo de fortaleza e autoridade na Idade Média, hoje são vistos com admiração e curiosidade. Estas construções antigas sobrevivem, até hoje, com elegância e imponência atraindo turistas em várias épocas do ano que desejam conhecer os mistérios guardados pelos castelos.

  (Foto: reprodução / iStockphoto)
 
Monte Saint Michel, Manche, França

  (Foto: Wikimedia Commons / Uwe Küchler)
Construído sobre um monte à beira-mar, o mosteiro só pode ser acessado a pé durante a maré baixa. Sua grandiosidade torna-o um dos pontos turísticos mais famosos do país, com uma frequência anual de mais de 3,5 milhões de visitantes.



  (Foto: reprodução / iStockphoto)

Castelo de Edimburgo, Escócia

  (Foto: Wikimedia Commons / Jericho)
Boa parte das batalhas que separaram – e anexaram – a Escócia da Grã-Bretanha aconteceu dentro ou nos arredores dessa fortificação. Tanto assim que a construção, erguida a partir do século 12, é considerada o símbolo nacional escocês.



  (Foto: reprodução / iStockphoto)

Castelo Neuschwanstein, próximo a Munique, Alemanha

  (Foto: Wikimedia Commons / Photoglob AG)
Esta fortificação foi erguida no século 19, portanto não tem nada de medieval. Mas sua inserção na paisagem é tão encantadora que o palácio se tornou o paradigma dos castelos, graças à Disney, que eternizou sua imagem nos cenários da fábula de Cinderela.



  (Foto: reprodução / iStockphoto)

Castelo Glamis, Angus, Escócia

  (Foto: Wikimedia Commons / Ian Robinson)
Não é a maior nem a mais antiga, muito menos a mais importante fortificação do planeta. Mas o Glamis faz parte desta lista por ser o mais mal-assombrado dos castelos europeus.


  (Foto: reprodução / iStockphoto)

Castelo de Windsor, Berkshire, Inglaterra

  (Foto: Wikimedia Commons / Mark S Jobling)
Com 900 anos de existência, o Castelo de Windsor é a maior e mais antiga residência real do planeta. Ali vive a rainha Elizabeth II e parte de sua notável família.



  (Foto: reprodução / iStockphoto)

Castelo Chambord, Loir-et-Cher, França

  (Foto: Wikimedia Commons / Elementerre)
Residência do rei Luís XIV, o castelo Chambord foi erguido no século 16. Atualmente é a mais visitada das construções do vale do Loire.


  (Foto: reprodução / iStockphoto)

Castelo de Saint Michel, Cornuália, Inglaterra

   (Foto: Wikimedia Commons / Mark Twyning)
Menos famoso do que seu homônimo francês, o Mont Saint Michel inglês também só pode ser acessado quando a maré está baixa. Está localizado no pitoresco vilarejo costeiro de Marazion.


Veja mais em:
casavogue

segunda-feira, 8 de julho de 2013

A Dieta Mediterrânea

 
Desde os anos 1950, os profissionais de saúde têm estudado as dietas dos povos mediterrâneos. Os gregos, particularmente os de Creta, tinham a maior expectativa de vida no mundo até 1960, seguido pela população do Sul da Itália, Espanha e França. Os aspectos importantes da dieta mediterrânea são a alta ingestão de cereais, grãos, hortaliças, leguminosas secas, azeite de oliva, alho, ervas frescas, frutos do mar e frutas. O vinho é consumido com a alimentação em moderação. Carne e aves são também consumidos com moderação. As gorduras animais na forma de manteiga, creme ou toucinho, não são incluídas na dieta.
 
Muito da alimentação atual do Mediterrâneo pode ser rastreada dos tempos antigos. A área que compreende o Mediterrâneo consiste em 3 continentes e mais de 15 paises. Alguns dos paises que influenciam a dieta mediterrânea são: Portugal, o sul da Espanha, o sul da França, o sul da Itália, Grécia, Creta, sul da Turquia, Síria ocidental, Líbano ocidental, Israel ocidental, norte do Egito, norte da Líbia, norte da Algéria e do Marrocos.
 
Foi nas costas do Mediterrâneo que a Civilização Ocidental começou. A oliveira, trigo, frutos do mar e carnes eram realçados pelas especiarias árabes do Leste. Diz-se que os árabes tiveram grande influência na Dieta Mediterrânea, trazendo nozes, açafrão, arroz, espinafre, açúcar de cana e laranjas à região. É lógico que cada país tem a sua própria maneira de prepará-los, tendo adaptado os ingredientes ao sabor local. Mas o que se pode perceber é que existe um consumo comum dos mesmos ingredientes, e até mesmo
na cocção. O resultado é bastante promissor, pois embora consumam mais do que as taxas preconizadas para o índice de gordura diária, a saúde de seus longevos, com atividades normais em idades avançadas, faz com que paremos para pensar nos parâmetros que regem a atual dieta ocidental.


Vamos fazer uma breve exposição dos ingredientes, receitas e características da dieta mediterrânea. A maioria das suas receitas consiste em ingredientes naturais e saudáveis. Uma melhor compreensão da alimentação mediterrânea pode tornar nossas dietas mais saborosas, desfrutáveis e saudáveis, tirando a conotação de que uma dieta tem de ser insossa e monótona.
 
[Citarei alguns dos ingredientes, clique no link no final do artigo para ver os demais.]
 
Azeite de Oliva
 
 
É um dos pilares da dieta mediterrânea, não somente por suas características sensoriais e sua boa aceitação, mas também pelos efeitos benéficos demonstrados na saúde.
Homero, entendendo seus efeitos benéficos, chamou-o de "ouro líquido" e os romanos ampliaram seu cultivo por todo seu Império. A chegada dos árabes à Península Ibérica proporcionou um importante impulso no suco da azeitona, que eles chamaram de az-zait, o azeite. Deste então até nossos dias, o azeite de oliva tem merecido atenção e elogio de escritores e entendidos em nutrição e gastronomia.
 
Frutas
 
 
Sabe-se que a fruta é consumida como sobremesa, ao final da refeição, desde o tempo do Império Romano. Os romanos reservavam as frutas para o final de suas refeições abundantes e intermináveis, porque conheciam seus efeitos saciantes e anorexígenos. Para aumentar as festas e não frustrar precocemente suas comilanças, deixavam a uva, cerejas, melões e outras frutas da temporada para o final dos festins. O alto teor de frutose da fruta faz com que tenha capacidade para reduzir o apetite.
 
As frutas são um grupo de alimentos de origem vegetal, com um alto aporte de vitaminas, minerais, fibras e água, e baixo teor energético. Estudos sobre a dieta mediterrânea destacam os nutrientes que aparecem nas frutas como agentes que repercutem beneficamente na saúde. As frutas têm um importante papel na alimentação equilibrada em qualquer etapa da vida. São alimentos bem aceitos pelas pessoas em geral, básicos durante a vida adulta e imprescindíveis para a formação de bons hábitos alimentares, na infância e adolescência. Por outro lado, a diminuição observada no consumo de frutas, principalmente na população infantil e juvenil, faz com que seja necessário uma mobilização imaginativa para fazer chegar à população, a conveniência de seu consumo por seu valor nutricional e papel protetor da saúde.  
 
Frutos secos
 
 
São aqueles frutos cuja parte comestível é a semente e possuem em sua composição menos de 50% de água. Portanto esta definição abrange alimentos de diferentes origens, que compartilham de uma particularidade: ricos em gorduras (menos para a castanha portuguesa) e pobres em água. Ricos em antioxidantes (vitamina E e selênio), minerais e fibras, são alimentos muito nutritivos e completos, que se adaptam facilmente a diferentes pratos, salgados ou doces, ou podem ser consumidos como aperitivos ou petiscos ao longo do dia. No Mediterrâneo é comum serem utilizados como elementos de decoração ou enriquecimento de sobremesas, pães e biscoitos. Com eles se elaboram produtos típicos das festas natalinas como os torrones, por exemplo.
 
 
Mel
 
 
É utilizado como alimento desde o raiar da humanidade. Para muitas tribos primitivas era também um elemento ritual, como se pode observar no antigo Egito, onde se embalsamavam os mortos com mel. O mel era praticamente o único adoçante existente na maioria das civilizações antigas, até que os árabes introduziram a cana de açúcar no século IX. Nesta época, o açúcar era considerado como um artigo de luxo.
 
Dos cem componentes integrantes do mel, os elementos principais são os açúcares (na maior parte frutose e glucose), água e, em menor quantidade, vitaminas e minerais. Entre suas vitaminas encontram-se as do grupo B e a vitamina C, mas em quantidades tão insignificantes que não representam um grande valor nutritivo. Possivelmente é o pólen que fornece as proteínas, vitaminas e minerais, visto que o mel contem mil grânulos em suspensão.
 
 
Pescado
 
 
Durante a época romana, o pescado, fresco ou em conserva, era um componente importante da dieta romana e são conhecidas listas que incluem as numerosas espécies mais consumidas como alimento. Os romanos estabeleceram um extenso sistema de tanques ou viveiros, nos quais podiam conservar pescados, tanto espécies de água doce como de água salgada.

Atualmente, graças aos modernos transportes, temos todo tipo de pescados nos mercados de qualquer parte do mundo. Também podemos especificar que a sardinha é o pescado mais importante do ponto de vista econômico de todo o Mediterrâneo, e que o atum, ainda que habite no Atlântico, se reproduz no Mediterrâneo. Outro pescado abundante neste mar é o bacalhau.
 
É essencialmente estrutural, já que contem uma grande quantidade de proteínas de alto valor biológico, fornecem todos os aminoácidos essenciais em quantidade adequadas. O pescado gordo é um alimento energético e uma das fontes principais de acido graxos Omega 3.


Bacia Mediterrânea
 
 
 
Hortaliças e verduras, Ovos, Carne curada e embutidos, Carne fresca, Derivados lácteos, Leguminosas, Pão, Macarrão, Cereais: arroz e Vinho, também fazem parte da dieta mediterrânea.


Clique e saiba mais sobre eles:
 
 

sábado, 6 de julho de 2013

AO CONTRÁRIO DO QUE SE PENSA, É MAIS FÁCIL EMAGRECER NO INVERNO




Estação mais fria do ano é ideal para começar dietas, pois as baixas temperaturas facilitam a perda de peso.
 
O inverno está chegando e com ele o mito de que no frio é mais fácil ganhar alguns quilinhos indesejáveis. Porém, as baixas temperaturas não representam uma ameaça para quem está de dieta ou quer manter o peso. Pelo contrário: o frio ajuda a gastar calorias.
 
Seja no inverno ou no verão, o corpo humano mantém uma temperatura constante, geralmente de 36,6º. Com o frio, o organismo precisa produzir mais calor para manter essa temperatura, o que acaba acelerando o metabolismo - metabolismo acelerado é sinônimo de gasto maior de calorias - por isso, pessoas que vivem em países com inverno rigoroso têm mais dificuldade de engordar.
 
Na realidade, o inverno é a estação ideal para o início de uma dieta - a dieta, quando seguida à risca, é mais eficiente no inverno do que no verão. Isso porque ao restringir o consumo de calorias, o corpo terá que gastar combustível guardado nas gordurinhas localizadas para se manter aquecido.
 
Veja algumas dicas para ajudar a manter uma alimentação saudável e ainda perder peso durante a estação mais fria do ano:
  • Procure ingerir os alimentos bem quentes, pois isso auxilia na sensação de saciedade e prazer;
  • Incremente os pratos com temperos picantes, como páprica, pimenta vermelha, pimenta-do-reino, alecrim, manjerona, gengibre, cebola, alho e vinagre de vinho. Esses temperos dão a sensação de calor e têm pouquíssimas calorias;
  • Substitua o chocolate quente por um chá quentinho. Há muitas opções de chás que ficam deliciosos quando feitos com leite desnatado;
  • Se optar pelo chocolate quente, faça-o com leite desnatado e achocolatado light ou com uma barra de chocolate meio amargo, que tem alta porcentagem de cacau, um antioxidante poderoso;
  • Aproveite para saborear uma taça de vinho tinto encorpado durante o jantar. A bebida é rica em antioxidantes que protegem o coração;
  • Abuse das sopas bem quentinhas. Elas ajudam a desintoxicar o organismo e têm poucas calorias;
  • Fuja das sopas cremosas que contém manteiga e creme de leite, pois são muito gordurosas e calóricas, além de ricas em colesterol ruim;
  • Incremente a salada com tomate grelhado e adicione, alternadamente, quinua, ovo de codorna, bolinhas de mussarela de búfala ou cubinhos de queijo branco;
  • Complemente os pratos com verduras e legumes cozidos ou refogados. No caso de suflês e lasanhas de vegetais, opte pela versão light.
  • Se não conseguir resistir a um prato calórico, como fondue ou feijoada, compense no dia seguinte com a ingestão de alimentos leves. Sopas e grelhados são ótimas opções.
 
 
correiogourmand.

Hepatite C pode favorecer o diabete

 

O vírus que causa flagelos ao fígado é acusado agora de financiar o diabete. Felizmente, os cientistas vislumbram uma nova era na caçada ao micro-organismo que já infectou 170 milhões de pessoas ao redor do globo. Veja como eles estão fechando o cerco.
 
 por Diogo Sponchiato design Glenda Capdeville ilustrações Bruno Borges
 
 
Silencioso. Todo médico recorre a esse adjetivo para descrever o ataque do inimigo que carrega, em sua ficha criminal, a denúncia de ser o maior responsável por um colapso no fígado. Descoberto há 20 anos, o vírus da hepatite C está na lista dos bandidos que assaltam o corpo sem dar bandeira durante décadas e, quando são flagrados, já causaram consideráveis estragos. Hoje o réu, que se vale do sangue para contaminar suas vítimas, não responde tanto por novos contágios. Desde que foram adotadas medidas de segurança, como uma triagem mais rigorosa nas transfusões nos anos 1990 e a consolidação do emprego de agulhas descartáveis, a transmissão despencou.

A questão, porém, é que milhões de brasileiros entraram em contato com o VHC, a sigla que classifica o infeliz, antes desse período e só agora sofrem as retaliações da invasão. "Vivenciamos atualmente uma epidemia de diagnósticos", sentencia o infectologista Evaldo de Araujo, do Laboratório de Hepatites Virais do Hospital das Clínicas de São Paulo. "O problema é que muitos casos ainda são detectados tardiamente", constata Ricardo Gadelha, coordenador do programa de hepatites virais do Ministério da Saúde. A essa altura, o fígado já foi assolado por uma cirrose ou por um câncer. Aí, a única solução é o transplante.

Só que os atentados ao corpo não se restringem a esse órgão. Os especialistas colhem cada vez mais provas de que a forma crônica da hepatite C abre caminho ao diabete tipo 2. "Há algum tempo já percebemos que a prevalência desse distúrbio em portadores de hepatite é muito alta", diz o hepatologista Edison Parise, da Universidade Federal de São Paulo. Até o momento, existem duas explicações para o elo, e tudo depende da identidade do vilão que se apodera do fígado. "O vírus do tipo 3 induz a resistência à insulina, o fenômeno que antecede o diabete", explica Parise. "Já as versões 1 e 2 estão relacionadas ao acúmulo de gordura na glândula, condição que também favorece a doença." Aliás, o processo de engorda do fígado é marca registrada em quase 70% dos pacientes de hepatite.

Os médicos têm bons motivos para dar ordem de prisão ao vírus o mais cedo possível. "Quando ele é eliminado, a resistência à insulina desaparece", exemplifica Parise. Evitar que o malfeitor tenha condições de prosperar é o jeito de impedir o depósito de gordura no fígado e, de quebra, o próprio diabete. "E esses fatores favorecem a progressão da hepatite em si, propiciando graves lesões hepáticas", alerta Parise. "O câncer de fígado é de três a quatro vezes mais frequente em quem apresenta ambas as doenças."

Ora, já deu para notar que o sucesso da caçada depende de um diagnóstico precoce. "Todo indivíduo que se submeteu a uma transfusão de sangue antes de 1993, envolveu-se em acidentes com agulhas ou compartilhou seringas deve fazer o exame que acusa o vírus", avisa Ricardo Gadelha. Mas não dá para se fiar na memória nem no excesso de confiança. "Entre 25 e 30% dos pacientes não sabem como contraíram a doença", revela a hepatologista Rosângela Teixeira, da Universidade Federal de Minas Gerais, que coordena um estudo pioneiro sobre o impacto das hepatites na população mineira.
 
Investigar é preciso. Não só para bolar o contra-ataque mas também para se certificar da necessidade do tratamento, que é protagonizado por uma dupla medicamentosa que deve ser utilizada ao longo de 24 a 48 semanas. O interferon, aplicado por meio de uma injeção, e a ribavirina, uma droga de uso oral, ampliam a ação do sistema imune e desarticulam a devassa no fígado. "A eficácia da terapia chega a 85% nos portadores dos vírus dos tipos 2 e 3 e a 50% se for o tipo 1", conta o hepatologista Giovanni Faria Silva, da Universidade Estadual Paulista, em Botucatu, no interior de São Paulo. O especialista lidera uma pesquisa internacional com 2 500 pacientes cujo objetivo é verificar até que ponto a terapia surte uma resposta virológica sustentada — o que, cá entre nós, dá para traduzir como cura.

O dilema é que a dupla dinâmica de medicamentos ainda deixa a desejar. "O tratamento apresenta efeitos colaterais expressivos, como anemia e depressão, e metade dos casos da forma mais comum de hepatite C não responde a ele", lamenta Evaldo de Araujo. Por isso, os cientistas queimam neurônios em busca de estratégias de combate certeiras. Felizmente, já conseguem visualizar, num futuro não tão distante, uma nova era nessa batalha. O pelotão é encabeçado pelos inibidores de protease, comprimidos capazes de anular uma enzima crucial à multiplicação do vírus. "Só que eles não substituem a terapia padrão", diz Silva. Um estudo americano acaba de mostrar que, aliados ao interferon e à ribavirina, os tais inibidores de protease multiplicam as chances de cura e cortam pela metade o tempo de tratamento.

Para cercar o vírus causador da hepatite C por todos os lados, outros agentes deverão ser recrutados. É o caso dos inibidores de polimerase. "Eles bloqueiam outra enzima necessária à formação de novas partículas virais", diz o imunologista Ed Gustavo Marins, da Roche, laboratório que desenvolve a droga. A empresa testou em laboratório a parceria entre os dois inibidores e obteve resultados muito promissores. "Notamos que um potencializa o efeito do outro", afirma Marins. Ainda ninguém sabe, porém, se a dupla, sozinha, seria uma alternativa à terapia atual.

Já foi uma imensa labuta colocar o agente da hepatite C no tribunal. Mas ninguém discute que uma tarefa mais complicada será silenciá-lo em definitivo. Com a palavra, o cientista americano que descobriu o arqui-inimigo do fígado, Qui-Lim Choo: "Ele é como um camaleão, que troca de cor para se adaptar ao ambiente e, assim, escapar das nossas defesas". Seu colega brasileiro Evaldo de Araujo arremata: "Como o vírus sofre muitas mutações, consegue enganar os anticorpos produzidos pelo organismo". Esse é o desafio de estudiosos da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, que testaram em ratos moléculas que impedem a entrada do vilão nas células — os anticorpos monoclonais. "Esperamos que eles possam ser usados em combinação com drogas antivirais em pacientes recém-diagnosticados", conta a investigadora Deborah Molrine.

E que tal uma vacina com potencial para prevenir a infecção e, de quebra, auxiliar na terapia convencional? É em cima dessa solução que trabalha o homem que desmascarou o micro-organismo. "Há muitas dificuldades, a começar pela natureza do vírus e por sua variedade", conta Choo. "Mas já mostramos há 18 anos que o imunizante é capaz de proteger chimpanzés." A despeito dos entraves — que passam inclusive pelo alto custo das pesquisas —, a vacina deveria agir em duas frentes: instigar a fabricação de anticorpos e estimular as tropas de defesa contra o vírus. Não por menos, poderia ser convocada para incrementar o tratamento, fazendo parte de um coquetel anti-hepatite C. "Estou muito entusiasmado com a ideia", diz Choo. Se depender dele e dos seus companheiros de luta, o vírus enfrentará, em breve, terríveis anos de chumbo. "Estamos no início do túnel, mas já conseguimos vislumbrar uma claridade", vale-se da metáfora o médico Giovanni Faria Silva.
 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Frases de Joseph Pilates


 

"Não interessa o que você faz e, sim, como você faz."
"Realize seus exercícios com o mínimo de esforço e o máximo de prazer."
"Os benefícios do pilates só dependem da execução dos exercícios. As instruções devem ser seguidas com fidelidade."


"Poucos movimentos bem feitos realizado de forma correta e equilibrada valem por muitas horas de ginástica."
"Se aos 30 anos você está sem flexibilidade e fora de forma, você é um velho. Se aos 60 anos você é flexível e forte, você é um jovem."

"E estar presente, concentrado e não distraído. E a mente que esculpe o corpo."


"Hábitos incorretos são responsáveis pela maioria de nossas doenças, e se não por todas elas."

"Eu devo estar certo. Nunca tomei uma aspirina, nunca perdi um dia de minha vida. O País inteiro, o mundo inteiro deveria fazer meus exercícios. Eles seriam mais felizes."
  
"Um velho sem flexibilidade é um velho, um velho com flexibilidade é um jovem."

 
"Com 10 sessões você perceberá a diferença, com 20 sessões os outros irão perceber a diferença e com 30 sessões você terá um novo corpo."

Princípios do Pilates: método tradicional



Por Renata Moraes
Treinadora STOTT PILATES TM


Os princípios originais do método Pilates enfatizam muito o controle da mente sobre o corpo, bem como a suavidade, precisão e harmonia com que os movimentos devem ser realizados. São eles: respiração, centro, concentração, controle, precisão e fluidez.
 
 
RESPIRAÇÃO

A respiração deve ser sempre coordenada com o movimento. A expiração deve ser forçada e a inspiração, o mais natural possível. Via de regra, expira-se nos momentos de maior esforço dos movimentos.
Esse mecanismo utiliza a musculatura profunda do abdômen (oblíquos e transverso do abdômen), além do assoalho pélvico e eretores profundos da coluna (principalmente os multífidos). A ativação desta musculatura promove uma melhor estabilização da região lombo-pélvica durante o exercício.
A inspiração deve ser enfatizada lateralmente e posteriormente, ou seja, tridimensional, o que otimiza as trocas gasosas, melhorando a oxigenação dos tecidos e a capacidade pulmonar.
Este é o principal princípio e está presente em qualquer escola ou linha de formação. A respiração adequada favorece a organização do tronco, a sustentação lombo-pélvica e o relaxamento da musculatura inspiratória acessória dos ombros e do pescoço.
 
 
CENTRO

É também conhecido como “Power House”, ou casa de força, centro de força. É um conjunto de músculos responsáveis pela sustentação da coluna e dos órgãos internos. O fortalecimento desta musculatura proporciona a estabilização do tronco e um alinhamento biomecânico com menor gasto energético. Os músculos são: as quatro camadas do abdômen (reto abdominal, oblíquo externo, oblíquo interno e transverso do abdômen), assoalho pélvico, eretores profundos da coluna, flexores e extensores do quadril. Além dos movimentos em si, a prática da respiração ajuda muito no fortalecimento dessa musculatura.
 
 
CONCENTRAÇÃO

É a mente que guia o corpo. Deve-se dar atenção e importância a todas as partes do corpo para que o movimento seja realizado com a maior eficiência possível. É a transformação de um pensamento em movimento. Sempre haverá mais de um aspecto a ser pensado ao mesmo tempo.
 
 
CONTROLE

É o melhor recrutamento da musculatura desejada. Visa um padrão suave e harmônico de movimento. O aprendizado motor dos movimentos também faz parte dos objetivos e benefícios do Pilates e está diretamente relacionado com o princípio da concentração.
 
 
PRECISÃO

Diz respeito ao refinamento do controle e equilíbrio dos diferentes músculos envolvidos num movimento, sem gasto desnecessário de energia a partir de contrações inadequadas, sejam elas exageradas ou deficientes.
 
 
FLUIDEZ

A fluidez e leveza dos movimentos permitem a utilização apenas da energia necessária para o movimento, sem desperdício. Os movimentos não têm início, meio ou fim. Desta forma, o organismo aproveita a fase concêntrica e excêntrica dos exercícios, resultando num treino equilibrado e funcional e protegendo os tecidos de possíveis desgastes prematuros.
 
 
Fonte: Revista Pilates

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Monumentos Made in China

Este não é o capitólio

Uma noticia da revista Galileu mostra como a China vem crescendo arquitetonicamente. Mas o que chama a atenção,  são os projetos totalmente copiados de lugares conhecidos como o Capitólio e a Casa Branca nos EUA, os canais de Veneza, na Itália, a Torre Eiffel , na França, e por aí vai.  Confira abaixo os monumentos Made in China!
 
 
Editora Globo
 
A ARQUITETURA ONDE NADA SE CRIA
 
Ao contrário das reproduções de Las Vegas, onde réplicas de monumentos servem apenas pra atrair turistas, o prédio ao lado funciona como um tribunal de justiça na cidade de Xangai. Copiando ao mesmo tempo o Capitólio e a Casa Branca dos Estados Unidos, a Corte Popular de Minhang é a síntese de uma tendência que se intensificou na China a partir dos anos 1990: fazer prédios e monumentos iguais aos ocidentais. A demanda imobiliária, aquecida pelas reformas políticas e econômicas, impulsionou o fenômeno. “O país viu uma oportunidade de mostrar prestígio e poder no cenário mundial, revelando-se capaz de reproduzir os monumentos mais celebrados da concorrência”, explica Bianca Bosker, autora do livro Original Copies (sem edição em português), que analisa o fenômeno das réplicas chinesas.
Editora Globo

 
CANAL ARTIFICIAL
 
Editora Globo
 
Apartamentos à beira das águas do residencial Venice Water Town, na cidade de Hangzhou, interior da China, são projetados para atrair a nova classe A do país. As redes de canais (artificiais, é claro) imitam tão bem a cidade italiana que dão direito até a um passeio de gôndola e vista para as réplicas do Palácio Ducal e da torre da Basílica de São Marcos (à direita, também copiada). O bairro abriga uma classe emergente em busca do espaço das moradias em estilo ocidental e de status. “Há um senso comum de que esses condomínios oferecem sofisticação, mostrando a habilidade de apreciar as coisas boas da vida”, diz Bianca.
 
Editora Globo
 

 
PARIS ORIENTAL
 
Editora Globo
 
Distante 9 mil quilômetros da Torre Eiffel, o monumento ao lado faz parte do condomínio de Tianducheng, na cidade de Hangzhou (a mesma da Veneza na página anterior). Autodenominado “Paris oriental”, ele conta com igrejas e carruagens replicadas e com uma semana de cultura francesa que atrai milhões de turistas. “Na ocasião é possível aprender como comer caviar, ou a diferença entre um bistrô e uma brasserie”, conta Bosker.
 
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