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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Pilates Solo ou Aparelhos?



Hoje em dia com o sucesso do método pilates existem muitas variações na arte de Joseph Pilates. As modalidades de solo e com aparelhos são consideradas as duas únicas vertentes do método original.
Alguns estúdios distinguem as duas práticas, indicando o Pilates Solo como se fosse um “Pilates para iniciantes”, quando trata-se justamente o contrário. No fim das contas as duas modalidades são uma só, diferenciadas apenas pelo nível de prática do aluno.
No Pilates com Aparelhos você tem  um auxilío de  cama, empunhaduras, grandes estruturas de madeira e metal, cheias de molas e tiras de couro, que promovem exercícios mais leves reduzindo impacto, e por isso, são indicadas principalmente para os iniciantes.
No Pilates Solo também conhecido como Mat Pilates, você depende da força de seu próprio corpo para realizar os exercícios, e, por isso, são considerados mais pesados do que os que utilizam aparelhos. Ou em outras palavras: para alunos em nível mais avançado.
O Pilates é uma ginástica de baixo impacto e que respeita a individualidade. Não importa qual das duas modalidades você for praticar, o método proporciona corpos fortes, flexíveis e saudáveis, melhora na postura, desenvolvimento muscular equilibrado, treinando o corpo como um todo.

Fonte: Revista Pilates

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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Risco de câncer de pulmão demora 30 anos para desaparecer


   

Pesquisadores norte-americanos revelaram que mulheres que param de fumar podem ter melhoras em sua saúde dentro de cinco anos, mas os danos respiratórios e os riscos de câncer de pulmão podem permanecer durante décadas.
De acordo com o estudo, as mulheres que deixam de fumar têm uma redução de 13% dos riscos de morte por qualquer motivo — inclusive por problemas cardíacos e vasculares — nos primeiros cinco anos. Após 20 anos, os riscos são os mesmos que os de mulheres que nunca fumaram.
Para as mortes especificamente ligadas a doenças respiratórias, há uma redução de 18% entre cinco a dez anos após as mulheres terem abandonado o cigarro. Após 20 anos elas alcançam o mesmo nível de mulheres que nunca fumaram. Já as chances de morte causada por câncer de pulmão diminuem 21% dentro de cinco anos e levam 30 anos para desaparecer.

Fontes: Opinião e Notícias/ NY Times - Quick Benefit to Smoking Hal

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Você consegue ver relação entre o Pilates e a corrida?

Segundo profissionais, o método Pilates pode ser um complemento para refinar o trabalho já desenvolvido por quem encontrou na corrida um exercício para perder peso, melhorar a saúde etc. A modalidade alemã auxilia no relaxamento e alívio de tensões, além de conscientizar o atleta para a manutenção de uma boa postura durante a corrida.



“Os exercícios de respiração, além de contribuir para manutenção do ritmo da corrida ainda oxigenam os músculos de forma eficiente, melhorando ativação da musculatura abdominal responsável pelo controle do tronco”, afirma Cristina Abrami, professora de educação física.
“Dessa forma, os movimentos dissociados de braços e pernas se realizam de forma econômica”. Segundo a professora, a consciência da estabilização escapular, além de manter a postura, evita tensão exagerada nos ombros e propicia maior economia de movimentos e maior relaxamento.
Quem vai participar da corrida tradicional de São Silvestre pode, até um dia antes praticar exercícios de mobilidade de coluna, alongamento e um trabalho mais intenso de força e flexibilidade. “No dia da prova, somente exercícios leves para aquecimento, mobilização das articulações, a respiração e o acionamento do centro de força (que nada mais é que a ativação da musculatura abdominal profunda)”. Desta forma, o atleta garante o foco no objetivo para o esforço físico e emocional.
“Uma prática de Pilates bem orientada, com exercícios específicos bem planejados, mesmo num curto espaço de tempo, ainda auxilia no controle da ansiedade, melhora da coordenação e consciência de seus movimentos”, completa Cristina.

Fonte: mdemulher.abril.com.br

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Fisioterapia com Você: Pilates e Você - Os Benefícios do Pilates

A Revolução dos Pampas

[Por estes dias nos Pampas Gaúcho comemora-se a Revolução Farroupilha. Marco da história do Rio Grande do Sul. Os ideais relatados em livros, filmes, séries apenas mostram um pouco da luta do nosso povo pela liberdade. A tão sonhada República Rio-Grandense não deve ser vista como um separatismo orgulhoso do sul do país, mas como uma necessidade de dar um basta ao colonialismo que desde o descobrimento, consumia as nossas riquezas, idéias e sonhos de ver o Brasil como um país desenvolvido. Talvez a guerra não tenha sido por motivos tão justos, mas o fato que mostramos ser um povo valente que não temia entrar numa luta, fosse para defender as suas terras ou pela abolição da escravatura. E se, por estes dias, vê-se alguém levantar um clamor em favor do separatismo, é porque ainda corre nas veias o sangue dos bravos guerreiros. Talvez não exista um povo que possa falar com mais orgulho que nós sobre as nossas raízes.  E com muito paixão bradar : Ah!! Eu sou Gaúcho!!]



As comemorações da Revolução Farroupilha - o mais longo e um dos mais significativos movimentos de revoltas civis brasileiros, envolvendo em suas lutas os mais diversos segmentos sociais - relembra a Guerra dos Farrapos contra o Império, de 1835 a 1845. O Marco Inicial ocorreu no amanhecer de 20 de setembro de 1835. Naquele dia, liderando homens armados, Gomes Jardim e Onofre Pires entraram em Porto Alegre pela Ponte da Azenha.
A data e o fato ficaram registrados na história dos sul-rio-grandenses como o início da Revolução Farroupilha. Nesse movimento revolucionário, que teve duração de cerca de dez anos e mostrava como pano de fundo os ideais liberais, federalistas e republicanos, foi proclamada a República Rio-Grandense, instalando-se na cidade de Piratini a sua capital.



Acontecendo-se a Revolução Farroupilha, desde o século XVII o Rio Grande do Sul já sediava as disputas entre portugueses e espanhóis. Para as lideranças locais, o término dessas disputas mereciam, do governo central, o incentivo ao crescimento econômico do Sul, como ressarcimemto às gerações de famílias que lutaram e defenderam o país. Além de isso não ocorrer, o governo central passou a cobrar pesadas taxas sobre os produtos do RS. Charque, couros e erva-mate, por exemplo,passaram a ter cobrança de altos impostos. O charque gaúcho passou a ter elevadas, enquanto o governo dava incentivos para a importação do Uruguai e Argentina.

Já o sal, insumo básico para a preparação do charque, passou a ter taxa de importação considerada abusiva, agravando o quadro. Esses fatores, somados, geram a revolta da elite sul-riograndense, culminando em 20 de setembro de 1835, com Porto Alegre sendo invadida pelos rebeldes enquanto o presidente da província, Fernando Braga, fugia do Rio Grande.

As comemorações do Movimento Farroupilha, que até 1994 restringiam-se ao ponto facultativo nas repartições públicas estaduais e ao feriado municipal em algumas cidades do Interior, ganharam mais um incentivo a partir do ano 1995. Definida pela Constituição Estadual com a data magna do Estado, o dia 20 de setembro passou a ser feriado.


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Adote um cão e faça VOCÊ feliz!!



(E-mail gentilmente enviado por Letícia C., apaixonada por animais)

As fotos abaixo impressionam, não pela beleza, mas sim pela mudança do olhar  de cada um deles!! Percebam o que o amor que se dedica a um animal abandonado é retribuído com seu olhar de felicidade e gratidão eterna!!
Fotos de cachorros adotados (Antes e depois) No Brasil, embora não haja uma estatística oficial, o número de animais deve ultrapassar 300 mil simplesmente “jogados fora” e abandonados à própria sorte. E, o que é pior: 85% (oitenta e cinco por cento) morrem nos primeiros 20 dias, a maioria por acidentes de trânsito.




antes





depois




















É INCRÍVEL A DIFERENÇA!!! TODO ANIMAL TRATADO COM CARINHO E RESPEITO FICA SIMPLESMENTE LINDO!!!
Apoie a campanha de adoção!!!
      Não compre, adote!!!!!!!!
Não existe animal feio...
existe animal mal tratado!!!!

Adote um amigo!!!
ADOTAR É TUDO DE BOM!!!!

Faça parte dessa campanha...





Gente que faz...

Equipamento foi desenvolvido com foco em países africanos. Foto: Divulgação
Os países da África são os mais afetados pela seca


A sueca Petra Wadström começou a pensar, em 1997, sobre como poderia aproveitar a energia do sol forte da Austrália, onde morava. O resultado, anos depois, é um purificador de água que funciona apenas com luz solar. Desenvolvido com foco em países africanos, o "jarro" esterilizador foi testado no Quênia e no Nepal, e já está em comercialização no Haiti e na Nigéria.
O recipiente, chamado Solvatten ("água do sol", em tradução livre do sueco), é combina o aquecimento da energia do sol, um filtro embutido e os raios UV para matar bactérias que causam diarreia e doenças. O resultado é uma água potável que atinge os parâmetros do Guia de Água Segura da Organização Mundial de Saúde.
O galão bipartido tem capacidade para 10 litros, e possui quarto buracos no topo. Dois, fechados com tampas pretas, são os usados para encher o recipiente com a água contaminada. Os outros, com tampas brancas, são usados para servir o líquido purificado. Entre uma e outra etapa, o procedimento é simples: basta deixar o equipamento aberto e virado para o sol. Com duas a seis horas de exposição, dependendo da incidência de luz, a água armazenada estará potável. Para avisar que o processo acabou, aparece um "smile" verde sorrindo - antes disso, o rostinho fica vermelho e triste.
Além de purificar a água, o Solvatten também constitui um recipiente seguro para armazená-la após o processo. Além disso, evita que seja necessário fazer fogueiras para ferver o líquido e poder consumi-lo, o que diminui as emissões de CO2 na atmosfera e ajuda para evitar o desmatamento. Graças a esses dois efeitos, aliás, a WWF elegeu a criação sueca entre as "Climate Solvers" ('consertadoras' do clima, em tradução livre) de 2009.

Fonte: Terra Notícias

Pilates para crianças



Existem várias diferenças entre o modo de vida das crianças de 'antigamente' para as de hoje. Antes, até mesmo para as brincadeiras era necessário um certo esforço físico - subir em árvores no esconde-esconde, jogar futebol em terrenos baldios, correr em carrinho de rolimã, queimada... Hoje, para a maioria, a diversão é dentro de casa ou apartamento; entenda-se televisão, computador e vídeogame. Sem contar com a agenda corrida de colégio, curso de línguas, educação física, quase sempre carregando bastante peso na mochila. Isso tudo, além de estressar os pequenos ainda gera sequelas na postura, entre outros problemas. Para tratar tudo isso, o Método Pilates pode ser uma poderosa ferramenta.
Mas quando se fala em pilates para crianças, uma das primeiras perguntas a vir nas mentes dos pais é: "Mas não é uma atividade muito puxada para meu filho? Não vai comprometer seu desenvolvimento?"
Segundo os especialistas, é justamente o contrário. O pilates só tem a contribuir para o desenvolvimento das crianças, uma vez que além de fortalecer a musculatura para suportar a carga da mochila, corrige a postura, introduz à disciplina, concentração e ainda serve de canal para extravasar a energia típica da idade.
Segundo a professora Bianca Dore, o pilates pode ser aplicado a partir dos quatro anos de idade, desde que em turmas específicas, só com crianças. Ela explica que  os exercícios são aplicados de forma lúdica, como uma brincadeira, com o objetivo de conquistar os pequenos alunos à pratica do método e assim corrigir não só os maus hábitos posturais motivados pelo peso da mochila, mas também pela forma relaxada de sentar diante da tevê, do computador e até mesmo na cadeira escolar.
Diferente da musculação, o pilates usa máquinas especiais com sistema de molas, no lugar de pesos. A instrutora Marivani Rocha esclarece ainda que nas aulas com crianças nem mesmo molas são usadas. "Fazemos aulas de solo, com bolas, rolos de espuma, elementos de recreação. E o foco da aula varia de acordo com cada idade", comenta. "A evolução é nítida. A flexibilidade é notada com o decorrer das aulas."

Pais reconhecem resultados positivos

Na fase entre a infância e a adolescência ocorrem as maiores transformações no nosso corpo, que cresce de forma acelerada, definindo-se. O peso exagerado da mochila escolar e a forma inadequada de sentar-se são umas das principais causas de problemas ortopédicos futuros. O pilates tem sido bastante procurado, pelos pais bem informados sobre o método, por prevenir, minimizar e corrigir desvios posturais através de exercícios que se adequam e respeitam os limites e as necessidades de cada criança.
O pilates associa o esforço físico dos exercícios ao controle neuromuscular, gerando ganho de força e flexibilidade, e reorganização de ossos e músculos, sem falar em disciplina, concentração e uma maior consciência sobre os limites do próprio corpo.
Luciana Fontes, mãe de Gabriela, de 10 anos de idade, conta que resolveu colocar a filha no pilates por considerar ser a forma mais correta de ela se exercitar sem agredir a musculatura em desenvolvimento - o que, em sua opinião, geralmente acontece em outras atividades físicas.
"Além disso, tem o auxílio direto do professor. Decidi inscrevê-la nas aulas para consertar a postura, pois percebo que às vezes ela fica um pouco relaxada. Ela já fez balé e pratica vôlei no colégio. Tem toda uma herança de arte e exercícios físicos na família", comenta Luciana.
O fato de ser professora de pilates fez com que Marivani Rocha colocasse seus dois filhos gêmeos, Gabriel e Pedro - hoje com quatro anos de idade - nas aulas do método. E isso já faz dois anos. "Desde cedo procurei fazer os exercícios com eles, pelo menos uma vez por semana. Eles têm muita energia e temos que fazer com que a gastem."
Marivânia também comenta o fato de as crianças estarem muito mais sujeitas ao sedentarismo. "Hoje tem muito computador. Logo cedo, as crianças já sabem ligar, entrar na internet, visitar sites, jogar. Passam as horas vagas sentadas diante dele. Antes as brincadeiras eram correr, subir em árvores; precisava de mais de esforço físico."

Bate-papo » Bianca Dore - educadora física

Quais os benefícios do pilates para crianças?
Ele trabalha a consciência corporal de forma muito forte. Observamos que as crianças, por hábitos de vida mesmo, também pela carga de escola, carregar mochila, a postura que ela tem de ficar por muito tempo nas cadeiras do colégio, estudando, acabam desenvolvendo uma má postura decorrente dessas atividades diárias deles. O que a gente tenta fazer no pilates é trabalhar exatamente nessa parte de consciência corporal, pois não podemos trabalhar com eles a parte de fortalecimento em si. A gente alonga a musculatura deles. É incrível, hoje em dia, o grau de encurtamento dos jovens e crianças; isso porque não praticam mais tanto atividades físicas como antigamente, têm a vida muito mais corrida: saem do colégio e vão para o inglês ou outra atividade, muito tempo no computador, e a atividade física em si fica de lado. Então trabalhamos em cima da consciência corporal para refletir em cima de uma postura mais adequada.

E o que significa "encurtamento"?
O ideal seria que todo mundo praticasse uma atividade física que pudesse alongar determinados grupos musculares. E o que acontece? Como eles passam muito tempo na postura sentada, na frente da televisão, do computador, no colégio, eles acabam encurtando, principalmente, essa musculatura posterior das pernas e encurvando os ombros, o peitoral, a musculatura anterior. No pilates, a gente vai justamente tentar trabalhar isso; alongar essa cadeia posterior, que vai possibilitar uma postura em pé mais ereta, mais consciente, e também abrir mais o peito, facilitando o alinhamento da coluna.

Há uma idade mínima para a criança ingressar no pilates?
Podemos trabalhar com crianças a partir dos quatro anos. O ideal é que elas trabalhem em grupos separados, pois não temos como trabalhar crianças junto com adultos porque é algo diferenciado, a aula é voltada para elas. De preferência, que essas crianças mais novinhas façam um esporte associado ao pilates. Mas não tem uma regra de idade; a partir dos quatro anos, elas já conseguem entender o que estão fazendo. Nós vamos moldando aos poucos. Tem que ser algo lúdico, meio como uma brincadeira. Aí eles vão ganhando disciplina, concentração, tranquilidade, aliviam a mente.

Praticando o pilates eles suportam melhor o peso da mochila?
Sim, porque os músculos vão estar mais bem alongados, preparados para esse suporte de carga, além da consciência deles em relação ao corpo.

Isaac Ribeiro repórter
Fonte: Tribuna do Norte Pilates para crianças



Veja também:
Fisioterapia com Você: Pilates na Gestação

domingo, 11 de setembro de 2011

A pureza das crianças....

Em um mundo em que a intolerância religiosa é um mal exemplo dos adultos, as crianças, com a sua maravilhosa inocência,  nos mostram que a vida poderia ser bem mais simples...

Um tempo atrás, o jornal italiano “Corriere della Sera” publicou em sua edição eletrônica de fim de semana uma enquete muito divertida. Tratava-se de opinar sobre o relacionamento das crianças italianas com o Menino Jesus. Os leitores deveriam escolher entre frases tiradas do livro Caro Gesù, la giraffa la volevi proprio così o è stato un incidente?, lançado pela editora Sonzogno. É uma amostra do que elas costumam escrever nas redações da escola, nas aulas de catecismo e em bilhetinhos de final de ano. Na Itália, o Papai Noel não toma conta do imaginário infantil e Gesù Bambino é um poderoso concorrente do bom velhinho nórdico.


Abaixo algumas frases retiradas do livro:

“Querido Menino Jesus, todos os meus colegas da escola escrevem para o Papai Noel, mas eu não confio naquele lá. Prefiro você.” (Sara)
“Querido Menino Jesus, obrigado pelo irmãozinho. Mas na verdade eu tinha rezado pra ganhar um cachorro.” (Gianluca)
“Querido Jesus, por que você não está inventando nenhum animal novo nos últimos tempos? A gente vê sempre os mesmos.” (Laura)
“Querido Jesus, por favor ponha um pouco mais de férias entre o Natal e a Páscoa. No meio, agora está sem nada.” (Marco)
“Querido Jesus, o padre Mário é seu amigo ou você conhece ele só do trabalho?” (Antonio)
“Querido Menino Jesus, por gentileza, mande-me um cachorrinho. Eu nunca pedi nada antes, pode conferir.” (Bruno)
“Querido Jesus, talvez Caim e Abel não se matassem tanto se tivessem um quarto pra cada um. Com o meu irmão funciona.” (Lorenzo)
“Querido Jesus, no Carnaval eu vou me fantasiar de diabo, você tem alguma coisa contra?” (Michela)
“Querido Jesus, eu gosto muito do padre-nosso. Você escreveu tudo de uma só vez, ou você teve que ficar apagando? Qualquer coisa que eu escrevo eu tenho que refazer um monte de vezes.” (Franco)
“Querido Jesus, o meu nome é Andrea e o meu físico é baixo e magrinho, mas não fraco. O meu irmão diz que a minha cara é horrorosa. Mas eu gosto, porque assim não vou ter aquelas esposas que ficam o tempo todo pegando no pé, fazendo fofoca.” (Andrea)
“Querido Jesus, você é invisível mesmo ou é só um truque?” (Giovanni)
“Querido Jesus, na minha opinião, é impossível existir um Deus melhor do que você. Bom, eu só queria que você soubesse, mas estou te dizendo isso não é porque você é Deus.” (Valerio)
“Querido Jesus, em vez de você fazer as pessoas morrerem e aí criar novas pessoas, por que você não fica com as que já tem?” (Marcello)
“Querido Jesus, se não tivesse acontecido a extinção dos dinossauros não ia ter lugar para nós, você fez muito bem.” (Maurizio)
“Querido Menino Jesus, não compre os presentes na loja embaixo no prédio, a mamãe diz que eles são uns ladrões. Muito melhor no super.” (Lucia)
“Querido Jesus, nós estudamos na escola que Thomas Edison inventou a luz. Mas no catecismo dizem que foi você. Pra mim ele roubou a sua idéia.”(Daria)

"Deixem que as crianças venham a mim e não as proibam, porque o reino de Deus é dos que são como as crianças. Lembrem-se disto: Quem não receber o reino de Deus como uma criança (como um inocente) nunca entrará nele". (Lucas 18:16)

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Dia do Veterinário

Parabéns aos queridos profissionais que cuidam com amor os nossos bichinhos

Foi no dia 9 de setembro de 1933, através do Decreto nº 23.133, que o então presidente Getúlio Vargas criou uma normatização para a atuação do médico veterinário e para o ensino dessa profissão. Em reconhecimento, a data passou a valer como o Dia do Veterinário. Mas escolas de veterinária já existiam no Brasil, desde 1910.
É chamada de medicina veterinária a prevenção, o diagnóstico e o tratamento de doenças dos animais domésticos e o controle de distúrbios também em outros animais.
Pessoas se dedicam a tratar de animais desde os tempos antigos, desde que começaram a domesticá-los. A prática da veterinária foi estabelecida desde 2.000 a.C. na Babilônia e no Egito. Porém, segundo alguns registros encontrados, remonta a 4000 a.C.
O Código de Hammurabi, o mais completo e perfeito conjunto de leis sobrevivente, que se encontra hoje no Museu do Louvre francês, desenvolvido durante o reinado de Hammurabi (que viveu entre 1792 e 1750 a.C.) na primeira dinastia da Babilônia, já continha normas sobre atribuições e remuneração dos "médicos de animais".
Na Europa, a história da veterinária parece estar sempre ligada àqueles que tratavam os cavalos ou o gado. Os gregos antigos tinham uma classe de médicos, chamada de "doutores de cavalos" e a tradução em latim para a especialidade era veterinarius. Os primeiros registros sobre a prática da medicina animal na Grécia são do século VI a.C., quando as pessoas que exerciam essa função - chamados de hippiatros (hipiatras, os especialistas da medicina veterinária que tratam dos cavalos) - tinham um cargo público. As escolas de veterinária surgiram na Europa no meio do século XVIII, em países como Áustria, Alemanha, Dinamarca, Espanha, França, Inglaterra, Itália, Polônia, Rússia e Suécia.
O marco do estabelecimento da medicina veterinária moderna e organizada segundo critérios científicos é atribuído ao hipólogo francês Claude Bougerlat, na França de Luís XV, com a criação da Escola de Medicina Veterinária de Lyon, em 1761. A segunda a ser criada no mundo foi a Escola de Alfort, em Paris.
O Imperador Pedro II esteve, no ano de 1875, visitando a escola parisiense de Medicina Veterinária de Alfort e com a boa impressão que teve, decidiu criar condições para o aparecimento de instituição semelhante no Brasil, porém as duas primeiras escolas do gênero só apareceram no governo republicano: a escola de Veterinária do Exército, em 1914, e a escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária, em 1913, ambas no Rio de Janeiro.
O capitão-médico João Moniz Barreto de Aragão, patrono da medicina veterinária militar brasileira, foi o fundador da Escola de Veterinária do Exército em 1917, no Rio, mas a profissão não tinha regulamentação até o Decreto de Getúlio Vargas, de 9 de setembro de 1932, que vigorou por mais de trinta anos.
Para o exercício profissional passou a ser exigido o registro do diploma, a partir de 1940, na Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário do Ministério da Agricultura, órgão fiscalizador da profissão.
A partir de 1968, com a lei de criação dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária, foi transferida aos conselhos a função de fiscalizar o exercício dessa profissão e é também onde se faz o registro profissional.
A formação em medicina veterinária dura, em média, cinco anos, com os dois primeiros anos tratando das disciplinas básicas anatomia, microbiologia, genética, matemática, estatística, além de nutrição e produção animal. Depois é a vez de estudar as doenças, as técnicas clínicas e cirúrgicas e então optar pela especialização.
As especializações são clínica e cirurgia de animais domésticos e silvestres, e de rebanhos; trabalhar nas indústrias de produtos para animais, acompanhando a produção de alimentos, rações, vitaminas, vacinas e medicamentos; trabalhar em manejo e conservação de espécies, observando os animais silvestres em cativeiro para estudar a sua reprodução e conservação, implantando projetos em reservas naturais; fazer controle de saúde de rebanhos em propriedades rurais ou fiscalizar os estabelecimentos que vendem ou reproduzem animais; usando tecnologia, fazer melhoramentos de qualidade dos rebanhos.

Fonte: IBGE Teen

Obesidade e a dificuldade em se perder peso




A resposta para a cura da obesidade é óbvia: coma menos e se exercite mais. Contudo, anos de insistência nesses mandamentos não foram o suficiente para convencer a maior parte dos afetados a fazer isso. Em particular, é muito mais difícil queimar a gordura acumulada do que evitar ingeri-la.
Estranhamente, porém, um modelo matemático conveniente, que descreve este fato, ainda está para ser amplamente adotado. Mas um estudo publicado no Lancet dessa semana por Kevin Hall, do National Institutes of Health (NIH), e seus parceiros pretende mudar isso.
A regra convencional de emagrecimento, endossada tanto pelo NIH quando pelo National Health Service, conta com o benefício da simplicidade: corte 500 calorias por dia e perca meio quilo por semana. A maioria dos especialistas, porém, acredita que essa regra é por demais grosseira, pois ignora as mudanças do metabolismo à medida que os quilos se acumulam. O modelo do Dr. Hall tenta fazer isso. Ele também leva em conta características que mudam de pessoa para pessoa. Gordura e músculos, por exemplo, respondem diferentemente a mudanças dietéticas, então o mesmo consumo terá certo efeito numa pessoa rechonchuda e outro numa outra musculosa. O resultado é uma avaliação mais realista do que é necessário para ficar magro.
Ganhar peso é fácil. Um desequilíbrio surpreendentemente baixo, somente 10 calorias a mais por dia fez com que a média de peso dos Estados Unidos aumentasse em 9 quilos ao longo dos últimos 30 anos. A razão que torna a reversão desses ganhos tão difícil é que servir a essa carne extra significa que a dieta de manutenção (a comida necessária para manter o corpo funcionando) aumenta em conjunção a seu peso – e o mesmo acontece com o apetite.
Este aumento de 9 quilos implica em uma dieta diária com 220 calorias a mais do que há três décadas. Voltar à média do passado significa reverter cada uma dessas 220 calorias. Medidas paliativas resultarão num novo equilíbrio, mas ainda assim em um que ainda é muito pesado.
Teoricamente, as pessoas mais pesadas poderiam fazer os cortes necessários em fases — reduzindo a ingestão diária aos poucos à medida que peso fosse sendo perdido. Na prática, isso iria requerer uma vontade de ferro, e as poucas pessoas que têm essa força de vontade raramente tornam-se gordas para início de conversa. Não é fácil num mundo onde o imperativo econômico diz que todo apetite deve ser satisfeito, mas talvez um pouco mais urgente agora que Dr. Hall transformou essas informações em números.
Texto traduzido e adaptado pelo Opinião&Notícia

Fonte: Opinião & Notícia