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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Homens que limpam a casa são mais felizes




Que sucesso de pesquisa. Preste atenção, leitor. Se você divide um teto com a sua namorada, ou esposa, e costuma deixar as tarefas de lavar a louça, passar a roupa e arrumar a cama sempre para ela, é melhor mudar de atitude. Pelo seu próprio bem.
 
A recomendação vem de um estudo da Universidade Umeå, na Suécia, que acompanhou a vida de 723 pessoas ao longo de 26 anos. Os homens que não dividiam os afazeres domésticos com a parceira sofriam mais problemas psicológicos, como ansiedade, nervosismo, e problemas de concentração. Até sofriam com palpitações cardíacas (que é a sensação de sentir o coração parar por um segundo). Já aqueles que topavam fazer metade dos serviços eram mais tranquilos e felizes.
 
As mulheres também se dão mal com esse desequilíbrio na divisão das tarefas. O excesso de trabalho doméstico pode deixá-las mais vulneráveis às doenças.
 
Segundo a pesquisa, esses problemas só acontecem por conta dos papéis associados a cada gênero. “Muitos homens entrevistados disseram que estavam cansados de consertar o carro, por exemplo, mas se sentiam presos a essas tarefas, por conta do estereótipo masculino”, conta a pesquisadora Lisa Harryson. A saída, diz ela, é bater um papo com o parceiro e colocar um fim nessas bobeiras.
 
É pela felicidade de vocês. E pela saúde de suas amadas.
 
 
Fonte: super.abril
 
 
 
[Até que enfim uma pesquisa realmente de valor! (rsrs)]
 

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

TRÊS SAPATOS QUE FAZEM MAL PARA OS SEUS PÉS












Especialistas apontam que uso excessivo de sapatilhas, chinelos e saltos anabela podem causar danos aos pés, costas e quadril

Figurinhas carimbadas no dia-a-dia do brasileiro, os chinelos, as sapatilhas e as sandálias anabela merecem cautela redobrada, afirmam especialistas.

As delicadas sapatilhas tipo bailarina equivalem a andar sobre um pedaço de papelão, por não ter apoio ao arco do pé, reporta o site especializado WebMD. Isso pode causar um doloroso problema nos pés chamado fascite plantar. Se você ama o estilo, tente palmilhas para evitar uma dor moderada, afirma o website. Ainda assim, elas não fazem milagres, então usar sapatilhas todos os dias não é aconselhável.

Chinelos são perfeitos para ocasiões informais, como ficar em casa, ir à praia, à piscina, mas quando falamos de longas caminhadas, os especialistas do pé fazem um apelo: usem sapatos de verdade para fazê-lo (homens, isso também inclui vocês). Eles são também uma péssima ideia para praticar esportes, fazer hiking, ou mesmo usar em longas caminhadas urbanas. Diferentemente de sapatos resistentes, chinelos também não oferecem apoio ao arco dos pés, amortecimento para calcanhares ou absorção de choques, segundo a Associação Médica Americana de Podiatria. (Com o aumento da expectativa de vida, o envelhecimento e doenças crônicas como o diabetes podem acarretar problemas relacionados aos pés. A Podiatria Clínica tem como objetivo capacitar profissionais da área da saúde na prevenção, detecção precoce, tratamento e reabilitação dos pacientes com alterações clínicas e estruturais nos pés decorrentes do diabetes ou do envelhecimento).
Isso também pode resultar fascite plantar, além de problemas nos joelhos, nos quadris e nas costas

Uma opção melhor seriam as papetes ou tênis tonificadores, que foram desenhados para intensificar o exercício durante caminhadas. Enquanto o Conselho Americano de Exercício diz que não há evidências de que eles realmente tonifiquem mais, o solado mais grosso nos sapatos fazem um trabalho melhor na proteção dos pés, e alguns deles oferecem um bom sustento do arco plantar.

Outro sapato que pode trazer problemas é a sandália anabela com palmilhas rígidas, o que experts dizem que pode comprometer a biomecânica do caminhar. Se você adora as sandálias anabelas, opte por sandálias de alturas menores, o que pode colocar menos tensão nos pés, diz o site WebMD.
 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Alimentação Natural para os Pets - a dieta caseira

 
Estes dias li uma mensagem deixada no facebook sobre um cachorrinho que estava doente e a dona, por conta, tirou a ração e passou a dar comida feita por ela. Em pouco tempo o pet se recuperou totalmente da doença. Pesquisando, encontrei este site que compartilho com vocês. Tenho uma cachorra que sofre com problemas de alergia na pele. Quando criança, também tive vários cachorros e na época não era costume dar ração como nos dias de hoje, e todos eles viviam bem. Acredito no uso da ração industrializada, mas há rações e rações...
 
 
Meu nome é Sylvia Angélico, sou formada em Jornalismo e em Medicina Veterinária. Moro com quatro cães e, embora adore gatos, no momento infelizmente não convivo com nenhum. Vou contar um pouco de como nasceu o Cachorro Verde.
É engraçado, porque não pensava em trabalhar com a área de nutrição de pets quando ingressei na faculdade de veterinária. Aliás, até 2007, eu só acreditava em ração como alimento adequado para cães e gatos. Era daquelas chatas que entravam em fóruns online para dar lição de moral em quem oferecia frutas e carnes com a ração dos bichos.
Felizmente, alguns pontos de vista fizeram com que eu revisse meus conceitos. Um deles veio de uma moça que, nos idos tempos do orkut, divulgava a dieta BARF que adotara havia alguns anos para os cachorros dela. (Para quem não conhece, a BARF – abreviatura em inglês para “Dieta Crua Biologicamente Adequada” – é uma das dietas naturais pioneiras, consolidada no final de 1980 pelo veterinário australiano Ian Billinghurst.) A moça contava de dentes mais brancos, de hálito mais suave, de redução de queda de pelos – tudo isso com uma dieta pra lá suspeita, à base de carnes e ossos crus, com outros alimentos naturais. Até então, veja só, eu achava que alimentar pets com comida era coisa de gente desocupada e mal informada. E que uma dieta à base de ossos crus só podia acabar provocando perfurações e verminoses nos pets. Mas não tinha como não ficar no mínimo um pouquinho curiosa.
Essa fagulha acesa pelo contato com a BARF veio ao encontro do desencantamento que comecei a sentir nos primeiros dos anos da faculdade. Eu estava achando os tratamentos ensinados na grade curricular obtusos, agressivos demais e desatentos às peculiaridades de cada paciente.
Basicamente aprendíamos que tudo é tratável somente com anti-inflamatórios, antibióticos ou algum outro “anti”. Que o controle só é possível pela antagonização dos sintomas. Não se falava em apoios fundamentais, como a substituição de hábitos deletérios por hábitos benéficos, nem em fortalecimento da capacidade de regeneração do organismo com dieta, exercícios, ervas ou qualquer outra medida que fosse.
Foi quando uma colega de sala me emprestou um livro que transformou minha concepção de doença e de saúde: “A Cura Natural para Cães e Gatos”, da Diane Stein.  Era a primeira vez que eu lia conceitos radicalmente opostos a tudo o que aprendi sobre tratamentos, vacinas e alimentação para pets. No início, eu não sabia o que fazer com essas informações e me senti sozinha investigando o “outro lado” de condutas tão amplamente recomendadas.
Mas resolvi insistir nas pesquisas e, ao fazer uma busca mais aprofundada na Internet usando palavras-chaves em inglês, me deparei com uma infinidade de blogs, fóruns, livros e vídeos ensinando o preparo de comida em casa para cães e gatos. Gente de todas as partes do mundo – Estados Unidos, Canadá, países da Oceania, Europa etc –  promovia dietas cruas, cozidas, com grãos, sem grãos etc. De repente eu não estava mais sozinha!
Importei meia dúzia dos principais livros sobre dieta caseira e saúde natural para pets da época. Em pouco tempo o conceito todo passou a fazer muito mais sentido para mim do que a ração seca, geralmente preparada com subprodutos da nossa indústria alimentícia e lotada de aditivos pra lá de controversos.
Ora, por que não oferecer aos nossos peludos uma dieta rica, fresca e variada, preparada por nós com o mesmo carinho com que preparamos refeições para nossos familiares e amigos? Até bem pouco tempo era assim que as pessoas alimentavam seus bichos. Quem é que não se lembra de um cão ou gatinho da vovó ou da titia que viveu muitos e muitos saudáveis anos recebendo comida caseira?
Era hora de partir para a prática! Passar minha turma canina da ração seca que receberam até então para a alimentação natural. Comecei justamente pela BARF, primeiro modelo com que tive contato. Achei fascinante a ideia de replicar no ambiente urbano a dieta ancestral dos lobos e felinos selvagens. Afinal, ninguém sabe melhor que a natureza como nutrir esses animais, e nossos peludos são réplicas domésticas deles.
Em abril de 2008 elaborei a versão beta de um cardápio de BARF para meus cães. Da noite para o dia a turma passou a comer pedaços de carne com ossos, vísceras e legumes – tudo cru! – juntamente com alguns extras que forneciam nutrientes benéficos, como iogurte, levedura de cerveja em pó, alho cru picadinho e azeite de oliva.
Com poucos dias do novo cardápio, os benefícios já eram notados: pelos brilhando muito, queda reduzida, dentes mais brancos e hálito mais agradável, mais disposição para brincadeiras e, talvez o mais impressionante – fezes muito mais sequinhas, menores e quase sem cheiro. Uma das minhas cadelas sofria de otite crônica de três em três meses, religiosamente. Seus ouvidos inflamavam e cheiravam a salgadinho de milho. Com a nova dieta, nunca mais ela voltou a ter otite. Dois cães que vinham se coçando com a ração, pararam. Um deles não emagrecia de jeito nenhum comendo pouquinha ração, mas rapidamente desinchou com a dieta caseira.
Naquele momento decidi me dedicar ao estudo da nutrição pet para entender melhor o poder dos alimentos naturais e os motivos por trás de tantas vantagens. Também comecei a pensar numa maneira de canalizar gratuitamente essas valiosas informações a todos os que buscam alimentar cães e gatos de forma realmente saudável.
Assim, em junho de 2008 nasceu o blog Cachorro Verde. Em pouco tempo – e sem fazer propaganda – o blog atingiu pessoas do Brasil inteiro – e até de outros países. Em questão de meses o endereço ficou pequeno para tanto conteúdo. Finalmente, em setembro de 2008 o blog deu lugar ao site Cachorro Verde, o primeiro portal brasileiro dedicado à divulgação de dietas caseiras cruas e cozidas para cães e gatos.
O ano seguinte, 2009, trouxe uma surpresa desagradável: graves ameaças feitas por fabricantes de rações representados pela então ANFAL PET (Associação Nacional de Fabricantes de Alimentos para pets). Jornalista graduada e crente na liberdade de expressão, eu não conseguia acreditar. Pareceu-me um exagero ver tanta truculência direcionada a um site sem fins lucrativos, mantido por uma estudante de veterinária.
O ataque da indústria foi motivado principalmente por um artigo de minha autoria com muitas e muitas páginas detalhando os potenciais malefícios associados às rações secas convencionais. O texto era recheado de passagens traduzidas de livros e sites escritos por pesquisadores e veterinários e as informações veiculadas eram realmente alarmantes, ainda que não citassem claramente os nomes de marcas de ração.
No pacote do bullying estava uma carta-ofício que foi remetida ao CRMV (nosso conselho de classe) informando ao órgão de minhas atividades e uma visita de um agente da ANFAL à minha faculdade, que felizmente foi tratada como a tolice que era pelo coordenador do curso. Entre ameaças absurdas de processo, boatos de tentativa de impedimento à minha graduação e contratação de advogado – um período de dois meses em que chegamos a tirar o site do ar – travamos um acordo com a ANFAL de sumir com o famigerado artigo anti-rações. (O artigo, à nossa revelia, foi copiado e difundido por toda a Internet, estando disponível até hoje em alguns blogs…)
Quando há repreensão indevida, é claro que o tiro sempre sai pela culatra. Com o site fora do ar por dois meses, muita gente ligou, mandou email e se inteirou do que houve. A solidariedade ao site cresceu e a comunidade pró-dietas caseiras se fortaleceu.
Muitas lições aprendidas. Para ambos os lados. Mas felizmente o susto passou, o site voltou ao ar, eu me formei e hoje dou o meu recado com um pouco mais de cuidado.
Desde então, nossa comunidade de adeptos só faz crescer. Somos centenas pelo país, senão milhares. Com um número cada vez maior de veterinários e zootecnistas favoráveis à iniciativa, finalmente nos aproximamos dos países onde as “ANs” (apelido carinhoso da Alimentação Natural) são bem consolidadas.
Hoje trabalho atendendo consultas de nutrição caseira e ministrando cursos sobre as nossas dietas em diversas capitais do país.
 
 
Mais informações em:
 

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Alguns momentos da Orientação Educacional

 
Este texto foi escrito por uma amiga muito querida, excelente profissional. Feliz da escola que possui profissionais tão dedicados assim!



 
Alguns momentos da Orientação Educacional
 
Por Silvana de Araújo Carniel
 
 
Quando entro em turmas para me apresentar, no início de ano, e há alunos novos, oriundos de outras escolas, em seguida me questionam:
- Ah! Tu é do SOE, lá daquela sala que ficam os que incomodam?
 
Sempre explico que eles não necessariamente precisam ter incomodado para procurar o SOE, basta estar com uma vontade de conversar  com alguma pessoa sobre situações que às vezes nos chateiam muito e não temos com quem desabafar. Algumas vezes os professores acham importante que o aluno vá conversar com a orientadora para repensar alguma situação de sala de aula ou para reparar algum "dano".
 
Sei que esses alunos ficam duvidando. Infelizmente, algumas vezes a ideia inicial desses alunos se confirma. A rotina de Escola não é fácil...
 
Quando pensei em escrever para a revista pedagógica, ao mesmo tempo estava concluindo a leitura do livro da Clarice Lispector, Aprendendo a Viver. Então gostei da ideia de enriquecer este relato com algumas citações da Clarice Lispector, retomando a minha prática na Escola. A realidade social da maioria dos nossos alunos é de grande carência, com reflexo direto no aspecto emocional, dificultando assim seus processos de socialização (relacionamento com colegas, professores, funcionários e pais) e aquisição de aprendizagens "escolares" propriamente ditas. É especificamente a partir dessas carências que se desdobra a ação pedagógica da orientação educacional.
 
Sinto que quando me aproximo de um aluno para conhecê-lo melhor, seja através de conversa individual ou com famílias, compreendo em seguida as razões de suas atitudes. Compreender as razões não significa aceitá-las, mas é o primeiro passo para estabelecer empatia e pensar junto que outras possibilidades existem para resolver determinado conflito. Quando o aluno se sente observado, acompanhado, querido e "importante" por algum professor, supervisor, diretor ou orientador, um bom caminho já está sendo trilhado - é claro  que existem muitos casos que estão aquém deste trabalho, por conta do graus das dificuldades emocionais e do contexto de cada um.
 
Às vezes quando vejo uma pessoa que nunca vi, e tenho algum tempo para observá-la, eu me encarno nela e assim dou um grande passo para conhecê-la. E esta intrusão numa pessoa, qualquer que seja ela, nunca termina pela sua própria autoacusação: ao nela me encarnar, compreendo-lhe os motivos e perdoo. (Lispector, 2004, pag 118).
 
Outro aspecto de fundamental importância, que parece redundância falar, mas precisa ser mencionado, é a autoestima. Nossos alunos, muitos, possuem baixa autoestima, a qual é primeiramente introduzida pela família e, em alguns momentos, reforçada por nós na escola. É verdade também que tenho presenciado professores preocupados, tentando buscar um caminho para auxiliar esses alunos. Frequentemente é solicitado que o Setor de Orientação Pedagógica  converse com os responsáveis pelos alunos a fim de que possam conversar mais com seus filhos, escutar mais, estabelecer limites com amor e firmeza, entender e elogiar os esforços sempre que forem percebidas tentativas de melhoria.
 
O que preocupa é a formação da imagem que cada um faz de si mesmo a partir do que vai ouvindo no dia a dia das pessoas que representam autoridade para eles.

[...]Thoreau  achava que o medo era a causa da ruína dos nossos momentos presentes. É também as assustadoras opiniões que nós temos de nós mesmos. Dizia ele: "A opinião pública é uma tirana débil, se comparada à opinião que temos de nós mesmos". É verdade: mesmo as pessoas cheias de segurança aparente, julgam-se tão mal que no fundo estão alarmadas. E isso, na opinião de Thoreau, é grave, pois "o que um homem pensa a respeito de si mesmo determina, ou melhor, revela seu destino". (Lispector, 2004, p.113).
 
Não posso deixar  de mencionar os vários momentos que há frustação nesta caminhada, e o quanto é maravilhoso encontrar colegas ou amigos encorajados, comprometidos com o desenvolvimento humano. Então, conseguimos renovar o entusiasmo e buscar sempre o que pode fazer a diferença.  
 
 
Fonte: PRETEXTOS Revista Pedagógica da EMEF Vila Monte Cristo - Março de 2013.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

5 de Agosto é o Dia Nacional da Saúde

 
 
 
 
 O dia foi escolhido em homenagem ao nascimento do médico brasileiro Oswaldo Cruz (1872-1917), que se formou aos 20 anos de idade e foi um dos cientistas pioneiros no estudo das doenças tropicais.
 
A saúde resulta de um equilíbrio físico, orgânico e mental do nosso organismo, conquistado no dia-a-dia. Esse equilíbrio é adquirido através de vários fatores, como uma boa alimentação à base de frutas, verduras, carboidratos, proteínas, pouca gordura e muita água; um bom descanso; alguma atividade física; cuidados com a higiene pessoal; horas de lazer.
 
Mas como vai a nossa saúde aqui no Brasil? Pelas notícias que vemos nos últimos anos, o descaso continua. Hospitais cheios, falta de leitos, falta de materiais, falta médico, falta vontade, vontade politica de cumprir as promessas eleitorais, que todos os anos são tão enfatizadas pelos futuros dirigentes. 
 
Nós da fisioterapia acreditamos muita na prevenção, e as vezes prevenir é muito fácil e já evita uma serie de problemas que se forem pelo menos identificados precocemente, nos ajudam a depender um pouco menos deste sistema tão "prejudicial para a nossa saúde que é o sistema único de saúde".


Algumas dicas para cuidar da nossa saúde física, mental e espiritual:

Procure ingerir mais frutas, legumes, verduras e beba muita água, no mínimo dois litros de água por dia.

Há muitos exercícios que você pode fazer: corridas, caminhadas, ciclismo, aulas de Pilates, natação. Antes de iniciar algum exercício físico, sempre procure uma orientação médica, principalmente se há algum problema de saúde.  A caminhada é o esporte mais praticado pelas pessoas, isso porque não precisam de um lugar específico para fazer, em qualquer lugar da cidade você faz. Use um bom tênis, roupas leves e comece inicialmente em solo plano.

A sua saúde também se resume em uma boa noite de sono. Para ter energia ao longo da semana é muito interessante que tenha uma noite de sono tranquila, principalmente após aquele dia de trabalho cansativo. Um chá ajuda. Exercícios respiratórios  são bem indicados para quem tem problemas para dormir.

Ler livros, escutar música (bem, acredito que escutar uma música calma nos mantem mais tranquilos do que uma música mais agitada, mas vai depender do seu momento né?), fazer atividades manuais, exercitar a memória, pode até ser com cruzadinhas, oração, ter um coração grato mantem a nossa saúde espiritual ativada, boas atitudes, boa higiene física e mental, maus pensamentos são responsáveis por muitos dos problemas que temos hoje.

Evite as rotinas. Faça todo dia algo diferente, não só para você mas também para o outro. Pesquisas comprovam que pessoas criativas são mais dispostas e felizes. Não precisa ser um gênio, basta mudar o caminho de chegar em casa, ver coisas diferentes estimulam o cérebro.  

Essas são algumas sugestões. Cuide de sua saúde da maneira como pode, mas sempre a deixe em forma para enfrentar o seu cotidiano.

 
 
É bom lembrar: PREVENIR É O MELHOR REMÉDIO!

sábado, 3 de agosto de 2013

Dicas de Turismo




Aqui vai dicas de sites importantes para preparar a sua próxima viagem:

Site de procura e reserva de hotéis em todo o Brasil, por cidade, por faixa de preços, reservas etc.:

www.hotelinsite.com.br


Tenha a telinha do aeroporto de sua cidade em sua casa, chegadas e  partidas:

www.infraero.gov.br


Encontre a melhor rota entre dois locais em uma mesma cidade ou entre duas cidades, sua distância, além de localizar  a rua de sua cidade:

 
mapafacilcidade.com.br


Confira as condições das estradas do Brasil, além da distância entre as cidades:

www.dnit.gov.br


Confira os melhores cruzeiros, datas, duração, preços,  roteiros, etc.:

www.bestpricecruises.com



Site que lhe dá as horas em qualquer lugar do mundo:

www.timeticker.com`

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Os venenos que podem estar na sua cozinha

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Quem se preocupa em dar um novo rumo aos hábitos, e quer manter-se saudável, deve conhecer os venenos que podem estar na cozinha. São riscos que podem ser graves a longo prazo. É claro que os efeitos colaterais nocivos sempre dependem da quantidade, ou do intervalo de tempo em que são consumidos. Veja abaixo se sua geladeira, despensa, ou armário, abriga um dos perigos.
 

Sabores químicos

Maionese


A questão principal da maionese é que na maioria das vezes é feita com óleo de soja, que por sua vez é de soja transgênica. Os estudos ainda não são conclusivos neste âmbito, mas parte do que foi analisado não rende boas notícias na relação saúde/transgênicos. Além disso, maionese tem ligação justa e íntima com a celulite... Se precisa de um molho, o melhor é optar por molho de mostarda orgânica, e sem açúcar.

Catchup


O catchup tem xarope de milho em sua formulação, assim como conservantes e frutose, esta última, em doses concentradas. Quando nas frutas, a frutose pode ser bem assimilada pelo corpo humano, mas na forma como é encontrada no ketchup, não. Resumindo, comer catchup com frequência pode levar ao acúmulo de gordura no fígado e elevação dos triglicérides. Também provoca tumultos no organismo, que fica com dificuldade para emitir os sinais de apetite, deixando-o com vontade de comer muito mais do que, normalmente, comeria. Está, ainda, associado a Síndrome Metabólica e a Diabetes Tipo 2.

Margarina ou manteiga


Manteigas ou margarinas têm gordura saturada em sua composição, e se não forem consumidas com moderação, podem contribuir para o excesso de calorias e problemas de ordem cardiovascular.

Embutidos e carnes processadas


Gosta de presunto, defumados e companhia? Mesmo aqueles com pouco, ou quase nada de gordura podem esconder um grande perigo. A questão é que muitas vezes os fabricantes injetam soluções com açúcar, ou sal para deixar o sabor mais agradável. E também, conservantes e fixadores da cor. O consumo regular pode levar muitas toxinas para o corpo humano. Linguiças e salsichas, entre outras carnes processadas, também escondem perigos. Um estudo americano mostrou que as carnes processadas podem aumentar a chances de desenvolver um câncer pancreático em mais de 50%.

Ovos não orgânicos


Os ovos convencionais, muitas vezes, permanecem várias semanas estocados, ou na prateleira dos supermercados. Como é possível? Devido a quantidade de antibióticos, pesticidas e hormônios que possuem. Também podem conter salmonela e outras bactérias. Há que ter bastante cuidado.
 
 
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Sucos artificiais/Concentrados


Um suco artificial, por regra, está carregado de açúcar. O mesmo pode ocorrer com os concentrados. Além de aumentar as calorias, outro resultado não muito agradável é que costumam ser um gatilho que dispara a vontade de comer mais.

Refrigerantes


Dificilmente pode-se dizer algo bom acerca de um refrigerante. Essas bebidas rodeadas de tanta publicidade, o que fazem, na verdade, é criar um estado de acidez metabólica no seu organismo. Por regra, são carregados de produtos químicos, como os conservantes, e se diet, de adoçantes artificiais. Se quer evitar problemas, beba água, ou suco de frutas natural. 
 
 
 

Como o ser humano sobrevive a fenômenos extremos?

 
 
 
As possibilidades são remotas, mas podem acontecer: uma pessoa é capaz de sobreviver à queda de um edifício de 15 andares ou à intensidade de um raio.
 
Em junho deste ano, o inglês Tom Stilwel caiu da varanda de um edifício de 15 andares em Auckland, na Nova Zelândia. Ele sobreviveu.
Um mês depois, a norte-americana Kendra Villanueva foi atingida por um raio no Estado do Novo México. Ela estava grávida e deu à luz um bebê saudável logo depois do acidente.
 
São eventos pouco comuns que podem causar ferimentos similares ou mais graves do que os causados por incidentes mais frequentes, como atropelamentos, explosões ou terremotos.
 
Mas como essas pessoas sobrevivem?
Quando uma pessoa é atingida por um raio, a descarga elétrica passa pelo coração, causando uma parada cardíaca imediata, o que leva normalmente à morte da vítima. Caso ela sobreviva, pode ficar com lesões internas graves, além de queimaduras que vão desde o ponto de entrada ao de saída da descarga elétrica.
No caso de uma queda de uma grande altura ou ficar preso sob os escombros de um terremoto, os ferimentos costumam estar relacionados à fratura dos ossos, falta de circulação sanguínea ou problemas respiratórios.
As lesões podem variar dependendo do tipo de acidente que o indivíduo tenha sofrido, mas a reação do organismo costuma ser a mesma.
 
 
Instinto de sobrevivência
 
As explicações atuais dão conta de que, quando o corpo é submetido a uma situação de estresse, o sistema nervoso simpático é acionado.
Através de uma série de mecanismos biológicos e fisiológicos, como o aumento das pulsações ou da respiração superficial, o corpo humano começa a tentar preservar o funcionamento de órgãos vitais, como o coração e o cérebro.
"É um instinto de sobrevivência e de preservação que, dependendo da gravidade dos ferimentos, pode ter resultados positivos", explica o médico Juan González Armengol, presidente da Sociedade Espanhola de Medicina de Urgências e Emergências.
Segundo Octavio Ávila, médico e vice-diretor da Cruz Vermelha no México, a liberação de hormônios em uma situação de tensão, seja psicológica ou física, é fundamental para o organismo porque o prepara para lidar com essa circunstância.
"O primeiro hormônio a ser liberado é a adrenalina que, entre outras coisas, fortalece os músculos, o que ajuda a diminuir a sensação de dor. Há casos nos quais uma pessoa pode correr mesmo tendo uma fratura na perna".
Ávila também diz que os processos metabólicos de resposta ao trauma acontecem em cadeia no corpo.
"Em linhas muito gerais, poderíamos dizer que a primeira etapa é hormonal, certas glândulas secretam substâncias como o cortisol ou os hormônios da tireoide. A segunda etapa é celular - ali se ativam os glóbulos brancos e os leucócitos, entre outros. Neste cenário, as substâncias pró-inflamatórias e as contra-inflamatórias também têm um papel importante. Deste equilíbrio, depende muito a evolução do paciente," completa o médico.
 
 
Entre a vida e a morte
 
Os dois especialistas concordam que a quantidade visível de sangue não é um indicativo da gravidade dos ferimentos. Isso porque alguém pode chegar à sala de emergência de um hospital absolutamente coberto de sangue, mas com feridas superficiais.
Por outro lado, outra vítima chega caminhando, aparentemente bem, e seu baço pode estar a pronto de se romper.
Um exemplo desse último caso poderia ser de uma pessoa que caiu de uma varanda de um edifício, como o inglês Tom Stilwel. Neste caso, é importante estar preparado para possibilidade de que haja complicações, diminuindo o risco de morte e o desenvolvimento de lesões posteriores.
"No caso de politraumatismos severos, deve-se seguir o protocolo Programa Avançado de Apoio Vital em Trauma (ATLS, na sigla em inglês)", diz o médico espanhol.
 
Este programa de atenção traumatológica, utilizado em vários países, é composto por cinco fases que devem ser repetidas constantemente:
  • O primeiro passo é observar se há alguma obstrução que impeça o paciente de respirar.
  • O segundo é auscultar o tórax para determinar se há feridas internas que possam dificultar a respiração.
  • Em seguida, se analisa a circulação para prevenir hemorragias.
  • Depois disso se descartam possíveis problemas neurológicos.
  • E, finalmente, deve-se manter o ferido sem roupa, mas com cobertas, para evitar que sofra de hipotermia.

Hora H
 
Para González Amengol, as circunstâncias que originaram as lesões são fundamentais na possibilidade de sobrevivência de alguém que tenha sofrido um acidente muito grave.
Em um acidente de automóvel, por exemplo, tem influência se a colisão foi por trás ou pelo lado do carro ou se alguém perdeu a vida.
Ávila acrescenta que a evolução do paciente depende de muitos fatores. "Alguns deles são a condição de saúde do paciente antes do acidente - uma pessoa com diabetes ou alguma doença degenerativa tem um quadro mais complicado -, a resistência dos órgãos e a gravidade do trauma".
Outro elemento fundamental, na opinião do vice-diretor da Cruz Vermelha no México, é que o paciente seja transferido para uma unidade especializada em traumas. Em alguns casos, segundo ele, a vítima é encaminhada a uma maternidade ou a um centro de outra especialidade, o que diminui as possibilidades de estabilizar sua condição.
A rapidez com que essa transferência é realizada também tem um peso muito importante na possibilidade de recuperação de uma pessoa com ferimentos internos graves.
"Há uma 'hora H' justamente depois do acidente e já está comprovado que se a equipe médica atua neste momento, o paciente pode sobreviver. Claro, isso não vale para situações extremas, como o rompimento da aorta (a maior artéria do corpo humano, que leva sangue do coração para o restante do corpo) ou a perda de massa encefálica. Neste cenário, é muito provável que o paciente morra em mais ou menos 15 minutos", afirmou Amengol.
 
 
 
[O admirável corpo humano!]

Brasil tem o maior número de pássaros ameaçados de extinção

Soldadinho-do-Araripe, espécie brasileira classificada como “Criticamente em Perigo” (Foto: Alberto Campos/ICMBio)

Soldadinho-do-Araripe, espécie brasileira classificada como “Criticamente em Perigo”
(Foto: Alberto Campos/ICMBio)


A Birdlife International, um grupo de organizações de vários países que estuda conservação de aves, divulgou na última semana um relatório mostrando que uma em cada oito espécies de pássaros no mundo está ameaçada de extinção.
 
Segundo o relatório State of the world’s birds (O estado dos pássaros do mundo), são 1.313 espécies de pássaros ameaçadas em todo o mundo. A maioria (55%) está classificada como “vulnerável”, o menor nível de perigo entre as espécies ameaçadas, mas 30% das espécies foram classificadas como “Em Perigo” e 15% como “Criticamente em Perigo”.
 
O Brasil aparece no estudo como o país que mais tem espécies de pássaros ameaçadas. Isso acontece porque o Brasil é também um dos países de maior biodiversidade do mundo, com uma quantidade muito grande de pássaros em seu território. São 152 espécies de pássaros ameaçadas, sendo que 73 são endêmicas, ou seja, só existem em território brasileiro.
 
Segundo a Birdlife International, as principais ameaças aos pássaros são a destruição dos habitats por meio do desmatamento e da agricultura, a introdução de espécies exóticas, a poluição do ar e da água e as mudanças climáticas. O estudo calcula que, para proteger essas espécies, é necessário investir US$ 80 bilhões por ano em conservação de pássaros.
 
Gráfico mostra espécies ameaçadas de extinção em vários países do mundo, entre elas as espécies endêmicas, que só existem em uma região do planeta (Foto: Birdlife International)
Gráfico mostra espécies ameaçadas de extinção em vários países do mundo, entre elas as espécies endêmicas (em verde). (Foto: Birdlife International)
 
 Fonte: Revista Época

 
[Triste herança para nossos filhos...]

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Pilates potencializa plástica de abdômen



 
A cirurgia plástica e a lipoaspiração são técnicas usadas para melhorar os contornos corporais. Contudo, a maior definição do abdômen ocorre quando fortalecemos músculos específicos. Temos um músculo profundo no abdômen que funciona como uma cinta abdominal, chamado de transverso do abdômen, ele é a chave do sucesso de uma cintura definida. Desta forma, o ideal seria conciliar o fortalecimento desse músculo às técnicas e habilidades da cirurgia plástica.
A associação com o método Pilates seria a mais perfeita associação para um resultado mais duradouro e satisfatório. O Pilates é composto por séries de exercícios que têm, entre suas funções, a hipertrofia muscular profunda. De acordo com a PHD em plasticidade músculo esquelética e pós-doutoranda em Pilates, Eliane Coutinho, os exercícios podem fazer parte do pré e pós-operatório, potencializando o resultado da cirurgia plástica, especialmente em cirurgias de mama e de abdômen. Após 30 aulas já é possível notar a diferença no corpo.
No caso de uma cirurgia plástica abdominal, o método atua no fortalecimento do músculo transverso do abdômen, também chamado de cinturão abdominal ou espartilho abdominal. “Sua anatomia ajuda a definir o contorno da cintura, desta forma se esse músculo está forte após uma abdominoplastia, o contorno abdominal ficará melhor, uma vez que ele é responsável pela contenção dos órgãos abdominais. Para se entender a função deste músculo, imagine você “murchando” a barriga. É essa ação que o músculo faz quando contrai. O músculo forte ajudará a definir o contorno do abdômen tornando o efeito da cirurgia mais evidente”, explica Drª Eliane.
Nas cirurgias de mama, os exercícios de Pilates contribuem, principalmente, para a reorganização da postura do tronco, resultando num tórax em harmonia com a nova mama. Nas cirurgias de redução, o Pilates promove realinhamento da coluna torácica, o que contribui para melhorar o efeito do procedimento.
“O ideal é que o paciente que tem planos de se submeter a uma cirurgia plástica no abdômen ou nas mamas comece um programa de Pilates que evidencie a área a ser operada especificando os músculos que serão solicitados no pós-operatório e, assim, potencializar o resultado da cirurgia”, destaca.
A liberação para a prática do Pilates após a cirurgia plástica varia de acordo com o procedimento. O método sempre trabalha o indivíduo como um todo, mas quando se trata de reabilitação pós-cirúrgica são trabalhados, inicialmente, os seguimentos não operados. “Após liberação médica o paciente passa por um treinamento completo e evolui com ênfase na parte operada para acelerar a recuperação e potencializar o efeito da cirurgia. O método Pilates é uma forma de treinamento para ser adotado como um meio de equilibrar o corpo e a mente”, completa Drª. Eliane.