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quinta-feira, 16 de maio de 2013

A escoliose em músicos e dançarinos







Duas atividades artísticas, em alguns aspectos o oposto, por um lado a mobilidade máxima, por outro a imobilidade máxima, mas eles compartilham alguns aspectos entre si. A idade de iniciação, empenho e sacrifício. E o risco de degeneração articular ...

Escoliose e patologias osteoarticulares em músicos e dançarinos

A música e a dança, duas formas de expressão artística, que apesar de muito diferente uma da outra têm alguns pontos em comum: a perseverança, empenho e sentido de sacrifício necessário para alcançar um desempenho em níveis elevados, permitindo que jovens desejem aspirar pelo profissionalismo. Outro tema comum é o período de iniciação. Muitas vezes você se aproxima dessas atividades em idade muito precoce, com uma intensificada carga de treinamento, precisamente durante o período mais crítico do crescimento ósseo: a puberdade.

Se pensarmos os efeitos potenciais nocivos ou os fatores de risco para o surgimento de doenças do sistema osteomuscular, essas duas artes, no entanto, são opostas: a música, com as suas sessões, exige que os músicos mantenham a mesma posição por longos períodos, posições que muitas vezes são assimétricas e sobrecarregam algumas articulações mais do que outras. A dança, com o seu dinamismo e a constante busca por uma hipermobilidade e o gesto perfeito como extremo, exige das articulações de uma forma mais dinâmica.


 

O risco de degeneração articular existe, embora por razões diferentes para ambas as formas de arte. O mecanismo patogênico principal, ou seja, o mecanismo que conduz à degeneração e dor nas articulações, é atribuível à intensidade das cargas de trabalho, para a qual o seu corpo é submetido. Muitas vezes, no espírito de sacrifício, distúrbios são subestimados ou ignorados, até porque eles são considerados uma consequência normal das sessões de treinos longos ou do treinamento. Muitas vezes, os jovens artistas escondem suas doenças, com medo de ter que sair do meio profissional, ou por questões de concorrência,  "se eu não posso fazer isso alguém vai tomar o meu lugar." Se, para os dançarinos os exames médicos são mais frequentes, para os músicos não existe uma rotina periódica ou de controle.
 Recentemente foi publicado o estudo "A escoliose em músicos e dançarinos" (HA Bird, Sofia Ornellas Pinto), no qual os autores descrevem e comparam três casos: dois músicos e um dançarino de diferentes idades e com diferentes problemas. Mais do que apenas a escoliose, as questões levantadas nesses três casos se relacionam com o sistema musculoesquelético em uma visão mais geral. O caso mais especial é a de uma jovem violoncelista, com a paixão, tanto para a dança, quanto para música. Esta menina tinha uma hipermobilidade acentuada que tinha favorecido o sucesso na dança, mas, devido à ocorrência de uma escoliose  quando adolescente, ela foi desaconselhada a continuar com a prática da dança e, como resultado, começou a dedicar-se inteiramente à música. No entanto, essa atividade também expôs a paciente a uma piora progressiva dos sintomas que envolvem o sistema musculoesquelético. Neste caso, os autores destacam como a proibição da prática pode ser prejudicial e causar ainda uma piora do quadro. Na prática, a jovem violoncelista passou de hipermobilidade para uma hipomobilidade, e sabemos como o extremismo pode ser prejudicial em ambos os casos.

"Em caso de doença na coluna ou outras articulações, explica a Dra. Sabrina Donzelli, fisiatra do ISICO - a primeira coisa a fazer é definir um tratamento específico apropriado e, especialmente, para não parar suas atividades, mas sim complementá-las e compensá-las. Não há como negar que pode ser necessário, as vezes,  reduzir a carga um pouco ou as sessões de práticas, mas são escolhas temporárias e preventivas que oferecem as condições necessárias para uma longa carreira artística. O risco, de fato, é que você pode chegar a necessidade de abandonar a atividade por invalidez total caso não faça o tratamento correto e não esteja atento as orientações preventivas".
 
O crescimento durante a puberdade pode ser um momento de grande vulnerabilidade, cada um tem suas próprias fraquezas: "A melhor modalidade é aquela que oferece um programa de treinamento mais individualizado - conclui a Dra. Donzelli - precisamos ensinar as crianças a ouvir os seus sinais corporais e trabalhar para compensar aquilo que mais lhe prejudica. Aqueles com talento podem ter uma longa carreira cheia de sucesso e também com muita  saúde. "
 
 

Livro descreve fatores que fazem as pessoas acreditarem em coisas estranhas

 7 fatores que fazem as pessoas acreditarem em coisas estranhas
 
 
Em uma pequena cidade de Illinois (EUA), um bandido misterioso – e bizarro – estampava as capas dos jornais lá por volta de 1944. Tudo começou com uma mulher que declarou que um homem entrou em seu quarto no meio da noite e anestesiou suas pernas com um spray a gás paralisante. Logo apareceram os jornais com manchetes como “BANDIDO DO ANESTÉSICO À SOLTA”. E, nos 13 dias seguintes, cerca de 25 casos semelhantes foram relatados e amplamente explorados pela imprensa. A polícia da cidade ficou de prontidão. E os maridos com suas armas carregadas. Duas semanas depois, ninguém havia sido preso. E nenhum vestígio químico havia sido descoberto. Assim, tanto a polícia quanto a mídia começaram a se referir ao evento como um caso de “histeria de massa”.
 
Ondas de avistamentos de ETs, chupacabras, fantasmas ou bandidos bizarros cuja existência nunca foi comprovada aparecem de tempos em tempos em diversos lugares. Às vezes, vira moda ver sinais milagrosos – ou mensagens malignas escondidas em músicas, rótulos, filmes. Mas o que leva uma pessoa a acreditar em coisas como essas? É disso que fala o livro “Por que as pessoas acreditam em coisas estranhas?”, do psicólogo e historiador da ciência o americano Michael Shermer. O critério usado por ele para definir o que são coisas “estranhas” é a falta de evidências científicas para comprovar sua existência.
 
Com base no livro, listamos alguns fatores que influenciam nesse tipo de crença – e podem fazer, inclusive, com que pessoas extremamente inteligentes sejam pegas. Afinal, garante ele, ninguém está completamente imune à histeria coletiva. Dê uma lida e depois diga pra gente se você concorda ou não.

1. Elas querem acreditar
Segundo Michael Shermer, a principal razão pela qual as pessoas acreditam em coisas estranhas é simples: elas querem acreditar. Mas por que? Porque dá bem-estar, é reconfortante e consola. Para Shermer, se alguém perguntar qual é a sua posição sobre a vida após a morte, é provável que você diga que é favorável. E explica: “O fato de eu ser favorável à vida após a morte não significa que vou consegui-la [ou que eu acredito nela]. Mas quem não a quereria? É esse o ponto. É uma reação muito humana acreditar nas coisas que nos fazem sentir melhor”.

2. A gratificação imediata
Muitas crenças estranhas promovem um bem-estar instantâneo. Shermer cita no livro o exemplo dos médiuns que atendem pelo telefone – a um custo de 3,95 dólares por minuto. Eles usam as chamadas técnicas de leitura a frio: vão tentando adivinhar as coisas partindo de informações mais gerais (envolvendo coisas banais que são verdadeiras para quase todo mundo, como “pressões financeiras vêm lhe causando problemas” – afinal, até Eike Batista terá um dia difícil se perder grana no mercado financeiro). A partir das pistas que as pessoas vão dando, os supostos médiuns conseguem deduzir as informações mais específicas que irão impressionar. Se o médium diz algo que não corresponde à realidade da pessoa naquele momento, a saída é simples: ele diz que a coisa vai acontecer no futuro. E a pessoa acredita.  Afinal, a grande sacada é que eles não precisam estar certos o tempo todo. “Quem telefona costuma esquecer os erros e lembrar mais dos acertos e, o mais importante, as pessoas desejam que o médium acerte. Os céticos não gastam 3,95 dólares por minuto nisso, mas os crentes sim”, explica o autor.

3. Simplicidade
Para termos uma gratificação imediata, é preciso que as crenças tenham explicações simples para as coisas complexas do mundo. “Coisas boas e ruins acontecem tanto para as pessoas boas quanto para as ruins, aparentemente de modo aleatório. As explicações científicas costumam ser complicadas e requerem treino e esforço para ser entendidas. A superstição e a crença no destino e no sobrenatural oferecem um caminho mais simples”, diz Shermer. Para ilustrar isso, ele conta uma experiência de Harry Edwards, chefe da Australian Skeptics Society (Sociedade dos Céticos Australianos).



Edwards publicou uma carta num jornal local falando sobre uma galinha de estimação que ele costumava carregar empoleirada nos seu ombro. Às vezes, porém, ela não se segurava e acabava deixando um “cartão de visitas” na sua camisa. Mas o que poderia ser algo desagradável acabava dando origem a acontecimentos muito positivos. Edwards listou alguns desses episódios e os correlacionou com certos eventos que ocorriam em seguida e chegou à conclusão de que o cocô da galinha lhe trazia boa sorte. Sempre que ela carimbava sua roupa, ele encontrava uma carteira com dinheiro, ganhava na loteria, recebia alguma notícia boa. Então ele levou a ave para várias consultas espirituais e descobriu que ela havia sido um filantropo numa vida passada e que tinha reencarnado para fazer o bem às pessoas – por meio de suas fezes. Assim, Edwards terminou sua carta ao jornal oferecendo-se para vender saquinhos com o “cocô da sorte” de sua galinha. Era tudo um teste, mas ele recebeu dois pedidos e 20 dólares pela “mercadoria”. Sim, houve pessoas que compraram a história. Porque ela era simples – mais fácil que as leis da probabilidade, por exemplo.


4. Nível de incertezas e perigos do local
O local onde a pessoa está influencia suas crenças. Estudos mostraram que quanto mais incertezas o ambiente oferece, maior é a superstição. O antropólogo Bronislaw Malinowski constatou, por exemplo, que os habitantes das ilhas Trobriand, no litoral da Nova Guiné, recorriam mais a rituais supersticiosos à medida que se afastavam no mar para pescar. Nas águas calmas das lagoas a que estavam acostumados, os rituais desapareciam. Ele concluiu, então, que a magia aparece em situações em que estão em jogo a incerteza, o acaso e um jogo emocional intenso entre a esperança e o medo. “Não encontramos isso quando a atividade é certa, confiável e está sob o controle de métodos racionais e processos tecnológicos”, conta Malinowski.

5. Abertura a novas experiências
Estudos envolvendo experiências místicas concluíram que as pessoas com maior predisposição ao misticismo (ou seja, à crença em coisas estranhas) tendem a ter uma personalidade com altos níveis de complexidade, abertura a novas experiências, variedade de interesses, inovação, tolerância à ambiguidade e criatividade. Elas também podem ter maior propensão a serem absorvidas em fantasias, capacidade de suspender o processo de julgamento que permite separar eventos reais e imaginação e uma boa disposição de investir seus recursos mentais para representar o objeto imaginário do modo mais vívido possível.

6. O fato de pessoas inteligentes em um campo da ciência não serem necessariamente inteligentes em outro
Michael Shermer chama atenção para o fato de que muitos pesquisadores brilhantes em certas áreas podem cometer erros e deixar passar fatos importantes, por ignorância, ao fazerem incursões em outras áreas.  “Os recém-chegados de outros campos, que em geral se enfiam com os dois pés sem o treino e a experiência exigidos, passam a gerar novas ideias que consideram – por causa do sucesso que obtiveram em seu próprio campo – revolucionárias”. O problema é que, na maioria dos casos, aquelas ideias já foram avaliadas anos ou até décadas antes – e foram rejeitadas por razões legítimas.

7. “Pessoas inteligentes acreditam em coisas estranhas porque têm capacidade para defender crenças às quais chegaram por razões não inteligentes”
Segundo Shermer, a maioria das pessoas constitui suas crenças por uma variedade de razões que não têm muita evidência empírica nem raciocínio lógico. Elas fazem suas escolhas segundo variáveis como a constituição genética, social, influência de familiares e amigos, experiências pessoais etc. “Selecionamos dentre a massa de dados aquilo que confirme mais as coisas em que já acreditamos e ignoramos ou racionalizamos o que não vem confirma-las. Todos fazemos isso, mas as pessoas inteligentes fazem melhor, seja por talento ou por estarem treinadas”, explica. Assim, elas também podem defender melhor suas crenças para si mesmas.
 
 
Fonte: super
 
 
[Tenhamos em mente que este livro foi escrito por não haver explicações científicas comprovadas sobre os assuntos abordados pelo autor. E que ele não discorda da experiência pessoal de cada um].

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Exposição com itens pessoais de Elvis Presley chega a Porto Alegre

elvis; exposição; porto alegre; barra shopping;The Elvis Experience; rio grande do sul (Foto: Midiorama)

Uma exposição com mais de 300 itens pessoais de Elvis Presley, o Rei do Rock, será aberta em Porto Alegre na quinta-feira (16). A maioria dos objetos veio direto da mansão de Graceland, residência oficial do astro nos Estados Unidos. Os itens ficarão expostos no Barra Shopping Sul, na Zona Sul da capital gaúcha, até o dia 2 de julho. A mostra "The Elvis Experience” foi exibida em São Paulo no ano passado e contou com mais de 100 mil visitas.
 
“Baseado no grande sucesso de Elvis Experience em 2012, em São Paulo, estamos entusiasmados com a abertura da exposição de novo no Brasil. Este empréstimo raro de artefatos da nossa coleção de Graceland, além da encenação da experiência de concerto, é uma continuação fantástica de Elvis no Brasil“, disse Jack Soden, CEO e Presidente da ElvisPresleyxEnterprisesInc, detentora de todo o acervo do cantor.


elvis; exposição; porto alegre; barra shopping;The Elvis Experience; rio grande do sul (Foto: Midiorama)
Guitarra usada por Elvis estará na mostra



Entre os principais itens que estarão expostos estão o emblemático carro MG vermelho usado no filme “Blue Hawaii”, a famosa TV com o tiro dado por Elvis, o telefone de ouro de seu quarto, inúmeras Jump Suits, além da farda usada no exército. Poderão ser vistos também o perfume usado por ele e que estava no banheiro na noite de sua morte, o toca discos com o LP que ele estava ouvindo no mesmo dia, sua carteira com todos os seus cartões, as luvas de boxe que ganhou de Muhamad Ali, entre centenas de outros objetos pessoais.





 Evento começa dia 16 de maio no Barra Shopping Sul em Porto Alegre e vai até dia  02 de julho.

Fonte: G1



Para mais informações acesse:

www.elvis2013.com.br/

terça-feira, 14 de maio de 2013

Pilates para Escápula Alada




O músculo serrátil anterior é largo, origina-se nas primeiras nove costelas e se insere na superfície costal da escápula, ao longo da sua borda medial. Pode ser dividido em três porções: superior, medial e inferior. A digitação inferior que se insere no ângulo inferior da escápula é a mais importante. Ela exerce a principal função do músculo, que é fixar a escápula contra o tórax durante os movimentos do ombro. O músculo serrátil anterior é inervado pelo nervo torácico longo (nervo de Bell).
Após a paralisia do músculo serrátil anterior, a escápula tende a se deslocar para trás, dando o aspecto de asa (escápula alada).
A deformidade de escápula alada não é uma condição clínica frequente. Velpeau, em 1837, foi o primeiro a reconhecer a paralisia do serrátil anterior. Os pacientes queixam-se de dor, fraqueza, desconforto e diminuição da mobilidade ativa do ombro. Todos esses sintomas variam com a gravidade da lesão nervosa. Embora a lesão do nervo torácico longo seja fácil de ser reconhecida na avaliação clínica, o diagnóstico e a etiologia devem ser confirmados pela eletroneuromiografia (ENMG), que também orienta o prognóstico.
Existem várias causas para essa lesão nervosa. A literatura mostra grande variedade de agentes causais, como: traumatismo, infecção, exposição ao frio, complicação cirúrgica, esportes, choque elétrico, entre outras. Muitos casos são de etiologia obscura.
A recuperação espontânea do nervo torácico longo pode ocorrer e muitos pacientes tornam-se assintomáticos. Outros recuperam satisfatoriamente os movimentos do ombro afetado, mas permanecem com alguma deformidade residual. O tempo de recuperação varia de seis meses a três anos e o prognóstico é melhor quando ela ocorre abaixo de seis meses.
O tratamento deve ser conservador nos estágios iniciais (06 à 12 meses) e os procedimentos cirúrgicos só devem ser indicados nos casos refratários com incapacidade física para o trabalho e para os esportes. Grande variedade de tratamentos cirúrgicos tem sido proposta para substituir o músculo paralisado. Existem três procedimentos básicos: a escapulopexia (fixação cirúrgica da escápula às costelas), as transposições musculares e a artrodese escápulo-torácica.
É no tratamento conservador que o Pilates entra trazendo ótimos resultados. Atuando de forma a ativar o equilíbrio entre cadeias musculares. Alongando músculos tensionados e fortalecendo aqueles mais fracos. O método busca reorganizar a dinâmica muscular da cintura escapular, visto que esse conjunto de músculos, nervos e articulações são muito instáveis pela grande variedade de movimentos que possuem.
É recomendado que o indivíduo com diagnóstico de escápula alada se afaste temporariamente de atividade repetitivas, esportes e não carregue peso.
 
Fonte: ClubedoPilates/ Revista Pilates


Fisioterapia com Você: Procure um profissional qualificado no método. O Fisioterapeuta está apto a avaliar e tratar este tipo de lesão.

Luz ultravioleta revela como eram as estátuas da Grécia antiga

painted replica of archer

Quando pensamos em estátuas gregas e romanas, logo pensamos no mármore branco.
 
Na Renascença,  artistas como Michelangelo usavam o branco como sendo uma cópia do real.
 
O templo de Aphaia em Egina  é a prova da policromia nos templos antigos, ao invés do branco das estátuas e ruínas que hoje vemos.

Esculturas foram retiradas de escavações do templo de Aphaia, em 1811. Era uma cena de uma batalha mítica.Tinta vermelha foi encontrada em algumas esculturas,  imitando sangue escorrendo.
 


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O uso de análises químicas e luz ultravioleta ajudaram a detectar as cores utilizadas e alguns modelos foram recriados e pintados à mão em cores vivas com os mesmos materiais usados pelos gregos antigos. 



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Cabeça de Calígula

De acordo com os arqueólogos — especialmente o alemão Vinzenz Brinkmann, especialista em técnicas de reconstrução de cor —, os artistas da época utilizavam materiais orgânicos e minerais para colorir as esculturas. Contudo, depois de séculos de deterioração e de passar por incontáveis processos de limpeza, qualquer vestígio das cores originais dessas obras acabou sendo apagado.

 
Guerreiro grego -cabeça com uso de cores berrantes



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Alexander Sarcophagus






Estatua Equestre do Imperador  Marco Aurélio



"Peplos" Kore




Archeiro Troiano no Templo de Aphaia em Aegina



archaeology.org

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Prótese mais moderna do mundo parece saída de um filme de ficção científica

Editora Globo

Nigel Ackland  trabalhava com fundição de metais preciosos e, durante um acidente de trabalho, perdeu o braço direito. Por 4 anos ele viveu com apenas uma mão.
Bebionic3 chama atenção pela quantidade e precisão dos movimentos. Sem a luva, prótese é a própria mão do Exterminador do Futuro.
 
Ter um membro amputado é uma experiência traumática por definição. Mas, se muito do avanço tecnológico que a Humanidade vem produzindo nos últimos anos vem para amenizar esse sofrimento, estamos diante do que parece ser o ápice. A prótese bebionic3 é o que de mais moderno já foi produzido nessa área - e os recursos, de fato, impressionam.
     
A prótese é uma mão artificial que aproveita os sinais elétricos da musculatura remanescente do braço. São 14 tipos de movimento e “padrões de aderência”, conjunto de interações entre dedos e mãos que permitem à pessoa manipular coisas nas mais variadas situações. Nesse link dá pra ver todos as ações possíveis. Dá para abrir e fechar a mão, fazer a mão girar em seu próprio eixo, utilizar o polegar opositor. Aparentemente, é essa parte da inovação (a variedade e naturalidade dos movimentos) que faz a bebionic3 a melhor prótese já feita: você pode digitar em um teclado de computador, tirar dinheiro do caixa eletrônico, quebrar ovos e até escrever com uma caneta. Coisas banais para quem sempre teve as mãos, completamente alucinantes pra quem depende de prótese.

Cada dedo tem um motor próprio, distribuído em diferentes locais em cada dedo, de modo a manter um peso mais homogêneo e um movimento mais confortável. Além disso, sensores percebem quando o objeto seguro pela mão está deslizando e automaticamente aumenta a força da pegada. Os dedos da bebionic3 têm “almofadinhas” como os de mãos naturais. A prótese é altamente programável e personalizável: você pode pré-determinar as velocidades e tipos de aderência que mais te agradam. Tudo que seu cérebro faz automaticamente, a bebionic3 tenta reproduzir.

A luva é incrivelmente realista e vem com 19 tons diferentes de cor de pele. Segundo o site da empresa, há também a opção de escolher o modelo preto carvão, para “um visual mais futurista”. É preciso manter o bom humor, sempre.
 
 
Fonte: Revista Galileu 

Dor crônica afeta quase 30% de idosos e prejudica mobilidade

Aproximadamente 30% das pessoas com mais de 60 anos sente pelo menos uma dor contínua há mais de seis meses. Além disso, segundo a enfermeira Mara Solange Gomes Dellaroza, os locais de queixa mais frequentes são as costas e os membros inferiores. Sob orientação da professora Cibele Andruccioli de Mattos Pimenta, Mara realizou uma pesquisa na Escola de Enfermagem (EE) da USP onde avaliou e caracterizou os idosos que sofrem de dor crônica na cidade de São Paulo.



A enfermeira analisou os resultados do estudo Saúde, Bem Estar e Envelhecimento (SABE) relativos ao município de São Paulo, coletado no ano de 2006. O SABE é um estudo epidemiológico de base populacional, conduzido pela Faculdade de Saúde Pública (FSP), também da USP.
Na pesquisa, foram entrevistados 1.271 idosos, uma amostra representativa e aleatória correspondente aos 969.560 que viviam no município de São Paulo no ano de 2006 (dados do SABE), já que o estudo sorteou habitantes de todos os distritos da cidade. A porcentagem deles que apresentam dor crônica foi de 29,7%, o que representa em torno de 300 mil idosos em São Paulo. O estudo considerou idosos aqueles com mais de 60 anos e dor crônica aquela que persistia por mais de seis meses.
Outros resultados encontrados caracterizam esta população idosa com dor crônica. A maioria dos casos (66,5%) ocorre em mulheres e os afetados têm maior dependência nas atividades da vida diária e menos mobilidade. Isso também é explicado devido os lugares mais frequentes de dor serem a região lombar das costas e os membros inferiores ou as pernas. “Quem tem dor se movimenta menos, sai pouco de casa e consegue fazer o autocuidado com mais dificuldade”, ressalta Cibele. Isso mostra que há impacto financeiro na vida dos idosos com dor, já que, além da procura por serviços de saúde, recorrem mais à ajuda dos familiares.
Além disto, Mara percebeu que a renda do idoso relacionou-se com as dores que ele sente. Quase 43% dos pesquisados que apresentavam dor intensa há mais de 6 meses recebiam até 1 salário mínimo mensal. Entre os entrevistados que recebiam mais de três salários mínimos a dor intensa ocorreu em apenas 17%.
Não houve diferença estatística no uso dos serviços de saúde entre idosos com e sem dor. Isso é explicado devido à alta incidência de outras comorbidades em idosos, como hipertensão e diabetes, pois estes problemas já os levam a internações médicas. Os entrevistados com dor há mais de dois anos apresentaram chance 33% menor de recorrer ao serviço de saúde do que aqueles que sofrem com a dor crônica entre um e dois anos. Ou seja, quanto mais tempo o idoso sofre com a dor menos ele procura ajuda nos serviços de saúde. A pesquisa considerou usar os serviços de saúde ter tido mais de quatro consultas e/ou no mínimo uma internação no último ano.
 
 
Quedas

 Aproximadamente um terço dos idosos com dor crônica (31,6%) havia sofrido queda no último ano, tendo, em sua maioria (58,9%), caído uma vez neste período. Uma parcela significativa (27,6%) caiu três vezes ou mais. O risco de queda se mostrou 50% maior naqueles que apresentavam dor associada à osteoporose e 48% maior nos que tinham também incontinência urinária. Cibele adverte que, “quando um idoso cai, o risco de fratura de cabeça de fêmur, de bacia, quadril, é muito alto e isto significa ficar acamado, passar por cirurgias como a colocação de pinos e isto muitas vezes acaba resultando a morte do idoso”.
A pesquisa confirma que o envelhecimento ainda não é um processo saudável, afirma a orientadora. Para mudar esta realidade, os dados analisados no estudo podem orientar o poder público na elaboração de programas de saúde para o município de São Paulo direcionado a população idosa com dores crônicas. A pesquisa resultou na tese de doutorado Idosos com dor crônica, relato de queda e utilização de serviços de saúde: estudo SABE, defendida em junho de 2012 na EE.
 
Imagem: Marcos Santos / USP Imagens
 


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sábado, 11 de maio de 2013

Ser Mãe

 
 
Há oito anos posso dizer o quanto é bom ser mãe! E ser mãe de um menino me trouxe para um universo totalmente diferente. Mulheres são práticas mas não são tão objetivas, principalmente no que diz respeito a escolha de roupas e sapatos (rsrs). Um tempo atrás estava explicando  para o meu filho porque não podia fazer certas coisas e tal. Depois de cinco minutos explicando, tentando convence-lo de que ele estava errado, ele me diz: Mãe tu fala demais! Nem prestei mais atenção depois das primeiras palavras! Claro que em seguida ele me pediu desculpas, tamanha cara de surpresa que eu fiz. (In off,  ele tá certo... ihihi, mulher fala demais mesmo, as mães então!).
 
Meu filho  tem objetivos claros em mente mesmo com a pouca idade. Ele me faz rir de certas coisas que eu nem imaginava que ele pudesse entender. A visão dele sobre o mundo é tão prática... "se não dá, tudo bem, mas eu acho que dá!",  diz ele. Quando digo que não tenho dinheiro para comprar algo que ele quer, ele logo diz "ué, usa o cartão de crédito!". Outro dia chegou com um desenho feito na escola. Era uma estrela laranja pintada sobre uma tinta preta. Dentro da estrela estava escrito sonhos. Na hora pensei, " nossa, será que ele não tá feliz? Uma estrela onde diz sonhos numa folha preta, será que os sonhos dele não são bons?" Logo indaguei ele sobre o desenho, o que ele rapidamente me explicou, "ué, é um desenho das estrelas, onde eu coloquei os meus sonhos, porque a noite, assim, eu sempre poderei vê-los!". Não é maravilhosa a mente de uma criança?
 
 
Quando entro numa chantagem emocional de brincadeirinha, dizendo que preciso ouvir muitos "eu te amo" para que meu tanquinho sempre fique cheio, ele logo diz, "não te preocupa mãe, eu sempre vou te dizer eu te amo, mesmo quando tu for bem velhinha". Ah, que coisa boa de se ouvir! É muito bom ser mãe!
 
Acho que vou ter que dizer mais eu te amo para a minha mãe... com certeza o tanquinho dela vai encher até transbordar!
 
Desejo para todas as mães um abençoado, agraciado, infindável e amável  Dia das Mães!
 
 
"Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que ele dá"
 

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Cientistas desvendam mecanismo cerebral que provoca envelhecimento

 
 
A ação de uma molécula inflamatória na mesma área do cérebro que controla o crescimento, a reprodução e o metabolismo é responsável por provocar também o processo de envelhecimento, afirma um estudo publicado no dia 1° de maio de 2013, na revista científica “Nature”.
 
A descoberta pode levar ao desenvolvimento de novos tratamentos para doenças relacionadas à idade, como Alzheimer e artrite, e ajudar as pessoas a viver mais.
 
Cientistas da Faculdade de Medicina Albert Einstein, em Nova York, monitoraram a atividade da NF-κB – uma molécula envolvida no processo de inflamação e na resposta corporal ao estresse – no cérebro de ratos.
 
Eles perceberam que a molécula se torna mais ativa na área cerebral chamada hipotálamo à medida que o animal vai ficando mais velho.
 
Em testes posteriores, foram injetadas duas substâncias diferentes nos ratos: uma que inibe a ação dessa molécula e outra que estimula sua atividade. Os animais do primeiro grupo viveram mais do que o normal, enquanto os do segundo grupo morreram antes.
 
Seis meses depois do experimento, os cientistas examinaram a saúde e as habilidades mentais dos ratos. Os que tinham recebido o inibidor da NF-κB se saíram melhor nos testes de cognição e movimentos e mostraram menos perda de força muscular, espessura da pele e massa óssea.
 
Já os animais que receberam o ativador da molécula tiveram mais declínio relacionado à idade. O resultado foi similar em machos e fêmeas.

g1

quinta-feira, 9 de maio de 2013

O Morro dos Ventos Uivantes


 

Dia desses estava ouvindo a música Wuthering Heights, quando criança havia escutado esta música e achei ela linda demais. Era nova ainda para associar essa música ao clássico do cinema, o Morro dos Ventos Uivantes, filme que mais tarde me chamou a atenção pelo drama e pela figura forte do  rude Heathcliff.



Laurence Olivier e Merle Oberon / 1939


Wuthering Heights (traduzido para português como O Morro dos Ventos Uivantes, O Monte dos Vendavais ou ainda Colina dos Vendavais), foi o único romance escrito pela britânica  Emily Brontë  em 1847. O Morro dos Ventos Uivantes é considerado um clássico da literatura inglesa. Teve várias adaptações para o cinema e televisão. No cinema o papel de Heathcliff foi interpretado pela primeira vez por Laurence Olivier, no ano de 1939. Mais tarde, em 1978, o filme originou uma das maiores canções, "Wuthering Heights", composta e interpretada por Kate Bush uma jovem de 20 anos, mas com uma voz inigualável.
 
 
Recentemente o livro voltou a parada dos mais vendidos por ser citado na famosa saga de Twilight (Crepúsculo), conquistando assim uma nova geração de leitores. 
 
 
cathyheat
Juliette Binoche e Ralph Fiennes / 1992
 

"Me seria mais fácil esquecer da própria vida do que me esquecer de você” (Citação do livro).
 
 
 
Escute a linda música (letra com tradução) :
 

 

 

Morro Dos Ventos Uivantes



Lá fora nas tempestuosas colinas
Nós giravamos e caíamos no gramado
Seu temperamento era como o meu ciúmes
Ardente e ávido demais
Como você pôde me abandonar
Quando eu mais precisei te possuir?
Eu te odiei, eu te amei também

 
Sonhos ruins à noite
Você me dizia que eu perderia a luta
Deixei para trás meu uivante, uivante
Morro dos ventos uivantes

 
Heathcliff, sou eu, Cathy, eu voltei para casa
Sinto tanto frio, deixe-me entrar por sua janela
Heathcliff, sou eu, Cathy, eu voltei para casa
Sinto tanto frio, deixe-me entrar por sua janela

 
Oh, aqui é escuro e solitário
Deste outro lado, longe de você
Eu definho tanto, eu percebo que o destino
Fracassa sem você
Estou voltando, amor, cruel Heathcliff
Meu único sonho, meu único mestre

 
Há muito tempo eu vagueio pela noite
Estou voltando para o seu lado para consertar isto
Estou voltando para meu uivante, uivante
Morro dos ventos uivantes

 
Heathcliff, sou eu, Cathy, eu voltei para casa
Sinto tanto frio, deixe-me entrar por sua janela
Heathcliff, sou eu, Cathy, eu voltei para casa
Sinto tanto frio, deixe-me entrar por sua janela

 
Oh, me deixe possuí-lo, deixe-me levar sua alma
Oh, me deixe possuí-lo, deixe-me levar sua alma
Você sabe que sou eu, Cathy

 
Heathcliff, sou eu, Cathy, eu voltei para casa
Sinto tanto frio, deixe-me entrar por sua janela
Heathcliff, sou eu, Cathy, eu voltei para casa
Sinto tanto frio, deixe-me entrar por sua janela
Heathcliff, sou eu, Cathy, eu voltei para casa
Sinto tanto frio
 


Curiosidade:

Bush escreveu a letra da música quando tinha 18 anos, inspirada pelos últimos dez minutos da versão de 1970 do filme, a que assistiu na televisão. Bush então leu o livro e descobriu que havia nascido no mesmo dia que Brontë. A música, a última escrita e última a ser gravada para seu álbum de estreia, foi criada no piano em algumas horas numa madrugada.
Na letra, a canção usa várias falas da personagem principal 'Catherine Earnshaw', principalmente no refrão: "Let me in! I'm so cold!" e mesmo nos versos como a confissão de Catherine a sua serva de ter "bad dreams in the night." A letra é feita do ponto de vista de Catherine, que implora na janela de Heathcliff que ele a deixe entrar. Esta cena romântica tem um lado sinistro considerando-se os eventos do livro, já que Catherine pode ser um fantasma chamando o amado para juntar-se a ela na morte. O álbum foi lançado em Janeiro de  1978. (Wikipédia)


 
[Amo!]