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terça-feira, 27 de setembro de 2011

As Eternas Fontes da Cidade Eterna



[Quantas fontes existem em Roma? Dizem que há aproximadamente duas mil fontes. Mas quem sabe!?Talvez não exista cidade no mundo que possua mais fontes do que a Cidade Eterna. Fontana, Fontanella, Nasoni, enfim são tantas que é impossível contá-las. Eu particularmente acho linda a Fontana dei Quattro Fiume, localizada na Piazza Navona, praça onde se encontra a Embaixada do Brasil] M.C.M.

Fontana dei Quattro Fiumi - Piazza Navona

Passeando pela capital italiana, uma das curiosidades que salta aos olhos dos visitantes é o incrível número de fontes espalhadas pelos quatro cantos da Cidade Eterna. Algumas são monumentais e não passam despercebidas. Outras, mais discretas e pouco conhecidas, dificilmente integram o roteiro dos turistas apressados de passagem por Roma.


Fontana della Piazza Farnese


Fontana della Tartarughe
Não é de hoje que as fontes representam um elemento indispensável da arquitetura urbana romana. Durante séculos, os habitantes da cidade serviam-se da água proveniente do rio Tibre e daquela de alguns poços e nascentes, mas com o rápido crescimento demográfico registrado na cidade, foi necessário recorrer a outras técnicas para garantir o seu abastecimento hídrico.

Foi assim que, em 312 a.C, os romanos projetaram o seu primeiro aqueduto, denominado Acquedotto Appio, demonstrando uma inigualável habilidade na construção desse tipo de obra arquitetônica. Já no final do século I d.C, a cidade era abastecida por onze deles, que levavam diariamente, até a capital, nada menos que mil litros de água por habitante.


Acquedotto

Um dos monumentos mais famosos de Roma, a Fontana di Trevi, ainda hoje é abastecida por um daqueles condutores de água projetado há mais de vinte séculos, o chamado Acquedotto Vergine.

 
Na rota dos apaixonados
 
A Fontana de Trevi é um bom ponto de partida para explorar algumas das mais belas fontes da Cidade Eterna e descobrir curiosidades sobre elas. Não é raro que as fontes romanas sejam mistificadas por lendas, anedotas ou superstições, e aquela de Trevi não é uma exceção.


Fontana di Trevi

O ritual de jogar uma moedinha na fonte para garantir um retorno à Roma é planejado por quase todos os turistas, mas poucos sabem que ali ao lado, à direita da Fontana di Trevi, uma fonte menor mas não menos graciosa é palco de uma tradição muito mais antiga. Trata-se da Fontanella degli Innamorati, protagonista de um ritual romântico que garante fidelidade eterna aos casais que beberem juntos a sua água.


Fontana degli Innamorati
No passado, as noivas de namorados convocados para servir o exército ou afastar-se por um longo período, seguiam uma superstição bem precisa. Na noite antes de sua partida, a namorada acompanhava o amado até a fonte e abastecia um copo novo com a água da fonte. Assim que ele a bebia, a noiva quebrava-o para que o namorado não a esquecesse nunca mais.

Nos arredores do centro histórico
Siga pela Via del Corso e entre na Piazza Colonna, onde está localizado o Palazzo Chigi, sede da presidência do conselho dos ministros italianos. Ali você encontrará a fonte encomendada pelo Papa Gregorio XIII. Originariamente, a obra foi desenhada em homenagem a Marco Aurélio. No entanto, a sua proposta inicial não foi aceita, a fonte foi posicionada na parte inicial da praça e, mais tarde, alguns de seus elementos foram substituídos por um grupo de golfinhos esculpidos por Achille Stocchi.

Fontana nella Piazza Colonna
Continuando pela Via del Corso até a Via Lata,  no muro do Palazzo de Carolis, você encontrará uma das chamadas estátuas falantes de Roma: a pequena Fonte del Facchino, ou melhor, aquela que representa a clássica figura do entregador de água. No passado, a fonte permanecia em frente da igreja de San Marcello, sempre na via del Corso, mas em 1872 foi transferida para evitar que fosse tocada continuamente pelas carroças que circulavam pelo centro da cidade. Muitos atribuíram a sua autoria a Michelangelo, mas depois de uma perícia mais detalhada, apurou-se que a obra, no entanto, foi desenhada por Jacopo Del Conte entre 1587 e 1598.

Fonte del Facchino
Em frente à basílica de San Marco está localizada a Fontana della Pigna. O monumento foi construído em 1927. No passado, aquela região hospedava uma outra grande pinha que hoje encontra-se nos jardins do Vaticano. Também no Vaticano, na famosa Piazza San Pietro  há duas belíssimas fontes.
Fontana della Pigna

Fonte in destra na Piazza San Pietro

 No Corso Vittorio Emanuele II, na frente da Chiesa Nuova (Igreja Nova) você encontrará uma outra obra de arte; a chamada Fontana della Terrina. O seu autor é Giacomo della Porta e antes que fosse colocada em atual localização encontrava-se no Campo dei Fiori, no lugar onde hoje localiza-se a estátua do filósofo Giordano Bruno, morto por heresia em 1600. Exatamente ali, na praça que abriga diariamente a feira mais famosa da capital, o turista encontrará uma outra fonte, desta vez oval e de granito rosado, inaugurada em 1924. Em dias de sol, muitos turistas sentam-se por lá para apreciar as cores e sabores do mercado a céu aberto.

Fontana della Terrina localizada em frente da Chiesa Nuova


E a nova Fontana localizada no Campo dei Fiori



Panteon de Agripa
Há inúmeras outras fontes, muitas bem conhecidas como  a fonte em frente ao Panteon, e a  Fontana della Barcaccia em frente a Piazza di Spagna


Fontana della Barcaccia


 
e em frente a Piazza del Popolo



Os Nasoni são fontes pequenas espalhadas pela cidade que servem água potável gratuita para a população romana.
Um típico nasoni

 Roma com as suas fontes é um daqueles lugares que devemos ir De Mala e Cuia!!!


Fonte principal: Anelise Sanchez
Colaboração para o UOL, de Roma




Imagens: internet

BOMBA CALÓRICA: você sabe o que acontece com seu corpo quando você toma refrigerante?




Você sabe o que acontece no seu corpo quando você toma uma latinha de refrigerante, especialmente se ele tem grandes concentrações de cafeína na fórmula? Veja abaixo o caminho natural dessas substâncias e a resposta do seu organismo.

1. Após os primeiros minutos de ingestão. Dependendo da marca, um refrigerante de 600 ml pode ter, aproximadamente, o equivalente a 10 colheres (chá) de açúcar (a Associação Americana de Cardiologia recomenda que esse consumo seja de 9 colheres diárias para os homens e 6 para as mulheres). Essa quantidade de doce, tomada de uma só vez, seria o suficiente para sobrecarregar seu corpo e deixá-lo enjoado, porém, o ácido fosfórico contido nessas fórmulas corta parte do sabor do açúcar.

2. Após 20 minutos, aproximadamente. Há um pico de açúcar na sua corrente sanguínea e sua insulina – hormônio responsável pela redução da glicemia, a taxa de glicose no sangue, e que promove o ingresso de glicose nas células – vai às alturas. Seu fígado responde a isso queimando o açúcar disponível no organismo e – caso seu gasto calórico seja menor do que o consumo calórico – isso se transformará em gordura.

3. Após os 40 minutos. Se seu refrigerante preferido tem cafeína, ela foi toda absorvida. Sua pressão sanguínea está mais alta e como resposta seu fígado libera mais açúcar no seu sangue. Os receptores de adenosina – agora ligados à cafeína – não “enxergam” a real adenosina, um hormônio responsável pela diminuição do ritmo do corpo. Consequentemente você tem dificuldades para relaxar e os vasos sanguíneos do seu cérebro estão mais comprimidos (da mesma forma que ficariam caso você tivesse optado por uma xícara de café).

4. Após os 45 minutos iniciais. Seu corpo aumenta a produção da dopamina – um dos hormônios envolvidos na sensação de prazer. Fisiologicamente, o processo é muito similar ao que acontece com os usuários de cocaína.

5. Após uma hora. O ácido fosfórico do refrigerante se liga ao cálcio que está no seu intestino. Isso, combinado com a cafeína, de acordo com um estudo de Heaney e Rafferty, pesquisadores da Universidade de Creighton, EUA, aumenta a excreção do cálcio via urina (a chamada calciúria). A hipocalcimia causada por refrigerantes também foi documentada por outros estudos.

6. Ao final da primeira hora, aproximadamente. A cafeína também tem propriedades diuréticas. Nesse momento, se você for ao banheiro, seu corpo vai passar excretar junto com a urina, uma parte do cálcio que deveria servir para manter seus ossos saudáveis, além de eletrólitos – cargas elétricas que facilitariam diversas funções celulares, incluindo as ligações entre os neurônios – e água.

7. Finalmente, após mais de uma hora. Nesse momento você já foi ao banheiro e mandou embora todas aquelas substâncias do refrigerante, junto com diversos minerais, eletrólitos e água. O pico de glicose está em uma curva descendente e seu corpo quer mais (afinal, isso ativa os centros de prazer no cérebro). Você começa a ficar irritado. Alguém pode sugerir que é hora de fazer uma pausa e ir à lanchonete tomar um refrigerante. O ciclo, então, recomeça.

“É claro que o tempo de absorção e excreção dessas substâncias pode variar de pessoa para pessoa”, observa Marcela Kotait, nutricionista do Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP (Ambulim – IPq/HC-FMUSP). Fatores como peso, altura e se houve consumo alimentar junto com o refrigerante – entre outros – podem influenciar nessa dinâmica.

Fonte: Saúde e Família

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Conheça as diferenças entre as principais doenças respiratórias






Primeiro vem uma coceirinha no nariz, depois uma pontada na garganta, aí surge um espirro, uma tosse e o mal-estar. Sintomas como estes ocorrem com mais frequência durante o inverno, mas com a chegada da primavera alguns sintomas aparecem principalmente para quem é alérgico. 
O sufixo “ite” indica que a doença é uma inflamação. A principal diferença entre elas é a região do corpo afetada. Em geral,  são causados por um agente estranho que entra em contato com alguma mucosa (pele que reveste as partes internas do corpo). O organismo, então, aciona seus mecanismos de defesa, o que pode resultar em uma inflamação.


A rinite alérgica é provocada por uma inflamação no revestimento interno do nariz. Os sintomas se iniciam minutos após o contato com a substância que provoca a alergia, como a poeira ou os ácaros. Com a mucosa inchada, o nariz entope e produz coriza. O doente, então, passa a respirar pela boca, o que provoca desconforto na garganta e voz anasalada. Segundo a médica Solange Valle, professora do serviço de Imunologia do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho/UFRJ, esses sintomas são semelhantes aos do resfriado. A diferença é que a rinite não é contagiosa. “Ela é uma doença genética, assim como a asma. Por isso, frequentemente, várias pessoas da mesma família apresentam rinite”, afirma Solange.
Já a sinusite atinge os seios faciais (cavidades ao redor do nariz, maçãs do rosto e olhos). Inflamada, essa região acumula secreções, entope e causa dor de cabeça, febre e coriza espessa. Solange explica que é normal a sinusite ser acompanhada de rinite alérgica, por isso o termo mais usado atualmente é rinossinusite. “Caso o paciente não faça um acompanhamento, é comum ele complicar seu quadro alérgico com sinusites bacterianas. Nesse caso, ele pode apresentar febre, dor de cabeça e secreção pós-nasal (que desce pela garganta)”.

De acordo com Solange, a asma é um tipo especial de inflamação nos brônquios (tubos que conduzem o ar da traqueia até o pulmão) que dificulta a passagem do ar e causa sufocamento. É também conhecida como bronquite, bronquite alérgica ou bronquite asmática. Os principais sintomas são tosse, cansaço, aperto e chiado no peito e falta de ar. O tratamento é feito com antiinflamatórios e broncodilatadores (as famosas bombinhas), que abrem os brônquios e melhoram o fluxo de ar. O médico Carlos Loja, chefe do serviço de Alergia e Imunologia do Hospital de Servidores do Estado e diretor da CALL Clínica e Laboratório, ressalta que, se tratada, a bronquite asmática não impede a prática de exercícios físicos. “Muitos atletas são ex-asmáticos que entraram em esportes como a natação para melhorar o quadro respiratório”, como é caso do astro do futebol inglês David Beckham, o jogador tem asma desde criança.
A grande maioria das amigdalites (inflamação nas amígdalas) também não é de causa bacteriana, mas ainda hoje existem quadros infecciosos. De acordo com a médica Fátima Regina Abreu Alves, presidente do Departamento de Otorrinolaringologia da Associação Paulista de Medicina (APM), os estreptococos (um tipo de bactéria) ainda preocupam, e nesses casos é necessário o uso de antibiótico. Segundo Fátima, a intervenção cirúrgica para retirada de amídalas ainda existe, mas só deve ser realizada em casos específicos: “A cirurgia só é recomendada para crianças com surtos recorrentes, que ficam muito debilitadas e com necessidade de tratamento à base de antibióticos. Outra situação em que é aconselhável operar é quando as amídalas são muito grandes e causam obstruções respiratórias.”
A faringite pode ter múltiplas causas, de uma doença viral bacteriana até problemas digestivos. “Ela acomete principalmente os adultos. Os sintomas são irritação na garganta, secura, coceira e tosse”, explica Fátima. Já a laringite provoca alterações vocais e tosse. A traqueíte, por sua vez, pode estar relacionada com a descida de secreções originárias de outras vias respiratórias.

Tratamento:
O tratamento para essas doenças pode ser parecido, mas cada uma exige um cuidado específico. O que dificulta o diagnóstico é que nem sempre o paciente consegue saber a causa de suas queixas e muitas vezes ignora os sintomas, que se prolongam e complicam o sistema respiratório como um todo. “Em alguns casos, o agravamento do quadro provoca a associação dessas doenças. As mais comuns são as faringolaringites (faringite com laringite), e a sinusite associada à laringite. Até mesmo a otite (inflamação nos ouvidos muito comuns em crianças) pode ser provocada por problemas respiratórios. “O médico precisa estabelecer a origem do processo para saber como agir. Em geral, é necessário ministrar antiinflamatórios e corticóide tópico nasal. Em situações mais graves, são introduzidos os antibióticos”, explica Fátima.

Fonte : Opinião e Notícia

Fisioterapia com Você: Em muitos casos é indicado a fisioterapia respiratória, para ajudar na higiene brônquica, aumentar a capacidade ventilatória, melhorar a postura principalmente para indivíduos asmáticos. A hidroterapia e a natação também são bem indicadas.


domingo, 25 de setembro de 2011

Exercícios ampliam a imunidade

Exercícios ampliam a imunidade


Ninguém discute: atividade física traz benefícios para o corpo, além de promover a sociabilização e combater o estresse. Pesquisa realizada por Reury Frank Bacuraru em 2001, do Laboratório de Metabolismo do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo, constatou mais um benefício dos exercícios: a atividade, quando praticada com moderação, contribui para o fortelecimento do sistema imunológico, enquanto o treino intenso e prolongado pode enfraquecê-lo.
Um estudo ainda mais antigo, de 1993, do Departamento Médico da Tufts University School Medicine, Boston, (USA, reforça essa ideia de proteção.
“Quando a atividade física é praticada com moderação, ou seja, ao menos 3 vezes por semana, com duração de 30 a 40 minutos e acompanhada por um profissional, pode fortalecer e melhorar o sistema imunológico, isso porque o esporte contribui para o aumento do número de glóbulos brancos (leucócitos), responsáveis pela defesa do organismo.
Essa prática é fundamental no caso de doenças crônicas como o diabete mellitus, e ainda diminui o risco de outras, como a gripe”, diz dra. Rebeca Boltes Cecatto, fisiatra do Einstein. Isso ocorre porque durante o esporte, o organismo libera substâncias como a endorfina, o cortisol e a insulina, que fazem bem ao sistema imunológico.
Além disso, após a prática do exercício de intensidade moderada, ocorre um aumento no número de células do sistema imune ativas no sangue, conhecidas como células NK (do inglês, natural killers). Elas são responsáveis por destruir vírus e até tumores presentes no organismo.
Outro fator que colabora para a proteção do organismo é o fato de a atividade física promover a diminuição do estresse. Como nosso corpo funciona de maneira harmoniosa, com inter-relação entre os sistemas nervoso, endócrino e imunológico, a redução do estresse faz com que o organismo se fortaleça e não fique mais suscetível a diversas doenças.
“A diminuição do estresse está ligada à concentração durante a atividade e da liberação de endorfinas. Nesse caso, proteção não é específica do sistema imunológico e sim do corpo de forma geral”, enfatiza dr. Sérgio Wey, infectologista do Einstein.
Outro fator que colabora para a proteção do organismo é o fato de a atividade física promover a diminuição do estresse
É importante deixar claro, entretanto, que não existe um tipo de exercício correto para fortalecer o sistema imunológico. “Tanto exercícios aeróbicos, que incluem caminhadas e ciclismo, quanto anaeróbicos, caso da musculação, podem auxiliar. Mas isso só ocorre quando feitos com regularidade e de maneira moderada”, aconselha dra. Rebeca.

Apesar de todos os benefícios extras da atividade física para o sistema imunológico, se praticada em exagero e de maneira inadequada, pode surtir efeito contrário. Além das lesões musculares e articulares, o exercício em excesso traz sobrecarga cardiorespiratória, alterações hormonais, ansiedade e, principalmente, a depressão imunológica, causando a diminuição e a alteração funcional de algumas células do sistema imune, fazendo com que a pessoa fique mais exposta a doenças.
Essa baixa no sistema imunológico ocorre porque a substância responsável por alimentar os glóbulos brancos, chamada de glutamina e produzida pela musculatura, é consumida em excesso quando a atividade é praticada de maneira exagerada. Por isso, a receita de saúde exige moderação também na prática esportiva.

Publicada em fevereiro/2009

Fonte: Hospital Albert Einstein

Veja Também:
Fisioterapia com Você: Caminhada + Pilates: uma boa combinação

Museu com Restaurante: Acrescente um sabor especial a seus passeios culturais

Visitar um museu é sempre uma experiência que aumenta nosso entendimento sobre uma época, uma cidade, um objeto, um modo de vida. Quanto mais interessante o tema e interativo o museu, mais tempo queremos ficar e compartilhar as descobertas com quem gostamos. E, em muitos casos, a vontade de estender o passeio ganha um aliado: diversos museus brasileiros abrigam também bons restaurantes.

Essa é uma tendência cada vez mais forte nos espaços culturais mundo afora. Para quem vai ao badaladíssimo MoMa, em Nova York, por exemplo, é possível desfrutar das delícias do The Modern, restaurante de alta gastronomia.

MoMa -The Modern, um restaurante-bar  bem badalado

 Da mesma forma, o restaurante George, no Centre George Pompidou, em Paris, e o Les Ombres, no Museu do Quai Branly, também em Paris, são endereços imperdíveis.
  

George no Centre George Pompidou
Mas os museus brasileiros não ficam atrás e oferecem um cardápio completo de cultura e gastronomia, ingredientes certos para um dia agradável. Conheça boas opções em algumas capitais brasileiras.

Margs
No principal museu de arte gaúcho, bistrô oferece bons pratos e música para happy hour
 
Margs/RS

O MAM carioca hospeda o restaurante Laguiole, cuja adega foi eleita e melhor da América Latina

Além de um jardim de 75 mil m2, a Fundação Maria Luisa, em São Paulo, tem obras de arte importantes de diferentes períodos históricos


O Museu da Casa Brasileira fica na movimentada Faria Lima, em São Paulo, mas oferece um bom acervo e um ótimo jardim para relaxar

O Café do Museu, em Belo Horizonte, fica em uma casa oitocentista e traz um cardápio contemporâneo
Fonte: Terra

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Lesões do Joelho

Parte I - As patologias mais comuns do joelho

Muitas são as lesões que afetam o joelho: fraturas, luxações, tendinites, bursites, etc. Destaque aqui foi dado para as lesões que mais ocorrem envolvendo ligamentos, meniscos, cartilagens.



Osteoartrose

Também chamada de artrose, é o processo degenerativo (desgaste) que ocorre na superfície cartilaginosa das articulações.
A cartilagem articular é um tecido, formado basicamente por colágeno, que reveste a extremidade de cada osso que compõe uma articulação(exemplos: quadril é a articulação entre a bacia e o fêmur , o joelho é a articulação entre patela, fêmur e tíbia). Este tecido tem como funções: diminuir o atrito durante a movimentação e absorver o impacto(principalmente nas articulações que sofrem mais carga como tornozelo, joelho e quadril).
As causas da osteoartrose não são completamente compreendidas, embora haja conhecimento da contribuição importante de fatores genéticos, ambientais, metabólicos e biomecânicos para seu desenvolvimento.

Joelho com artrose- Joelho Normal
 A osteoartrose pode ser de forma primária ou seja, não possui uma causa definida e pode acomete pessoas principalmente com mais de 50 anos. Ou secundária  resultante de trauma ou como sequela do mesmo, de doenças metabólicas, de doenças endócrinas, displasias ósseas e infecções articulares. Normalmente acomete pessoas mais jovens.
Os principais sintomas são:
- Dor, inicialmente aos esforços e nos graus mais avançados mesmo ao repouso;
- Edema;
- Derrame Articular;
- Limitação da movimentação do joelho;
- Estalidos e crepitação no joelho;
- Instabilidade articular.
O diagnóstico é feito através do histórico clínico, exame físico e avaliação radiográfica (RX preferencialmente com carga). Normalmente é utilizada classificação radiográfica para auxilílio na avaliação do grau de acometimento da articulação, podendo variar do GRAU I-mais brando  ao GRAU V-mais severo.


Lesão do Menisco

Existem 02 meniscos em cada joelho - um na parte interna (medial) e outro na parte externa (lateral), são estruturas fibrocartilaginosas (possuem aproximadamente 75% de colágeno em sua constituição), ficam situados sobre o planalto da tíbia, recobrindo aproximadamente 2/3 da sua superfície articular. Servem como amortecedores do joelho.
São portanto estruturas importantes e infelizmente bastante sujeitas à lesões. Normalmente, as lesões meniscais estão relacionadas à entorses do joelho ou até mesmo a traumas (menos comuns), sendo mais freqüentes nas práticas esportivas. Por vezes, os meniscos podem apresentar alterações degenerativas (mais comuns na idade adulta e no idoso), o que fragiliza sua estrutura, ficando assim mais susceptível a lesões ocasionadas por entorses mais leves (não relacionados à prática de esportes).



Os sintomas mais comuns são :
- Dor importante no momento do entorse, com ou sem estalidos;
- Limitação da flexão e/ou extensão do joelho;
- Dor aguda ao agachar-se;
- Edema e derrame articular no joelho podem estar presentes ou não;

Condromalácia Patelar

O termo condromalácia patelar é utilizado para definir a doença degenerativa que acomete a cartilagem da patela (antigamente    denominada rótula).

Os principais sintomas podem ser :
- Dor na região anterior do joelho(atrás da patela) ao subir e descer escadas ou mesmo ladeiras, aos exercícios físicos, ao levantar de uma cadeira, ao agachar-se e até mesmo ao manter o joelho flexionado por períodos prolongados;
- Crepitação e estalidos atrás da patela ao flexionar e extender o joelho, por vezes audíveis;
- Edema e derrame articular que são ocasionados pelo acúmulo excessivo de líquido sinovial formado no processo inflamatório.

As causas da condromalácia envolvem alterações de alinhamento da patela, que excursiona fora do local adequado, ocasionando atrito entre sua superfície articular e a superfície articular do fêmur, desse modo provocando “desgaste”. Tais alterações de alinhamento muitas vezes estão relacionadas à desequilíbrios da musculatura do quadríceps como atrofias, hipotrofias e encurtamentos musculares; variações anatômicas tanto do fêmur como da patela (rotação interna femural, tróclea rasa, patela alta,...).Também estão correlacionados microtraumatismos de repetição, bastante comuns em esportes de impacto (futebol, vôlei, basquete, ...). Deve ainda ser citada a chamada causa idiopática, quando não são identificadas alterações anatômicas que justifiquem o desenvolvimento da doença. 
É classificada em graus de acordo com a gravidade sendo GRAU I: amolecimento da cartilagem, até o GRAU IV: erosão da cartilagem com exposição do osso subcondral.


Ligamento Cruzado Posterior

Ligamento localizado na parte posterior do joelho, um dos responsáveis pela estabilização do joelho.
A lesão do LCP é menos comum, e normalmente está relacionada a trauma direto com um grau de energia elevado e não muito comum em entorses. O mecanismo mais usual de lesão é o trauma na perna com joelho em flexão, ocasionando posteriorização da tíbia, um exemplo deste tipo de trauma ocorre nos acidentes automobilísticos em que o passageiro bate a perna contra o painel do veículo no momento da colisão.

Ligamento Cruzado Anterior

Localizado na parte anterior do joelho, também ajuda na estabilidade do joelho.
A lesão do LCA ocorre geralmente por um entorse do joelho com o pé fixo no solo, podendo também ocorrer após trauma (menos comum).
Os principais sintomas são:
- Dor importante no momento do entorse com possível estalido na articulação;
- Edema e derrame articular, devido à ruptura do ligamento, podendo ocorrer sangramento dentro da articulação;
- Limitação da movimentação do joelho, ocorre na fase inicial devido ao derrame articular;
- Sensação de “falseio” ou de “algo que desencaixa” no joelho, devido a instabilidade ocasionada pela lesão;
- Insegurança/incapacidade para descer escadas ou ladeiras



Ligamentos Colaterais

Estes são encontrados nos lados do Joelho. O ligamento colateral medial (LCM) conecta o fêmur à tíbia. O ligamento colateral lateral (LCL) conecta o fêmur ao osso menor da perna (fíbula). Os ligamentos colaterais controlam os movimentos laterais do joelho.
O LCM é mais freqüentemente lesionado do que o LCL. Devido a uma anatomia mais complexa do lado lateral, a lesão do LCL comumente está associada à lesão de outras estruturas da articulação, ao mesmo tempo.
Sintomas:
-A dor ocorre sobre o ligamento afetado, no lado medial quando a lesão for do LCM, ou do lateral nas lesões do LCL.
-Edema (inchaço) sobre o lado afetado.
-Instabilidade – sensação de falseio.


Fisioterapia com Você: As lesões do joelho podem ser causada por diversos fatores, as mais comuns são causadas por esporte principalmente amadores onde não há um preparo físico adequado, alterações posturais como joelhos valgos, má-postura por longo tempo também pode afetar a estrutura do joelho, assim como a sobrecarga de peso corporal. Ter um corpo saudável inclui cuidados com as nossas articulações. Práticas esportivas que visam a preservação da estrutura articular dentro de seus limites fisiológicos são bem indicadas para que tenhamos joelhos saudáveis por mais tempo.

Veja Também:

Fisioterapia com Você: Pilates e Você - O Método Pilates

Em breve: Lesões do Joelho-parte II - Tratamento das lesões do Joelho


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Dor de cabeça pode ter várias causas

 


A dor de cabeça ou cefaléia, pode ocorrer por vários motivos. Os mais comuns inclui a enxaqueca, cefaléia cervicogênica e a tensional.
A enxaqueca representa cerca de 60% dos casos e é criada por substâncias químicas produzidas pelo próprio cérebro. Os outros 40% dos casos são predominantemente causados pela cefaléia cervicogênica e pela tensional.
A cefaléia cervicogênica é provocada pela compressão dos nervos occipitais, que ficam na parte de trás da cabeça. A dor pode começar no pescoço e irradiar para toda a cabeça.
Dores na coluna cervical por má postura, ou por contratura muscular, processos degenerativos como artroses, também podem ocasionar dores de cabeça.
A dor que surge por ressaca após a ingestão de muito álcool, por cansaço ou por qualquer outro motivo cotidiano é chamada de cefaléia tensional episódica.
Outros tipos de dores também incomodam. Uma delas é aquela provocada por deficiências da visão, como hipermetropia e astigmatismo, mais rara do que se imagina e geralmente localizada no olho afetado. Recentemente, descobriu-se que o uso excessivo de analgésicos provoca também a cefaléia crônica diária. Ela acontece quando o organismo deixa de produzir a endorfina, um tipo de anestésico que ajuda a reduzir a dor. O uso prolongado de analgésicos pode inibir a produção da endorfina, diminuindo as defesas naturais.
Na enxaqueca, o cérebro produz noradrenalina, substância que transmite impulsos elétricos entre as células. Depois de várias reações, a noradrenalina libera outras substâncias que inflamam as artérias do crânio.
Há dores causada por disfunção da ATM (articulação temporo-mandibular). O bruxismo (atrito ocorrido nos dentes durante o sono) causa tensão na região cervical e dor que se irradia para face, pescoço e cabeça. 
Seja qual for a origem da dor, procure ajuda médica para diagnosticar e tratar o problema. 
A Fisioterapia tem ajudado a combater a dor. Através de um tratamento adequado, é possível alíviar os sintomas, e dependendo do caso, obter até a cura.

Sobre a Enxaqueca:

A maioria (mas não a totalidade) das enxaquecas são acompanhadas por dor de cabeça.
Essa dor ocorre de um só lado (unilateral) em cerca de 2/3 das crises; ocorrendo nos dois lados no restante dos casos. Quando unilateral, ela pode mudar de lado em certos pacientes.
Ela costuma começar bem de leve, dor "surda", passando a latejante conforme se intensifica. Piora aos esforços, ao abaixar-se e, em certos casos, mesmo ao andar
A intensidade da dor varia muito, mesmo durante uma crise. Pode ser desde uma dorzinha leve, até uma dor incapacitante. Ocasionalmente, podem ocorrer algumas "pontadas" e "fisgadas" na região dos olhos ou das têmporas. Estas "pontadas" podem ocorrer mesmo fora das crises numa boa fração dos pacientes.
A localização da dor pode ser em qualquer ponto da cabeça. Mais freqüentemente, encontram-se acometidos os olhos, têmporas, testa e pescoço.
A dor pode permanecer bem localizada, ou então irradiar-se, chegando a envolver a região dos músculos do pescoço e dos ombros.
Podem ocorrer dores na face, incluindo nariz, dentes e gengiva.
Pode doer o pescoço, na região da trajetória das artérias carótidas.
O horário de início pode ser a qualquer momento do dia ou da noite.
Não é incomum a pessoa acordar de madrugada com forte dor de cabeca.
Normalmente dura menos de um dia. Contudo, uma crise pode durar, não raro, 3 a 4 dias.
Durante as crises, o indivíduo prefere ficar parado, bem quieto, uma vez que o movimento piora a dor; o mesmo ocorrendo em relação a tosse.
Alguns colocam gelo onde dói. Outros preferem bolsa de água quente. Outros ainda, apertam a cabeça com as mãos, para encontrar algum alívio. Há pacientes que sentem alívio ao tomar um banho de chuveiro.

Para mais informações sobre  Enxaqueca, acesse o site:
 
Veja também:

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

21 de Setembro o dia da Árvore




No hemisfério sul, o dia 21 de Setembro prenuncia a chegada da primavera, no dia 23, estação onde a natureza parece recuperar toda a vida que estava adormecida pelos dias frios de inverno.
No Brasil, carregamos fortes laços com a cultura indígena que deu origem a este país; um deles é o amor e respeito pelas árvores como representantes maiores da imensa riqueza natural que possuímos. Os índios também utilizavam este período para iniciar a época de plantio, organizando-se pelo calendário lunar.
Confirmando o carinho e respeito pela natureza, no Brasil, em 24 de fevereiro de 1965, formalizou-se o dia 21 de Setembro como o Dia da Árvore - o dia que marca um novo ciclo para o meio ambiente e o tempo para se reforçar os apelos para a conscientização de todos em favor do meio ambiente.
Para o ser humano, as árvores oferecem a madeira, o carvão, os frutos, as flores e as matérias-primas para a fabricação de papel, remédios e uma infinidade de produtos. Por isso, ao derrubá-las, devemos ter em mente a necessidade de replantá-las. O reflorestamento, felizmente, tem se tornado mais comum.
Devemos respeitar a árvore, não só pelo que é em si mesma, mas por ser necessária à nossa própria vida. Quando alguém destrói uma árvore, está destruindo uma fonte de vida no planeta.

Sabores do Mundo

Quem não gosta de saladas, crepes, um bom churrasco ou até mesmo um sanduiche? Viaje comigo pelo mundo e seus sabores conhecendo um pouco da história da culinária de cada país, e descobrir que em cada receita há amor pela boa comida e pela convivência à mesa.  Prepare o avental e a colher de pau!

OS SABORES DA AMÉRICA

Brasil

A Feijoada - um dos pratos mais famosos da culinária brasileira, se originou por meio dos costumes dos escravos africanos. O prato consiste na mistura de feijão preto, carne de porco, farofa, entre outros ingredientes.
Na época da escravidão, os senhores de escravos não comiam as partes menos nobres do porco, como orelhas, rabos ou pés, e davam tais partes aos seus escravos.
Como a alimentação dos mesmos era baseada apenas em cereais, como milho e feijão, resolveram pegar as partes do porco que eram rejeitadas e juntá-las com o feijão, cozinhando tudo em um mesmo recipiente, além de adicionar água, sal e pimentas diversas à mistura. Estava feita a primeira feijoada.